sábado, 29 de junho de 2013


Papa na oração do "Angelus":

"A Igreja se fundamenta no martírio, não no poder" 

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco rezou ao meio-dia com os fiéis reunidos na Praça São Pedro a oração do Angelus, por ocasião da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, padroeiros da Igreja e da cidade de Roma.
Na alocução de precedeu a oração mariana, o Papa recordou que esta festa – que no Brasil é celebrada neste domingo, 30 – não é só da Igreja de Roma, mas de toda a Igreja, porque todo o povo de Deus deve aos dois Apóstolos o dom da fé.
Pedro foi o primeiro a confessar que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus. E Paulo propagou este anúncio no mundo greco-romano. A Providência quis que os dois viessem a Roma e derramassem seu sangue pela fé. “Por isso, a Igreja de Roma se tornou imediatamente e de modo espontâneo o ponto de referência para todas as Igrejas espalhadas no mundo. Não pelo poder do Império, mas pela força do martírio, do testemunho oferecido! No fundo, é sempre e somente o amor de Cristo que gera a fé e leva avante a Igreja.”
O Papa acrescentou: “Queridos irmãos, que alegria acreditar num Deus que é completamente amor e graça! Esta é a fé que Pedro e Paulo receberam de Cristo e transmitiram à Igreja. Como eles, deixemo-nos conquistar por Cristo”. 
Por fim, Francisco agradeceu a presença em Roma da delegação do Patriarcado de Constantinopla, e guiou os presentes na oração do Ave-Maria na intenção do Patriarca Bartolomeu I e de sua Igreja. Também pediu orações pelos Arcebispos metropolitanos aos quais entregou momentos antes o pálio, símbolo de comunhão e de unidade.
Depois do Angelus, o Papa saudou os peregrinos que vieram de todo o mundo para festejar seus Arcebispos, entre eles o Arcebispo de Bangui, na República Centro-Africana, Dom Dieudonné Nzapalainga. De modo especial, encorajou o povo centro-africano, duramente provado pelo conflito civil, a caminhar com fé e esperança. 
Neste dia em que é feriado em Roma, concluiu com “uma boa festa e bom almoço a todos”. (BF)
                                                            Fontes: www.news.va       www.radiovaticana.va
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Papa Francisco aos novos arcebispos, inclusive três brasileiros:

Papa e bispos devem crescer em colegialidade


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco presidiu na manhã deste sábado à Santa Missa na Basílica Vaticana, por ocasião da Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo (no Brasil será celebrada neste domingo, 30), padroeiros da Igreja de Roma.
A cerimônia teve início com o rito da imposição do pálio, símbolo de comunhão com o Bispo de Roma, a 34 novos Arcebispos metropolitanos, entre os quais três brasileiros: Dom Antônio Carlos Altieri, da Arquidiocese de Passo Fundo (RS), Dom Sérgio Eduardo Castriani, Arcebispo de Manaus (AM), e Dom Moacir Silva, Arcebispo de Ribeirão Preto (SP).
A presença de Bispos de todo o mundo, disse o Papa em sua homilia, torna esta festa ainda mais jubilosa, pois constitui uma enorme riqueza que faz reviver, de certa forma, o evento de Pentecostes: “Hoje, como então, a fé da Igreja fala em todas as línguas e quer unir os povos numa só família”.
O Pontífice desenvolveu três pensamentos sobre o ministério petrino, guiados pelo verbo “confirmar”. Em
Papa Francisco e Cardeais
primeiro lugar, confirmar na fé. O Evangelho fala da confissão de Pedro: “Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo”, uma confissão que não nasce dele, mas do Pai celeste. É por causa desta confissão que Jesus diz: “Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja”. “O papel, o serviço eclesial de Pedro tem o seu fundamento na confissão de fé em Jesus, o Filho de Deus vivo, tornada possível por uma graça recebida do Alto”, explicou Francisco, que todavia advertiu para o perigo de pensar de forma mundana. 
“Quando deixamos prevalecer os nossos pensamentos, os nossos sentimentos, a lógica do poder humano e não nos deixamos instruir e guiar pela fé, por Deus, tornamo-nos pedra de tropeço. A fé em Cristo é a luz da nossa vida de cristãos e de ministros na Igreja!”
Em segundo lugar, o Bispo de Roma é chamado a confirmar no amor. Na segunda leitura, São Paulo diz: “Combati o bom combate, terminei a corrida, permaneci fiel”. O combate ao qual o Apóstolo se refere não é o das armas humanas, “que infelizmente ainda ensanguenta o mundo”, mas o combate do martírio. 
“São Paulo tem uma única arma: a mensagem de Cristo e o dom de toda a sua vida por Ele e pelos outros. (...) O Bispo de Roma é chamado a viver e confirmar neste amor por Cristo e por todos, sem distinção, limite ou barreira. E não só o Bispo de Roma: todos vocês, novos arcebispos e bispos, têm a mesma tarefa: deixar-se consumar pelo Evangelho. A tarefa de não se poupar, sair de si a serviço do santo povo fiel de Deus.”
Por fim, o Sucessor de Pedro deve confirmar na unidade. Francisco se dirigiu diretamente aos Arcebispos para falar que a presença deles nesta cerimônia é o sinal de que a comunhão da Igreja não significa uniformidade e não só, é preciso reforçar a colegialidade: “Devemos caminhar por esta estrada da sinodalidade, crescer em harmonia com o serviço do primado”. 
Na Igreja, disse o Papa, a variedade sempre se funde na harmonia da unidade, como um grande mosaico onde todos os ladrilhos concorrem para formar o único grande desígnio de Deus. “E isto deve impelir a superar sempre todo o conflito que possa ferir o corpo da Igreja. Unidos nas diferenças. Não há outra estrada católica para nos unir. Este é o espírito católico, este é o espírito cristão: unir-se nas diferenças. Este é o caminho de Jesus!” 
Como é tradição desde 1969, uma delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla participou da celebração – presença que é retribuída por ocasião da Festa de Santo André, em 30 de novembro. (BF)
                                                                    Fontes: www.news.va     www.radiovaticana.va
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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Visita à Aparecida

Capela onde o Papa vai venerar a Imagem de Nossa Senhora

A Capela dos Apóstolos do Santuário Nacional é um espaço reservado localizado atrás da Imagem original de Nossa Senhora Aparecida, que fica exposta no Nicho para visitação dos fiéis. No dia 24 de julho, quando o Papa Francisco chegar ao Santuário, deve dirigir-se à Capela para um momento particular de veneração, antes da Santa Missa que irá presidir.
Capela dos Apóstolos
Para este momento íntimo do Santo Padre, a cúpula da Imagem será virada para o lado interno da Capela dos Apóstolos, revelando a Imagem original encontrada no ano de 1717, nas águas do Rio Paraíba do Sul.
Esta Capela faz parte do projeto original da Basílica. Seu altar foi sagrado pelo papa João Paulo II, durante sua visita ao Santuário Nacional no ano de 1980, e mede 1,05m x 2,60m. Nas paredes da capela estão as fotos dos Apóstolos e uma simbologia singular em seu piso, de autoria do artista sacro Cláudio Pastro.
A Capela dos Apóstolos só foi terminada no ano de 2007, por ocasião da vinda do Santo Padre, o Papa Bento XVI, ao Brasil. Todavia, devido a sua agenda de compromissos, o Papa Bento XVI não visitou o espaço, mas hoje ele serve para acolher pequenos grupos para momentos de oração e a celebração da Eucaristia.
Neste espaço, também é realizada mensalmente a Cerimônia do Manto, uma celebração específica para membros da Campanha dos Devotos, que colaboram com as obras de construção e manutenção do Santuário Nacional.
                                                                                                      Fonte: www.a12.com
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Na Solenidade deste sábado relembraremos dois pilares da Igreja:

Pedro e Paulo

Toda instituição e toda construção deve ter, como fundamento, uma base sólida, dando garantia e estabilidade para sua existência. São Pedro e São Paulo são pilares da Igreja, ambos martirizados em Roma e ali sepultados, um na Basílica de São Pedro, e outro, na de São Paulo fora dos muros.
São Pedro e São Paulo
Pedro representa a instituição Igreja, conforme as palavras de Jesus: “... eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja...” (Mt 16, 18). Paulo representa a missão da Igreja. É só olhar o livro dos Atos dos Apóstolos e encontrar suas viagens missionárias, indo ao encontro das comunidades cristãs. Celebrar a festa desses dois mártires significa revitalizar a Igreja na sua identidade e missão de ser um grande instrumento de construção do Reino de Deus. Sua força não está na aparência, no comodismo e no carreirismo, mas no martírio, no sacrificar-se pelo outro, no assumir a cruz, construindo vidas com dignidade.
O momento é de redescoberta da vocação missionária da Igreja. No mundo do desespero, da insegurança e da violência, ela deve ser sinal de esperança e de vida para o mundo. Sua marca verdadeira tem que ser o testemunho, o engajamento de seus membros, seguindo o exemplo de Pedro e Paulo na doação de vida. Ser Igreja é fazer uma opção de vida e ter um encontro com Aquele que é o autor da vida, Jesus Cristo. É construir esta realidade também no encontro com as pessoas, no exercício da cidadania e na vivência cristã. A Igreja deve ser instrumento desta ação, sendo canal de vida, de fraternidade, de vivência familiar e comunitária.
Paulo diz que combateu o bom combate, realizou sua tarefa numa entrega total aos objetivos da missão, completou a corrida e guardou a fé. Ele fez com que a boa nova do Senhor fosse anunciada com integridade e chegasse aos mais distantes do mundo conhecido de seu tempo. Anúncio que continua hoje na pessoa de quem se coloca ao serviço do Reino de Deus.

                                               Dom Paulo Mendes Peixoto - Arcebispo  de Uberaba (MG)
                                                                                                        Fonte: www.cnbb.org.br
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Homilia do Papa nesta sexta-feira:

Os cristãos devem ser pacientes e irrepreensíveis

Cidade do Vaticano (RV) – Papa Francisco celebrou Missa, na manhã desta sexta-feira, na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, da qual participaram o arcebispo de Ribeirão Preto (SP), que, amanhã, receberá o Pálio sagrado, e os funcionários do Departamento de Saúde e Higiene do Vaticano, guiados pelo seu diretor Patrizio Polisca.
Missa na Capela Santa Marta
Na breve meditação, que costuma fazer aos presentes, o Santo Padre partiu da Liturgia do dia, referindo-se a Abraão e ao leproso, dizendo que “o Senhor procura se envolver na vida do povo e na nossa vida. 
De fato, disse o Papa, a ação do Senhor não tem um protocolo preciso ao entrar em contato conosco. Ele age em modos e momentos diferentes, mas, age sempre:
“O Senhor escolhe sempre o seu modo de entrar na nossa vida. Algumas vezes, ele o faz lentamente, a ponto de quase perdermos a paciência. Não obstante, continuamos a rezar, a rezar... e parece que ele não vem ao nosso encontro. Outras vezes, além de sermos impacientes, somos céticos sobre a sua intervenção. Mas, o Senhor toma tempo e tem tanta paciência!”.
Por isso, o Papa nos pede para que também nós sejamos pacientes e irrepreensíveis diante do Senhor. Ele nos espera sempre, até o fim da nossa vida, se necessário. Ele caminha conosco, embora, muitas vezes, ele não se manifeste e não se mostre a nós. Peçamos-lhe, pois, concluiu o Santo Padre, a graça de caminharmos sempre na sua presença! (MT)
                                                                        Fontes: www.news.va       www.radiovaticana.va
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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Papa Francisco na missa desta manhã:

Devemos ser cristãos da alegria

Cidade do Vaticano (RV) – Papa Bergoglio celebrou, na manhã desta quinta-feira, na sua Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, uma Santa Missa, da qual participaram o Cardeal-arcebispo de Aparecida, Dom Raimundo Damasceno Assis, e outros bispos. Estavam presentes também os funcionários da Direção de Assistência da Saúde e Higiene do Vaticano. Como todos os dias, o Papa Francisco fez uma reflexão dando destaque ao “cristão, como portador da alegria”. E, comentando o Evangelho de Mateus, proposto pela Liturgia do dia, o Santo Padre disse:
Liturgia Eucarística
“Na história da Igreja sempre houve duas classes de cristãos: aqueles só de palavras, que dizem “Senhor, Senhor...” e aqueles de ação e da verdade. Sempre houve a tentação de viver o nosso cristianismo fora da rocha, que é Cristo, o único que nos dá liberdade e nos sustenta nos momentos mais difíceis”.
Não devemos, disse o Santo Padre, ser cristãos separados da rocha, que é Cristo. Esses são cristãos só em palavras, como acontece hoje na Igreja. Existem dois tipos de cristãos: os “agnósticos”, que amam as palavras bonitas, e os “pelagianos”, que vivem um estilo de vida sério, até rígidos demais.
Trata-se de cristãos superficiais, afirmou o Papa, que acreditam em Deus de modo leviano. Logo, estes não são cristãos, mas mascarados de cristãos, que não têm alegria e o orgulho de verdadeiros cristãos. 
E o Santo Padre concluiu: “Uns são escravos da superficialidade e outros escravos da rigidez e da não liberdade. Mas, é o Espírito Santo que nos dá a liberdade. E, hoje, o Senhor nos convida a construir a nossa vida na rocha, que é Ele: Ele nos dá a liberdade e nos envia o seu Espírito, para que possamos prosseguir a nosso caminho cristão com alegria”. (MT)
                                                                                                 Fonte: www.radiovaticana.va
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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Paróquia São José - Paraisópolis (MG)


               Missas e outros eventos - 26 a 28 de junho
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Dia 26 - Quarta - 19h - Ribeirão Vermelho - Pe. Sebastião        19h - Moreiras - Côn. Braz

Dia 27 - Quinta - 15h - Capela do Hospital Côn. Braz             19h - Lagoa - Pe. Vanir
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Dias 28, 29 e 30 - Festa na Ponte do Neneco
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Dia 28 - Sexta - 19h - Ponte do Neneco - Pe. Vanir    19h - Região São Benedito - Pe. Sebastião
    
Dia 29 - Sábado

18h - Martins - Capela da Sagrada Família - Pe. Vanir
19h - Matriz - 49 anos de Sacerdócio - Côn. Braz
19h - Ponte do Neneco - Pe. Sebastião  
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