sábado, 29 de agosto de 2015

Residência de verão dos Papas

será aberta para visitação

Castel Gandolfo (RV) – A partir de 12 de setembro a residência de verão dos Papas de Castel Gandolfo abrirá suas portas ao público. Com parte do palácio transformado em museu, os turistas poderão, com um ingresso “full day”, visitar os Museus Vaticanos, a Capela Sistina e agora também as Vilas Pontifícias. Aos sábados, se poderá chegar diretamente em Castel Gandolfo com um trem - normalmente usado somente em eventos especiais - que partirá da Estação do Vaticano.
Trem usado por João XXIII levará jornalistas
Castelo também abriga alguns telescópios do Observatório Vaticano
O curador das coleções históricas dos Museus Vaticano, Sandro Barbagallo explicou à agência Adnkronos que “o visitador reviverá, num certo sentido, 500 anos de história de pontificados através dos retratos, divisas e cimélios (ndr – alfaia preciosa de uma igreja ou objeto sacro de ourivesaria) pertencentes aos Papas.
A abertura do museu de Castel Gandolfo será oficializada em 11 de setembro próximo quando, da Estação do Vaticano, partirá a locomotiva à vapor para a mídia. E, quem sabe - disse ele – “o Papa Francisco, que já havia decidido abrir ao público os Jardins, habituado às surpresas mais disparates, não decida subir a bordo do trem cuja viagem oficializará a transformação de Castel Gandolfo em um museu”.
Para a ocasião, será utilizado um vagão de grande valor simbólico. O mesmo que João XXIII utilizou em 4 de outubro de 1962 quando foi à Loreto confiar a Nossa Senhora o Concílio Vaticano II, que teria início em poucos dias.
“Atrações”
Barbagallo contou que no primeiro andar do Palácio de Castel Gandolfo, organizado em seis salas, poderão ser vistos 51 retratos dos Pontífices em 500 anos de história. Também estarão expostos paramentos litúrgicos, divisas e a cadeira gestatória de Pio IX restaurada para a ocasião.
Os visitantes que se dirigirem até a residência de verão dos papas poderão ver também um trono usado durante oitenta anos na Sala do Consistório. As surpresas continuam, pois no pátio do palácio estará exposta a BMW que João Paulo II usava nos deslocamentos até Castel Gandolfo.
Sacada do Angelus
O percurso turístico se conclui com uma visita à sacada onde os Pontífices rezam a oração do Angelus. “Deste modo – explicou Barbagallo – todos poderão ter a mesma perspectiva do Papa diante dos fieis”. Muito sugestiva também, é a vista do lago.
O fato de a residência de verão dos papas ter se transformado também em um museu não impedirá que os Pontífices transcorram algum período no local quando o desejarem. “A parte dedicada ao museu da Vila Pontifícia – explica curador das coleções históricas dos Museus Vaticano – de nenhum modo vai interferir com a parte privada, como o apartamento”.
Francisco não é o primeiro a utilizá-la pouco
Ele recorda ainda que, o fato de Francisco nunca ter passado suas férias na residência, não constitui uma novidade na história dos Pontífices. “São tantos os Papas – observou – que ao longo dos anos não foram a Castel Gandolfo. Foram exceção Bento XIV e Clemente XIII, que o utilizaram tantíssimo. Já Pio VI por bem 25 anos não apareceu no Castelo. Não obstante isto, o palácio permanece e permanecerá como lugar destinado a acolher o Papa na sua residência de verão”. (JE/Adnkronos)
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                                                                      Fonte: radiovaticana.va       news.va

Leituras do

22º Domingo do Tempo Comum


1ª Leitura: Dt 4,1-2.6-8
Moisés falou ao povo, dizendo: “Agora, Israel, ouve as leis e os decretos que eu vos ensino a cumprir, para que, fazendo-o, vivais e entreis na posse da terra prometida pelo Senhor Deus de vossos pais.
Nada acrescenteis, nada tireis à palavra que vos digo, mas guardai os mandamentos do Senhor vosso Deus que vos prescrevo.
Vós os guardareis, pois, e os poreis em prática, porque neles está vossa sabedoria e inteligência perante os povos, para que, ouvindo todas estas leis, digam: ‘Na verdade, é sábia e inteligente esta grande nação!’ Pois, qual é a grande nação cujos deuses lhe são tão próximos, como o Senhor nosso Deus, sempre que o invocamos? E que nação haverá tão grande que tenha leis e decretos tão justos, como esta lei que hoje vos ponho diante dos olhos?”
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Salmo: 14
Senhor, quem morará em vossa casa e no vosso monte santo habitará?
– Senhor, quem morará em vossa casa e no vosso monte santo habitará?
– É aquele que caminha sem pecado/ e pratica a justiça fielmente;/ que pensa a verdade no seu íntimo/ e não solta em calúnias sua língua.
 Que em nada prejudica o seu irmão,/ nem cobre de insultos seu vizinho;/ que não dá valor algum ao homem ímpio,/ mas honra os que respeitam o Senhor.
 Não empresta o seu dinheiro com usura,/ nem se deixa subornar contra o inocente./ Jamais vacilará quem vive assim!
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2ª Leitura: Tg 1,17-18.21b-22.27
Todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto; descem do Pai das luzes, no qual não há mudança nem sombra de variação.
De livre vontade ele nos gerou, pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que as primícias de suas criaturas.
Recebei com humildade a Palavra que em vós foi implantada, e que é capaz de salvar as vossas almas. Todavia, sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.
Com efeito, a religião pura e sem mancha diante de Deus Pai é esta: assistir os órfãos e as viúvas em suas tribulações e não se deixar contaminar pelo mundo.
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Evangelho:  Mc 7,1-8.14-15.21-23
Os fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as terem lavado. Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre.
Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: “Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?”
Jesus respondeu: “Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos’. Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens”.
Em seguida, Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: “Escutai, todos, e compreendei: o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. Todas estas coisas más saem de dentro, e são elas que tornam impuro o homem”.

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Reflexão
A oposição entre lábios e coração
A perícope de Mc 7,1-23 é a mais significativa, no segundo evangelho, no que concerne à prática da Lei. As várias explicações que Marcos dá a respeito da tradição dos judeus quanto à lei de pureza dão forte indício de que os seus destinatários são cristãos oriundos do mundo pagão. Os versículos que nos ocupam, no evangelho de hoje, são uma controvérsia com os fariseus e escribas sobre o puro e o impuro. No centro do texto está a oposição entre lábios e coração; oposição entre dizer e a adesão, de fato, ao mandamento de Deus. Essa contradição, considerada por Jesus como hipocrisia, faz com que, em nome da “tradição humana”, o manda- mento de Deus seja abandonado ou anulado.
É de dentro do coração que saem a maldade dos homens
Na verdade, o texto da controvérsia do capítulo sétimo mostra em que consiste a religião autêntica. Segundo o Deuteronômio, a Lei é dom de Deus para a vida e a posse da terra prometida é um caminho de verdadeira felicidade. Efetivamente, o dom da Lei visa preservar o dom da vida e o dom da liberdade. Na conclusão da controvérsia sobre o puro e o impuro, Jesus dá um princípio para que os discípulos compreendam que o mal, o qual distorce e rompe a harmonia da criação, desfigura o ser humano e o distancia de Deus, se encontra enigmaticamente no coração do próprio homem. Se o Levítico ordena separar o puro do impuro (cf. Lv 10,10; 20,24b-25), Jesus parece abolir esta lei, observando que se trata de tradição humana (cf. Mc 7,7.8.9).
É com o coração, e não com as mãos, que os discípulos devem se preocupar. O que importa é a pureza do coração. O coração e os rins são para a Escritura a sede do saber e do discernimento, a fonte de uma vida em conformidade ou não com a vontade de Deus. É a pureza do coração, e não simples práticas externas, que revela o grau de engajamento da pessoa em relação ao Reino de Deus. A pureza do coração implica não permitir que o mal que existe no ser humano se exteriorize. Considerar o mal como algo exterior a si é, no mínimo, um modo de exprimir a incompreensão acerca da realidade do próprio mal e de não assumir a responsabilidade ante as consequências da inclinação enigmática e perversa do coração do ser humano. O que Jesus exige é uma religião centrada na pureza do coração.
                              Pe. Carlos Alberto Contieri, sj 
 Reflexão: paulinas.org.br    Banner: cnbb.org.br    Ilustração: franciscanos.org.br
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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Reflexões para o Dia do Catequista

Viva a catequese
Celebramos o dia e a semana do catequista. Antes de tudo, o agradecimento, o abraço, a bênção e os parabéns a todos(as) os nossos catequistas. Sem vocês a Igreja vai minguar e piorar. Com vocês teremos mais e melhores discípulos de Jesus de Nazaré.  A Igreja não subsiste sem a catequese, sem a transmissão da fé.
Em vossas mãos catequistas está o futuro da Igreja, porque vocês colaboram com os pais e com os párocos na educação da fé das crianças, jovens e adultos. Vocês são mestres e pais da fé de vossos catequizandos e exerceis como catequistas o sacerdócio batismal.
Catequistas: discípulos e missionários de Jesus Cristo
Paulo Apóstolo (cf Rm 15, 15-16) ensina que todo pregador é um ministro que exerce uma função sagrada e seus ouvintes, mesmo pagãos, santificados pelo Espírito Santo, se tornam uma oferta, um sacrifício vivo, cuja vida é uma culto espiritual agradável a Deus. Eis catequistas o vosso sacerdócio batismal exercido através da catequese.
Sois mestres, sois pais, sois sacerdotes, sois profetas, sois missionários em vossa prática e ação catequética. Vosso nome está escrito no céu, disse Jesus aos apóstolos após sua primeira pregação (cf  Lc 10, 20). Eis o que pensa Jesus sobre vocês catequistas. Ele vos oferece o maior presente, a maior recompensa, a máxima glorificação, a maior condecoração. Por isso mesmo vocês precisam do apoio dos pais, dos bispos, párocos, lideranças, pastorais, movimentos e todas as forças vivas da Igreja. 
Sede homens e mulheres encantados, atraídos e conquistados por Cristo Jesus, deixem-se cativar e enamorar por sua pessoa e seu reino. Repassai esta vossa experiência de amizade e fascinação pelo Senhor aos vossos catequizandos. Não basta o livro, o catecismo. É preciso o calor do coração, a alegria da alma, a exultação do afeto por tão grande missão. Cativai vossos catequizandos a serem amigos e seguidores de Jesus de Nazaré.
No Brasil temos ainda poucos homens, esposos e casais catequistas. Vocês não podem imaginar a força motivadora de um casal catequista. Homens, rapazes, esposos chegou a vossa hora. Cristo precisa de vocês na catequese. A Igreja os convoca a serem catequistas, mestres, e educadores da fé. Não sejais omissos. Vossa omissão empobrece o reino de Deus. A omissão é uma das piores tentações. Precisamos de homens catequistas com o mesmo ardor, zelo, competência das mulheres.
Por fim, escutemos o que diz São Gregório Magno aos pregadores: “um pregador deve se fazer ouvir mais por seus atos que por suas palavras. Antes de fazer ressoar as palavras de uma santa pregação, é preciso que o pregador se acorde pelo seu empenho em realizar boas obras”. Este conselho serve para todos nós, ou seja, a incoerência entre o que dizemos e o que somos, nos cansa, desestabiliza e nos desacredita, perante os outros. Aprendamos catequese com a beleza da criação, com a letra dos cantos, com a celebração litúrgica, com o dinamismo pastoral, com o testemunho da fé das pessoas, com a vida dos santos, com boas leituras e bons catecismos. 
Todos somos chamados a catequizar a nós mesmos diariamente através da oração e da leitura orante da Palavra de Deus. Precisamos estar num continuo processo de conversão, da atualização, de santificação. Nosso compromisso com a catequese de iniciação à vida cristã é irreversível. Precisamos superar todo tipo de sacramentalização.
Que se apresse o dia em que cada criança, jovem, adulto batizado seja também evangelizado. Que cada pessoa batizada, crismada, casada na Igreja se torne discípulo missionário, engajado na comunidade e profeta do reino de Deus na sociedade. Com a catequese melhora o cristão, a família, a Igreja e a sociedade.
                                              Dom Orlando Brandes - Arcebispo de Londrina
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                         Fonte: arqlondrina.com.br      Ilustração: paroquiafatimaviamao.org
                     As Bem-aventuranças do catequista
Ser catequista é ser encantador de gente, como Jesus foi. Ser encantador de gente se aprimora com o tempo e talvez seja uma das coisas mais lindas do Catequista: ser capaz de “abrir os olhos” das pessoas para a vida, para si mesmas, para o sagrado mistério do mundo e de Deus.
É uma delícia ser catequista, mesmo em meio a dor, sofrimento, dúvidas e decepções. Por isso, o catequista precisa ser declarado Feliz ou Bem-Aventurado:
Bem-aventurado o catequista que se sente chamado, no fundo do fundo de si mesmo, para essa missão. Foi capaz de ouvir a voz amorosa de Deus que o convida a ser companheiro na tarefa de construir um mundo novo.
Bem-aventurados os catequistas
Bem-aventurado o catequista que se descobre incompleto e, por isso, se coloca a caminho, em busca de formação, de reflexões, de conversas, de partilhas de experiências. É capaz de perder noites de sono, de dedicar dias inteiros a estudar, a ler bons livros, porque sabe que a educação da fé é uma arte que precisa de muita dedicação.
Bem-aventurado o catequista que se esforça para participar do seu grupo de catequistas porque acredita que o trabalho em conjunto é capaz de remover obstáculos e criar coisas novas. Sabe que a amizade é o encantador tempero da caminhada e da vida.
Bem-aventurado o catequista que, mesmo sem recursos disponíveis, aprendeu a ser criativo, sobretudo na arte de ser amigo dos catequizandos e soube inventar lugares e meios para anunciar a beleza de ser cristão e viver em comunidade.
Bem-aventurado o teimoso catequista que não desiste diante de desafios que aparecem na Igreja, na comunidade, no grupo de catequistas, no trabalho com os catequizandos. É capaz de “chorar as mágoas”, sem endurecer o coração. Tem o dom de se alegrar imensamente com as pequeninas conquistas e passos dados.
Bem-aventurado o catequista que descobriu a internet e as redes sociais como lugar de evangelização. Percebeu que Deus se revela em todo lugar. Está atento às novas linguagens e tem na música, na arte, no cinema, na poesia, formas privilegiadas para a transmissão da fé no mundo de hoje.
Bem-aventurado o catequista que percebeu que, sem a Beleza a experiência cristã e a catequese permanecem incompletas, porque Deus é Beleza, esplendor e espanto. A educação da fé provoca admiração, sobressaltos de infinito, paixão pelo Absoluto, uma inexplicável emoção que nos derruba nos caminhos de Damasco, que são os de todas as vidas e nos faz novos e inquietos.
Bem-aventurado o catequista que, apaixonado pela Palavra de Deus, descobriu na experiência de seguir Jesus Cristo a alegria de viver e, por isso, anuncia a Fé na Vida. Procura ser íntegro, justo, solidário, verdadeiro, de bem com a vida, comprometido com a comunidade de fé.
Bem-aventurados os catequistas que foram e são capazes de inspirar a caminhada, agregar pessoas, vislumbrar novos horizontes para a catequese neste país. Souberam prever ou apontar desafios e saídas em momentos de crise e escuridão. Conseguiram manter acesa a chama da alegria, apesar dos dramas que surgem no cumprimento da missão.
Não se trata de ser perfeito, mas consciente da sua imperfeição, o catequista é Feliz porque ama e se deixa surpreender pelo amor de Deus.
                                                                                           Lucimara Trevizan
                           Coordenadora da Comissão de Catequese do Regional Leste 2
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                                                                                 Fonte: soucatequista.com.br

Técnica brasileira de vanguarda

é usada para recriar rosto de santos
Cidade do Vaticano (RV) – Ao realizar um trabalho sobre a evolução humana para o Museu de Antropologia da Universidade de Pádua, o designer Cícero Moraes não foi informado que, entre os crânios, estava aquele de um dos santos mais populares do mundo.
“Me enviaram um crânio com as seguintes informações: era um homem, de 30-40 anos, caucasiano. E, após terminar a reconstrução básica, eles me perguntaram se eu queria saber de quem era aquele rosto. Após minha afirmativa, eles confirmaram ser de Santo Antônio”.
Desde então, a técnica que passou a ser desenvolvida por Moraes junto com o especialista em odontologia Paulo Miamoto, tornou-se referência para a reconstrução facial de santos – e não somente.
“Nós estudamos muita anatomia, muita computação gráfica e também tivemos acesso a crânios de pessoas que contavam com fotografias e tomografias computadorizadas. Ao confrontar os resultados do trabalho que realizamos de modo “cego”, sem saber a origem dos crânios, obtivemos muito sucesso na aparência: o que nós reconstruímos era muito compatível com o indivíduo em vida. E, por meio destes estudos – fizemos cerca de 15 reconstruções com estas características – temos a segurança de dizer que as reconstruções têm uma precisão de 75 a 92%”.
A técnica utilizada na recriação dos rostos dos santos é a mesma empregada na reconstrução daqueles de vítimas de crimes cuja identidade é desconhecida. Portanto, tratam-se de técnicas forenses estritamente científicas. “Nós não podemos fazer nenhuma intervenção artística ou psicológica no momento da intervenção”.
Santa Rosa de Lima
Entre os trabalhos mais recentes está a revelação do rosto de Santa Rosa de Lima e de outros dois santos peruanos. Morta há mais de 400 anos, a parte o material forense, não havia nada além de uma pintura que retratasse o rosto da santa.
Rosto reconstruído de Santa Rosa de Lima
“No caso de Santa Rosa, pelo que observamos, existia um estilo na época em que foi pintado. A reconstrução que fizemos lembra a pintura, mas quando você visualiza ela de frente, o rosto é um pouco mais quadrado do que as pinturas demonstram. Quando é visualizado da lateral, é um pouco mais compatível com a pintura até porque a pintura foi feita deste ponto de vista. O resultado agradou bastante os fiéis, as pessoas gostaram muito do resultado”.
Moraes trabalha agora para finalizar o terceiro e último santo peruano.
“O São Martín de Porres já está pronto. Tivemos uma surpresa muito grande. Não imaginávamos que o resultado final ficaria tão impressionante. E o São João Macías vou começar a fazer esta semana e espero terminar até a semana que vem”.
A equipe brasileira tem novos trabalhos pela frente: em breve começará a reconstruir o rosto de um santo muito popular da região central da Itália. Em paralelo, trabalha ainda para publicar um compêndio sobre as técnicas utilizadas que poderá ser baixado gratuitamente. (RB)
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                                                                                         Fonte: radiovaticana.va

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Está chegando a nova edição do

Informativo Paroquial Anunciai!
No final das missas deste sábado (29) e do domingo (30) você receberá a 112ª edição do informativo paroquial Anunciai!.
Matérias principais: Setembro - Mês da BíbliaA Palavra alimenta e ilumina nossa vida - Mobilização bíblica, dez passosPalavra do PárocoOlhos fixos em JesusFatos em fotosEventos paroquiais; Merece DestaquePadre Vanir: fidelidade a Cristo, à Igreja e ao SacerdócioEntrevista: Diácono Tales Tadeu Ananias; Paraisópolis terá mais um filho padre: Diácono Benedito Claret Pereira Dias; Paróquia São José: Horários fixos de missas e outros eventos Programação da Comunidade Betel.
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Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da CNBB emite

posicionamento sobre crise política e drogas

Os bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunidos em Brasília entre os dias 25 e 26 de agosto se posicionaram, através de um comunicado oficial, sobre a crise que vem atingindo o Brasil e também sobre a descriminalização do uso de drogas.
Em relação ao primeiro tema, intitulada “Nota da CNBB a favor do Brasil”, os bispos afirmam que a a população brasileira acompanha, apreensiva, a grave crise que atinge o país, procurando conhecer suas origens, resistir às suas consequências e, sobretudo, vislumbrar as soluções.
Dom Leonardo Steiner, Dom Sérgio da Rocha e Dom Murilo Krieger
“A realidade é dura e traz de volta situações que, por algum tempo, haviam diminuído significativamente como o desemprego, a inflação e a pobreza. Pagamos um alto preço pela falta de vontade política de fazer as reformas urgentes e necessárias, capazes de colocar o Brasil na rota do desenvolvimento com justiça social quais sejam as reformas política, tributária, agrária, urbana, previdenciária e do judiciário. O gasto com a dívida pública, o ajuste fiscal e outras medidas para retomada do crescimento colocam a saúde pública na UTI, comprometem a qualidade da educação, inviabilizam a segurança pública e inibem importantes conquistas sociais”, escrevem.
A CNBB entende que a corrupção que atinge a política, as relações empresariais e todos os setores da sociedade, surgem como um problema a ser enfrentado e que não pode ser tolerado.
“É urgente resgatar a credibilidade da atividade política em que seja fortalecida a cultura inclusiva e democrática, pois um ‘método que não dá liberdade às pessoas para assumir responsavelmente sua tarefa de construção da sociedade é uma chantagem’, e ‘nenhum político pode cumprir o seu papel, seu trabalho, se se encontra chantageado por atitudes de corrupção’ (Papa Francisco aos representantes da sociedade civil, no Paraguai, 11 de julho de 2015). A chantagem “é sempre corrupção”. Lamentavelmente, o cenário político brasileiro não está isento desta condenável prática”, afirmaram.
Em relação à descriminalização do uso de drogas, a Igreja no Brasil declara-se contrária a tal procedimento, ressaltando que “a dependência química representa um dos grandes problemas de saúde pública e de segurança no Brasil”.
“O uso indevido de drogas interfere gravemente na estrutura familiar e social. Está entre as causas de inúmeras doenças, de invalidez física e mental, de afastamento da vida social. A dependência que atinge, especialmente, os adolescentes e os jovens, é fator gerador da violência social, provoca no usuário alteração de consciência e de comportamento. O consumo e o tráfico de drogas são apontados como causa da maioria dos atentados contra a vida”, trouxe a carta.
Os Bispos são claros ao afirmarem que o caminho mais exigente e eficaz, a longo prazo, é a intensificação de campanhas de prevenção e combate ao uso das drogas, acompanhado de políticas públicas nos campos da educação, do emprego, da cultura, do esporte e do lazer para a juventude e a família. O Estado seja mais eficaz nas ações de combate ao tráfico de drogas.
“A liberação do consumo de drogas facilitará a circulação dos entorpecentes. Haverá mais produtos à disposição, legalizando uma cadeia de tráfico e de comércio, sem estrutura jurídica para controlá-la. O artigo 28 da Lei 11.343, ao tratar do tema, não prevê reclusão, mas a penalização com adoção de medidas de reinserção social. Constata-se que o encarceramento em massa não tem sido eficaz. É preciso desenvolver a prática da justiça restaurativa. Isso não significa menor rigor para aqueles que lucram com as drogas”, afirmaram.
Clique e confira a íntegra das notas:
A favor do Brasil            Descriminalização do uso de drogas
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                                                                             Fonte: arquidiocese-pa.org.br

Mais de 3 milhões de fiéis

 nas 100 Audiências Gerais

Os ensinamentos de Francisco são acolhidos com muito carinho
Cidade do Vaticano (RV) – A Prefeitura da Casa Pontifícia revelou esta quarta-feira os números das Audiências Gerais do Pontificado do Papa Francisco. Incluída a desta quarta-feira, a 100ª, participaram, 3.147.600 fieis.
No particular foram 1.548.500 os presentes nas 30 audiências em 2013; 1.199.000 nas 43 audiências de 2014 e 1.400.100 nas 27 audiências realizadas em 2015. Na Audiência desta quarta-feira estavam presentes mais de dez mil fieis.
Os números referem-se somente às pessoas presentes nas Audiências com os bilhetes de acesso, retirados precedentemente, o que revela que o número total seja maior. (JE)
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