domingo, 30 de junho de 2013

No dia do Sucessor de São Pedro


Papa Francisco na oração do Angelus
Deus quer cristãos livres para ouvir sua voz

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco rezou neste domingo a oração do Angelus com milhares de fiéis e peregrinos na Praça S. Pedro.
Na alocução que precedeu a oração mariana, o Pontífice comentou o Evangelho deste domingo, que mostra uma passagem muito importante na vida de Cristo: o momento em que – como escreve São Lucas – “Jesus tomou resolutamente o caminho de Jerusalém”.
Jerusalém, explicou é a meta final, onde Jesus, na sua última Páscoa, deve morrer e ressuscitar, e assim levar a termo a sua missão de salvação. A partir daquele momento, Jesus fixa a meta, e inclusive às pessoas que encontra e que pedem para segui-Lo, fala claramente quais são as condições: não ter uma moradia estável; desapegar-se dos afetos humanos; não ceder à nostalgia do passado. 
Aos seus discípulos, encarregados de precedê-lo no caminho rumo a Jerusalém para anunciar a sua passagem, Jesus diz que não imponham nada: se não encontrarem disponibilidade a acolhê-Lo, que continuem, que se prossiga. Jesus jamais impõe, Ele é humilde e convida.
“Tudo isso faz pensar”, disse o Papa, pois nos diz a importância que, também para Jesus, teve a consciência: o escutar no seu coração a voz do Pai e segui-la. Jesus, na sua existência terrena, não era, por assim dizer, “teleguiado”: era o Verbo encarnado, o Filho de Deus feito homem, e a um certo ponto tomou a firme decisão de ir a Jerusalém pela última vez; uma decisão tomada na sua consciência, mas não sozinho: com o Pai, em plena união com Ele! Decidiu em obediência ao Pai, em escuta profunda, íntimo da sua vontade. E por isso a decisão era firme, porque tomada com o Pai. E no Pai Jesus encontrava a força e a luz para o seu caminho.
"Jesus era livre; aquela decisão foi livre. E ele nos quer livre como ele. Com aquela liberdade que vem deste diálogo com o Pai. Jesus não quer nem cristãos egoístas que seguem o próprio eu e não fala com Deus, nem cristãos fracos, que não têm vontade, cristãos teleguiados, incapazes de criatividade. A liberdade está no diálogo com Deus na próprio consciência. Se um cristão não sabe falar com Deus na própria consciência, não é livre." 
Por isso, acrescentou, devemos aprender a escutar mais a nossa consciência. Mas atenção! – advertiu o Pontífice: “Isso não significa seguir o próprio eu, fazer o que me interessa, o que me convém, o que eu gosto... Não é isso! A consciência é o espaço interior da escuta da verdade, do bem, da escuta de Deus; é o lugar interior da minha relação com Ele, que fala ao meu coração e me ajuda a discernir, a compreender o caminho que deve percorrer, e uma vez tomada a decisão, a ir avante, a permanecer fiel".
Recentemente, disse Francisco sob aplausos, tivemos um exemplo “maravilhoso” de como é esta relação com Deus na própria consciência, disse o Papa: “Bento XVI nos deu um grande exemplo neste sentido, quando o Senhor lhe fez entender, na oração, qual era o passo que ele tinha que dar. Ele seguiu, com grande sentido de discernimento e coragem, a sua consciência, ou seja, a vontade de Deus que falava ao seu coração. É um exemplo a seguir”.
Que Nossa Senhora, concluiu, “nos ajude a nos tornar sempre mais homens e mulheres de consciência, capazes de escutar a voz de Deus e segui-la com decisão”.
Após rezar o Angelus, Francisco recordou que hoje se celebra o Dia do Papa. "Desejo agradecer aos Bispos e a todas as paróquias, especialmente as mais pobres, pelas orações e ofertas que socorrem tantas iniciativas pastorais e caritativas do Sucessor de Pedro em todas as partes do mundo. Obrigado a todos!"
Por determinação da VII Assembleia da CNBB, em todas as igrejas e oratórios, mesmo dos mosteiros, conventos e colégios, comemora-se o Dia do Papa com pregações e orações e generosas ofertas para o Óbolo de S. Pedro. (BF)
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Reflexão para a

Solenidade de São Pedro e São Paulo

Pedro e Paulo. Cada um, ao seu modo nos ensina uma lição nesta festa solene.
São Pedro e São Paulo
Pedro nos ensina que precisamos crescer na caminhada de fé. Que este caminho passa por muitos questionamentos, crises, visões distorcidas a respeito da vida e de Deus. Não e fácil proclamar o nosso amor incondicional e nos render a vontade de Deus, como o fez na ocasião em que o Senhor perguntou se ele o amava... Por sua vez, Paulo nos ensina que este caminho de fé depende de um encontro decisivo, de uma experiência que nos assalta e muda a nossa vida. Que é preciso experimentar o amor de Deus, um amor gratuito que vence o legalismo, a formalidade, a rigidez...
Pedro nos remete à instituição, ao papa que é sinal de unidade. Com ele, reforçamos o caminho eclesial, lembrando que não é possível ser cristão sem Igreja, sem referencias, sem comunidade. Que mesmo diante de seus limites humanos, a Igreja é nossa mãe, que nos ampara, acolhe, sustenta. Que os pastores são sinais de comunhão e de unidade. Paulo nos remete ao carisma, ao dinamismo evangelizador animado pelo Espírito Santo. Com ele, percebemos que, além da instituição, é preciso ter o molho especial da graça, o ardor por pregar o Evangelho.
Pedro era mais afeito à evangelização dos judeus. Com ele lembramos que os de dentro precisam de cuidado, sobretudo em tempos em que os batizados não são suficientemente evangelizados. Paulo era o pregador dos pagãos. Lembra-nos de que a nossa Igreja não pode permanecer fechada em si mesma, mas precisa se abrir a todos, e se abrir também em seu modo de avaliar e realizar a sua missão. Paulo nos deu o exemplo de inculturação da fé, de adaptação aos tempos e às circunstâncias.
Pedro nos dá o exemplo de autenticidade. Ajuda-nos a sermos verdadeiros, a expressar nossos pensamentos e sentimentos, a não “ficar em cima do muro”. Lembremo-nos de suas colocações no grupo dos doze. Paulo também poderia ser exemplo de um discurso forte, mas também vemos nele a docilidade, a ternura nas palavras, principalmente quando desejava ganhar os seus interlocutores para Deus. Ele considerava-se como uma mãe que gerava, com carinho, pessoas configuradas a Cristo.
Pedro e Paulo estão muito distantes daquela imagem romântica e estereotipada de santidade. Não são homens serenos, passivos e de rostinhos meigos. Pedro e Paulo revelam personalidades fortes, discursos e posturas calorosos. Aprendemos destas duas colunas que a paixão move a vida para o bem. Aprendemos que a santidade não é a passividade diante das coisas e que mesmo diante dos erros, o que mais importa é a coragem de realizar. As duas colunas da Igreja nos conduzem à coragem de mudar, à liderança, à ousadia de se expressar, à paixão pelas convicções. Aprendemos a amar a vida, a amar com paixão a Jesus e o seu Reino.
                                                                                                           Padre Roberto Nentwig
    Fonte: www.catequeseebiblia.blogspot.com.br   Ilustração: www.paroquiasaofranciscoxavier.org
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sábado, 29 de junho de 2013

Comunidade celebra o 49º aniversário de sacerdócio do

Cônego Braz Tenório Rocha

Na missa das 19h deste sábado, Solenidade de São Pedro e São Paulo, muitos fiéis se reuniram na Matriz de São José para a Celebração Eucarística pela qual a comunidade rendeu graças a Deus pelos 49 anos de Ordenação Presbiteral do seu pároco emérito, Cônego Braz Tenório Rocha, que presidiu a missa, concelebrada pelo Missionário Oblato de Jesus Salvador Padre Luis Carlos Freitas.
Liturgia Eucarística
Na homilia, Padre Freitas, a partir das leituras, destacou os apóstolos Pedro e Paulo que deram a vida pelo Evangelho e associou os quarenta e nove anos de sacerdócio do Cônego Braz ao ministério dos referidos   santos. Cônego Braz, como eles, também doou sua vida a Jesus e ao anúncio da Palavra de Deus, afirmou o  religioso.
No final da missa, o sacerdote aniversariante foi homenageado pelo professor Luiz Rosa, que, em nome da comunidade, agradeceu o Cônego Braz pela doação de sua vida ao Povo de Deus nas diversas paróquias em que exerceu o ministério sacerdotal e, de modo especial, em nossa paróquia como pároco e atualmente como pároco emérito e desejou muita saúde e alegria ao Cônego Braz, pedidndo a Deus para que no próximo ano, possa a comunidade reunida celebrar seu Jubileu de Ouro Sacerdotal. A Srª Maria Isabel Barbosa (Bezinha) também fez sua homenagem com uma bela composição musical de sua autoria, criada especialmente para essa comemoração. 
Dados biográficos
Filho de José Tenório Rocha e Maria Claudina de Jesus, Cônego Braz nasceu no dia 20 de dezembro de 1938 em Conceição dos Ouros, quando o município ainda era distrito de Paraisópolis. Foi ordenado presbítero por Dom José D’Ângelo Neto na Matriz de Nossa Senhora da Conceição em sua terra natal no dia 29 de junho de 1964. Exerceu o ministério sacerdotal nas paróquias São Francisco de Paula (Ouro Fino), Nossa Senhora da Piedade (Crisólia), Nossa Senhora da Conceição (Conceição dos Ouros), Nossa Senhora da Consolação (Consolação), Santa Rita de Cássia (Santa Rita de Caldas) e São José (Paraisópolis), da qual se tornou pároco emérito em 1º de agosto de 2001. 
Pai Nosso
No período em que foi responsável pela direção da Paróquia São José realizou diversas obras entre as quais se destacam a reforma da Igreja Matriz, da Capela da Soledade e de diversas capelas rurais; construção da capelinha do Salão Paroquial e da moderna Igreja de Santo Antônio, significativo referencial para um grande setor urbano da paróquia; reforma da casa paroquial e construção de uma nova residência presbiteral junto à Igreja de Santo Antônio. Isso ao lado de uma atenção especial para com a emissora paroquial, a Rádio Paraisópolis.
Exerceu ainda relevantes serviços em diversos organismos administrativos e pastorais da Arquidiocese de Pouso Alegre. Em reconhecimento pela sua dedicação à Igreja, Cônego Braz recebeu, no início de 2011, do Arcebispo Dom Ricardo Pedro o título de Cônego
(O Paraíso de José: 160 anos da Paróquia São José, Luiz Gonzaga da Rosa, Editora Santuário, 2010)
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Momentos da Celebração



























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Leituras do Domingo - 30 de junho de 2013

Solenidade de São Pedro e São Paulo, Apóstolos


1ª Leitura: At 12,1-11                Salmo: 33               2ª Leitura: 2Tm 4,6-8.17-18
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Evangelho: Mt 16,13-19


"Sobre esta pedra edificarei
a minha Igreja"
Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos discípulos: “Quem dizem as pessoas ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; outros ainda, Jeremias ou algum dos profetas”. “E vós”, retomou Jesus, “quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Jesus então declarou: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi carne e sangue quem te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso, eu te digo: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as forças do Inferno não poderão vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.

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Reflexão
A Liturgia reúne em uma única celebração os dois grandes apóstolos: Pedro, o escolhido para conduzir a Igreja e confirmar seus irmãos na fé e Paulo, o eleito por Deus, para ser o Evangelizador, aquele que com suas cartas e suas pregações refletiu e ensinou de modo profundo e singular as palavras do Mestre.
A primeira leitura extraída dos Atos dos Apóstolos nos fala da perseguição perpetrada por Herodes Agripa aprisionando Pedro, após perceber a satisfação dos judeus ao verem Tiago, irmão de João Evangelista, ser morto à espada.
A Igreja, sem parar, rezou por seu Pastor e Deus a ouviu enviando um anjo para libertar Pedro.
Na segunda leitura, temos a despedida de Paulo onde ele diz já ter sido oferecido em libação, isto é, já está pronto para o sacrifício. Paulo conheceu, durante sua vida, após a conversão, o que é perseguição, fome, açoites, naufrágios, humilhações; tudo isso por amor a Jesus Cristo.
Finalmente, no Evangelho de hoje vemos os discípulos responderem à pergunta de Jesus sobre quem é ele, relatando diversas opiniões. Uma delas tem origem em Herodes Antipas, aquele que mandou degolar João Batista. Ele crê que Jesus é o Batista redivivo. Para outros, o Senhor é algum dos Profetas. Em um segundo momento o Senhor quer saber a opinião de seus discípulos, daqueles que o acompanham pelo menos há alguns anos. Pedro assume a liderança e iluminado pelo Espírito Santo responde que Jesus é o Messias, o Filho do Deus vivo! 
Esse mesmo Espírito faz Pedro entender que nas ações de Jesus está a instauração da nova sociedade. Ao mesmo tempo, Jesus entende que foi o Pai quem revelou sua identidade a Pedro e o investe de autoridade para poder cumprir sua missão de confirmar seus irmãos na fé.
Portanto, a entrega de nossa vida ao Pai, deverá ser como a dos Apóstolos. Entrega radical, plena, sem guardarmos nada para nós, mas visando apenas o interesse do Reino de Deus.
Muitas vezes nos fixamos na grandeza e na beleza de ser papa, de ser bispo ou simplesmente ser um sacerdote, mas junto a todas essas missões, encontramos o lado da renúncia, da abnegação de si mesmo e a aceitação de abraçar a cruz quando se fizer necessário.
Será exatamente nessa ocasião que o missionário, o apóstolo precisará das orações da Igreja, não tanto para libertá-lo da dor e da morte, mas para torná-lo forte e firme na fé e dar o testemunho como Deus deseja.
Mas ao falarmos em testemunhar a fé em Deus, é bom deixar claro que essa ocasião não é somente no martírio explícito, mas cotidianamente o missionário, o apóstolo é chamado a demonstrar por atos que crê em Deus. Por isso, rezar sempre pelos nossos pastores, por aqueles que gastam sua vida em nos confirmar na fé, é imperioso!
Celebrar São Pedro e São Paulo não será apenas louvar essas duas colunas da fé, mas rezar mais por aqueles que os sucedem na missão de governar a Igreja e propagar o Evangelho, além de ter por eles um carinho especial. (CAS)
                                                                                    Fonte da reflexão: www.radiovaticana.va  
                Banner: www.cnbb.org.br        Ilustração: paroquiadossantosanjosleblon.blogspot.com.br
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Paróquia São José - Paraisópolis (MG)


Missas e outros eventos - 30 de junho a 6 de julho
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Dia 30 - Domingo  

7h - Matriz - Pe. Vanir               9h - Matriz - Pe. Sebastião            11h - Ponte do Neneco - Côn. Braz
11h - Serra dos Remédios - Retiro dos Catequistas - Pe. Vanir      19h - Matriz - Pe. Sebastião  
                                                 19h - Santo Antônio - Côn. Braz

Dia 2 - Terça - 15h - Matriz - Pe. Vanir
    
Dia 3 - Quarta - 19h - Reg. São Vicente - Côn. Braz

Dia 4 - Quinta - 15h - Capela do Hospital - Pe. Sebastião     19h - Serra dos Pereiras - Côn. Braz  
Dia 5 - 1ª Sexta - 15h - Matriz Pe. Sebastião      19h - Centro Pastoral São Francisco Côn. Braz                                                              19h - São Lázaro - Pe. Vanir 
    
Dia 6 - Sábado

14h - Centro pastoral São José - Reunião Setorial da Catequese - Pe. Sebastião 
19h - Matriz - - Pe. Sebastião 
19h - Centro Pastoral São Francisco - Côn. Braz 
19h - Jacintos - Pe. Vanir   
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Papa na oração do "Angelus":

"A Igreja se fundamenta no martírio, não no poder" 

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco rezou ao meio-dia com os fiéis reunidos na Praça São Pedro a oração do Angelus, por ocasião da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, padroeiros da Igreja e da cidade de Roma.
Na alocução de precedeu a oração mariana, o Papa recordou que esta festa – que no Brasil é celebrada neste domingo, 30 – não é só da Igreja de Roma, mas de toda a Igreja, porque todo o povo de Deus deve aos dois Apóstolos o dom da fé.
Pedro foi o primeiro a confessar que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus. E Paulo propagou este anúncio no mundo greco-romano. A Providência quis que os dois viessem a Roma e derramassem seu sangue pela fé. “Por isso, a Igreja de Roma se tornou imediatamente e de modo espontâneo o ponto de referência para todas as Igrejas espalhadas no mundo. Não pelo poder do Império, mas pela força do martírio, do testemunho oferecido! No fundo, é sempre e somente o amor de Cristo que gera a fé e leva avante a Igreja.”
O Papa acrescentou: “Queridos irmãos, que alegria acreditar num Deus que é completamente amor e graça! Esta é a fé que Pedro e Paulo receberam de Cristo e transmitiram à Igreja. Como eles, deixemo-nos conquistar por Cristo”. 
Por fim, Francisco agradeceu a presença em Roma da delegação do Patriarcado de Constantinopla, e guiou os presentes na oração do Ave-Maria na intenção do Patriarca Bartolomeu I e de sua Igreja. Também pediu orações pelos Arcebispos metropolitanos aos quais entregou momentos antes o pálio, símbolo de comunhão e de unidade.
Depois do Angelus, o Papa saudou os peregrinos que vieram de todo o mundo para festejar seus Arcebispos, entre eles o Arcebispo de Bangui, na República Centro-Africana, Dom Dieudonné Nzapalainga. De modo especial, encorajou o povo centro-africano, duramente provado pelo conflito civil, a caminhar com fé e esperança. 
Neste dia em que é feriado em Roma, concluiu com “uma boa festa e bom almoço a todos”. (BF)
                                                            Fontes: www.news.va       www.radiovaticana.va
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Papa Francisco aos novos arcebispos, inclusive três brasileiros:

Papa e bispos devem crescer em colegialidade


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco presidiu na manhã deste sábado à Santa Missa na Basílica Vaticana, por ocasião da Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo (no Brasil será celebrada neste domingo, 30), padroeiros da Igreja de Roma.
A cerimônia teve início com o rito da imposição do pálio, símbolo de comunhão com o Bispo de Roma, a 34 novos Arcebispos metropolitanos, entre os quais três brasileiros: Dom Antônio Carlos Altieri, da Arquidiocese de Passo Fundo (RS), Dom Sérgio Eduardo Castriani, Arcebispo de Manaus (AM), e Dom Moacir Silva, Arcebispo de Ribeirão Preto (SP).
A presença de Bispos de todo o mundo, disse o Papa em sua homilia, torna esta festa ainda mais jubilosa, pois constitui uma enorme riqueza que faz reviver, de certa forma, o evento de Pentecostes: “Hoje, como então, a fé da Igreja fala em todas as línguas e quer unir os povos numa só família”.
O Pontífice desenvolveu três pensamentos sobre o ministério petrino, guiados pelo verbo “confirmar”. Em
Papa Francisco e Cardeais
primeiro lugar, confirmar na fé. O Evangelho fala da confissão de Pedro: “Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo”, uma confissão que não nasce dele, mas do Pai celeste. É por causa desta confissão que Jesus diz: “Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja”. “O papel, o serviço eclesial de Pedro tem o seu fundamento na confissão de fé em Jesus, o Filho de Deus vivo, tornada possível por uma graça recebida do Alto”, explicou Francisco, que todavia advertiu para o perigo de pensar de forma mundana. 
“Quando deixamos prevalecer os nossos pensamentos, os nossos sentimentos, a lógica do poder humano e não nos deixamos instruir e guiar pela fé, por Deus, tornamo-nos pedra de tropeço. A fé em Cristo é a luz da nossa vida de cristãos e de ministros na Igreja!”
Em segundo lugar, o Bispo de Roma é chamado a confirmar no amor. Na segunda leitura, São Paulo diz: “Combati o bom combate, terminei a corrida, permaneci fiel”. O combate ao qual o Apóstolo se refere não é o das armas humanas, “que infelizmente ainda ensanguenta o mundo”, mas o combate do martírio. 
“São Paulo tem uma única arma: a mensagem de Cristo e o dom de toda a sua vida por Ele e pelos outros. (...) O Bispo de Roma é chamado a viver e confirmar neste amor por Cristo e por todos, sem distinção, limite ou barreira. E não só o Bispo de Roma: todos vocês, novos arcebispos e bispos, têm a mesma tarefa: deixar-se consumar pelo Evangelho. A tarefa de não se poupar, sair de si a serviço do santo povo fiel de Deus.”
Por fim, o Sucessor de Pedro deve confirmar na unidade. Francisco se dirigiu diretamente aos Arcebispos para falar que a presença deles nesta cerimônia é o sinal de que a comunhão da Igreja não significa uniformidade e não só, é preciso reforçar a colegialidade: “Devemos caminhar por esta estrada da sinodalidade, crescer em harmonia com o serviço do primado”. 
Na Igreja, disse o Papa, a variedade sempre se funde na harmonia da unidade, como um grande mosaico onde todos os ladrilhos concorrem para formar o único grande desígnio de Deus. “E isto deve impelir a superar sempre todo o conflito que possa ferir o corpo da Igreja. Unidos nas diferenças. Não há outra estrada católica para nos unir. Este é o espírito católico, este é o espírito cristão: unir-se nas diferenças. Este é o caminho de Jesus!” 
Como é tradição desde 1969, uma delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla participou da celebração – presença que é retribuída por ocasião da Festa de Santo André, em 30 de novembro. (BF)
                                                                    Fontes: www.news.va     www.radiovaticana.va
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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Visita à Aparecida

Capela onde o Papa vai venerar a Imagem de Nossa Senhora

A Capela dos Apóstolos do Santuário Nacional é um espaço reservado localizado atrás da Imagem original de Nossa Senhora Aparecida, que fica exposta no Nicho para visitação dos fiéis. No dia 24 de julho, quando o Papa Francisco chegar ao Santuário, deve dirigir-se à Capela para um momento particular de veneração, antes da Santa Missa que irá presidir.
Capela dos Apóstolos
Para este momento íntimo do Santo Padre, a cúpula da Imagem será virada para o lado interno da Capela dos Apóstolos, revelando a Imagem original encontrada no ano de 1717, nas águas do Rio Paraíba do Sul.
Esta Capela faz parte do projeto original da Basílica. Seu altar foi sagrado pelo papa João Paulo II, durante sua visita ao Santuário Nacional no ano de 1980, e mede 1,05m x 2,60m. Nas paredes da capela estão as fotos dos Apóstolos e uma simbologia singular em seu piso, de autoria do artista sacro Cláudio Pastro.
A Capela dos Apóstolos só foi terminada no ano de 2007, por ocasião da vinda do Santo Padre, o Papa Bento XVI, ao Brasil. Todavia, devido a sua agenda de compromissos, o Papa Bento XVI não visitou o espaço, mas hoje ele serve para acolher pequenos grupos para momentos de oração e a celebração da Eucaristia.
Neste espaço, também é realizada mensalmente a Cerimônia do Manto, uma celebração específica para membros da Campanha dos Devotos, que colaboram com as obras de construção e manutenção do Santuário Nacional.
                                                                                                      Fonte: www.a12.com
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Na Solenidade deste sábado relembraremos dois pilares da Igreja:

Pedro e Paulo

Toda instituição e toda construção deve ter, como fundamento, uma base sólida, dando garantia e estabilidade para sua existência. São Pedro e São Paulo são pilares da Igreja, ambos martirizados em Roma e ali sepultados, um na Basílica de São Pedro, e outro, na de São Paulo fora dos muros.
São Pedro e São Paulo
Pedro representa a instituição Igreja, conforme as palavras de Jesus: “... eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja...” (Mt 16, 18). Paulo representa a missão da Igreja. É só olhar o livro dos Atos dos Apóstolos e encontrar suas viagens missionárias, indo ao encontro das comunidades cristãs. Celebrar a festa desses dois mártires significa revitalizar a Igreja na sua identidade e missão de ser um grande instrumento de construção do Reino de Deus. Sua força não está na aparência, no comodismo e no carreirismo, mas no martírio, no sacrificar-se pelo outro, no assumir a cruz, construindo vidas com dignidade.
O momento é de redescoberta da vocação missionária da Igreja. No mundo do desespero, da insegurança e da violência, ela deve ser sinal de esperança e de vida para o mundo. Sua marca verdadeira tem que ser o testemunho, o engajamento de seus membros, seguindo o exemplo de Pedro e Paulo na doação de vida. Ser Igreja é fazer uma opção de vida e ter um encontro com Aquele que é o autor da vida, Jesus Cristo. É construir esta realidade também no encontro com as pessoas, no exercício da cidadania e na vivência cristã. A Igreja deve ser instrumento desta ação, sendo canal de vida, de fraternidade, de vivência familiar e comunitária.
Paulo diz que combateu o bom combate, realizou sua tarefa numa entrega total aos objetivos da missão, completou a corrida e guardou a fé. Ele fez com que a boa nova do Senhor fosse anunciada com integridade e chegasse aos mais distantes do mundo conhecido de seu tempo. Anúncio que continua hoje na pessoa de quem se coloca ao serviço do Reino de Deus.

                                               Dom Paulo Mendes Peixoto - Arcebispo  de Uberaba (MG)
                                                                                                        Fonte: www.cnbb.org.br
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Homilia do Papa nesta sexta-feira:

Os cristãos devem ser pacientes e irrepreensíveis

Cidade do Vaticano (RV) – Papa Francisco celebrou Missa, na manhã desta sexta-feira, na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, da qual participaram o arcebispo de Ribeirão Preto (SP), que, amanhã, receberá o Pálio sagrado, e os funcionários do Departamento de Saúde e Higiene do Vaticano, guiados pelo seu diretor Patrizio Polisca.
Missa na Capela Santa Marta
Na breve meditação, que costuma fazer aos presentes, o Santo Padre partiu da Liturgia do dia, referindo-se a Abraão e ao leproso, dizendo que “o Senhor procura se envolver na vida do povo e na nossa vida. 
De fato, disse o Papa, a ação do Senhor não tem um protocolo preciso ao entrar em contato conosco. Ele age em modos e momentos diferentes, mas, age sempre:
“O Senhor escolhe sempre o seu modo de entrar na nossa vida. Algumas vezes, ele o faz lentamente, a ponto de quase perdermos a paciência. Não obstante, continuamos a rezar, a rezar... e parece que ele não vem ao nosso encontro. Outras vezes, além de sermos impacientes, somos céticos sobre a sua intervenção. Mas, o Senhor toma tempo e tem tanta paciência!”.
Por isso, o Papa nos pede para que também nós sejamos pacientes e irrepreensíveis diante do Senhor. Ele nos espera sempre, até o fim da nossa vida, se necessário. Ele caminha conosco, embora, muitas vezes, ele não se manifeste e não se mostre a nós. Peçamos-lhe, pois, concluiu o Santo Padre, a graça de caminharmos sempre na sua presença! (MT)
                                                                        Fontes: www.news.va       www.radiovaticana.va
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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Papa Francisco na missa desta manhã:

Devemos ser cristãos da alegria

Cidade do Vaticano (RV) – Papa Bergoglio celebrou, na manhã desta quinta-feira, na sua Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, uma Santa Missa, da qual participaram o Cardeal-arcebispo de Aparecida, Dom Raimundo Damasceno Assis, e outros bispos. Estavam presentes também os funcionários da Direção de Assistência da Saúde e Higiene do Vaticano. Como todos os dias, o Papa Francisco fez uma reflexão dando destaque ao “cristão, como portador da alegria”. E, comentando o Evangelho de Mateus, proposto pela Liturgia do dia, o Santo Padre disse:
Liturgia Eucarística
“Na história da Igreja sempre houve duas classes de cristãos: aqueles só de palavras, que dizem “Senhor, Senhor...” e aqueles de ação e da verdade. Sempre houve a tentação de viver o nosso cristianismo fora da rocha, que é Cristo, o único que nos dá liberdade e nos sustenta nos momentos mais difíceis”.
Não devemos, disse o Santo Padre, ser cristãos separados da rocha, que é Cristo. Esses são cristãos só em palavras, como acontece hoje na Igreja. Existem dois tipos de cristãos: os “agnósticos”, que amam as palavras bonitas, e os “pelagianos”, que vivem um estilo de vida sério, até rígidos demais.
Trata-se de cristãos superficiais, afirmou o Papa, que acreditam em Deus de modo leviano. Logo, estes não são cristãos, mas mascarados de cristãos, que não têm alegria e o orgulho de verdadeiros cristãos. 
E o Santo Padre concluiu: “Uns são escravos da superficialidade e outros escravos da rigidez e da não liberdade. Mas, é o Espírito Santo que nos dá a liberdade. E, hoje, o Senhor nos convida a construir a nossa vida na rocha, que é Ele: Ele nos dá a liberdade e nos envia o seu Espírito, para que possamos prosseguir a nosso caminho cristão com alegria”. (MT)
                                                                                                 Fonte: www.radiovaticana.va
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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Paróquia São José - Paraisópolis (MG)


               Missas e outros eventos - 26 a 28 de junho
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Dia 26 - Quarta - 19h - Ribeirão Vermelho - Pe. Sebastião        19h - Moreiras - Côn. Braz

Dia 27 - Quinta - 15h - Capela do Hospital Côn. Braz             19h - Lagoa - Pe. Vanir
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Dias 28, 29 e 30 - Festa na Ponte do Neneco
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Dia 28 - Sexta - 19h - Ponte do Neneco - Pe. Vanir    19h - Região São Benedito - Pe. Sebastião
    
Dia 29 - Sábado

18h - Martins - Capela da Sagrada Família - Pe. Vanir
19h - Matriz - 49 anos de Sacerdócio - Côn. Braz
19h - Ponte do Neneco - Pe. Sebastião  
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Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira:

 "Sejam pedras vivas da Igreja"


Cidade do Vaticano (RV) – Papa Francisco encontrou-se, na manhã desta quarta-feira, na Praça São Pedro, no Vaticano, com os inúmeros peregrinos e fiéis, provenientes das diversas partes do mundo, para a Audiência Geral.
Em sua catequese semanal, o Santo Padre refletiu sobre o tema: “A Igreja: templo do Espírito Santo”. De fato, uma das imagens que ilustra o mistério da Igreja é a de Templo de Deus. No Antigo Testamento, o Templo, construído por Salomão, era o lugar por excelência do encontro com Deus, pois ali estava conservada a Arca da Aliança, sinal da presença do Senhor no meio do seu povo. 
Este Templo, porém, era a prefiguração da Igreja, que é a verdadeira Casa de Deus, disse o Papa:
“A Igreja é a Casa de Deus, o lugar da sua presença, onde podemos encontrar o Senhor; a Igreja é o Templo onde mora o Espírito Santo, que a anima, guia e sustenta. A pedra angular da Igreja é Cristo e todo cristão batizado é como uma pedra viva deste edifício espiritual.”
Pastor e rebanho
O Espírito Santo, com seus dons, explicou depois o Papa, designa a variedade e a riqueza na Igreja e une tudo e todos, a ponto de construir um templo espiritual. Em tal construção, nós não oferecemos sacrifícios materiais, mas oferecemos a nós mesmos, a nossa vida. E o Papa continuou:
“A Igreja não è um entrelaçado de coisas e de interesses, mas é o Templo do Espírito Santo, onde Deus atua; onde cada um de nós, mediante o dom do Batismo, se torna pedra viva. Isso significa que na Igreja, ninguém é inútil, ninguém é secundário ou anônimo: todos nós formamos e construímos a Igreja”. 
Isto, porém, nos faz refletir, disse o Santo Padre, sobre o fato de que, se faltar o tijolo da nossa vida cristã, falta alguma coisa para embelezar a Igreja. E concluiu: “Peçamos a graça e a força ao Senhor, para que possamos estar unidos a Cristo, pedra angular, que sustenta a nossa vida e a vida de toda a Igreja”.
Ao término da sua catequese de hoje, Papa Francisco passou a cumprimentar os diversos grupos presentes, em diversas línguas. Eis o que disse aos fiéis de língua portuguesa:
“Queridos peregrinos de língua portuguesa, de modo particular os brasileiros de Goiânia e de Santa Maria. Sejam bem vindos! Saúdo-os como pedras vivas do edifício espiritual, que é a Igreja, encorajando-os a permanecer profundamente unidos a Cristo, para que, animados pelo seu Espírito, possam contribuir para a edificação de uma Igreja sempre mais bela. Abençôo todos vocês e as suas comunidades”. 
Por fim, o Santo Padre concedeu aos presentes a sua Bênção Apostólica. (MT)
                                                                Fontes: www.news.va      www.radiovaticana.va
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Notícias do Vaticano

Dom João Carlos Seneme é o novo Bispo de Toledo

Dom João Carlos
Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, 26, como novo Bispo de Toledo, PR, Dom João Carlos Seneme, C.S.S., até o momento Bispo-auxiliar de Curitiba.
Dom Seneme nasceu no dia 11 de dezembro de 1958 na cidade de Gertrudes, no Estado de São Paulo, Diocese de Piracicaba. Membro da Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo (Estigmatinos), fez a sua profissão religiosa em 23 de janeiro de 1982. Realizou os estudos de Filosofia e Teologia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas.
No dia 15 de dezembro de 1985 foi ordenado sacerdote, ocupando, entre outros cargos, o de Superior provincial da Província “Santa Cruz”, com sede em Campinas, e de responsável pelas atividades missionárias no nordeste do Brasil, no Chile e no Uruguai.
No dia 17 de outubro de 2007 foi nomeado Bispo-auxiliar de Curitiba. Sua ordenação episcopal foi no dia 16 de dezembro do mesmo ano. (SP)

Três Arcebispos brasileiros receberão o Pálio 
na Solenidade de São Pedro e São Paulo

Cidade do Vaticano (RV) – No dia 29 de junho, dia da Solenidade de São Pedro e São Paulo, o Papa Francisco presidirá na Basílica de São Pedro à celebração Eucarística com a imposição do Pálio a 35 metropolitas. Entre eles estão 3 brasileiros: Dom Antônio Carlos Altieri S.D.B., Arcebispo de Passo Fundo, Dom Sérgio Eduardo Castriani, C.S.Sp., Arcebispo de Manaus e Dom Moacir Silva, Arcebispo de Ribeirão Preto. A Rádio Vaticano transmitirá a celebração com comentários em português a partir das 4hs20min, horário de Brasília.
O rito de imposição do Pálio permanece como estabelecido por Bento XVI em 2012, ou seja, será realizado no início da celebração.
Pálio, símnbolo do Cristo Bom Pastor
As informações exatas sobre a origem desta tradição não são precisas. Sabes-se no entanto que já no século IV o Papa usava este pálio. Provavelmente era uma insígnia imperial passada aos bispos. O pálio passa então a ser dado por Roma aos metropolitas, sobretudo na época de Gregório VII, logo após o ano mil, quando existia a necessidade de controlar a eleição de bispos. 
A partir daquele período, os metropolitas vinham a Roma receber o pálio. Posteriormente, ele passou a ser concedido também àqueles que não eram metropolitas, como um sinal de honra. Na década de 70, houve a reforma do pálio, desejada pelo Papa Paulo VI, por isso até hoje é concedido apenas aos metropolitas, no dia 29 de junho, Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, justamente para evidenciar a ligação daqueles que carregam o pálio com a Sé Apostólica.
O simbolismo do Pálio foi sendo enriquecido ao longo dos séculos. No início, ele teve um simbolismo sobretudo eclesial, isto é, em todo o primeiro milênio o pálio indicava a ovelha que estava perdida, e, portanto, significava o pastor que levava a ovelha em seu ombro esquerdo. É o pálio que é encontrado em toda iconografia e em todos os mosaicos do primeiro milênio.
Posteriormente, ele mudou a forma: foi colocado ‘ad ipsilon’ sobre a pessoa que o usava e assumiu outro significado. As cruzes vermelhas assumiram o significado das chagas do Senhor. Os cravos assumiram o significado dos três pregos da crucificação. Assim, o pálio assumiu sobretudo um significado cristológico, do Cristo Bom Pastor. Hoje temos esses dois elementos juntos. O pálio é feito de lã e significa a ovelha perdida, leva os cravos e tem essas cruzes para significar que o Bom Pastor dá a sua vida pelas suas ovelhas. (JE)
                                                                                                   Fonte: www.radiovaticana.va
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