segunda-feira, 24 de junho de 2019

Paróquia São José - Paraisópolis (MG)

Horário de Missas e outros eventos
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Dia 25- Terça-feira
15h - Missa na Matriz
19h - Asilo São Vicente     19h - Inácios
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Dia 26 - Quarta-feira
15h - Matriz - Tríduo do Sagrado Coração de Jesus
19h - Terço dos homens na Matriz
19h - Vila São Luiz      19h - Santa Vitória
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Dia 27 - Quinta-feira
15h - Matriz  - Tríduo do Sagrado Coração de Jesus
19h - Boa Vista II     19h - Residencial Paraíso I
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Dia 28 - Sexta-feira
Dia do Sagrado Coração de Jesus
e de Oração pela Santificação do Clero
    16h - Matriz - Missa do Sagrado Coração de Jesus
19h - Santa Luzia
19h - Moreiras     19h - Serrinha
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Dia 29 - Sábado
19h - Matriz  
19h - São Francisco     19h - São Geraldo
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Dia 30 - 13º Domingo do Tempo Comum
7h - Missa na Matriz     9h - Missa na Matriz     11h - Missa na Santa Edwiges
16h - Serra dos Goulart
19h - Matriz      19h - Santo Antônio
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Três bispos brasileiros

vão receber o pálio das mãos do Papa
No próximo sábado, 29 de junho, três arcebispos brasileiros receberão o pálio das mãos do Papa Francisco: Dom Dario Campos, da Arquidiocese de Vitória (ES), Dom João Inácio Muller, da Arquidiocese de Campinas (SP) e Dom João Justino de Medeiros Silva, de Montes Claros (MG).
Cidade do Vaticano - Na Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, o Papa Francisco preside à tradicional Missa durante a qual entrega o Pálio aos novos arcebispos metropolitanos.
Desta vez, os brasileiros serão três: Dom Dario Campos, da Arquidiocese de Vitória (ES), Dom João Inácio Muller, da Arquidiocese de Campinas (SP) e Dom João Justino de Medeiros Silva, de Montes Claros (MG).
A cerimônia será transmitida ao vivo, com comentários em português, a partir das 09h30 locais (04h30 no horário de Brasília). Após a celebração, o Pontífice conduz a oração mariana do Angelus aos meio-dia – sempre com transmissão ao vivo da Rádio Vaticano/Vatican News.
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                                                                                                                Fonte: vaticannews.va

domingo, 23 de junho de 2019

Papa no Angelus deste domingo:

"Reverter a lógica do 'cada um por si'"
Corpus Christi nos convida a renovar a surpresa e a alegria pelo maravilhoso dom do Senhor que é a Eucaristia: "não a recebamos de forma passiva e habitual; façamos a comunhão sempre como se fosse a nossa primeira comunhão", disse.
Cidade do VaticanoAo meio dia deste primeiro domingo de verão na Itália, milhares de pessoas foram à Praça São Pedro para ver o Papa e ouvir suas palavras. Na Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, o Santo Padre fez uma breve reflexão sobre a origem desta festividade, narrada nos quatro evangelhos canônicos.
O Evangelho de Lucas
Jesus estava curando doentes no lago da Galileia. Quando caiu a noite, os discípulos disseram que o lugar era deserto e que estava na hora de se despedir da multidão, para que fossem aos povoados e lugares vizinhos procurar hospedagem e comida. O mestre surpreende e diz: "Não precisam ir; deem-lhes de comer". Os discípulos retrucaram: “Só temos cinco pães e dois peixes" e Jesus pediu que lhe levassem o que havia.
“Jesus convida seus discípulos a fazer uma verdadeira conversão, passando da lógica do cada um por si para a da partilha, a partir do pouco que a Providência nos põe à disposição. E imediatamente mostra que tem uma ideia clara do que quer fazer.”
Ordena aos discípulos que se sentem em círculos de cinquenta; toma nas mãos os cinco pães e dois peixes e olhando para o céu, agradece e reparte os pães e os peixes, entregando-os aos discípulos, para que os distribuíssem ao povo. Todos puderam comer e se satisfizeram.
Sacramento oferecido pela salvação
Este milagre mostra o poder do Messias e, ao mesmo tempo, a sua compaixão pelo povo. Esse gesto prodigioso não só permanece como um dos grandes sinais da vida pública de Jesus, mas antecipa o que será então, no final, a memória do seu sacrifício, isto é, a Eucaristia, sacramento do seu Corpo e Sangue oferecidos para a salvação do mundo.
Eucaristia, memória perpétua da Páscoa
Francisco explicou aos fiéis que “a Eucaristia é a síntese de toda a existência de Jesus, que foi um único ato de amor ao Pai e aos irmãos. Também ali, como no milagre da multiplicação dos pães, Jesus tomou o pão nas mãos, elevou ao Pai a oração da bênção, partiu o pão e deu-o aos discípulos; e fez o mesmo com o cálice do vinho. Mas naquele momento, na véspera da sua Paixão, quis deixar naquele gesto o Testamento da nova e eterna Aliança, memória perpétua da sua Páscoa de morte e ressurreição.
Sol e calor iluminaram o Papa
Milhares de fiéis durante a Oração do Angelus
Terminando, o Papa pediu que acolhamos a Eucaristia com gratidão, não de modo passivo e habitual, mas renovando verdadeiramente o nosso "amém" ao Corpo de Cristo, para que o dinamismo do seu amor transforme a nossa vida em oferta pura e santa a Deus e para o bem de todos aqueles que encontramos no nosso caminho.
E antes de se despedir, lembrou que como em muitos lugares, também aqui em Roma se realizam procissões no dia de Corpus Christi, e ele mesmo irá ao bairro romano de Casal Bertone celebrar a Missa e fazer a procissão.
Após conceder a bênção, Francisco falou sobre a beatificação de um grupo de religiosas mártires da Ordem Franciscana da Imaculada Conceição, na guerra civil espanhola:
“Seu martírio é um convite a todos nós para sermos fortes e perseverantes, especialmente na hora da provação”
E ainda saudou os peregrinos do Brasil, desejando a todos um feliz domingo e um bom almoço, e como é tradição, pedindo orações para si.
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Assista:
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Papa na Missa deste Domingo de Corpus Christi na Europa: 
"Com bênção e partilha, nunca estaremos sozinhos!"
Celebrando a missa de Corpus Christi no bairro romano de Casal Bertone, Francisco lembrou que "o nosso pouco é sempre tanto aos olhos de Jesus, se não o guardarmos para nós e o colocarmos em jogo".
Papa celebra missa por ocasião da solenidade de Corpus Christi em Casal Bertone, periferia de Roma
Cidade do Vaticano - Domingo, 23 de junho, às 18 horas, horário de Roma, o Papa Francisco celebrou a Santa Missa da solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo no adro da Igreja de Santa Maria Consoladora, no bairro de Casal Bertone, zona leste de Roma. Após a Celebração Eucarística, Francisco encabeçou a procissão com o Santíssimo Sacramento pelas ruas do bairro, e concedeu a bênção eucarística à multidão.
Melquisedec como Jesus, transformar a palavra em dom
Analisando as leituras do dia, o Papa ressaltou dois verbos em particular, por ele considerados simples e essenciais para a vida de cada dia: dizer e dar.
Importante receber palavras que fazem bem
Sobre o Dizer, Francisco lembrou o relato da Genesis, quando Melquisedec diz: «Abençoado seja Abrão pelo Deus Altíssimo, e bendito seja o Deus Altíssimo». Aquele ‘dizer’ de Melquisedec é bendizer, abençoar.
“Tudo parte da bênção: as palavras de bem geram uma história de bem. Por que faz bem abençoar? Porque é transformar a palavra em dom. Quando se abençoa, não se faz uma coisa para si mesmo, mas para os outros. Abençoar não é dizer palavras bonitas, nem usar palavras de circunstância; mas é dizer bem, dizer com amor”.
Importante receber palavras que fazem bem
Lembrando como é importante para fiéis e pastores também receber palavras que nos fazem bem, ou um sinal da cruz na fronte, e ressaltando que ‘a Eucaristia é uma escola de bênção’, Francisco exortou os sacerdotes a não terem medo de abençoar, e fez um chamado:
“É triste ver hoje quão facilmente se amaldiçoa, despreza, insulta. Atacados por demasiado frenesi, não nos contemos, desafogando a raiva sobre tudo e todos. Muitas vezes, infelizmente, é quem grita mais e mais forte, é quem está mais irritado que parece ter razão e obter consensos. Não nos deixemos contagiar pela arrogância, não nos deixemos invadir pela amargura, nós que comemos o Pão que em si contém toda a doçura”.
Pão, recurso de partilha
Francisco então passou ao segundo verbo: Dar e citou Abrão que, abençoado por Melquisedec, «deu-lhe o dízimo de tudo»; e Jesus que, depois de pronunciar a bênção, dava o pão para ser distribuído, desvendando assim o seu significado mais belo: o pão não é apenas produto de consumo, mas recurso de partilha.
Comunhão, pão eucarístico
“No mundo, procura-se sempre aumentar os lucros, aumentar o volume de negócios... Sim, mas com que finalidade? É o dar ou o ter? O partilhar ou o acumular? A «economia» do Evangelho multiplica partilhando, alimenta distribuindo; não satisfaz a voracidade de poucos, mas dá vida ao mundo. O verbo de Jesus não é ter, mas dar”.
Comunhão, pão eucarístico
O Papa concluiu sua homilia recordando que o nosso pouco é sempre tanto aos olhos de Jesus, se não o guardarmos para nós e o colocarmos em jogo. Não estamos sozinhos: temos a Eucaristia, o Pão do caminho, o Pão de Jesus.
 “Também nesta tarde, seremos alimentados pelo seu Corpo entregue. Se o recebermos com o coração, este Pão irradiará em nós a força do amor: sentir-nos-emos abençoados e amados, e teremos vontade de abençoar e amar, a começar daqui, da nossa cidade, das estradas que vamos percorrer nesta tarde. O Senhor passa pelas nossas estradas para dizer-bem de nós e para nos dar coragem. A nós, pede-nos também para sermos bênção e dom”.
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Homilia integral
do Papa Francisco na Solenidade de Corpus Christi
Casal Bertone, Santa Maria Consoladora - Roma, 23 de junho de 2019
Hoje, a Palavra de Deus ajuda-nos a descobrir dois verbos simples e essenciais para a vida de cada dia: dizer e dar.
Dizer. Na primeira leitura, Melquisedec diz: «Abençoado seja Abrão pelo Deus Altíssimo, e bendito seja o Deus Altíssimo» (Gn 14, 19-20). O dizer de Melquisedec é bendizer. Abençoa Abrão, em quem serão abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12, 3; Gal 3, 8). Tudo parte da bênção: as palavras de bem geram uma história de bem. O mesmo acontece no Evangelho: antes de multiplicar os pães, Jesus abençoa-os: «tomou os cinco pães, ergueu os olhos ao Céu, pronunciou sobre eles a bênção, partiu-os e foi-os dando aos discípulos» (Lc 9, 16). De cinco pães, a bênção faz alimento para uma multidão: faz brotar uma cascata de bem.
Por que faz bem abençoar? Porque é transformar a palavra em dom. Quando se abençoa, não se está a fazer uma coisa para si mesmo, mas para os outros. Abençoar não é dizer palavras bonitas, nem usar palavras de circunstância; mas é dizer bem, dizer com amor. Assim fez Melquisedec: espontaneamente diz bem de Abrão, sem que este tenha dito ou feito algo por ele. Assim fez Jesus, mostrando o significado da bênção com a distribuição gratuita dos pães. Quantas vezes fomos abençoados, também nós, na igreja ou nas nossas casas! Quantas vezes recebemos palavras que nos fizeram bem, ou um sinal da cruz na fronte! Fomos abençoados no dia do Batismo e, no final de cada Missa, somos abençoados. A Eucaristia é uma escola de bênção. Deus diz bem de nós, seus filhos amados, encorajando-nos assim a continuar. E nós bendizemos a Deus nas nossas assembleias (cf. Sal 68, 27), reencontrando o gosto do louvor, que liberta e cura o coração. Vimos à Missa com a certeza de ser abençoados pelo Senhor, e saímos para, por nossa vez, abençoarmos, para sermos canais de bem no mundo.
É importante que nós, Pastores, nos lembremos de abençoar o povo de Deus. Queridos sacerdotes, não tenhais medo de abençoar! O Senhor quer dizer bem do seu povo; fica feliz em fazer-nos sentir o seu carinho por nós. E só depois de abençoados é que podemos abençoar os outros com a mesma unção de amor. Entretanto, é triste ver hoje quão facilmente se amaldiçoa, despreza, insulta. Assaltados por demasiado frenesi, não nos contemos, desafogando a raiva sobre tudo e todos. Muitas vezes, infelizmente, é quem grita mais e mais forte, é quem está mais irritado que parece ter razão e obter consensos. Não nos deixemos contagiar pela arrogância, não nos deixemos invadir pela amargura, nós que comemos o Pão que em si contém toda a doçura. O povo de Deus ama o louvor, não vive de lamentações; está feito para a bênção, não para a lamentação. Diante da Eucaristia, de Jesus que Se fez Pão, deste Pão humilde que contém a totalidade da Igreja, aprendamos a bendizer o que temos, a louvar a Deus, a abençoar e não a amaldiçoar o nosso passado, a dar boas palavras aos outros.
O segundo verbo é dar. Ao «dizer», segue-se o «dar», como no caso de Abrão que, abençoado por Melquisedec, «deu-lhe o dízimo de tudo» (Gn 14, 20); como no caso de Jesus que, depois de pronunciar a bênção, dava o pão para ser distribuído, desvendando assim o seu significado mais belo: o pão não é apenas produto de consumo, mas recurso de partilha. De facto, na narração da multiplicação dos pães, surpreendentemente nunca se fala de multiplicar. Na verdade, os verbos usados são «partir, dar, distribuir» (cf. Lc 9, 16). Em suma, não se destaca a multiplicação, mas a partilha. É importante: Jesus não realiza uma magia, não transforma os cinco pães em cinco mil, para depois dizer: «Agora distribuí-os». Não. Jesus reza, abençoa aqueles cinco pães e começa a parti-los, confiando no Pai. E não se esgotam mais aqueles cinco pães… Isto não é magia, mas confiança em Deus e na sua providência.
No mundo, procura-se sempre aumentar os lucros, aumentar o volume de negócios... Sim, mas com que finalidade? É o dar ou o ter? O partilhar ou o acumular? A «economia» do Evangelho multiplica partilhando, alimenta distribuindo; não satisfaz a voracidade de poucos, mas dá vida ao mundo (cf. Jo 6, 33). O verbo de Jesus não é ter, mas dar.
E a solicitação que Ele faz aos discípulos é categórica: «Dai-lhes vós de comer» (Lc 9,13). Tentemos imaginar os raciocínios que terão feito os discípulos: «Não temos pão para nós, e devemos pensar nos outros? Por que devemos dar-lhes de comer, se eles vieram para escutar o nosso Mestre? Se não trouxeram comida, voltem para casa, ou então deem-nos dinheiro e nós compraremos». Não é que sejam errados estes raciocínios, mas não são os de Jesus, que não ouve razões: dai-lhes vós mesmos de comer. Aquilo que temos só produz fruto se o dermos (isto é o que nos quer dizer Jesus!); e não importa se é pouco ou muito. O Senhor faz grandes coisas com o nosso pouquinho, como no caso dos cinco pães. Ele não realiza prodígios com ações espetaculares, mas com coisas humildes, partindo com as mãos, dando, distribuindo, partilhando. A omnipotência de Deus é humilde, feita apenas de amor; e o amor faz grandes coisas com as coisas pequenas. Assim no-lo ensina a Eucaristia: n’Ela, está Deus encerrado num bocado de pão. Simples e essencial, pão partido e partilhado, a Eucaristia que recebemos transmite-nos a mentalidade de Deus. E leva a darmo-nos, a nós mesmos, aos outros. É antídoto contra afirmações como «lamento, mas não me diz respeito», «não tenho tempo, não posso, não é da minha conta».
Na nossa cidade faminta de amor e solicitude, que sofre de degradação e abandono, perante tantos idosos sozinhos, famílias em dificuldade, jovens que dificilmente conseguem ganhar o pão e alimentar os seus sonhos, o Senhor diz-te: «Dá-lhes tu de comer». E tu podes retorquir: «Tenho pouco, não sou capaz». Não é verdade! O teu pouco é tanto aos olhos de Jesus, se não o guardares para ti mas o colocares em jogo. E não estás sozinho: tens a Eucaristia, o Pão do caminho, o Pão de Jesus. Também nesta tarde, seremos alimentados pelo seu Corpo entregue. Se o recebermos com o coração, este Pão irradiará em nós a força do amor: sentir-nos-emos abençoados e amados, e teremos vontade de abençoar e amar, a começar daqui, da nossa cidade, das estradas que vamos percorrer nesta tarde. O Senhor passa pelas nossas estradas para dizer-bem de nós e para nos dar coragem. A nós, pede-nos também para sermos bênção e dom.
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                                                                                                                Fonte: vaticannews.va

Reflexão para o

12º Domingo do Tempo Comum
O Senhor faz conhecer a seus discípulos o verdadeiro significado de ser messias.
O trecho escolhido do Evangelho de Lucas para este domingo nos fala da identidade de Jesus.  Nele temos Pedro diante da pergunta do Senhor: “Quem diz o povo que eu sou?”, respondendo: “O Cristo de Deus”.
Imediatamente a essa resposta, o Senhor proíbe seus discípulos de tornarem pública sua identidade.
Perguntamo-nos qual o motivo desse segredo e em seguida lemos Jesus falando de sua paixão, morte e ressurreição. Ora, Jesus receia que o anúncio de que ele é o Cristo de Deus, reforce na mente dos judeus a missão messiânica da restauração política de Israel, mas essa não é sua missão. Jesus revela a seus amigos que ele irá sofrer e chegará à morte, mas ressuscitará. Mais ainda, diz que quem quiser acompanhá-lo deverá, a seu exemplo, entregar sua vida até à morte.
O Senhor faz conhecer a seus discípulos o verdadeiro significado de ser messias. Não é uma tarefa triunfante, mas sim, árdua, penosa, que exige profunda conversão de interesses e obediência ao Pai. É um sair de si, um voltar-se totalmente para o outro no serviço do Pai.
Também nós, que nos colocamos ao serviço do Evangelho, seja como sacerdotes, seja como catequistas, seja apenas como uma presença cristã em meio a uma sociedade paganizada, deveremos nos conscientizar de que precisamos sair de nós mesmos e aceitar a cruz de cada dia. Somente assim seguiremos o Senhor em sua missão, agora nossa, recebida no dia de nosso batismo e confirmada no dia em que fomos crismados.
Sair de si, sair de nós mesmos significa renunciar ao controle de nossa própria vida e nos abrirmos ao futuro, à ação de Deus; sempre confiando na graça de Sua força e proteção para não cedermos à tentação, mas fortalecidos por ela, atravessar os sofrimentos e chegar à ressurreição.
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                                                                                                                Fonte: vaticannews.va

sábado, 22 de junho de 2019

Papa aos jovens do Fórum Internacional:

tema para a JMJ 2022
No encontro com os jovens que participaram do Fórum Internacional para promover a atuação do Sínodo 2018, o Papa anunciou o tema da próxima JMJ 2022 em Lisboa: ‘Maria levantou-se e partiu apressadamente (Lc 1, 39)”. Francisco reiterou o convite para que todos difundam o fogo de Cristo para iluminar o mundo.
Cidade do Vaticano - Na manhã deste sábado (22/06), o Papa Francisco recebeu os participantes do Fórum internacional dos Jovens, que tem como objetivo promover a atuação do Sínodo 2018 sobre o tema Os jovens a fé e o discernimento vocacional. Francisco começou o seu discurso afirmando “Vocês são jovens em ação em uma Igreja sinodal, e nestes últimos dias vocês meditaram e refletiram sobre este tema".
Logo depois o Papa falou sobre o episódio de Emaús, presente no documento final da Assembleia sinodal, considerando-o “um texto paradigmático para compreender a missão eclesial em relação às jovens gerações”. Francisco recorda que “a profunda experiência que os discípulos de Emaús viveram com Jesus, levou-os irresistivelmente a colocar-se novamente a caminho”. E estimulando os jovens disse: “Vocês, queridos jovens, são chamados a ser luz na noite de muitos outros jovens que ainda não conhecem a alegria da nova vida em Jesus”.
Caminhar juntos
“Cleofás e o outro discípulo depois de terem encontrado o Ressuscitado sentiram a necessidade vital de estar com a sua comunidade. Não há alegria autêntica se não for compartilhada com os outros”, afirma Francisco e recordou “agora que se aproxima o momento de se despedir, talvez vocês já sintam saudades… é normal. Faz parte da experiência humana”. Os discípulos também não queriam que Jesus fosse embora, porém “seu Corpo ressuscitado não é um tesouro a reter, mas um Mistério a partilhar” (Documento final do Sínodo, 115). “Nós encontramos Jesus sobretudo na comunidade e pelas ruas do mundo. Quanto mais levamos Jesus aos outros mais o sentimos nas nossas vidas. “Por isso – indica o Papa – alimentem e difundam o fogo de Cristo presente dentro de vocês”.
A Igreja precisa de vocês!
Em seguida o Papa recorda mais uma vez aos jovens: “Vocês são o hoje da Igreja! A Igreja precisa de vocês para ser plenamente ela mesma”. E acrescenta: “Somente caminhando juntos seremos verdadeiramente fortes. Com Cristo, Pão da Vida que nos dá força para o caminho, levemos a luz do seu fogo para as noites deste mundo!".
Tema para a próxima JMJ
Concluindo o encontro faz um importante anúncio. Seguindo o percurso do Sínodo dos Jovens que precedeu a Jornada Mundial da Juventude do Panamá três meses mais tarde, o Papa almeja uma grande sintonia entre estas duas vias, confiando esta intenção à poderosa intercessão de Maria. Então Francisco anuncia: “A próxima edição internacional da JMJ será em Lisboa 2022”, recorda e para esta etapa da peregrinação dos jovens “escolhi como tema: ‘Maria levantou-se e partiu apressadamente (Lc 1, 39)”. Em seguida o Papa faz um apelo: “para os dois anos precedentes convido todos a meditar sobre os versículos: Jovem, eu te digo: levanta-te” (cf. Lc 7, 14 e Christus vivit 20) e 'Levanta-te! Eu te constituo testemunha do que viste!' (At 26, 16).
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Papa em Ordenação Episcopal nesta tarde:

"Primeiro trabalho de um bispo é rezar"
Refletindo sobre a responsabilidade eclesial a que é chamado um bispo, o Papa disse que o Episcopado "é o nome de um serviço, não de uma honra, porque ao bispo compete mais servir do que dominar".
Cidade do Vaticano - O Papa presidiu sábado (22/06) à tarde, na Basílica Vaticana, a Missa de consagração episcopal de Dom Alberto Ricardo Lorenzelli Rossi, nomeado no último dia 22 de maio Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Santiago do Chile.
Francisco pronunciou a homilia ritual, com alguns acréscimos espontâneos. Em particular, refletindo sobre a responsabilidade eclesial a que é chamado um bispo, o Papa disse que o Episcopado "é o nome de um serviço, não de uma honra, porque ao bispo compete mais servir do que dominar".
“O bispo é um servidor, pastor, pai, irmão, jamais um mercenário”
Em seguida, convidou Dom Lorenzelli a "não esquecer que o primeiro trabalho do bispo é a oração: assim disse São Pedro no dia em que criou os diáconos: "A nós a oração e o anúncio da Palavra".
Disponibilidade
Outra recomendação é a proximidade ao povo de Deus, as pessoas para quem foi eleito: “Que quando te procurem, te encontrem logo, diretamente e sem burocracias. Seja próximo também dos pobres e indefesos”.
Quem é o novo bispo
O salesiano Lorenzelli nasceu na Argentina em uma família de imigrantes italianos e vive na Itália há mais de 40 anos. Até a nomeação era o diretor da Comunidade Salesiana no Vaticano e Capelão da Direção dos Serviços de Segurança e Defesa Civil do Estado da Cidade do Vaticano.
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                                                                                                                Fonte: vaticannews.va

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Leituras do

12º Domingo do Tempo Comum
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1ª Leitura: Zc 2,10-11;13,1
Profecia de Zacarias:
Assim diz o Senhor: “Derramarei sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém um espírito de graça e de oração; eles olharão para mim. Ao que eles feriram de morte, hão de chorá-lo, como se chora a perda de um filho único, e hão de sentir por ele a dor que se sente pela morte de um primogênito. Naquele dia, haverá um grande pranto em Jerusalém, como foi o de Adadremon, no campo de Magedo.
Naquele dia, haverá uma fonte acessível à casa de Davi e aos habitantes de Jerusalém, para ablução e purificação”.
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Salmo: 62
-  A minh’alma tem sede de vós, como a terra sedenta, ó meu Deus!
-  A minh’alma tem sede de vós, como a terra sedenta, ó meu Deus!
- Sois vós, ó Senhor, o meu Deus!/ Desde a aurora ansioso vos busco!/ A minh’alma tem sede de vós,/ minha carne também vos deseja.
- Como terra sedenta e sem água,/ venho, assim, contemplar-vos no templo,/ para ver vossa glória e poder./ Vosso amor vale mais do que a vida:/ e por isso meus lábios vos louvam.
- Quero, pois, vos louvar pela vida,/ e elevar para vós minhas mãos!/ A minh’alma será saciada,/ como em grande banquete de festa;/ cantará a alegria em meus lábios,/ ao cantar para vós meu louvor!
- Para mim fostes sempre um socorro;/ de vossas asas à sombra eu exulto!/ Minha alma se agarra em vós;/ com poder vossa mão me sustenta.
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2ª Leitura: Gl 3,26-29
Carta de São Paulo aos Gálatas:
Irmãos: vós todos sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo. Vós todos que fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo.
O que vale não é mais ser judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um só, em Jesus Cristo.
Sendo de Cristo, sois então descendência de Abraão, herdeiros segundo a promessa.
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Evangelho: Lc 9,18-24
Evangelho de São Lucas:
Certo dia, Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: “Quem diz o povo que eu sou?”
Eles responderam: “Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.
Mas Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Pedro respondeu: “O Cristo de Deus”.
Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém. E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.
Depois Jesus disse a todos: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará”.

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                                                                   Banner: cnbb.org.br    Ilustrações: franciscanos.org.br