sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Papa Francisco na missa desta sexta-feira:

O essencial da vida é a nossa relação com Deus
As doenças da alma devem ser curadas e o remédio é o perdão: na missa matutina na Casa Santa Marta, o Papa Francisco comentou o episódio evangélico da cura do paralítico realizada por Jesus.
Adriana Masotti – Cidade do Vaticano - Ao celebrar a missa na capela da Casa Santa Marta (17/01), o Papa comentou o trecho de hoje, extraído do Evangelho segundo Marcos, que apresenta um episódio de cura realizada por Jesus a um paralítico.
Jesus está em Cafarnaum e a multidão está reunida em volta dele. Através da abertura feita no teto da casa, algumas pessoas levam a Ele um homem deitado numa maca. A esperança é que Jesus cure o paralítico, mas surpreende a todos dizendo: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Somente depois ordenará que se levante, pegue a cama e volte para casa.
O Pontífice comentou dizendo que, com as suas palavras, Jesus nos permite ir ao essencial. “Ele é um homem de Deus”, afirmou o Papa: cura, mas não é um curandeiro, ensina, mas é mais do que um mestre, e diante da cena que se apresenta, vai ao essencial:
Olha o paralitico:“Os teus pecados estão perdoados”. A cura física é um dom, a saúde física é um dom que devemos proteger. Mas o Senhor nos ensina ainda que também a saúde do coração, a saúde espiritual precisa ser preservada.
O medo de ir ali onde acontece o encontro com o Senhor
Jesus vai essencial também com a mulher pecadora, de que fala o Evangelho, quando diante do seu choro, diz: “Os teus pecados estão perdoados”. Os outros ficam escandalizados, afirmou o Papa, "quando Jesus vai ao essencial, se escandalizam, porque ali está a profecia, ali está a força".
Do mesmo modo, “vai, mas não peques mais”, diz Jesus ao homem da piscina que nunca chega em tempo para descer na água para poder curar. À Samaritana que lhe faz tantas perguntas, -“fazia um pouco o papel de teóloga”, disse o Papa – Jesus pergunta do marido. Vai ao essencial da vida. “E o essencial – afirmou Francisco – é a sua relação com Deus. E nós muitas vezes esquecemos disto, como se tivéssemos medo de ir propriamente ali, onde há o encontro com o Senhor, com Deus”. O Papa observou que fazemos tanto por nossa saúde física, trocamos conselhos sobre médicos e remédios, o que é bom, “mas pensamos na saúde do coração?”.
Aqui tem uma palavra de Jesus que talvez nos ajudará: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Estamos acostumados a pensar neste remédio do perdão dos nossos pecados, dos nossos erros? Nós nos perguntamos: “Eu devo pedir perdão a Deus por alguma coisa?”. “Sim, sim, sim, em geral todos somos pecadores”, e assim a coisa se dilui e perde a força, esta força de profecia que Jesus faz quando vai ao essencial. E hoje Jesus, a cada um de nós, nos diz: “Eu quero perdoar os teus pecados”.
O perdão é o remédio para a saúde do coração
O Papa prosseguiu afirmando que há pessoas que não encontram pecados em si mesmas para confessar, porque “falta a consciência dos pecados”. “Pecados concretos”, “doenças da alma”, “doenças da alma” que devem ser curadas “e o remédio para se curar é o perdão”.
É uma coisa simples, mas que Jesus nos ensina quando vai ao essencial. O essencial é a saúde, toda: do corpo e da alma. Devemos preservar bem a do corpo, mas também a saúde da alma. E devemos ir àquele médico que pode nos curar, que pode perdoar os pecados. Jesus veio para isto, deu a vida por isto. 
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Sete dias com Francisco
A semana litúrgica inicia no domingo, a de trabalho, convencionalmente na segunda-feira. Para o Papa não é assim. Para Francisco a semana começa na sexta-feira, dia da compaixão pelos “invisíveis”, da misericórdia que sai dos Muros do Vaticano rumo à periferia. A nossa narração segue este percurso a partir da sexta-feira, seguindo o ritmo de uma agenda onde os compromissos são organizados com o critério da caridade.
Gabriella Ceraso e Alessandro De Carolis – Cidade do Vaticano“Quando uma criança chora na igreja, é um lindo sermão”. São palavras ditas pelo Papa Francisco com o afeto de um “avô”, durante a Missa de 12 de janeiro na Festa do Batismo. O Papa se preocupa em deixar as mães os pais, muito emocionados, à vontade. Como todos os anos, no dia da Festa do Batismo o Papa batiza alguns recém-nascidos na Capela Sistina, neste ano eram 32 crianças. “Batizar um filho – sustenta – é um ato de justiça” e explica o motivo:
“Porque nós com o Batismo damos-lhe um tesouro, com o Batismo damos-lhe um penhor: o Espírito Santo. A criança sai [do Batismo] tendo dentro de si o poder do Espírito: o Espírito que a defenderá, a ajudará, durante toda a sua vida. Por isso é muito importante batizá-la quando é pequenina, para que cresça com a força do Espírito Santo. Esta é a mensagem que eu gostaria de vos entregar hoje. Trazeis aqui os vossos filhos hoje, [para que possam ter] o Espírito Santo dentro deles. E preocupai-vos por que eles cresçam com a luz, com o poder do Espírito Santo, através da catequese, da ajuda, do ensino, dos exemplos que lhes dareis em casa...”
No final da Missa, ao rezar a oração do Angelus diante da multidão presente na Praça São Pedro o Papa renovou o convite “recordar todos os anos” a data do próprio Batismo e festejá-la “no coração”. E em Jesus que se deixa batizar por João distingue os dotes “de moderação e de escondimento” pedidos também hoje a todos os cristãos:
“Aquele que se pavoneia não é um bom discípulo. O bom discípulo é humilde, é manso, é aquele que pratica o bem sem o ostentar. Na ação missionária, a comunidade cristã é chamada a ir ao encontro dos outros propondo sempre e nunca impondo, dando testemunho, partilhando a vida concreta do povo”
No dia anterior, sábado, 11 de janeiro, Francisco tinha celebrado um importante aniversário, os 100 anos do Colégio Etíope que se encontra dentro dos Muros Vaticanos. Uma ocasião para solicitar cuidados pastorais pelos que emigram da Etiópia e da Eritreia e desejar que as Igrejas dos dois países tenham “a liberdade de servir para o bem comum”, sem temer mais uma guerra fratricida.
Na segunda-feira dia 14, o Papa dedicou a homilia da Missa na Casa Santa Marta à coerência e ao testemunho. Francisco fez uma distinção em particular entre a autoridade de Jesus e a hipocrisia dos escribas “que dizem e não fazem”.
“O povo de Deus distingue bem entre a autoridade de uma pessoa e a graça da unção. E esta é a sabedoria do nosso povo, que tolera tantas vezes, tantos pastores incoerentes, pastores como os escribas, e também cristãos que vão à missa todos os domingos e depois vivem como pagãos. E as pessoas dizem: “Isto é um escândalo, uma incoerência”. Quanto mal fazem os cristãos incoerentes que não dão testemunho e os pastores incoerentes, esquizofrênicos, que não dão testemunho!”
Na quarta-feira, 15 de janeiro, dia da Audiência Geral o Papa concluiu o ciclo das reflexões sobre os Atos dos Apóstolos. O protagonista da catequese é São Paulo que, mesmo sendo prisioneiro em uma casa romana, não deixa de testemunhar o Evangelho aos que o visitam, afirma Francisco, a Palavra de Deus, “não fica acorrentada”.
“Esta casa aberta a todos os corações em busca é uma imagem da Igreja que, embora perseguida, incompreendida e acorrentada, nunca se cansa de acolher todos os homens e mulheres com o coração maternal para lhes anunciar o amor do Pai que se tornou visível em Jesus (…) O Espírito anime em cada um de nós o chamado para sermos evangelizadores corajosos e alegres. Que Ele nos torne, como São Paulo, capazes de impregnar nossas casas com o Evangelho e torná-las cenáculos de fraternidade, onde podemos acolher o Cristo vivo, que “vem ao nosso encontro em todas as pessoas e em todos os tempos”.”
"Um amor que é principalmente misericórdia", é o que o Papa sublinhou na Missa matutina de 16 de janeiro, ao comentar o episódio do leproso que consegue comover Jesus e obter a cura com uma oração “simples”, “se queres, podes me purificar”:
“Tenhamos o hábito de repetir esta oração, sempre: “Senhor, se queres, tens o poder. Se queres, tens o poder”. Com a confiança de que o Senhor está próximo de nós e a sua compaixão tomará sobre si os nossos problemas, os nossos pecados, as nossas doenças interiores, tudo. Façamos essa experiência”
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                                                                                                                Fonte: vaticannews.va

Paróquia São José - Paraisópolis (MG)

Horário de Missas e outros eventos
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Dia 17 - Sexta-feira: 19h - Matriz
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Dia 18 - Sábado
19h - Matriz
19h - São Francisco         19h - São Geraldo
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Dia 19 - 2º Domingo do Tempo Comum
7h - Matriz          9h - Matriz         11h - Santa Edwiges
19h - Matriz          19h - Santo Antônio
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Venha participar do Cerco de Jericó

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ESCALA DA ADORAÇÃO

                    0h às 6h – Comunidade Betel                   15h – Região São Francisco
                    6 h – São Francisco                                  16h – Apostolado da Oração
                    7h – Pastoral da Criança                           17h – Liturgia, Pastoral do Batismo
                    8h – Mãe Rainha                                       18h – Catequese
                    9h – Região São Vicente                           19h – Missa
                   10h – Terço dos Homens                            20h - JUF – Pastoral Familiar
                   11h – Oficina de Oração                             21h – Comunidade Betel – Grupão de Oração
                   12h – Liga Católica                                     22h – Santa Edwiges
                   13h – Vicentinos                                         23h – Santo Antônio
                   14h – MECEs                                             Obs: escala sujeita a pequenas alterações.
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Papa Francisco:

A oração simples comove Jesus
"Jesus veio justamente por nós pecadores e quanto mais pecador você for, mais próximo o Senhor estará de você. Tenhamos o hábito de repetir esta oração sempre: 'Senhor, se queres, tens o poder'."
Benedetta Capelli – Cidade do Vaticano - “Senhor, se queres, tens o poder”. Na homilia da missa celebrada na Casa Santa Marta (16/01), o Papa Francisco comentou o episódio evangélico da cura do leproso e exortou a contemplar a compaixão de Jesus, que veio para dar a vida por nós, pecadores.
Um verdadeiro desafio
O Papa deu destaque à “história simples” do leproso, que pede a Jesus para ser curado. Naquela expressão “se queres”, está a oração, que “chama a atenção de Deus”, e a solução. “É um desafio – afirmou Francisco –, mas é também um ato de confiança. Eu sei que Ele pode e, por isso, me entrego a Ele”. “Mas por que este homem sentiu a necessidade fazer esta oração?”, questionou o Pontífice. Porque via como Jesus agia. Este homem tinha visto a compaixão de Jesus”. “Compaixão”: um “refrão no Evangelho”, que tem os rostos da viúva de Naim, do Bom Samaritano, do pai do filho pródigo.
A compaixão envolve, vem do coração e o leva a possuir algo. Compaixão é ‘sentir com’, tomar o sofrimento do outro sobre si para resolvê-lo, para curá-lo. E esta foi a missão de Jesus. Jesus não veio para pregar a lei e depois foi embora. Jesus veio ‘em compaixão’, isto é, para sentir com e por nós e a dar a própria vida.
Jesus não lava as mãos, mas permanece ao nosso lado
O convite do Papa é para repetir “esta pequena frase”: “Sentiu compaixão”. Jesus – explicou  Francisco – “é capaz de se envolver nas dores, nos problemas dos outros porque veio para isso, não para lavar suas mãos e fazer três ou quatro sermões e ir embora”, está sempre ao nosso lado.
“Senhor, se queres, tens o poder de curar-me, tens o poder de perdoar-me; se queres, podes me ajudar”. Ou, se vocês quiserem, pode ser mais longa: “Senhor, sou pecador, tens piedade de mim, tens compaixão, oração simples, que pode ser dita  várias vezes por dia. “Senhor eu te peço: tens piedade de mim”. Várias vezes ao dia, a partir do coração, interiormente, sem dizê-lo em voz alta: “Senhor, se queres, tens o poder; se queres, tens o poder. Tens compaixão”, repetir isso.
Uma oração milagrosa
Com a sua oração simples e milagrosa, o leproso conseguiu obter a cura graças à compaixão de Jesus, que nos ama mesmo no pecado.
Ele não sente vergonha de nós. “Oh, padre, eu sou pecador, como vou dizer isso...” Melhor ainda! Porque Ele veio justamente por nós pecadores e quanto mais pecador você é, mais próximo o Senhor estará de você, porque Ele veio por você, o maior pecador, por mim, o maior pecador, por todos nós. Tenhamos o hábito de repetir esta oração, sempre: “Senhor, se queres, tens o poder. Se queres, tens o poder”. Com a confiança de que o Senhor está próximo de nós e a sua compaixão tomará sobre si os nossos problemas, os nossos pecados, as nossas doenças interiores, tudo. 
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Assista:

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                                                                                                                Fonte: vaticannews.va

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Papa na Audiência Geral desta quarta:

Embora perseguida
e acorrentada, a Igreja nunca se cansa de acolher
Roma, última etapa missionária de São Paulo, foi o centro da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira. Que o Espírito "nos torne, como São Paulo, capazes de impregnar nossas casas com o Evangelho e torná-las cenáculos de fraternidade", disse o Pontífice.
Mariangela Jaguraba - Cidade do Vaticano - O Papa Francisco encerrou o ciclo de catequeses sobre o livro dos Atos dos Apóstolos, na Audiência Geral desta quarta-feira (15/01), com a última etapa missionária de São Paulo: Roma.
A audiência, realizada na Sala Paulo VI, teve como tema «Paulo recebia a todos os que o procuravam, pregando o Reino de Deus. Com toda a coragem e sem obstáculos». A prisão de Paulo em Roma e a fecundidade do anúncio.
“A viagem de Paulo, que foi a mesma do Evangelho, é a prova de que as rotas dos homens, se vividas na fé, podem se tornar um espaço de trânsito para a salvação de Deus, através da Palavra de fé que é um fermento ativo na história, capaz de transformar situações e abrir caminhos sempre novos.”
Dinamismo da Palavra de Deus
“Com a chegada de Paulo ao coração do Império, conclui-se a narração dos Atos dos Apóstolos, que não termina com o martírio de Paulo, mas com a abundante semeadura da Palavra. O final da história de Lucas, centrada na viagem do Evangelho no mundo, contém e resume todo o dinamismo da Palavra de Deus, Palavra irrefreável que deseja correr para comunicar a salvação a todos”.
Em Roma, Paulo encontra antes de tudo seus irmãos em Cristo, que o recebem e lhe dão coragem. Esta hospitalidade calorosa mostra quão aguardada e desejada era a sua chegada.
Apesar de sua condição de prisioneiro, Paulo encontra os notáveis judeus para explicar por que ele foi obrigado a apelar para César e conversar com eles sobre o Reino de Deus. Ele tenta convencê-los sobre Jesus, partindo das Escrituras e mostrando a continuidade entre a novidade de Cristo e a «esperança de Israel». Paulo se reconhece profundamente judeu e vê no Evangelho que prega, ou seja, no anúncio de Cristo que morreu e ressuscitou, o cumprimento das promessas feitas ao povo escolhido.
Depois desse primeiro encontro informal, que encontra os judeus bem dispostos, segue-se um encontro mais oficial, durante o qual, por um dia inteiro, Paulo anuncia o Reino de Deus e tenta abrir seus interlocutores à fé em Jesus, a partir da «lei de Moisés e dos Profetas». Como nem todos estão convencidos, ele denuncia o endurecimento do coração do povo de Deus, causa de sua condenação, e celebra com paixão a salvação das nações que se mostram sensíveis a Deus e são capazes de ouvir a Palavra do Evangelho da vida.  
A Palavra de Deus não está acorrentada
Segundo Francisco, neste ponto da narração, Lucas conclui sua obra mostrando-nos não a morte de Paulo, mas o dinamismo de sua pregação,  de uma Palavra que «não está acorrentada». Paulo não tem liberdade para se mover, mas é livre de falar porque a Palavra não está acorrentada, mas é uma Palavra pronta para ser semeada pelo Apóstolo.
Paulo faz isso «com toda coragem e sem obstáculos, numa casa onde acolhe aqueles que desejam receber o anúncio do Reino de Deus e conhecer a Cristo.
“Esta casa aberta a todos os corações em busca é uma imagem da Igreja que, embora perseguida, incompreendida e acorrentada, nunca se cansa de acolher todos os homens e mulheres com o coração maternal para lhes anunciar o amor do Pai que se tornou visível em Jesus.”
O Papa concluiu sua catequese, desejando que no final desse itinerário, "seguindo a corrida do Evangelho no mundo, o Espírito anime em cada um de nós o chamado para sermos evangelizadores corajosos e alegres. Que Ele nos torne, "como São Paulo, capazes de impregnar nossas casas com o Evangelho e torná-las cenáculos de fraternidade, onde podemos acolher o Cristo vivo, que vem ao nosso encontro em todas as pessoas e em todos os tempos”.
No final da Audiência Geral, o Papa Francisco saudou os peregrinos brasileiros da Paróquia de Nossa Senhora da Salete, de São Paulo, os peregrinos salesianos de São Paulo, o grupo Gen 3 do Movimento dos Focolares e todos os presentes de língua portuguesa.
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Veja:
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As catequeses do Papa Francisco sobre os Atos dos Apóstolos
A série de catequeses do Santo Padre sobre os Atos dos Apóstolos, foi concluída na Audiência Geral desta quarta-feira, 15 de janeiro de 2020. 
Cidade do VaticanoO Papa Francisco deu início a sua série de catequeses sobre o Livro dos Atos dos Apóstolos, em 29 de maio de 2019, com o tema "esperar o cumprimento da Promessa do Pai", concluindo com a catequese na Audiência Geral desta quarta-feira, 15 de janeiro, onde falou sobre "A prisão de Paulo em Roma e a fecundidade do anúncio".
2019
29 de maio -   Esperar o cumprimento da Promessa do Pai: https://is.gd/30Gbf7
12 de junho – Matias, testemunha do ressuscitado, no lugar de Judas: https://is.gd/XE6cWh
19 de junho –  Pentecostes e a dinâmica do Espírito que inflama a palavra humana e a torna Evangelho: https://is.gd/JkgLPZ
26 de junho – As primeiras comunidades cristãs: https://is.gd/REcsNV
07 de agosto -  A comunhão integral na comunidade dos cristãos:  https://is.gd/UtH6LD
21 de agosto - koinonia, o novo modo de relacionamento entre os discípulos do Senhor: https://is.gd/mDMy9A
28 de agosto - Entre os apóstolos, sobressai Pedro: https://is.gd/MYAlcm
18 de setembro - Os critérios de discernimentos propostos pelo sábio Gamaliel:https://is.gd/wBa6DQ
25 de setembro - Estêvão "cheio de Espírito Santo", entre diakonia emartyria: https://is.gd/uGPLzm
2 de outubro - Filipe anuncia o Evangelho:  https://is.gd/Csp98p
9 de outubro - “É um instrumento escolhido por mim”: https://is.gd/uY3gDk
16 de outubro - “Em verdade reconheço que Deus não faz distinção de pessoas”:https://is.gd/0qQrol
30 de outubro - A fé cristã chega à Europa: https://is.gd/lJFn9e
6 de novembro - Paulo no Aerópago, exemplo de enculturação da fé em Atenas:  https://is.gd/qCOApc
13 de novembro -  Priscila e Áquila, um casal a serviço do Evangelho: https://is.gd/pnqCVE
4 de dezembro - O ministério de Paulo e a despedida dos anciãos: https://is.gd/t1GpuP
11 dezembro - Paulo prisioneiro diante do Rei Agripas: https://is.gd/b9eH3k
2020
08 janeiro - A provação do naufrágio:  https://is.gd/7qNHxp
15 de janeiro - A prisão de Paulo em Roma e a fecundidade do anúncio: https://is.gd/G2Bzab -https://is.gd/3YMRPk
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                                                                                                                Fonte: vaticannews.va

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Iniciação Cristã de adultos:

Comissão organiza formação nos setores

A Pastoral de Animação Bíblico-catequética, coordenada pela Comissão Arquidiocesana de Iniciação Cristã, prepara o primeiro encontro de formação para este ano de 2020, que será realizado nos setores pastorais. 
Alguns setores já confirmaram as datas destes encontros.
Setores Mandu e Sapucaí
Os dois setores farão em conjunto, no dia 25 de janeiro, na paróquia Nossa Senhora de Fátima. O horário será entre 13h e 17h. As inscrições devem ser feitas pelas paróquias até o dia 22 de janeiro no telefone da Secretaria de Pastoral (3421-1248). Será cobrado o valor de R$ 5,00 para cada participante. 
Setores Mantiqueira e Paraíso
Estes dois setores também farão em conjunto, no dia 26 de janeiro, no Instituto Padre Nicolau em Itajubá. O encontro ocorre entre 13h e 16h30. Informações pelo telefone 9.8815-8443. 
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Papa na missa desta terça-feira:

A autoridade não é comando, mas coerência e testemunho
Quanto mal fazem os cristãos "incoerentes" e os pastores "esquizofrênicos" que não dão testemunho, afastando-se assim do estilo do Senhor, da sua autêntica "autoridade": a homilia do Papa Francisco na Casa Santa Marta foi um comentário ao Evangelho proposto pela liturgia do dia.
Gabriella Ceraso – Cidade do Vaticano  - "Jesus ensinava como quem tem autoridade". O Evangelho de Marcos (Mc 1,21-28) narra Jesus que ensina no templo e a reação que suscita entre as pessoas o seu modo de agir com "autoridade", diferentemente dos escribas. É desta comparação que o Papa se inspirou para explicar a diferença que existe entre "ter autoridade", "autoridade interior", como Jesus, e "exercitar a autoridade sem tê-la, como os escribas". Estes, mesmo sendo especialistas no ensinamento da lei e ouvidos pelo povo, não eram críveis. 
O estilo de Jesus
Qual é a autoridade que Jesus tem? É o estilo do Senhor, aquela 'senhoria' – digamos assim – com a qual o Senhor se movia, ensinava, curava, ouvia. Este estilo  senhorio – que é algo que vem de dentro – mostra... O que mostra? Coerência. Jesus tinha autoridade porque era coerente com aquilo que ensinava e aquilo que fazia, isto é, como vivia. Aquela coerência é o que dá a expressão de uma pessoa que tem autoridade: “Esta pessoa tem autoridade porque é coerente”, ou seja, dá testemunho. A autoridade se mostra nisto: coerência e testemunho.
Os escribas, pastores esquizofrênicos que não dizem e não fazem 
Ao contrário, os escribas não eram coerentes e Jesus, afirmou o Papa, de um lado adverte o povo a "fazer o que diziam, mas não o que faziam"; de outro, não perde a ocasião para repreendê-los, porque "com esta atitude caíram em uma esquizofrenia pastoral”, segundo Francisco: diziam uma coisa e faziam outra. E o Papa recordou que isso acontece em vários episódios do Evangelho: às vezes, Jesus reage colocando-os de lado, às vezes não dando a eles nenhuma resposta e, ainda, “qualificando-os":
E a palavra que Jesus usa para qualificar esta incoerência, esta esquizofrenia, é “hipocrisia”. É um terço de qualificativos! Vamos pegar o capítulo 23 de Mateus; muitas vezes diz: “hipócritas por isso, hipócritas …”. Jesus os qualifica “hipócritas”. A hipocrisia é o modo de agir daqueles que têm responsabilidade sobre as pessoas – neste caso, responsabilidade pastoral -, mas não são coerentes, não são senhores, não têm autoridade. E o povo de Deus é manso e tolera; tolera muitos pastores hipócritas, muitos pastores esquizofrênicos que dizem e não fazem, sem coerência.
A incoerência cristã é um escândalo
Mas o povo de Deus que tanto tolera – acrescentou Francisco – sabe distinguir a força da graça. E o Papa explicou fazendo referência à Primeira Leitura de hoje, em que o idoso Eli "tinha perdido toda a autoridade e tinha ficado somente com a graça da unção" e, com aquela graça abençoou e fez um milagre em Ana, que por sua vez suplicava para ser mãe. Este episódio serviu para Francisco fazer uma consideração acerca dos cristãos e dos pastores:
O povo de Deus distingue bem entre a autoridade de uma pessoa e a graça da unção. “Mas você vai se confessar com aquela pessoa, que é isso, isso e isso?” – “Mas para mim ele é Deus. Ponto. Ele é Jesus”. E esta é a sabedoria do nosso povo, que tolera tantas vezes, tantos pastores incoerentes, pastores como os escribas, e também cristãos que vão à missa todos os domingos e depois vivem como pagãos. E as pessoas dizem: “Isto é um escândalo, uma incoerência”. Quanto mal fazem os cristãos incoerentes que não dão testemunho e os pastores incoerentes, esquizofrênicos, que não dão testemunho!
O Papa concluiu a homilia pedindo ao Senhor para que todos os batizados tenham a "autoridade", "que não consiste em comandar e aparecer, mas em ser  coerente, ser testemunha e, por isso, ser companheiro de estrada no caminho do Senhor ".
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Assista:
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