sexta-feira, 31 de julho de 2015

Arquidiocese comemora

dia da Igreja Irmã e lança site

A Arquidiocese de Pouso Alegre, através do Conselho Missionário Diocesano (Comidi), estabeleceram o primeiro final de semana de agosto como o dia da Igreja Irmã de Ponta de Pedras, no Pará. É a oportunidade da Igreja particular de Pouso Alegre rezar por todo o povo Marajoara e também pelos missionários para lá enviados. Torna-se momento da Graça de sentir-se Igreja e ajudar aqueles que mais precisam.
Matriz de Nossa Senhora da Conceição
Atualmente, estão no Pará o padre Leandro Silva e os seminaristas, Rafael Xavier, Felipe Alvarenga e Rodrigo Pereira. Neste sábado, 1º de agosto, também chega o padre Edpo Campos.
E dentro das celebrações, como gesto concreto, em todo primeiro domingo de agosto (divididos em setores, por ano), as coletas das paróquias serão destinados para os trabalhos de evangelização da Paróquia que está sob a responsabilidade da Arquidiocese de Pouso Alegre em Ponta de Pedras, a Paróquia Nossa Senhora da Conceição, no município de Cachoeira do Arari.
Em 2015, os setores pastorais Fernão Dias, Dourado, Paraíso e Sapucaí enviam suas doações, enquanto que em 2016 será a vez dos setores Mantiqueira, Mandu, Mogi, Extremo Sul e Alto da Serra.
Site
Dentro das celebrações do dia da Igreja Irmã, a Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Pouso Alegre (Pascom) lança oficialmente um site, que tem como objetivo ajudar as pessoas a conhecerem e acompanhar os trabalhos missionários realizados em Ponta de Pedras, bem como compreender o trabalho realizado pelo Conselho Missionário Diocesano.
No site, as pessoas poderão conhecer um pouco mais sobre o projeto missionário, conhecer a realidade local e as atividades desenvolvidas, assim como ver algumas fotos enviadas pelos próprios missionários que lá estão.
A Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Ponta de Pedras, é formada por 23 comunidades, urbanas, de campo (rurais) e ribeirinhas.
                                         Fonte: arquidiocese-pa.org.br      (Texto de Andrey Nicioli)
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Leituras do

18º Domingo do Tempo Comum


1ª Leitura: Êx 16,2-4.12-15
A Comunidade dos filhos de Israel pôs-se a murmurar contra Moisés e Aarão, no deserto, dizendo: “Quem dera que tivéssemos morrido pela mão do Senhor no Egito, quando nos sentávamos junto às panelas de carne e comíamos pão com fartura! Por que nos trouxestes a este deserto para matar de fome a toda esta gente?”
O Senhor disse a Moisés: “Eis que farei chover para vós o pão do céu. O povo sairá diariamente e só recolherá a porção de cada dia a fim de que eu o ponha à prova, para ver se anda ou não na minha lei. Eu ouvi as murmurações dos filhos de Israel. Dize-lhes, pois: ‘Ao anoitecer, comereis carne, e pela manhã vos fartareis de pão. Assim sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus’”.
Com efeito, à tarde, veio um bando de codornizes e cobriu o acampamento; e, pela manhã, formou-se uma camada de orvalho ao redor do acampamento.
Quando se evaporou o orvalho que caíra, apareceu na superfície do deserto uma coisa miúda, em forma de grãos, fina como a geada sobre a terra.
Vendo aquilo, os filhos de Israel disseram entre si: “Que é isto?” Porque não sabiam o que era. Moisés respondeu-lhes: “Isto é o pão que o Senhor vos deu como alimento”.
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Salmo: 77
–  O Senhor deu a comer o pão do céu.
– O Senhor deu a comer o pão do céu.

  Tudo aquilo que ouvimos e aprendemos,/ e transmitiram para nós os nossos pais,/ não haveremos de ocultar a nossos filhos,/ mas à nova geração nós contaremos:/ as grandezas do Senhor e seu poder.
 Ordenou, então, às nuvens lá dos céus,/ e as comportas das alturas fez abrir;/ fez chover-lhes o maná e alimentou-os,/ e lhes deu para comer o pão do céu.
– O homem se nutriu do pão dos anjos,/ e mandou-lhes alimento em abundância;/ conduziu-os para a Terra Prometida, para o Monte que seu braço conquistou.
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2ª Leitura: Ef 4,17.20-24
Eis, pois, o que eu digo e atesto no Senhor: não continueis a viver como vivem os pagãos, cuja inteligência os leva para o nada.
Quanto a vós, não é assim que aprendestes de Cristo, se ao menos foi bem ele que ouvistes falar, e se é ele que vos foi ensinado, em conformidade com a verdade que está em Jesus.
Renunciando à vossa existência passada, despojai-vos do homem velho, que se corrompe sob o efeito das paixões enganadoras, e renovai o vosso espírito e a vossa mentalidade.
Revesti o homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade.
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Evangelho:  Jo, 6,24-35
Quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos, subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum. Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?”
Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo”.
Então perguntaram: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?” Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”.
Eles perguntaram: “Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”.
Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”.
Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”.
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Reflexão
Procurar pelo Senhor e não por suas obras
Depois do episódio dos pães, em que a multidão comeu à saciedade, e ante a tentativa de proclamá-lo rei, Jesus se retira, sozinho, ao monte (Jo 6,15). Jesus rejeita terminantemente qualquer tentativa de compreender ou reduzir a sua missão a uma dimensão estritamente político-social (cf. Mt 4,3-4; Lc 4,3-4). Por isso, recolhe-se ao monte para rezar.
"Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim
não terá mais fome e quem crê em mim nunca terá mais sede"
À multidão que o procura incansavelmente, Jesus declara o equívoco: não o procura porque o que ele faz havia sido reconhecido como sinal que remete ao mistério de Deus; procuram-no somente para satisfazer suas necessidades corporais. No entanto, a vida do ser humano não se reduz ao bem material. O homem tem sede de Deus, do sentido da vida, tem necessidade de ser amado e de amar. Por isso, o alimento que o Senhor oferece é de outra natureza, não perecível e que introduz a pessoa na vida eterna. Mais adiante, Jesus afirmará que o pão que dá a vida é ele mesmo (Jo 6,48). Mas, para receber esse alimento, é preciso crer em Jesus, enviado do Pai. É pela fé em Jesus que se recebe esse alimento de vida eterna.
O que Jesus realizou em benefício da multidão era um dom espiritual que ele queria dar a todos. Alguns, ao menos, dentre a multidão compreenderam a repreensão de Jesus, por isso, perguntam pelo que devem fazer para trabalhar nas obras de Deus. Na sua resposta, Jesus diz que, na “obra de Deus”, o exigido é crer em Jesus, “imagem do Deus invisível”. Ademais, é preciso procurar o Senhor pelo Senhor, e não por aquilo que nos possa dar. Essa gratuidade se impõe a quem queira ser sustentado pelo “pão descido do céu”. Eles perguntam pelos sinais que Jesus realiza.
Lembremos que na boca deles a palavra “sinal” tem um sentido muito diferente do que o empregado pelo evangelista no livro dos sinais. Para eles, “sinal” é uma obra espetacular, quase cinematográfica, sobrenatural, em benefício de quem a realiza. O sinal seria para eles uma prova inequívoca da verdadeira identidade de Jesus. É o que satanás sugere a Jesus ao propor que saltasse do pináculo do Templo (Mt 4,5-7; Lc 4,9-11). Uma vez mais parece que os que interrogam Jesus estão mergulhados no equívoco: não foi Moisés quem, na travessia do deserto, havia dado ao povo o maná, mas Deus mesmo (cf. Ex 16,4). Mais ainda, o maná era somente figura do verdadeiro pão que Deus haveria de dar e que, agora, efetivamente dá ao seu povo. Jesus Cristo é esse pão descido do céu, isto é, dado por Deus, que sustenta quem nele crê e nele põe a sua confiança.
                                             Pe. Carlos Alberto Contieri, sj 
   Reflexão: paulinas.org.br      Banner: cnbb.org.br      Ilustrações: franciscanos.org.br
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Agosto: Mês Vocacional

Deus chama você à felicidade

Deus nos chama à santidade. A todos nós e a cada um. Essa é a nossa vocação comum e fundamental, ou seja, todos devemos ser santos. Para que a santidade se efetive realmente em nossa vida, Deus tem um chamado especial para seus filhos e filhas. Esse chamado ou vocação (do latim vocare = chamar) é feito em vista da realização de cada um de nós. Pede, por isso, uma resposta livre e consciente. A concretização do chamado e da resposta realiza-se na e para a comunidade. É nela e só nela que toda vocação se concretiza e é para a comunidade, a serviço dela, que a vocação tem sentido.
A Igreja convida-nos, especialmente no mês de agosto de cada ano, a refletir sobre os diferentes chamados que Deus faz, todos eles com a mesma importância e dignidade, pois provêm de Deus e à construção do Reino se direcionam. A primeira semana do mês é dedicada à vocação sacerdotal, a segunda, à vocação familiar, a terceira, à vocação religiosa e, a quarta, à vocação do leigo com destaque para a missão do catequista.
Vocação sacerdotal: chamado que Deus faz àquele que sente o desejo de doar sua vida ao sacerdócio, ministério de serviço ao Povo de Deus em diversas frentes de atuação, especialmente o trabalho pastoral nas paróquias. O sacerdote, presbítero ou padre, deixa sua família e seus projetos pessoais para viver inteiramente a serviço da comunidades cristã como lemos na Carta aos Hebreus: “Todo sumo sacerdote, escolhido entre os homens, é constituído para o bem dos homens nas coisas que se referem a Deus. Sua função é oferecer dons e sacrifícios pelos pecados. Desse modo, ele é capaz de sentir justa compaixão por aqueles que ignoram e erram, porque também ele próprio está cercado de fraqueza; e, por causa disso, ele deve oferecer sacrifícios, tanto pelos próprios pecados como pelos pecados do povo” (Hb, 5, 1-3).
Vocação familiar: chamado de Deus a mulheres e homens que desejam construir uma relação humano-divina fundamentada no amor de Deus e no amor recíproco. É também uma vocação ao serviço à comunidade cristã, que se efetiva pela abertura à vida e pela valorização da família, na geração e educação dos filhos para serem felizes, para Deus e para a sociedade. A família exerce papel fundamental para o desabrochar das vocações. Um ambiente familiar, em que os valores humanos e cristãos são vivenciados, proporciona as condições favoráveis para o despertar de vocações, à própria vocação familiar e às demais vocações desde os primeiros anos de vida dos seus filhos.
Vocação religiosa: chamado que Deus faz a pessoas que aspiram à entrega total da vida ao Reino por meio da vivência dos conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência. Essa vocação realiza-se em comunidades de oração, estudo e trabalho, na forma contemplativa, e em atividades diversas a favor do povo, de modo preferencial, junto aos pobres e sofridos do mundo. A respeito da vida religiosa, afirma de maneira muito sábia e bonita o Papa João Paulo II: “torna-se um dos rastos concretos que a Trindade deixa na história, para que os homens possam sentir o encanto e a saudade da beleza divina” (VC, 20).
Vocação laical: chamado de Deus a todos que, nas diversas esferas sociais e nas mais diferentes atividades profissionais devem testemunhar Jesus Cristo, sendo “o coração da Igreja no mundo e o coração do mundo na Igreja” (DAp, 209). O vocábulo leigo tem sua origem na palavra grega laos, que significa povo. É, portanto, como membro do povo santo de Deus que o cristão leigo se realiza e realiza sua missão na família, na profissão e nos mais diferentes campos de atuação da sociedade. É chamado a ser “fermento na massa” (Cf. Mt 13, 33), vivendo os valores do evangelho, sendo sal, que dá sabor ao tecido social, e luz, que clareia o caminho para os irmãos (Cf.   Mt 5, 13-16) e faz a sociedade ser mais justa e fraterna.
O chamado divino é sempre rico em bondade e amor. Dignifica o vocacionado e enobrece sua vida. Deus quer contar conosco, em uma das dessas vocações para nos fazer felizes e tornar feliz também a vida de suas filhas e filhos queridos. Toda vocação é dom é graça e se fundamenta no amor, em nome do qual deve ser vivida. Você já pensou nisso? Nunca é tarde para responder ao chamado de Deus, é preciso, porém, que valorizemos o tempo presente e demos generosamente nossa resposta.
                                                                                      Luiz Gonzaga da Rosa
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                                                                       Ilustraçãoobrademariabrasilia.com

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Gesto de humildade e grandeza de espírito

Protestantes pedem desculpas 
pela destruição de imagens na Reforma

As imagens apenas nos lembram as pessoas santas
Hamburgo (RV) –  A comunidade protestante alemã apresentou suas desculpas pela vasta destruição de imagens religiosas realizada durante o período da Reforma. Em uma declaração da Evangelische Kirche in Deutschland (EKD) divulgada pelo semanário católico “The Tablet”, os responsáveis religiosos sublinharam que a comunidade protestante condena com firmeza esta prática de destruição. “As imagens – salientou o Bispo Petra Bosse-Huber, durante uma reunião da delegação da EKD e do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla – há muito tempo tornaram-se expressão da piedade protestante”.
Significado da imagem
Os líderes religiosos das duas Igrejas encontraram-se em Hamburgo nos dias passados para discutir a aprofundar o significado da imagem do ponto de vista Ortodoxo e Protestante. Por ocasião do encontro, o Patriarca Ecumênico de Constantinopla Bartolomeu I e o Presidente da Evangelische Kirche in Deutschland, Bispo Bedford-Strohm, enviaram sua saudação aos participantes, abençoando o encontro.
Remoção de imagens e vitrais
Durante os trabalhos foi destacado que a destruição de imagens era mais comum no período imediatamente posterior à Reforma. Na primeira metade do século XVI, as estátuas da Virgem Maria e dos Santos, assim como vitrais com imagens sacras, retratando eventos milagrosos e sobrenaturais, foram removidos das igrejas e das capelas e muitas vezes destruídos.
Onda de destruição
Em particular, a Suiça, os Países Baixos, a Inglaterra e a Alemanha meridional sofreram os efeitos maiores desta prática destrutiva. Em Ulm, na Alemanha, em 1531, durante o “Götzentag” (“Dia do falso ídolo”), os apoiadores da Reforma, convencidos de que os objetos religiosos fossem símbolos de idolatria supersticiosa, removeram com violência sessenta altares e dois órgãos da catedral local. Mais tarde Genebra, na Suiça, assistiu a uma das mais devastadoras ondas de destruição de imagens religiosas e de objetos sacros, inspiradas por grupos de influentes teólogos protestantes. (JE/Osservatore Romano)
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                                                                                         Fonte: radiovaticana.va
Jubileu da Misericórdia já tem calendário oficial

Cidade do Vaticano (RV) – O calendário dos principais eventos do Jubileu da Misericórdia foi publicado esta quinta-feira (30/07).
No site dedicado ao evento, disponível também em português, é possível consultar todas as datas, começando com o dia 8 de dezembro de 2015, Solenidade da Imaculada Conceição, e abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro.
Que a misericórdia seja instaurada em todo o mundo!
- A Abertura da Porta Santa da Basílica de São João em Latrão e nas Catedrais do Mundo será feita alguns dias depois, em 13 de dezembro.
- Já a abertura da Porta Santa da Basílica de Santa Maria Maior, será feita no primeiro dia do ano de 2016, único evento previsto para o mês de janeiro.
- Em fevereiro, destaque para o Jubileu da Vida Consagrada e encerramento do Ano da Vida Consagrada, e o Jubileu da Cúria Romana.
- No mês de abril, o Papa convocou o Jubileu dos adolescentes, de 13 a 16 anos, no Domingo de Páscoa.
- Em junho, será a vez de os Doentes e as Pessoas com deficiência celebrarem o seu Jubileu. Os jovens o viverão em Cracóvia, na Polônia, na Jornada Mundial da Juventude, em julho.
- Setembro será o mês dos catequistas. Outubro, o Jubileu Mariano. A novidade, em novembro, é o Jubileu dos Presos, na Praça São São Pedro, no dia 6.
- No dia 13, haverá o Encerramento da Porta Santa nas Basílicas de Roma e nas Dioceses. E no dia 20, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, o Encerramento da Porta Santa em São Pedro e conclusão do Jubileu da Misericórdia. (BF)
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                                                                         Fonte: radiovaticana.va    news.va

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Conheça as Intenções de oração

do Papa Francisco para agosto

Cidade do Vaticano (RV) - Foram divulgadas, na segunda-feira (27/07), as intenções de oração do Papa Francisco para agosto próximo.
O pontífice confiou ao Apostolado da Oração os seguintes propósitos:

Intenção Universal: “Para que aqueles  que  colaboram  no  campo do voluntariado se entreguem com generosidade ao serviço dos mais necessitados.”
Intenção para a Evangelização: “Para que, saindo de nós mesmos, saibamos fazer-nos próximos daqueles que se encontram nas periferias das relações humanas e sociais.” (MJ)


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                                                                                              Fonte: radiovaticana.va

Com o povo brasileiro,

o Papa aprendeu o que é ter saudade

Cidade do Vaticano (RV) – Há exatos 2 anos, o Papa se preparava para deixar o Brasil. Após uma intensa semana em nosso País – a primeira viagem apostólica de seu pontificado para a Jornada Mundial da Juventude – Francisco se despedia no Rio de Janeiro.
Que Deus abençoe e proteja o Papa Francisco
Em seu último discurso, o Papa fez, diversas vezes, uso de uma das palavras mais particulares da língua portuguesa, cujo sentido percebe-se somente a partir do momento em que o sentimento aflora empírica e individualmente.
Ouvindo Francisco, não restam dúvidas de que o Papa realmente pode dizer que sentiu saudade.
“Parto com a alma cheia de recordações felizes... Neste momento, já começo a sentir saudades. Saudades do Brasil, este povo tão grande e de grande coração; este povo tão amoroso. Saudades do sorriso aberto e sincero que vi em tantas pessoas, saudades do entusiasmo dos voluntários. Saudades da esperança no olhar dos jovens no Hospital São Francisco. Saudades da fé e da alegria em meio à adversidade dos moradores de Varginha... Obrigado pelo acolhimento e o calor da amizade que me foram demonstrados. Também disso começo a sentir saudades”.
A prova cabal de que o povo brasileiro conquistou o coração de Francisco – e que o Papa sente realmente falta desse carinho – é a vontade de, tão logo seja possível, viver e sentir tudo isso outra vez.
“O Papa vai embora e lhes diz ‘até breve’, um ‘até breve’ com saudades".
Saudades que Francisco poderá matar em breve, participando da comemoração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, como ele mesmo desejou.
“Que Nossa Senhora Aparecida lhes proteja. Adeus até quando eu voltar, em 2017!” (RB)
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                                                                                              Fonte: radiovaticana.va

terça-feira, 28 de julho de 2015

Jornada Mundial da Juventude 2016:

Francisco já está inscrito!

Cidade do Vaticano (RV) - A partir do último domingo (26/07), estão abertas as inscrições para a Jornada Mundial da Juventude de 2016, que se realizará em Cracóvia, na Polônia, de 26 a 31 de julho. Faltando exatamente um ano para o evento, o Comitê Organizador ativou na manhã de domingo o sistema que foi desenvolvido em parceria com o Pontifício Conselho para os Leigos.
Francisco, o Peregrino de Deus
Depois do Angelus, ao lado de dois jovens, o Papa Francisco foi o primeiro a se inscrever para a JMJ, dando início à abertura das inscrições dos jovens.
"Eu mesmo quis abrir as inscrições e acabo de me inscrever como peregrino mediante um dispositivo eletrônico. Celebrada durante o Ano da Misericórdia, esta Jornada será, num certo sentido, o jubileu da juventude, chamada a refletir sobre o tema «Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt 5,7). Convido os jovens de todo o mundo a viver esta peregrinação seja indo a Cracóvia, seja participando deste momento de graça nas próprias comunidades."
Como se inscrever
Para se inscrever, é preciso acessar a página oficial da JMJ Cracóvia e clicar na opção “Participe”. Assim, os interessados serão redirecionados para o questionário de inscrição, que estará disponível em cinco idiomas: polonês, inglês, italiano, francês e espanhol.
O processo de inscrição será dividido em duas fases. Na primeira, serão registrados os macro grupos (até 5.000 participantes). Já na segunda, esses macro grupos serão divididos em subgrupos (cada um até 150 no máximo).
É recomendável que os grupos estrangeiros, ao se registrarem, entrem em contato com os coordenadores da JMJ na Conferência Episcopal de seu país. As comunidades internacionais como ordens, congregações, institutos ou movimentos devem se registrar de maneira independente através de seus centros nacionais ou internacionais.
No sistema de inscrição, não haverá necessidade de fornecer detalhes de todos os peregrinos. Na segunda fase da inscrição, aparecerão questões detalhadas sobre o responsável pelo subgrupo e seu substituto.
Para obter uma descrição completa do grupo, deverá ser informada a quantidade de menores de idade (aqueles acima de 13 anos), pessoas com necessidades especiais e aqueles que necessitam de visto para visitar a Polônia. Para os dois últimos grupos, haverá questionários especiais a serem preenchidos.
Pacotes de inscrição e kit peregrino
Os peregrinos registrados terão diferentes pacotes para escolher, entre eles, pacotes para a semana inteira ou somente para o fim de semana. Dentro da taxa de inscrição, assim como foi feito na Jornada no Brasil, os participantes escolherão: refeições com acomodação, refeições sem acomodação, acomodação sem refeições ou nem acomodação  nem refeições.
Nota-se que todos os peregrinos dentro de um subgrupo precisarão escolher os mesmos tipos de pacotes e o mesmo idioma para catequese.
Todos os registrados receberão um kit peregrino, no qual eles poderão encontrar os materiais necessários para os eventos centrais, informações sobre a cidade, entre outros.
Inscrições de sacerdotes
Nesta edição, não haverá inscrição separadamente para padres. No entanto, na segunda fase do processo, será necessário informar os dados individuais de cada sacerdote do grupo junto com uma cópia da Declaração do Status Clerical assinada pelo respectivo bispo. O modelo desta declaração estará disponível no sistema para download.
Por que se inscrever?
O Comitê Organizador incentiva a todos que irão participar da JMJ a se registrarem. Os dados coletados no sistema de registro ajudarão na preparação logística, alimentação, acomodação, organização dos lugares onde se realizarão os eventos centrais, entre outros.
Do ponto de vista dos peregrinos, o registro no sistema, dependendo do pacote escolhido, é uma garantia de acomodação, deslocamento eficiente ao redor de Cracóvia, acesso aos eventos, comida durante a JMJ e um conjunto de informações necessárias para vivenciar esses dias incríveis da melhor maneira possível. (BF/krakow2016)
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Já passam de 45 mil os inscritos na JMJ 2016

Cracóvia (RV) – Um dia após o “clic” do Papa Francisco como primeiro inscrito na JMJ 2016, já são 240 os “macrogrupos” que se inscreveram na Jornada Mundial da Juventude de Cracóvia, o que representa cerca de 45 mil pessoas, além de 300 voluntários, explicam os administradores do portal.  A 31ª JMJ reunirá em Cracóvia, de 26 a 31 de julho, milhares de jovens de todo o mundo sob o tema da misericórdia
Francisco, um Papa conectado com a atualidade
Assim, há 25 anos de distância, a JMJ voltará à Polônia, terra do Pontífice que a idealizou (embora o Papa Wojtyła gostasse de repetir: «Foram os próprios jovens que inventaram a JMJ»). Em 1991, em Częstochowa, o vento forte da fé anunciada aos jovens e pelos jovens soprou além-cortina de ferro e as novas gerações cristãs do leste e do oeste europeu viveram o seu primeiro grande encontro depois da derrocada do muro de Berlim. Convocada pelo Papa Wojtyła que voltava à sua terra natal, pela primeira vez a JMJ contou com mais de um milhão de participantes.
Em Cracóvia será celebrado um autêntico jubileu dos jovens a nível mundial, recordou o Papa no Angelus, fato também destacado pelo Cardeal Stanisław Ryłko, Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, na mensagem publicada no site do dicastério. De fato, o tema da JMJ  “Bem-aventurados os misericordiosos” porque encontrarão misericórdia», insere-se plenamente no contexto do Ano Santo Extraordinário, que terá início a 8 de dezembro.
Com a JMJ 2016 de Cracóvia será completado um trio de encontros mundiais dedicados à releitura da mensagem das bem-aventuranças evangélicas. Em 2014, no Rio de Janeiro, o tema principal foi: «Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus».  Francisco encorajou todos os jovens, dizendo: «Olhai, lede as Bem-Aventuranças, que vos fazem bem!». Este ano, a 30ª JMJ celebrada a nível diocesano propôs a meditação sobre: «Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus». Em 2016, o centro será a misericórdia. (OR)
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Papa aos jovens:

Não tenham medo do casamento

Cidade do Vaticano (RV) – Neste período de “férias” em que os compromissos públicos do Papa se reduzem, ficamos em jejum das palavras do Pontífice. Contudo, por meio das redes sociais, Francisco se faz sentir mesmo que seja somente com 140 caracteres, como ocorre no Twitter.
Na manhã desta terça-feira, o Papa escreveu: “Queridos jovens, não tenham medo do matrimônio: Cristo acompanha com a sua graça os esposos que permanecem unidos a Ele".
“Setor dos casais”
Durante as audiências gerais das quartas-feiras, na Praça São Pedro, um dos locais mais concorridos é o “setor dos casais”. Em fase de preparação para o matrimônio ou casados já há algum tempo, não importa: a cena se repete. Noivas com seus longos vestidos brancos desfilam pelas imediações do Vaticano chamando a atenção de quem passa.
"Cristo acompanha com sua a graça
os esposos que permanecem unidos a Ele"
Na audiência geral de 29 de abril deste ano, o tema da catequese do Papa foi justamente o matrimônio – e as dificuldades que isto implica nos dias de hoje.
“É uma realidade que as pessoas se casam cada vez menos; é real: os jovens não querem casar”, refletiu o Papa.
“Por outro lado  prosseguiu em muitos países aumenta o número de separações, e diminui o número de filhos. A dificuldade de permanecer unidos  quer como casal, quer como família  leva a interromper os vínculos com frequência e rapidez cada vez maiores, e são precisamente os filhos os primeiros a sofrer as consequências”.
Cultura do provisório
Se alguém experimenta desde a infância que o matrimônio é um vínculo “temporário”, inconscientemente para esta pessoa será assim, reforçou Francisco.
“Com efeito, muitos jovens são impelidos a renunciar ao próprio programa de um vínculo irrevogável e de uma família duradoura. Acho que devemos meditar com grande seriedade sobre o motivo pelo qual tantos jovens ‘não estão dispostos’ a casar. Existe uma cultura do provisório... tudo é provisório, parece que não existe algo definitivo”.  (RB)
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                                                                                              Fonte: radiovaticana.va

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Cardeal Rylko:

JMJ de Cracóvia será grande jubileu dos jovens

Cidade do Vaticano (RV) – No domingo (26/7), o Papa Francisco foi o primeiro peregrino a se inscrever para a Jornada Mundial da Juventude de Cracóvia, no ano que vem. O Card. Stanislaw Rylko, presidente do Pontifício Conselho para os Leigos (PCL), afirmou que a JMJ será o jubileu dos jovens.
“O tema ‘Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia’ insere muito oportunamente a próxima JMJ no quadro do Jubileu Extraordinário da Misericórdia... uma bem-aventurança a qual inspirar-se com devoção neste Ano Santo”, escreveu o cardeal em uma nota publicada no dia em que se iniciou a contagem regressiva de um ano para o maior evento jovem católico do mundo.
Porta Santa
Milhões de jovens na Praia de Copacabana - JMJ Rio 2013
O centro espiritual da JMJ de Cracóvia será o Santuário da Divina Misericórdia e de Santa Faustina Kowalska, Apóstola da Divina Misericórdia, onde os jovens poderão atravessar a Porta Santa do Jubileu e receber assim a Indulgência Jubilar.
O local da vigília e missa de envio – que marcam a conclusão da JMJ – acontecerão no Campus da Misericórdia, onde uma Porta Santa simbólica será construída. “O Papa, acompanhado pelos jovens, atravessará a Porta no início da vigília em 30 de julho e, no domingo, 31 de julho, entregará a cinco casais dos cinco continentes lâmpadas acesas, símbolo do fogo da misericórdia de Cristo”, adiantou o Cardeal Rylko. (RB)
As inscrições para os grupos já estão abertas
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domingo, 26 de julho de 2015

Paróquia em missão

Realizada neste domingo mais uma etapa das visitas às famílias

A Igreja é por natureza missionária. Foi o próprio Jesus quem enviou seus discípulos em missão: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). E o Documento de Aparecida esclarece: “Todos os membros da comunidade paroquial são responsáveis pela evangelização dos homens e mulheres em cada ambiente. O Espírito Santo, que atua em Jesus Cristo, é também enviado a todos enquanto membros da comunidade, porque sua ação não se limita ao âmbito individual. A tarefa missionária se abre sempre às comunidades, assim como ocorreu no Pentecostes” (cf. At 2,1-13). 
Grupo missionário iniciando as visitas
O Papa Francisco na Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho” reforça esse chamado de Jesus: “e hoje todos somos chamados a esta nova'saída' missionária. Cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho.” (EG 20);
Estamos em pleno “Ano Missionário” em nossa paróquia. Na manhã deste último domingo de julho, após orientações e um momento de oração, realizou-se mais uma etapa das visitas missionárias. Enviado pelo Pe. Sebastião Márcio Maciel, um grupo de missionários visitou diversas famílias das ruas Pouso Alegre e Duque de Caxias e das travessas Alvino de Souza Dias e Cônego Benedito Profício.
A ação missionária na cidade prosseguirá no dia 16, 3º domingo de agosto. Em 2016, será a vez das missões nas comunidades rurais.
Venha você também ser Missionário de Jesus! 
Muitas famílias esperam ansiosamente sua visita!
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Oferecer o pouco que temos por um mundo mais justo

Cidade do Vaticano (RV) – “Quem de nós não tem os seus ‘cinco pães e dois peixes’ a oferecer?”: foi o que a reflexão do Papa na alocução que precedeu a oração mariana do Angelus neste domingo, 26 de julho.
A identidade cristã fundamenta-se no amor a Deus e aos irmãos
Diante de milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro não obstante o calor, Francisco comentou o Evangelho deste domingo, que apresenta o grande sinal da multiplicação dos pães, na narração do  evangelista João.
Jesus se encontra na margem do mar da Galileia, e está circundado por uma grande multidão. Jesus coloca um dos discípulos à prova, perguntando que fazer para matar a fome de toda aquela gente. Filipe, um dos Doze, faz um rápido cálculo: organizando uma coleta, se poderá obter no máximo duzentos denários para comprar pão, que todavia não seriam suficientes para dar de comer a cinco mil pessoas.
Comprar e dar
Os discípulos raciocinam em termos de “mercado” – disse o Papa –, mas Jesus substitui a lógica do comprar por aquela do dar. E eis que André apresenta um menino que coloca à disposição tudo o que tem: cinco pães e dois peixes. Jesus esperava justamente isso: ordena aos discípulos que acomodem as pessoas, depois tomou aqueles pães e aqueles peixes, deu graças ao Pai e os distribuiu.
Esses gestos, afirmou Francisco, antecipam os da Última Ceia, que dão ao pão de Jesus o seu significado mais profundo e mais verdadeiro. “O pão de Deus é o próprio Jesus. Fazendo a Comunhão com Ele, recebemos a sua vida em nós e nos tornamos filhos do Pai celeste e irmãos entre nós.”
Para o Pontífice, por mais pobres que sejamos, todos podemos doar algo. “’Fazer a Comunhão’ significa também receber de Cristo a graça que nos torna capazes de compartilhar com os outros aquilo que somos e aquilo que temos.”
A multidão fica impressionada com o prodígio da multiplicação dos pães; mas o dom que Jesus oferece, acrescentou o Papa, é a plenitude de vida para o homem faminto.
“Jesus sacia não somente a fome material, mas aquela mais profunda, a fome de sentido da vida, a fome de Deus”, explicou.
Oferecer o pouco que temos
Sejamos generosos e saibamos partilhar o que temos com os irmãos
Diante do sofrimento, da solidão, da pobreza e das dificuldades de tantas pessoas, lamentar-se não resolve nada, mas podemos oferecer aquele pouco que temos. “Certamente temos algumas horas de tempo, algum talento, alguma competência... Quem de nós não tem os seus “cinco pães e dois peixes”? Se estamos dispostos a colocá-los nas mãos do Senhor, serão suficientes para que no mundo haja um pouco mais de amor, de paz, de justiça e, sobretudo, de alegria. Deus é capaz de multiplicar os nossos pequenos gestos de solidariedade e tornar-nos partícipes do seu dom.”
O Papa concluiu fazendo votos que jamais falte a ninguém o Pão do céu que doa a vida eterna e o necessário para uma vida digna, e se afirme a lógica da compartilha e do amor. (BF)
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A saudação do Papa aos avós do mundo

Após o Angelus dominical, Francisco recordou que a Igreja celebra em 26 de julho os Santos Joaquim e Ana, pais de Nossa Senhora, e avós de Jesus.
“Nesta ocasião, gostaria de saudar todas as avós e avôs, agradecendo-lhes por sua preciosa presença nas famílias e para as novas gerações.”
O Papa pediu um salva de palmas a todos os avôs vivos e também que “nos olham do Céu”.
Espanha
Também os avós espanhóis receberam uma saudação especial de Francisco. O Pontífice enviou uma  mensagem aos participantes da XVI edição da Festa dos Avós, que se celebra este domingo (26/07) em toda a Espanha.
Francisco e idosas no Paraguai
No texto, o Papa exorta os idosos a “confirmarem a fé no Senhor, que jamais nos abandona, na convicção de que podem contribuir com a própria sabedoria e gestos de amor à vida e ao crescimento humano das próprias famílias”.
Na mensagem, o Santo Padre reitera ainda o seu apoio “aos que cuidam dos idosos como amor, contribuindo ao bem comum da sociedade”. 
O Dia é promovido todos os anos por ocasião da Festa dos Santos Joaquim e Ana – os avós de Jesus – pela associação católica espanhola “Edad Dorada-Mensajeros de la Paz”, engajada na assistência e na promoção da terceira idade.
A finalidade é sensibilizar a sociedade sobre o respeito devido às pessoas idosas, apreciar o valor precioso dos avós em cada família e chamar à atenção as necessidades da terceira idade.
A capital espanhola, Madri, abrigará este ano o evento central deste Dia: uma Missa presidida na Igreja de Sant’Antônio por Dom Luis Gutiérrez Martín, Bispo emérito de Segovia.
No final da celebração, será lida a mensagem do Papa Francisco, com a sua bênção apostólica. (BF)
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