A Sala de Imprensa da Santa Sé comunicou que o Papa Francisco foi ao átrio da Sala Paulo VI na manhã desta sexta-feira (2) para encontrar alguns sem teto e pessoas em dificuldades enquanto eram realizadas vacinações.
Vatican News - Segundo o comunicado da Sala de Imprensa, “nesta manhã, Sexta-feira Santa, pouco antes das 10h o Papa Francisco dirigiu-se ao átrio da Sala Paulo VI, enquanto eram vacinados alguns sem-teto e pessoas em dificuldade, acolhidos e acompanhados por algumas associações romanas.
O Papa saudou os médicos e enfermeiras, acompanhou o procedimento de preparação das doses de vacina e falou com as pessoas que aguardavam na fila a vacinação. Até o momento, das 1.200 pessoas carentes que receberão a vacina cerca de 800 já receberam a primeira dose nesta semana.
Sexta-feira Santa é o dia do silêncio e da adoração, dia no qual se medita com a Via-Sacra a Paixão de Cristo e se percorre com Jesus o caminho da dor que leva à sua morte, uma morte que, sabemos, não é para sempre.
Hoje as igrejas estão silenciosas. Não se celebra a Eucaristia, porque todo espaço é dedicado à Paixão e à morte de Jesus. Ajoelhamo-nos, para simbolizar a humilhação do homem terreno e a coparticipação ao sofrimento do Senhor. Porém, não é um dia de luto, mas um dia de contemplação do amor de Deus que chega para sacrificar o próprio Filho, verdadeiro Cordeiro pascal, para a salvação da humanidade.
Na Sexta-feira Santa somos convidados a adorar a Cruz para o dom da salvação que conseguimos através da sua vinda. Depois da ascese quaresmal o cristão está preparado para não fugir do sofrimento.
Nesta Quinta-feira-Santa, foi celebrada às 19h, na Matriz de São José, a Missa da Ceia do Senhor. Presidiu a Eucaristia o vigário paroquial, Pe. Inácio Pires. Concelebraram o pároco, Pe. Leandro Carvalho, e o pároco emérito, Côn. Braz Tenório Rocha.
A celebração não apenas fez memória, mas também atualizou a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio da Nova Aliança e nos trouxe os ensinamentos de Jesus sobre o serviço cristão a partir do seu gesto de lavar os pés uns dos outros, demonstração concreta do Mandamento Novo do Amor.
No final da missa, houve um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento, que, em seguida, foi transladado para a capela lateral.
O altar foi desnudado, indicando o recolhimento, a oração e interioridade que devem marcar nossas atitudes até as alegrias da Solene Vigília Pascal na noite do Sábado Santo.
Padre Paulo César preside a Eucaristia na Novena de São José de 2019 Última celebração do Sacerdote na Paróquia São José
Quinta-feira
Santa, “Celebração Profética da Páscoa”, dia de rememorar e atualizar presentes
de infinito valor dados por Jesus à humanidade.
Neste dia, tão querido por todos os que creem no amor de Deus, o Senhor
da vida quis também receber um maravilhoso presente, que há aproximadamente sessenta
e dois anos ofertara a seus filhos e filhas na terra. Deus quis ter em seus
braços o querido Pe. Paulo César Barros.
No dia da
instituição do Sacerdócio da Nova Aliança, Deus chamou para junto d’Ele o
sacerdote que consagrou toda sua vida ao serviço de seu Reino na terra. No dia
da instituição da Eucaristia, Deus entrou em profunda comunhão com seu filho
padre, que tantas e tantas vezes o recebera no Santíssimo Sacramento e, que,
pelo poder que lhe fora conferido pelo próprio Cristo, transubstanciara
inúmeras vezes as espécies do pão e do vinho no Corpo e Sangue do Salvador e distribuíra
a Sagrada Eucaristia a seus irmãos. No dia em que o Cristo se abaixou diante de
cada um de nós e lavou os nossos pés, ensinando-nos que, ao servir o próximo,
nos elevamos à verdadeira dignidade de filhas e filhos amados de Deus, o Senhor
elevou até junto do seu coração o sacerdote que durante toda sua vida lavara os
pés de seus irmãos e suas irmãs. No dia em que o Filho de Deus nos deu o
Mandamento do Amor, que destrói o egoísmo e a divisão, Deus recebeu no seu abraço
de Pai o filho padre que soube amar incondicionalmente todas as pessoas com
quem convivera.
Nesta Quinta-feira
Santa, o Senhor quis recompensar com seu infinito amor o seu sacerdote, que,
mesmo possuidor de um invejável currículo acadêmico e profissional, pelos votos
de pobreza, castidade e obediência, se fez pobre de riquezas, prazeres e
projetos terrenos e seguiu fielmente os passos de seu Senhor e Mestre. Nesta
Quinta-feira Santa, Deus veio ao encontro do seu filho querido, Padre Paulo César
Barros, e carinhosamente o levou para o aconchego de seu amoroso coração no
céu.
Querido Padre Paulo,
receba nossa humilde e fraterna homenagem e, junto da Santíssima Trindade,
interceda pelos seus familiares, por seus irmãos jesuítas, por todos nós, pela
nossa paróquia, pela Igreja e pelo mundo todo!
Filiação: Jayme
de Barros Faria e Maria Aparecida Silva Barros
Data de nascimento: 25 de novembro de 1958
Estudos anteriores à consagração religiosa: 1ª a 4ª
série do Ensino Fundamental: Grupo Escolar Bueno de Paiva; 5ª a 8ª série do
Ensino Fundamental e Ensino Médio: Escola Estadual Antônio Eufrásio de Toledo,
Colégio Santa Ângela, Paraisópolis, e Colégio XIX de Março, Itajubá; Engenharia
Elétrica: Escola Federal de Engenharia de Itajubá
Ordenação Presbiteral: 8 de julho de 1995 na Matriz
São José, Paraisópolis
Bispo Ordenante: Dom João Bergese, 2º Arcebispo de Pouso Alegre
Fonte: O Paraíso
de José: 160 anos da Paróquia São José - Editora Santuário - 2010
Veja um breve currículo acadêmico e profissional do Sacerdote na nota da FAJE - BH
A Faculdade Jesuíta comunica com pesar a morte do Pe. Paulo Cesar Barros SJ, ocorrida na tarde desta quinta-feira, dia 1 de abril de 2021. Durante 20 anos o Pe. Paulo Cesar foi professor na Faculdade Jesuíta, assumindo as disciplinas de Eclesiologia e Patrologia, acompanhando alunos na graduação e na pós-graduação, e desde 2018 era diretor da Biblioteca Padre Vaz. Fez sua graduação em Filosofia e Teologia também na FAJE, e mestrado e doutorado em Teologia Dogmática na Pontificia Università Gregoriana, em Roma. Em todo esse tempo atuava também na pastoral na Paróquia São Francisco Xavier. Pe. Paulo César era natural de Paraisópolis (MG) e tinha 62 anos, tendo ingressado na Companhia de Jesus em 1985 e sido ordenado padre em julho de 1995.
A comunidade acadêmica da FAJE manifesta seu profundo pesar, já com saudades da presença do Pe. Paulo César entre nós, e expressa solidariedade aos familiares e a toda a Província Jesuíta do Brasil, bem como a seus companheiros jesuítas da Comunidade Pedro Fabro, na qual se encontrava nos últimos meses. Na fé e na esperança da ressurreição, vividas especialmente neste tríduo pascal, depositamos nosso olhar na Luz do Senhor, que acolhe nosso irmão agora, no encontro definitivo.
Abraçar a cruz "com Jesus e como Ele, nos permite
discernir e repelir o veneno do escândalo com que o demônio procurará
envenenar-nos quando chegar inesperadamente uma cruz na nossa vida", disse
Francisco aos sacerdotes durante a Missa do Crisma, nesta Quinta-feira Santa.
Vatican News - O Papa Francisco presidiu a Missa do Crisma,
com os sacerdotes de Roma, na Basílica de São Pedro, na manhã desta
Quinta-feira Santa (01/04).
"No Evangelho, vemos uma mudança de sentimentos nas
pessoas que escutavam o Senhor. É uma mudança dramática que nos mostra quão
ligadas estão a perseguição e a cruz ao anúncio do Evangelho. Uma frase que
alguém murmurou em voz baixa tornou-se insidiosamente «viral»: «Não é este o
filho de José?»", disse o Pontífice em sua homilia.
Segundo o Papa, "trata-se de uma daquelas frases
ambíguas que se dizem por dizer. Uma pessoa pode usá-la para exprimir alegria:
«Que maravilha ver alguém de origens tão humildes falar com esta autoridade!»
Mas outra pode usá-la com desdém: «E isto, donde lhe veio? Que pensa ser?» Se
notarmos bem, o caso repete-se quando os Apóstolos, no dia de Pentecostes,
cheios do Espírito Santo, começam a pregar o Evangelho. Alguém disse: «Esses
que estão a falar, não são todos galileus?» E enquanto alguns acolheram a
Palavra, outros os consideraram bêbados. Formalmente, parecia que se deixava em
aberto uma escolha; mas, se considerarmos os frutos, naquele contexto concreto
tais palavras continham um germe de violência que se desencadeou contra
Jesus".
Como sempre faz, o Senhor não dialoga com o espírito
maligno; responde apenas com a Sagrada Escritura. Nem mesmo os profetas Elias e
Eliseu foram aceitos pelos seus compatriotas, mas foram-no por uma viúva
fenícia e um sírio leproso: dois estrangeiros, duas pessoas doutra religião. Os
fatos são contundentes e provocam o efeito que profetizara aquele idoso
carismático, o Simeão: Jesus seria «sinal de contradição».
A luz suave da Palavra gera clareza nos corações
bem-dispostos
"A palavra de Jesus tem o poder de trazer à luz aquilo
que uma pessoa guarda no coração, sendo habitualmente uma mistura de coisas
como o joio e o trigo. E isto provoca luta espiritual", sublinhou
Francisco.
"A rapidez com que se desencadeou a fúria e a
brutalidade do encarniçamento, capaz de matar o Senhor naquele preciso momento,
nos mostra que é sempre a hora", disse o Papa aos sacerdotes, ressaltando
que "andam juntas a hora do anúncio jubiloso e a hora da perseguição e da
cruz". "A proclamação do Evangelho está sempre ligada ao abraço duma
cruz concreta. A luz suave da Palavra gera clareza nos corações bem-dispostos,
e confusão e rejeição naqueles que o não estão. Vemos isto constantemente no
Evangelho", frisou o Papa.
A cruz não depende das circunstâncias
"Ora, a fim de «tirar algum proveito» para a nossa vida
sacerdotal, que reflexão poderemos fazer ao contemplar esta presença precoce da
cruz (da incompreensão, da rejeição, da perseguição) no início e no meio da
pregação evangélica? Vêm-me à mente duas reflexões", disse ainda
Francisco.
"A primeira: não nos deve maravilhar a constatação de
estar presente a cruz na vida do Senhor no início de seu ministério, pois
estava já antes do seu nascimento: já está presente no primeiro turbamento de
Maria ao ouvir o anúncio do Anjo; está presente nas insônias de José,
sentindo-se obrigado a abandonar a sua esposa prometida; está presente na
perseguição de Herodes e nas agruras sofridas pela Sagrada Família, iguais às
de tantas famílias que têm de exilar-se da sua pátria."
Esta realidade nos abre ao mistério da cruz experimentada
antes. Faz-nos compreender que a cruz não é um fato indutivo, ocasional
produzido por uma conjuntura na vida do Senhor. É verdade que todos os
crucificadores da história fazem aparecer a cruz como um dano colateral, mas
não é assim: a cruz não depende das circunstâncias.
Triunfo de Deus
"Por que o Senhor abraçou a cruz em toda a sua
integridade? Por que Jesus abraçou a paixão inteira: abraçou a traição e o
abandono dos seus amigos já desde a Última Ceia, aceitou a prisão ilegal, o
julgamento sumário, a sentença desproporcionada, a malvadez sem motivo das
bofetadas e cuspidelas? perguntou o Papa. "Se as circunstâncias
determinassem o poder salvífico da cruz, o Senhor não teria abraçado tudo. Mas
quando chegou a sua hora, abraçou a cruz inteira. Porque a cruz não tolera
ambiguidade; com a cruz, não se regateia!", disse ele.
Asegunda reflexão do Papa diz o seguinte: "É
verdade que há algo na cruz que é parte integrante da nossa condição humana,
com os seus limites e fragilidades. Mas é verdade também que, daquilo que
acontece na cruz, há algo que não é inerente à nossa fragilidade, mas é a
mordida da serpente que, vendo o Crucificado indefeso, morde-O e tenta
envenenar e desacreditar toda a sua obra. Mordida, que procura escandalizar,
está é uma época de escândalo! Mordida que procura imobilizar e tornar estéril
e insignificante todo o serviço e sacrifício de amor pelos outros. É o veneno
do maligno que continua a insistir: salva-te a ti mesmo. Nesta mordida, cruel e
dolorosa, que pretende ser mortal, aparece finalmente o triunfo de Deus."
Cristo vence o mal e nos liberta do maligno
"Peçamos ao Senhor a graça de tirar proveito destes
ensinamentos: é verdade que, no anúncio do Evangelho, há cruz; mas é uma cruz
que salva. Pacificada com o Sangue de Jesus, é uma cruz com a força da vitória
de Cristo que vence o mal e nos liberta do maligno. Abraçá-la com Jesus e como
Ele, nos permite discernir e repelir o veneno do escândalo com que o demônio
procurará envenenar-nos quando chegar inesperadamente uma cruz na nossa
vida", frisou o Pontífice.
"Nós, porém, não somos daqueles que cedem, é o conselho
que ele nos dá: Não nos escandalizamos, porque Jesus não Se escandalizou ao ver
que o seu jubiloso anúncio de salvação aos pobres não ressoava puro, mas no
meio dos gritos e ameaças de quem não queria ouvir a sua Palavra ou queriam
reduzi-las a legalismos, moralismos, clericalismos e essas coisas", disse
ainda o Santo Padre.
A graça do Senhor segundo à sua maneira divina
O Papa concluiu sua homilia, partilhando uma lembrança de
momento muito escuro de sua vida. Eu pedia ao Senhor a graça de me libertar
daquela situação dura e difícil. Uma vez, fui pregar o Retiro a algumas
religiosas, que, no último dia – como era costume então –, se confessaram. Veio
uma irmã muito idosa, com olhos límpidos, mesmo luminosos. Era uma mulher de
Deus. No fim, senti vontade de lhe pedir que rezasse por mim, dizendo-lhe:
«Irmã, como penitência reze por mim, porque preciso duma graça. Peça ao Senhor.
Se for a Irmã a pedi-la, com certeza o Senhor me la dará». Ela parou um pouco,
como se estivesse rezando, me olhou e depois me disse: «Certamente o Senhor lhe
concederá a graça, mas não se engane: ele a dará segundo o seu modo divino».
Isto fez-me muito bem: ouvir que o Senhor nos dá sempre o que lhe pedimos, mas
o faz à sua maneira divina. Esta maneira envolve a cruz. Não por masoquismo,
mas por amor, por amor até o fim".
A Comissão
Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
(CNBB) disponibilizou roteiros para as celebrações em família do Tríduo Pascal:
Quinta-feira Santa, Sexta-feira da Paixão, Sábado Santo e Domingo de Páscoa. As
famílias poderão realizar suas celebrações da Palavra em casa, especialmente
neste contexto de pandemia.
“Novamente
esta Semana Maior, a Semana Santa, será celebrada no contexto da pandemia da
COVID – 19, que desde o ano passado nos obrigou a elaborar e adotar normas e
práticas de segurança sanitárias que buscassem garantir a defesa e a
conservação da vida de nossos fiéis, pelo cuidado com a não disseminação do
vírus em nossas celebrações litúrgicas. […] convidamos aos fiéis a cultivar
momentos de oração em família ou pessoalmente a partir de subsídios propostos
pelas próprias dioceses e paróquias. Nossa Comissão, desde o ano passado, vem
oferecendo semanalmente e oferecerá também para as celebrações da Semana
Santa o subsídio ‘Celebrar em Família’”, reforça a Comissão para a Liturgia.
Nesse dia, a
Igreja dará início ao Tríduo Pascal, no qual se celebra o mistério da Paixão,
Morte e Ressurreição do Senhor, mistério central da nossa fé e centro do Ano
Litúrgico. No primeiro dia do Tríduo celebramos a instituição da Eucaristia e
do Sacerdócio, e o mandamento do amor, com o gesto de lava-pés. A Comissão para
a Liturgia da CNBB sugere no Roteiro Celebrar em Família, onde for possível,
colocar em algum lugar externo da casa (porta, janela ou varanda), de forma bem
visível, um jarro com bacia e toalha, um ícone eucarístico ou outro ícone
relacionado ao que é celebrado.
A celebração
para a Sexta-feira Santa é para ser realizada a partir das 15h de sexta-feira,
dia 2 de abril. Neste dia, a Igreja nunca celebra a Eucaristia, mas adora
a Santa Cruz, celebrando a sua origem do lado de Cristo que nela morre e nesse
trono real dá a salvação à humanidade. Nas casas, as famílias voltam seu olhar
para aquele que foi crucificado por nós. O rosto de Jesus, contemplado na cruz,
é um rosto desfigurado porque está carregado do pecado do homem, mas é ao mesmo
tempo um rosto transfigurado, porque os seus olhos permanecem fixos no Pai, em
cujas mãos se abandona.
Para a
celebração, o roteiro indica que seja colocada em algum lugar externo da
casa (porta, janela ou varanda), bem visível, uma cruz com pano vermelho.
Dia de
recolhimento, no Sábado Santo, a Igreja permanece junto do Sepulcro do Senhor,
meditando a sua paixão e morte, a sua descida à mansão dos mortos (1Pd 3,19),
esperando na oração e no jejum a sua ressurreição’ (Paschalis Sollemnitatis, n.
73). Ajudarão a bem viver esse dia, de acordo com a Comissão para a Liturgia da
CNBB: a oração do Ofício Divino, uma Celebração da Palavra em família (conforme
subsídio “Igreja em Oração” – Abril 2021, pág 44) ou outra oração da piedade
popular como, por exemplo, a meditação das Sete Dores de Nossa Senhora ou a
Via-sacra.
“Hoje, no
Sábado Santo – o grande Sábado, como foi chamado pelos Padres da Igreja –, não
há nenhuma celebração eucarística. Somente as horas do Ofício Divino são
rezadas, e são celebradas a capella, isto é, sem qualquer acompanhamento
instrumental”, orienta o subsídio Celebrar em Família. O momento do Ofício
Divino na manhã de sábado é realizado num local despojado de flores, toalha,
velas, cruz, etc.
Na grande
celebração da ressurreição de Jesus, o Roteiro Celebrar em Família sugere que,
onde for possível, colocar em algum lugar externo da casa (porta, janela ou
varanda), bem visível, uma linda toalha branca e um vaso de flores. Também
indica que seja preparado um pequeno recipiente de vidro com água e um raminho
para a aspersão da família; uma vela maior enfeitada com uma cruz e inscrito o
ano de 2021. A sugestão é que a celebração aconteça antes do almoço ou do
jantar e assim seja preparar uma toalha festiva para a mesa e um prato
saboroso.
Neste dia, no
entardecer, acaba a quaresma e começa o Tríduo Pascal, a preparação para a
grande celebração da Páscoa, a vitória de Jesus Cristo sobre a morte, o pecado,
o sofrimento e o inferno.
O Papa Francisco, em 2020, assim nos ajudou a refletir este dia:
"Eucaristia,
serviço, missão. A realidade que vivemos hoje nesta celebração, o Senhor que
quer permanecer conosco na Eucaristia, e nós nos convertemos sempre em sacrário
do Senhor. Levamos o Senhor conosco até o ponto de que Ele mesmo nos diz que se
não comemos seu Corpo e não bebemos seu Sangue não entraremos no Reino dos
Céus.
Este é o mistério do Pão e do Vinho. O Senhor conosco, em nós, dentro de nós.
Serviço. Aquele gesto que é condição para entrar no Reino dos Céus. Servir,
sim, todos.
Agradeço a Deus pela graça do sacerdócio. Todos nós. Agradeço a Deus por vocês
sacerdotes. Jesus ama vocês. Ele só quer que vocês deixem que Ele lave os seus
pés."