O horrível hábito da maledicência
Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||
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Maledicência é o
sujo hábito de sujar a reputação alheia; de falar mal dos outros. Sempre houve
isso e a Bíblia tem mais de 300 passagens nas quais alguém sujou a reputação e
o bom nome do outro.
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Mas agora,
embora haja severas punições para este hábito, até com multas pecuniárias ou
meses na prisão, com o advento da internet e da rede social, o diabólico hábito
de sujar o bom nome do outro multiplicou-se por milhões. E poucos fofoqueiros
são realmente punidos, embora manchem criminosamente a vida de alguém! Até
suicídios eles provocam.
Sócrates, Jesus
e Paulo morreram por falar bem dos outros, mas os que falaram mal deles venceram.
Os juízes puniram quem quis fazer o bem, mas ousou propor mudanças naquela sociedade!…
Ultimamente há
políticos e religiosos que não passam um dia sem emporcalhar o bom nome, a religião,
a igreja, o partido, o bom nome da CNBB, do Papa, de pregadores e de movimentos
religiosos! E muitos se declaram até mais católicos do que os outros; afinal
fazem parte de movimento X, Y ou W e eles agora são influenciadores …
Até ficou chique
dizer a coisa em inglês: são “influencers”. Na verdade, há os sérios e há os detonadores!
Plantam bombas chamadas Fake News, que nada mais são do que NOTÍCIAS FALSAS.
Ultimamente com a IA, inteligência artificial a mentira ficou ainda mais diabólica!
Parece verdade, mas foi tudo fabricado!
Falam mal do
Brasil, dos outros povos, dos artistas, dos famosos, da moça bonita, do sujeito
que fez sucesso, do cantor ou pregador que reúne milhões de ouvintes.
Mesmo que fosse
verdade, ainda seria diabólico fofocar e sujar o nome dos outros! No Catecismo
dos Católicos: usar o nome de Deus sem o devido respeito ou sem nenhuma
necessidade, ou por propósitos escusos é um gravíssimo pecado. Está no segundo mandamento.
Mas, no oitavo, o mesmo se aplica a qualquer ser humano.
Em Mateus 7,1-6
outra vez está escrito que julgar os outros é emporcalhar o bom nome do vizinho
ou de quem quer que seja.
O fofoqueiro, o maledicente,
o boca suja, ou o religioso de mente emporcalhada que sobe ao palco, ao púlpito
ou agarra um microfone para jogar seus ouvintes contra a outra igreja, todos
eles precisam de ajuda. Estão de mente enferma.
Uma coisa é
discordar respeitosamente de alguém cujas ideias não seguimos. Outra é querer
jogar na lama a reputação do irmão ou irmã que levaram dois, vinte ou sessenta
anos para construir uma serena carreira de fraternidade!
É pecado e chega
a ser diabólico: assunto de psiquiatria!

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