quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Jubileu de Ouro da Instalação Canônica da Arquidiocese de Pouso Alegre


A Arquidiocese de Pouso Alegre, após diversos eventos preparatórios em cada setor pastoral, celebrará festivamente seu Jubileu Áureo de Instalação Canônica no dia 23 de setembro próximo.

A Diocese de Pouso Alegre foi criada no dia 4 de agosto de 1900 pelo Decreto Regio Latissime Patens da Sagrada Congregação Consistorial. O território diocesano, quando da criação, compreendia, em sua maior parte, paróquias que antes pertenciam à Diocese de São Paulo, entre elas a Paróquia São José de nossa cidade.

A Diocese foi elevada ao nível de Província Eclesiástica no dia 14 de abril de 1962 por meio da Bula Qui Tanquam Petrus do Papa João XXIII. No dia 23 de setembro do mesmo ano, ocorreu a instalação canônica da nova Arquidiocese com a posse de Dom José D’Ângelo Neto, 4º bispo diocesano, que se tornou o 1º Arcebispo Metropolitano.

Na época de sua criação, a Província Eclesiástica de Pouso Alegre era formada pelas dioceses de Campanha e Guaxupé e a Abadia Territorial de Claraval. Hoje somente as dioceses citadas fazem parte da Província já que a Abadia Territorial de Claraval foi extinta, permanecendo o Mosteiro Cisterciense, que faz parte da Paróquia do Divino Espírito Santo de Claraval, Diocese de Guaxupé.

                                             Fonte: O Paraíso de José, Luiz Gonzaga da Rosa. Editora Santuário, 2010
                                                             Convite e Programação: Site da Arquidiocese de Pouso Alegre

Confira a programação das festividades:




Você, sua família e sua comunidade são convidados para esta celebração histórica. A participação das paróquias por meio de seus grupos representativos dará brilho especial ao Jubileu de Ouro de nossa Arquidiocese.

Jornada Mundial da Juventude 2013: começam as inscrições

Depois de lançar o Manual de Inscrições do Peregrino, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013 dá mais um passo para garantir a participação dos jovens e organizar dos grupos. As inscrições serão abertas no próximo dia 28 de agosto. Segundo a diretora do Setor de Inscrições da JMJ Rio2013, Irmã Maria Shaiane Machado, será um dia significativo para a JMJ.

"No momento da inscrição o grupo de peregrino poderá optar pelo tipo de pacote. Assim poderemos acolher o peregrino em suas necessidades". "A inscrição no portal oficial da JMJ Rio2013 representa uma pré-reserva. A confirmação da inscrição é o pagamento", disse. "O peregrino já pode optar pelo seu pacote e a JMJ está se organizando para acolhê-lo".

Desde o último dia 31 de julho, está disponível online o Manual de Inscrições de Peregrinos. Nele estão todas as orientações necessárias para preparar da melhor forma o grupo. As inscrições serão feitas em grupo por meio de um responsável (chamado de “responsável pelo grupo”). Além desse, haverá um “segundo responsável”. Para grupos mistos, preferencialmente um responsável masculino e um feminino. Os valores têm variações, tanto da modalidade dos pacotes (que poderão ou não incluir alojamento e alimentação), quanto por classificação dos países. Para ajudar que peregrinos de países economicamente mais pobres possam participar das JMJs, eles são classificados nas classes A, B e C.

A classificação dos países e os tipos de pacotes definem os valores. Serão 21 tipos de pacotes com valores que variam de R$ 100,70 a R$ 577,60. Esses valores são válidos até 31 de janeiro de 2013, incluindo um desconto de 5%. Após esse período, as variações são de R$ 106,00 a R$ 608,00.

Os grupos deverão ter até 50 peregrinos, incluindo os responsáveis. Grupos maiores deverão ser divididos em subgrupos de até 50 pessoas, que poderão estar vinculados entre si por um grupo principal. A vinculação entre os grupos não garante que todos ficarão juntos. O alojamento oferecido pelo COL será por região linguística. Também outros fatores podem ser decisórios, como por exemplo, a distância dos pagamentos entre os grupos.

As inscrições serão realizadas exclusivamente online, através do portal oficial da Jornada - www.rio2013.com. "Incentivamos a todos que façam sua inscrição em grupo, que podem ser formados nas paróquias, comunidades, movimentos católicos, escolas, universidades", diz irmã Shaiane.

Os candidatos ao voluntariado que não forem selecionados deverão fazer a inscrição como peregrinos.

                                                                                                                                Fonte: Site da CNBB

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Para refletir


Jesus nos chama


Caminhava Jesus à beira do mar da Galiléia quando avistou dois pescadores que lançavam suas redes ao mar. Eram Pedro e seu irmão André. Ao ouvirem o chamado de Jesus, largaram as redes e, curiosos, o seguiram. Outra vez, cercado de várias pessoas, ele avistou Levi (Mateus), que era cobrador de impostos para o Império Romano e muito antipatizado pelos judeus. Provavelmente, os olhos de ambos se encontraram. Jesus com sua doce energia, Levi com sua perplexidade. O convite foi incisivo e curto: “‘Segue-me!’. Ele se levantou e o seguiu” (Mc 2,14). Assim foram sendo chamados os doze aos quais caberia a tarefa de anunciar a “Boa-Nova”.

Cabe-nos uma pergunta: seriam eles melhores que os outros que viviam naquela época? Por que teriam sido escolhidos? A resposta está na gratuidade da graça que Deus concede a alguns. “Chamou a si os que quis, e eles foram ter com ele” (Mc 3,13). Embora Deus conceda a alguns graças especiais, a cada pessoa ele concede todas as graças necessárias para a salvação.

Os discípulos atenderam ao convite sem perguntas, sem reservas, sem impor condições e sem perceberem que estavam colocando-se à disposição do Filho de Deus, que passaria a assumir o papel central em suas existências. A partir daquele momento, suas vidas jamais seriam as mesmas. Certamente, não avaliavam que eles seriam os primeiros membros da Igreja nascente e participantes da missão salvífica do Cristo. 

Atenderam prontamente, contam-nos os evangelhos. Mas no final da caminhada havia uma cruz, e nela estaria preso o corpo daquele que eles seguiam. Confusos e amedrontados, eles se acovardaram: Pedro, que ouvira de Jesus “Tu és pedra, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16,18), ao assistir à prisão do Mestre, tirou a espada e, num rompante, arrancou a orelha do soldado Malco. Momentos depois, temendo simples empregados que se encontravam do lado de fora de onde Jesus estava sendo julgado, negou por três vezes que o conhecia.

A escolha desses discípulos, tão parecidos conosco em nossas fraquezas, enche-nos de esperança.
Quando já não havia mais o Filho de Deus para orientá-los, eles receberam o Espírito Santo, o Santificador, que lhes infundiu a sabedoria suficiente para a divulgação da palavra do Cristo e a coragem indispensável para dar testemunho dos fatos até com a própria vida.

O chamado do Senhor continua a ter um caráter decisivo e gratuito, sendo, sempre, uma iniciativa divina que aguarda a correspondência humana. “Não fostes vós que me escolhestes”, diria mais tarde, “mas fui eu que vos escolhi.” Há uma frase que se tornou conhecida: “O Senhor não escolhe os capacitados, mas capacita quem escolhe”.

Todos somos chamados a diferentes tipos de responsabilidades, sempre considerando os carismas individuais e o livre-arbítrio, ou seja: a capacidade de dizermos sim ou não a tal chamado, sem que isso nos acarrete nenhuma punição de Deus, que respeita a nossa liberdade. As qualificações desses escolhidos, quase sempre, são desproporcionalmente pequenas se comparadas ao que irão realizar, mas a generosa disponibilidade atrai graças divinas: “Olhai quem foi chamado entre vós: não há muitos sábios, segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos nobres” (1Cor 1,26).

Em nosso caminho incerto, assustados com as limitações e os tropeços, fixemos o olhar nas pegadas daquele que nos chamou e que, não se escandalizando com as nossas fraquezas, está sempre pronto a socorrer-nos.

(Silva, Anna Maria Martins. As pegadas que Cristo deixou. Reflexões bíblicas. São Paulo, Paulinas, 2008, pp. 21-22).
                                                                                                   Fonte: http://www.cibercatequese.org.br

Relembrando...

O 3º domingo deste mês vocacional foi dedicado à vocação religiosa. 

Mas quem são os religiosos?

Quem são as irmãs e irmãos de vida consagrada? As congregações, institutos, sociedades de vida apostólica e novas formas de vida consagrada constituem o Corpo místico de Cristo; por sua natureza definitiva, incondicionada e apaixonada de total adesão a Deus. 

Os consagrados e consagradas testemunham o fascínio da amizade com Jesus e a alegria que brota do amor por Ele. Na contemplação e na atividade, na solidão e na fraternidade, no serviço aos pobres e aos últimos, no acompanhamento pessoal e nos areópagos modernos, estão prontos para proclamar e testemunhar que Deus é amor, e como é agradável amá-lo. Fazem isso porque ouvem as palavras de Jesus, como Maria (cf. Lc 10,39). 

Os votos, ou conselhos evangélicos, de castidade, pobreza e obediência, são sinais visíveis de uma realidade futura, mas já presente e real em nosso meio. Não é um sonho impossível, mas uma das expressões do Reino de Deus na história. O carisma da vida consagrada é um dom para a Igreja e um sinal para o mundo. Não é fuga de uma realidade, mas compromisso com o mundo. Enfatiza o contraste entre os valores do Evangelho com o valor materialista da sociedade. 

Ao renunciarem a tudo para seguir Cristo, consagrados e consagradas dão o que possuem de mais precioso, enfrentando qualquer sacrifício, para seguir os passos do Mestre e se tornam sinal de contradição, pelo simples modo de pensar e viver muitas vezes em contraste com a lógica do mundo veiculada, principalmente, nos meios de comunicação social. 

Os consagrados e as consagradas não se distinguem por sua ação, mas pela existência vivida na radicalidade dos conselhos evangélicos; por conviverem em fraternidade com pessoas diferentes – idade, nação, personalidade. Eles criam novo jeito de estar no meio do povo, adotam uma postura de compaixão, paciência, presença, modéstia, flexibilidade, misericórdia e criatividade. Amam os pobres, não por serem pobres, mas por serem pessoas humanas, “preferidas do Pai”, mas excluídas na sociedade. Vivendo assim, na gratuidade do amor, testemunham que Deus chama todos os cristãos e as cristãs a uma vida profética e missionária, fazendo novas todas as relações, fazendo novas todas as coisas, a exemplo de Deus que diz: “Eis que faço novas todas as coisas!” (Ap 21,5).
                                                                                            Fonte: http://catequeseebiblia.blogspot.com.br
                                                              Fonte da ilustração: http://horizontefrancisclariano.blogspot.com.br

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Reflexão para seu início de semana


A potencialidade da oração


Rezar é um ato normal porque há no ser humano uma abertura congênita para com Deus, a “abertura transcendental”. Rezar é uma atitude de justiça da criatura para com o seu Criador. “É nosso dever dar graças ao Senhor”. Por outro lado, rezar é um ato de justiça com nossa dimensão espiritual, nossa alma. Sem oração sofremos de anemia e atrofia espiritual. Nossas potencialidades humanas estagnam. A oração tem o poder de restaurar nossas forças e esperanças, de recuperar nossa vida e de sustentar nossa relação com Deus e com os outros.

A oração é um bem incomparável porque nos abre os caminhos da justiça, da modéstia, da humildade. Só quem é auto suficiente não reza e com isso é uma pessoa que corre sérios riscos. A oração faz de nós pessoas saudáveis, sábias, servidores, pois, Deus pode trabalhar em nós, modelando nossas vidas, ordenando nossos afetos, apontando soluções, abrindo horizontes.

Pela oração vemos o Invisível, alcançamos o impossível, transformamos o amargo em doce, as feridas em bênçãos, a fraqueza em força. Pela oração recuperamos o paraíso perdido e o deserto se torna jardim. Num mundo de ilusões, agitação, barulho, vazio e golpes existenciais a oração é terapia, é remédio, livrando-nos do stress, da solidão, da devassidão, da embriaguez e das preocupações. Saímos do lodo existencial e nossos pés tocam a rocha firme.

Perguntemos aos grandes homens e mulheres da Bíblia, perguntemos aos mártires, aos missionários, aos profetas e aos santos o que fez a oração em suas vidas. Todos eles confessam que a oração lhes deu coragem, fortaleza, inspirações. Eles encontraram a escola da oração, permaneceram neste combate perseverante que tanto os humanizou e santificou.

A experiência da oração faz vair nossas cadeias e escravidões. Assim falam os doentes nos hospitais, os detentos nas prisões, os dependentes químicos nas comunidades terapêuticas. Todas estas pessoas são testemunhas da oração, que torna  possível o impossível. A oração consiste em “contar mais com a graça que a ciência, mais o desejo que a inteligência, mais a fé que o livro, mais o esposo que o professor, mais Deus que o homem, mais o fogo que a luz” (S. Boaventura).

A oração silencia nossas preocupações, nossas paixões e nossas fantasias. Ela nos torna homens e mulheres criativos, entusiasmados. Por falta de oração perdemos a força interior e o élan missionário, pior, deixamos a fonte de água limpa para beber em fontes poluídas. Por negligência na oração criamos ídolos e “deuses falsos” buscamos alivio no barulho, no álcool, no sexo, nas drogas, no dinheiro. São apenas sedativos que aumentam nossa sede e nos afogam.

A oração cristã é sintonia com Deus e compaixão com o irmão. Os evangelhos mostram vinte e seis textos onde Jesus está rezando. Se quisermos filhos corretos e família unida, a receita é a oração. Do contrário, caímos na lógica de Marta (Lc 10) que se tornou escrava das preocupações, do ativismo, do endeusamento do trabalho, do nervosismo e tensão existencial, da inversão de valores. Marta chegou a corrigir Jesus e querer que Maria seguisse sua lógica.

Para Santa Terezinha a oração é a alavanca que move o mundo, para Santa Teresa de Ávila, a oração é estar com Aquele que nos ama. Pascal, Gandhi, V. Frankl, Alexis Carrel são “cientistas da oração”. Todos os convertidos ao cristianismo foram tocados, curados, iluminados pela oração. Sem dúvida, a oração ordena a vida, humaniza as pessoas, revela o rosto e o coração de Deus, transforma os corações e a realidade, cura as feridas, traz alegria, esperança e paz.

Não basta o estudo, é preciso a unção. Não basta a reflexão é necessária a devoção. Não é suficiente a investigação precisamos da admiração. Ninguém se realiza só com a atividade, é preciso a piedade. Não vivemos só da pesquisa mas da graça e do mistério. Não basta o dever, é preciso a alegria. Eis as potencialidades da oração.
Dom Orlando Brandes - Arcebispo  de Londrina - PR
Fonte: Site da Arquidiocese de Londrina

domingo, 19 de agosto de 2012

Caminhada missionária na Região São Geraldo

Na tarde deste domingo, os missionários leigos que estão participando das Santas Missões Populares na Comunidade São Geraldo realizaram uma caminhada por todas as ruas do bairro. Durante o trajeto, tendo à frente um carro de som, fizeram diversas paradas para momentos de evangelização.

A caminhada foi muito bonita e proveitosa, pois as belas músicas atraíram os moradores, que acolheram as mensagens e o convite para a participação e o fortalecimento do espírito comunitário na comunidade. Foram divulgados três eventos para os próximos dias no Centro Pastoral: dia 20 - segunda-feira - 19h - Início da novena de São Geraldo; dia 21 - terça-feira - Terço com as famílias; dia 26 - domingo - 13h 30min - Tarde de espiritualidade para casais.

Cumprimentamos os missionários pela caminha e a comunidade pela acolhida e convidamos todos os que desejarem participar das Missões para que se juntem à equipe missionária neste belo apostolado de evangelização. Jesus nos convida, envia e nos fortalece na missão. Venham evangelizar conosco!

Fotos da caminhada


 













Encontro de Crismandos e Celebração Eucarística com Jovens

Mais de duzentos adolescentes e jovens da 1ª etapa de preparação para a recepção do sacramento da Confirmação de nossa paróquia reuniram-se na manhã deste domingo, no Centro Pastoral São José, com seus catequistas para momentos em que o espírito de oração, diversas reflexões e muita alegria e animação fizeram a diferença.

Foi bonito ver tantos jovens, que trilham o caminho da iniciação cristã, reunidos com o objetivo comum de seguir o Mestre de perto, tornando-se discípulos atentos dos ensinamentos de Jesus.

A coordenação dos trabalhos foi feita pela equipe de catequistas local, que contou com a rica colaboração do Grupo de Jovens PHN da vizinha cidade de Brazópolis, que animou o encontro e partilhou com os adolescentes e jovens belas reflexões.

Após o encontro, os participantes seguiram até a Matriz de São José, onde foi celebrada a Missa com os Jovens, presidida pelo Padre Vanir Ramos Barbosa, que, em diversos momentos, exaltou a beleza da juventude, dom de Deus, e sua importância para uma sociedade nova, com valores realmente cristãos. Lembrou Maria, a mãe de Jesus, que soube viver a santidade e, por isso, foi elevada aos céus, e a nossa condição de peregrinos, ainda que pecadores, mas também construindo no dia-a-dia a santidade.

Nossos cumprimentos ao Padre Vanir, pelo apoio ao evento, à Equipe de catequistas da Crisma, aos Jovens da RCC de Paraisópolis, ao Grupo de Jovens PHN de Brazópolis e, principalmente aos adolescentes e jovens que se preparam para o sacramento da Confirmação pela resposta ao chamado de Jesus neste mês vocacional! Que Deus continue abençoando a todos!

Fotos do encontro e da Celebração Eucarística