sexta-feira, 2 de abril de 2021

Papa encontra pessoas carentes

que recebem vacina no Vaticano

A Sala de Imprensa da Santa Sé comunicou que o Papa Francisco foi ao átrio da Sala Paulo VI na manhã desta sexta-feira (2) para encontrar alguns sem teto e pessoas em dificuldades enquanto eram realizadas vacinações.

Vatican NewsSegundo o comunicado da Sala de Imprensa, “nesta manhã, Sexta-feira Santa, pouco antes das 10h o Papa Francisco dirigiu-se ao átrio da Sala Paulo VI, enquanto eram vacinados alguns sem-teto e pessoas em dificuldade, acolhidos e acompanhados por algumas associações romanas.

O Papa saudou os médicos e enfermeiras, acompanhou o procedimento de preparação das doses de vacina e falou com as pessoas que aguardavam na fila a vacinação. Até o momento, das 1.200 pessoas carentes que receberão a vacina cerca de 800 já receberam a primeira dose nesta semana.

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                                                                                                                        Fonte: vaticannews.va

Breve reflexão para esta

Sexta-feira Santa é o dia do silêncio e da adoração, dia no qual se medita com a Via-Sacra a Paixão de Cristo e se percorre com Jesus o caminho da dor que leva à sua morte, uma morte que, sabemos, não é para sempre.

Hoje as igrejas estão silenciosas. Não se celebra a Eucaristia, porque todo espaço é dedicado à Paixão e à morte de Jesus. Ajoelhamo-nos, para simbolizar a humilhação do homem terreno e a coparticipação ao sofrimento do Senhor. Porém, não é um dia de luto, mas um dia de contemplação do amor de Deus que chega para sacrificar o próprio Filho, verdadeiro Cordeiro pascal, para a salvação da humanidade.

Na Sexta-feira Santa somos convidados a adorar a Cruz para o dom da salvação que conseguimos através da sua vinda. Depois da ascese quaresmal o cristão está preparado para não fugir do sofrimento.

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                                                                                   Fonte: facebook.com/arquidiocesepousoalegre

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Iniciou-se solenemente o Tríduo Pascal

com a Missa da Ceia do Senhor

Nesta Quinta-feira-Santa, foi celebrada às 19h, na Matriz de São José, a Missa da Ceia do Senhor. Presidiu a Eucaristia o vigário paroquial, Pe. Inácio Pires. Concelebraram o pároco, Pe. Leandro Carvalho, e o pároco emérito, Côn. Braz Tenório Rocha.

A celebração não apenas fez memória, mas também atualizou a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio da Nova Aliança e nos trouxe os ensinamentos de Jesus sobre o serviço cristão a partir do seu gesto de lavar os pés uns dos outros, demonstração concreta do Mandamento Novo do Amor.

No final da missa, houve um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento, que, em seguida, foi transladado para a capela lateral.

O altar foi desnudado, indicando o recolhimento, a oração e interioridade que devem marcar nossas atitudes até as alegrias da Solene Vigília Pascal na noite do Sábado Santo.

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Momentos

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                                                                                        Fotos enviadas pelo Pe. Leandro Carvalho

Deus chama para os seus braços

 o Padre Paulo César Barros, SJ

Padre Paulo César preside a Eucaristia na Novena de São José de 2019
Última celebração do Sacerdote na Paróquia São José

Quinta-feira Santa, “Celebração Profética da Páscoa”, dia de rememorar e atualizar presentes de infinito valor dados por Jesus à humanidade.  Neste dia, tão querido por todos os que creem no amor de Deus, o Senhor da vida quis também receber um maravilhoso presente, que há aproximadamente sessenta e dois anos ofertara a seus filhos e filhas na terra. Deus quis ter em seus braços o querido Pe. Paulo César Barros.

No dia da instituição do Sacerdócio da Nova Aliança, Deus chamou para junto d’Ele o sacerdote que consagrou toda sua vida ao serviço de seu Reino na terra. No dia da instituição da Eucaristia, Deus entrou em profunda comunhão com seu filho padre, que tantas e tantas vezes o recebera no Santíssimo Sacramento e, que, pelo poder que lhe fora conferido pelo próprio Cristo, transubstanciara inúmeras vezes as espécies do pão e do vinho no Corpo e Sangue do Salvador e distribuíra a Sagrada Eucaristia a seus irmãos. No dia em que o Cristo se abaixou diante de cada um de nós e lavou os nossos pés, ensinando-nos que, ao servir o próximo, nos elevamos à verdadeira dignidade de filhas e filhos amados de Deus, o Senhor elevou até junto do seu coração o sacerdote que durante toda sua vida lavara os pés de seus irmãos e suas irmãs. No dia em que o Filho de Deus nos deu o Mandamento do Amor, que destrói o egoísmo e a divisão, Deus recebeu no seu abraço de Pai o filho padre que soube amar incondicionalmente todas as pessoas com quem convivera.

Nesta Quinta-feira Santa, o Senhor quis recompensar com seu infinito amor o seu sacerdote, que, mesmo possuidor de um invejável currículo acadêmico e profissional, pelos votos de pobreza, castidade e obediência, se fez pobre de riquezas, prazeres e projetos terrenos e seguiu fielmente os passos de seu Senhor e Mestre. Nesta Quinta-feira Santa, Deus veio ao encontro do seu filho querido, Padre Paulo César Barros, e carinhosamente o levou para o aconchego de seu amoroso coração no céu.

Querido Padre Paulo, receba nossa humilde e fraterna homenagem e, junto da Santíssima Trindade, interceda pelos seus familiares, por seus irmãos jesuítas, por todos nós, pela nossa paróquia, pela Igreja e pelo mundo todo!

Luiz Gonzaga da Rosa

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Dados biográficos:

Filiação: Jayme de Barros Faria e Maria Aparecida Silva Barros

Data de nascimento: 25 de novembro de 1958

                                               Estudos anteriores à consagração religiosa: 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental: Grupo Escolar Bueno de Paiva; 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental e Ensino Médio: Escola Estadual Antônio Eufrásio de Toledo, Colégio Santa Ângela, Paraisópolis, e Colégio XIX de Março, Itajubá; Engenharia Elétrica: Escola Federal de Engenharia de Itajubá

Ordenação Presbiteral: 8 de julho de 1995 na Matriz São José, Paraisópolis

Bispo Ordenante: Dom João Bergese, 2º Arcebispo de Pouso Alegre

Fonte: O Paraíso de José: 160 anos da Paróquia São José - Editora Santuário - 2010

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Veja um breve currículo acadêmico e profissional do Sacerdote na nota da FAJE - BH


A Faculdade Jesuíta comunica com pesar a morte do Pe. Paulo Cesar Barros SJ, ocorrida na tarde desta quinta-feira, dia 1 de abril de 2021. Durante 20 anos o Pe. Paulo Cesar foi professor na Faculdade Jesuíta, assumindo as disciplinas de Eclesiologia e Patrologia, acompanhando alunos na graduação e na pós-graduação, e desde 2018 era diretor da Biblioteca Padre Vaz. Fez sua graduação em Filosofia e Teologia também na FAJE, e mestrado e doutorado em Teologia Dogmática na Pontificia Università Gregoriana, em Roma. Em todo esse tempo atuava também na pastoral na Paróquia São Francisco Xavier. Pe. Paulo César era natural de Paraisópolis (MG) e tinha 62 anos, tendo ingressado na Companhia de Jesus em 1985 e sido ordenado padre em julho de 1995.

A comunidade acadêmica da FAJE manifesta seu profundo pesar, já com saudades da presença do Pe. Paulo César entre nós, e expressa solidariedade aos familiares e a toda a Província Jesuíta do Brasil, bem como a seus companheiros jesuítas da Comunidade Pedro Fabro, na qual se encontrava nos últimos meses. Na fé e na esperança da ressurreição, vividas especialmente neste tríduo pascal, depositamos nosso olhar na Luz do Senhor, que acolhe nosso irmão agora, no encontro definitivo.

Fonte: Site da FAJE - BH

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Papa Francisco na Missa do Crisma:

a força da vitória de Cristo
vence o mal e nos liberta do maligno

Abraçar a cruz "com Jesus e como Ele, nos permite discernir e repelir o veneno do escândalo com que o demônio procurará envenenar-nos quando chegar inesperadamente uma cruz na nossa vida", disse Francisco aos sacerdotes durante a Missa do Crisma, nesta Quinta-feira Santa.

Vatican News - O Papa Francisco presidiu a Missa do Crisma, com os sacerdotes de Roma, na Basílica de São Pedro, na manhã desta Quinta-feira Santa (01/04).

"No Evangelho, vemos uma mudança de sentimentos nas pessoas que escutavam o Senhor. É uma mudança dramática que nos mostra quão ligadas estão a perseguição e a cruz ao anúncio do Evangelho. Uma frase que alguém murmurou em voz baixa tornou-se insidiosamente «viral»: «Não é este o filho de José?»", disse o Pontífice em sua homilia.

Segundo o Papa, "trata-se de uma daquelas frases ambíguas que se dizem por dizer. Uma pessoa pode usá-la para exprimir alegria: «Que maravilha ver alguém de origens tão humildes falar com esta autoridade!» Mas outra pode usá-la com desdém: «E isto, donde lhe veio? Que pensa ser?» Se notarmos bem, o caso repete-se quando os Apóstolos, no dia de Pentecostes, cheios do Espírito Santo, começam a pregar o Evangelho. Alguém disse: «Esses que estão a falar, não são todos galileus?» E enquanto alguns acolheram a Palavra, outros os consideraram bêbados. Formalmente, parecia que se deixava em aberto uma escolha; mas, se considerarmos os frutos, naquele contexto concreto tais palavras continham um germe de violência que se desencadeou contra Jesus".

Como sempre faz, o Senhor não dialoga com o espírito maligno; responde apenas com a Sagrada Escritura. Nem mesmo os profetas Elias e Eliseu foram aceitos pelos seus compatriotas, mas foram-no por uma viúva fenícia e um sírio leproso: dois estrangeiros, duas pessoas doutra religião. Os fatos são contundentes e provocam o efeito que profetizara aquele idoso carismático, o Simeão: Jesus seria «sinal de contradição».

A luz suave da Palavra gera clareza nos corações bem-dispostos

"A palavra de Jesus tem o poder de trazer à luz aquilo que uma pessoa guarda no coração, sendo habitualmente uma mistura de coisas como o joio e o trigo. E isto provoca luta espiritual", sublinhou Francisco.

"A rapidez com que se desencadeou a fúria e a brutalidade do encarniçamento, capaz de matar o Senhor naquele preciso momento, nos mostra que é sempre a hora", disse o Papa aos sacerdotes, ressaltando que "andam juntas a hora do anúncio jubiloso e a hora da perseguição e da cruz". "A proclamação do Evangelho está sempre ligada ao abraço duma cruz concreta. A luz suave da Palavra gera clareza nos corações bem-dispostos, e confusão e rejeição naqueles que o não estão. Vemos isto constantemente no Evangelho", frisou o Papa.

A cruz não depende das circunstâncias

"Ora, a fim de «tirar algum proveito» para a nossa vida sacerdotal, que reflexão poderemos fazer ao contemplar esta presença precoce da cruz (da incompreensão, da rejeição, da perseguição) no início e no meio da pregação evangélica? Vêm-me à mente duas reflexões", disse ainda Francisco.

"A primeira: não nos deve maravilhar a constatação de estar presente a cruz na vida do Senhor no início de seu ministério, pois estava já antes do seu nascimento: já está presente no primeiro turbamento de Maria ao ouvir o anúncio do Anjo; está presente nas insônias de José, sentindo-se obrigado a abandonar a sua esposa prometida; está presente na perseguição de Herodes e nas agruras sofridas pela Sagrada Família, iguais às de tantas famílias que têm de exilar-se da sua pátria."

Esta realidade nos abre ao mistério da cruz experimentada antes. Faz-nos compreender que a cruz não é um fato indutivo, ocasional produzido por uma conjuntura na vida do Senhor. É verdade que todos os crucificadores da história fazem aparecer a cruz como um dano colateral, mas não é assim: a cruz não depende das circunstâncias.

Triunfo de Deus

"Por que o Senhor abraçou a cruz em toda a sua integridade? Por que Jesus abraçou a paixão inteira: abraçou a traição e o abandono dos seus amigos já desde a Última Ceia, aceitou a prisão ilegal, o julgamento sumário, a sentença desproporcionada, a malvadez sem motivo das bofetadas e cuspidelas? perguntou o Papa. "Se as circunstâncias determinassem o poder salvífico da cruz, o Senhor não teria abraçado tudo. Mas quando chegou a sua hora, abraçou a cruz inteira. Porque a cruz não tolera ambiguidade; com a cruz, não se regateia!", disse ele.

A segunda reflexão do Papa diz o seguinte: "É verdade que há algo na cruz que é parte integrante da nossa condição humana, com os seus limites e fragilidades. Mas é verdade também que, daquilo que acontece na cruz, há algo que não é inerente à nossa fragilidade, mas é a mordida da serpente que, vendo o Crucificado indefeso, morde-O e tenta envenenar e desacreditar toda a sua obra. Mordida, que procura escandalizar, está é uma época de escândalo! Mordida que procura imobilizar e tornar estéril e insignificante todo o serviço e sacrifício de amor pelos outros. É o veneno do maligno que continua a insistir: salva-te a ti mesmo. Nesta mordida, cruel e dolorosa, que pretende ser mortal, aparece finalmente o triunfo de Deus."

Cristo vence o mal e nos liberta do maligno

"Peçamos ao Senhor a graça de tirar proveito destes ensinamentos: é verdade que, no anúncio do Evangelho, há cruz; mas é uma cruz que salva. Pacificada com o Sangue de Jesus, é uma cruz com a força da vitória de Cristo que vence o mal e nos liberta do maligno. Abraçá-la com Jesus e como Ele, nos permite discernir e repelir o veneno do escândalo com que o demônio procurará envenenar-nos quando chegar inesperadamente uma cruz na nossa vida", frisou o Pontífice.

"Nós, porém, não somos daqueles que cedem, é o conselho que ele nos dá: Não nos escandalizamos, porque Jesus não Se escandalizou ao ver que o seu jubiloso anúncio de salvação aos pobres não ressoava puro, mas no meio dos gritos e ameaças de quem não queria ouvir a sua Palavra ou queriam reduzi-las a legalismos, moralismos, clericalismos e essas coisas", disse ainda o Santo Padre.

A graça do Senhor segundo à sua maneira divina

O Papa concluiu sua homilia, partilhando uma lembrança de momento muito escuro de sua vida. Eu pedia ao Senhor a graça de me libertar daquela situação dura e difícil. Uma vez, fui pregar o Retiro a algumas religiosas, que, no último dia – como era costume então –, se confessaram. Veio uma irmã muito idosa, com olhos límpidos, mesmo luminosos. Era uma mulher de Deus. No fim, senti vontade de lhe pedir que rezasse por mim, dizendo-lhe: «Irmã, como penitência reze por mim, porque preciso duma graça. Peça ao Senhor. Se for a Irmã a pedi-la, com certeza o Senhor me la dará». Ela parou um pouco, como se estivesse rezando, me olhou e depois me disse: «Certamente o Senhor lhe concederá a graça, mas não se engane: ele a dará segundo o seu modo divino». Isto fez-me muito bem: ouvir que o Senhor nos dá sempre o que lhe pedimos, mas o faz à sua maneira divina. Esta maneira envolve a cruz. Não por masoquismo, mas por amor, por amor até o fim".

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Assista à missa na íntegra:

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                                                                                                                        Fonte: vaticannews.va

Comissão para a Liturgia disponibiliza roteiros

para celebrar o Tríduo Pascal em Família

A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disponibilizou roteiros para as celebrações em família do Tríduo Pascal: Quinta-feira Santa, Sexta-feira da Paixão, Sábado Santo e Domingo de Páscoa. As famílias poderão realizar suas celebrações da Palavra em casa, especialmente neste contexto de pandemia.

“Novamente esta Semana Maior, a Semana Santa, será celebrada no contexto da pandemia da COVID – 19, que desde o ano passado nos obrigou a elaborar e adotar normas e práticas de segurança sanitárias que buscassem garantir a defesa e a conservação da vida de nossos fiéis, pelo cuidado com a não disseminação do vírus em nossas celebrações litúrgicas. […] convidamos aos fiéis a cultivar momentos de oração em família ou pessoalmente a partir de subsídios propostos pelas próprias dioceses e paróquias. Nossa Comissão, desde o ano passado, vem oferecendo semanalmente e oferecerá também para as celebrações da Semana Santa o subsídio ‘Celebrar em Família’”, reforça a Comissão para a Liturgia.

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Confira os materiais e indicações para cada dia:

Quinta-feira Santa

Nesse dia, a Igreja dará início ao Tríduo Pascal, no qual se celebra o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor, mistério central da nossa fé e centro do Ano Litúrgico. No primeiro dia do Tríduo celebramos a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, e o mandamento do amor, com o gesto de lava-pés. A Comissão para a Liturgia da CNBB sugere no Roteiro Celebrar em Família, onde for possível, colocar em algum lugar externo da casa (porta, janela ou varanda), de forma bem visível, um jarro com bacia e toalha, um ícone eucarístico ou outro ícone relacionado ao que é celebrado.

BAIXE O ROTEIRO CELEBRAR A QUINTA-FEIRA SANTA.

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Sexta-feira Santa

A celebração para a Sexta-feira Santa é para ser realizada a partir das 15h de sexta-feira, dia 2 de abril. Neste dia, a Igreja nunca celebra a Eucaristia, mas adora a Santa Cruz, celebrando a sua origem do lado de Cristo que nela morre e nesse trono real dá a salvação à humanidade. Nas casas, as famílias voltam seu olhar para aquele que foi crucificado por nós. O rosto de Jesus, contemplado na cruz, é um rosto desfigurado porque está carregado do pecado do homem, mas é ao mesmo tempo um rosto transfigurado, porque os seus olhos permanecem fixos no Pai, em cujas mãos se abandona.

Para a celebração, o roteiro indica que seja colocada em algum lugar externo da casa (porta, janela ou varanda), bem visível, uma cruz com pano vermelho.

BAIXE O ROTEIRO CELEBRAR A SEXTA-FEIRA SANTA

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Sábado Santo

Dia de recolhimento, no Sábado Santo, a Igreja permanece junto do Sepulcro do Senhor, meditando a sua paixão e morte, a sua descida à mansão dos mortos (1Pd 3,19), esperando na oração e no jejum a sua ressurreição’ (Paschalis Sollemnitatis, n. 73). Ajudarão a bem viver esse dia, de acordo com a Comissão para a Liturgia da CNBB: a oração do Ofício Divino, uma Celebração da Palavra em família (conforme subsídio “Igreja em Oração” – Abril 2021, pág 44) ou outra oração da piedade popular como, por exemplo, a meditação das Sete Dores de Nossa Senhora ou a Via-sacra.

“Hoje, no Sábado Santo – o grande Sábado, como foi chamado pelos Padres da Igreja –, não há nenhuma celebração eucarística. Somente as horas do Ofício Divino são rezadas, e são celebradas a capella, isto é, sem qualquer acompanhamento instrumental”, orienta o subsídio Celebrar em Família. O momento do Ofício Divino na manhã de sábado é realizado num local despojado de flores, toalha, velas, cruz, etc.

BAIXE O ROTEIRO CELEBRAR O OFÍCIO DA MANHÃ

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Domingo da Páscoa

Na grande celebração da ressurreição de Jesus, o Roteiro Celebrar em Família sugere que, onde for possível, colocar em algum lugar externo da casa (porta, janela ou varanda), bem visível, uma linda toalha branca e um vaso de flores. Também indica que seja preparado um pequeno recipiente de vidro com água e um raminho para a aspersão da família; uma vela maior enfeitada com uma cruz e inscrito o ano de 2021. A sugestão é que a celebração aconteça antes do almoço ou do jantar e assim seja preparar uma toalha festiva para a mesa e um prato saboroso.

BAIXE O ROTEIRO CELEBRAR O DOMINGO DE PÁSCOA

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                                                                                                                              Fonte: cnbb.org.br

Breve reflexão para esta

Neste dia, no entardecer, acaba a quaresma e começa o Tríduo Pascal, a preparação para a grande celebração da Páscoa, a vitória de Jesus Cristo sobre a morte, o pecado, o sofrimento e o inferno.

O Papa Francisco, em 2020, assim nos ajudou a refletir este dia:

"Eucaristia, serviço, missão. A realidade que vivemos hoje nesta celebração, o Senhor que quer permanecer conosco na Eucaristia, e nós nos convertemos sempre em sacrário do Senhor. Levamos o Senhor conosco até o ponto de que Ele mesmo nos diz que se não comemos seu Corpo e não bebemos seu Sangue não entraremos no Reino dos Céus.

Este é o mistério do Pão e do Vinho. O Senhor conosco, em nós, dentro de nós. Serviço. Aquele gesto que é condição para entrar no Reino dos Céus. Servir, sim, todos.

Agradeço a Deus pela graça do sacerdócio. Todos nós. Agradeço a Deus por vocês sacerdotes. Jesus ama vocês. Ele só quer que vocês deixem que Ele lave os seus pés."

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                                                                                   Fonte: facebook.com/arquidiocesepousoalegre