sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Sínodo Extraordinário sobre a Família

Cardeal Damasceno é nomeado para a presidência 

O papa Francisco nomeou hoje, 21, o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, para a presidência do Sínodo Extraordinário sobre a Família, que ocorrerá de 9 a 15 de outubro, no Vaticano.
Cardeais Damasceno,  Vingt-Trois e Tagle
Foram nomeados também para compor a presidência do Sínodo Extraordinário: o arcebispo de Paris, cardeal André Vingt-Trois (ao centro), e o arcebispo de Manila, cardeal Luis Antonio Tagle (à direita). Os três cardeais serão responsáveis por acompanhar a preparação dos trabalhos do Sínodo que tratará dos desafios pastorais da família, no contexto da evangelização.
No ano passado, o papa enviou às paróquias de todo o mundo o “Documento Preparatório” do próximo Sínodo, com 35 questões, sobre a família. As Conferências Episcopais já repassaram as contribuições ao Vaticano.
                                                                                                                            Fonte: cnbb.org.br
Rezemos pelo pleno êxito dos trabalhos do Sínodo Extraordinário sobre a Família!
.......................................................................................................................................................... 

Papa Francisco na missa desta sexta-feira:

Uma fé sem obras não é fé

Cidade do Vaticano (RV) - “Uma fé que não dá fruto nas obras não é fé”: esta foi a afirmação com a qual o Papa Francisco iniciou sua homilia na Missa presidida esta manhã na Casa Santa Marta. O Papa ofereceu a celebração pelos 90 anos do Cardeal Silvano Piovanelli, Arcebispo emérito de Florença, agradecendo-lhe “pelo seu trabalho, seu testemunho e sua bondade”. 
Em sua reflexão, o Pontífice recordou que o mundo é repleto de cristãos que recitam as palavras do Credo, mas não as colocam em prática. Ou de eruditos que catalogam a teologia numa série de possibilidades, sem que esta sabedoria tenha depois reflexos concretos na vida. É um risco para o qual S. Tiago já havia acenado dois mil anos atrás e que o Papa Francisco retomou na homilia, comentando o trecho da carta do Apóstolo. “A sua afirmação – observou – é clara: a fé que não dá fruto nas obras não é fé”:
A fé leva ao testemunho
Também nós erramos muitas vezes quanto a isto. Ouvimos pessoas que dizem: ‘Mas eu tenho tanta fé’, ‘eu acredito em tudo …’. E talvez esta pessoa que diz isso tenha uma vida morna, frágil. A sua fé é como uma teoria, mas não está viva em sua vida. O Apóstolo Tiago, quando fala de fé, fala justamente da doutrina, daquilo que é o conteúdo da fé. É possível conhecer todos os mandamentos, todas as profecias, todas as verdades de fé, mas se isso não é colocado em prática, não acaba em obras, não serve. Podemos recitar o Credo teoricamente, inclusive sem fé, e têm muitas pessoas que fazem assim. Também os demônios! Eles conhecem muito bem o que se diz no Credo e sabem que é Verdade.
No Evangelho – prosseguiu Francisco –, se encontram dois sinais reveladores de quem “sabe no que deve acreditar, mas não tem fé”. O primeiro sinal é a “casuística”, representado por aqueles que perguntavam a Jesus se era lícito pagar as taxas ou qual dos sete irmãos do marido deveria se casar com a mulher que ficou viúva. O segundo sinal é a “ideologia”:
(São) os cristãos que pensam a fé como um sistema de ideias, ideológico: existiam também no tempo de Jesus. O Apóstolo João os chama de anticristo, os ideólogos da fé, independente de sua proveniência. Naquele tempo havia os gnósticos, mas existirão muitos… E assim, esses que caem na casuística ou na ideologia são cristãos que conhecem a doutrina, mas sem fé, como os demônios. Com a diferença de que estes tremem, aqueles não: vivem tranquilos.
Pelo contrário, recordou o Papa, no Evangelho existem também exemplos de “pessoas que não conhecem a doutrina, mas têm muita fé”. O Pontífice citou três episódios, sendo um deles o da Samaritana, que abre o seu coração porque encontrou Jesus Cristo, e não verdades abstratas:
A fé é um encontro com Jesus Cristo, com Deus, e dali nasce e leva ao testemunho. É isso que o Apóstolo quer dizer: uma fé sem obras, que não envolva, que não leve ao testemunho, não é fé. São palavras e nada mais que palavras.
                                                                                                  Fonte: radiovaticana.va
.................................................................................................................................... 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Francisco abre Consistório sobre a Família

pedindo pastoral inteligente, corajosa e amorosa 

Cidade do Vaticano (RV) – Com a presença do Papa e 185 Cardeais e futuros Cardeais, teve início na manhã desta quinta-feira, 20, o Consistório extraordinário que deve refletir sobre temas relacionados à Família.
Francisco abriu o encontro com uma saudação aos participantes “destes dias de encontro e trabalho sobre a família, que é a célula fundamental da sociedade humana”. 
Pela Família, pela Vida
“Desde o início, o Criador colocou a sua bênção sobre o homem e a mulher, para que fossem fecundos e se multiplicassem sobre a terra; e assim a família torna presente, no mundo, como que o reflexo de Deus, Uno e Trino”, afirmou. 
Prosseguindo, o Papa disse que “a nossa reflexão terá sempre presente a beleza da família e do matrimônio, a grandeza desta realidade humana, tão simples e ao mesmo tempo tão rica, feita de alegrias e esperanças, de fadigas e sofrimentos, como o é toda a vida”. 
O Papa disse ainda que serão aprofundadas “a teologia da família e a pastoral que devemos implementar nas condições atuais. Façamo-lo com profundidade e sem cairmos na casuística”, advertiu, “porque decairia, inevitavelmente, o nível do nosso trabalho. Hoje, a família é desprezada, é maltratada, pelo que nos é pedido para reconhecermos como é belo, verdadeiro e bom formar uma família, ser família hoje; reconhecermos como isso é indispensável para a vida do mundo, para o futuro da humanidade”.
"É-nos pedido que ponhamos em evidência o plano luminoso de Deus para a família, e ajudemos os esposos a viverem-no com alegria ao longo dos seus dias, acompanhando-os no meio de tantas dificuldades com uma pastoral intellgente, corajosa e amorosa".
Após a intervenção do Papa, o Cardeal Walter Kasper, Presidente emérito do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos, apresentou uma palestra de teor “reservado aos participantes”.
Ao longo dos dois dias de reunião estão previstas outras intervenções, com a participação dos 19 prelados que serão criados Cardeais pelo Papa Francisco sábado, 22, no primeiro Consistório de seu Pontificado.
A reflexão sobre a Família inclui-se na preparação do próximo Sínodo dos Bispos, que vai decorrer em outubro de 2014. (CM)
                                                                                                  Fonte: radiovaticana.va
.................................................................................................................................... 

Papa Francisco na missa desta quinta:

 "Seguir Jesus para conhecê-Lo"

Cidade do Vaticano (RV) – “É sendo discípulo e não estudioso, que se conhece Jesus”, disse na manhã dessa quinta-feira, 20, o Papa Francisco na homilia da missa celebrada na Casa Santa Marta. “Todo dia – explicou – Cristo nos pergunta quem Ele é para nós, mas podemos responder somente seguindo-O”. 
Quem é Jesus Para nós?
“Para responder a esta pergunta, que todos sentimos em nosso coração, – ‘Quem é Jesus para nós’ – não é suficiente o que aprendemos no catecismo. É importante, sim, estudá-lo, mas não é suficiente. Para conhecer Jesus, é necessário fazer o caminho feito por Pedro: depois da humilhação, Pedro continuou com Jesus, viu seus milagres, viu seu poder; pagou os impostos como lhe disse Jesus, pescou um peixe, pegou-lhe a moeda da boca, viu muitos milagres como este. Mas a um certo ponto, Pedro renegou Jesus, o traiu e aprendeu a difícil ciência – a sabedoria – das lágrimas, do pranto”. 
Pedro pede perdão a Jesus e não obstante isso, depois da Ressurreição, é questionado três vezes a propósito de seu amor, às margens do Lago Tiberíades. 
“A primeira pergunta: ‘Quem sou eu para você?’ pode ser entendida somente depois de um longo caminho, de graça e de pecado – um caminho como discípulo. A seus Apóstolos e a Pedro, Jesus não disse ‘Conheçam-me!’, mas ‘Sigam-me!’. É este ‘seguir’ que nos faz conhecer Jesus; com nossas virtudes, com nossos pecados, mas segui-Lo sempre”. 
“É necessário – insistiu Francisco – um encontro cotidiano com o Senhor, todos os dias, com nossas vitórias e nossas fraquezas”. Mas – acrescentou – “é um caminho que não podemos percorrer sozinhos. Precisamos da ação do Espírito Santo”: 
“Conhecer Jesus é um dom do Pai; é Ele que nos faz conhecer Jesus; é um trabalho do Espírito Santo, que é um grande trabalhador. Não é um sindicalista, ele explica o mistério de Jesus e nos dá o sentido de Cristo. Olhemos Jesus, Pedro e os Apóstolos, e ponhamos em nosso coração esta pergunta: Quem sou eu para você? E como discípulos, peçamos ao Pai que nos faça conhecer Cristo no Espírito Santo, que nos explique este mistério”. (CM)
                                                                                                  Fonte: radiovaticana.va
.................................................................................................................................... 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Nomeação episcopal

Papa Francisco nomeia novo bispo auxiliar de Brasília (DF)

O papa Francisco nomeou hoje, 19,  monsenhor Marcony Vinícius Ferreira como bispo auxiliar de Brasília (DF). Atualmente, atua como vigário geral da mesma arquidiocese.
Monsenhor Marcony Vinícius
Monsenhor Marcony nasceu no dia 03 de março de 1964, em Brasília (DF). Ingressou para o Seminário Maior Nossa Senhora de Fátima, em 1982, onde cursou Filosofia e Teologia. Recebeu a ordenação presbiteral em 03 de dezembro de 1988.
Especializou-se em Liturgia no Instituto Teológico Pastoral de Bogotá, em 1989, e no Pontifício Instituto Litúrgico Santo Anselmo em Roma, de 1993 a 1996. Possui mestrado em Liturgia pela Pontifícia Universidade Santa Cruz de Roma.
Em sua caminhada como presbítero, monsenhor Marcony foi coordenador de Pastoral da arquidiocese de Brasília, membro do Conselho de Presbíteros e do Colégio de Consultores. Também foi coordenador da formação litúrgica-doutrinal dos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística e responsável pelo folheto litúrgico “Povo de Deus”. Foi secretário geral do 16º Congresso Eucarístico Nacional, em 2010, e vigário episcopal do vicariato centro, em Brasília. Foi pároco da paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, de Sobradinho (DF), de 1989 a 1993,e da Catedral de Brasília, de 1996 a 2010.
Atividades
Monsenhor Marcony tem uma trajetória no sacerdócio dedicada à formação de padres. Lecionou diferentes disciplinas no Seminário Maior Nossa Senhora de Fátima, Ordinariado Militar de São Paulo e Seminário Redemptoris Mater. Atualmente é professor do Curso Superior de Teologia, da arquidiocese de Brasília, e autor de diversos artigos sobre religião publicados no Jornal de Brasília.
                                                                                                         Fonte: cnbb.org.br
.................................................................................................................................... 

Papa Francisco:

"Não ter medo da Confissão"
Na Praça, delegação brasileira que acompanha Dom Orani

Cidade do Vaticano (RV) – Quarta-feira é dia de festa no Vaticano, com a presença de milhares de fiéis e peregrinos que participam da Audiência Geral com o Papa Francisco.
Nesta quarta, a festa foi ainda mais intensa, pois na Praça S. Pedro havia inúmeros cardeais que vieram a Roma para participar do Consistório no próximo sábado, dia 22, quando o Colégio Cardinalício ganhará 19 novos membros.
O perdão é dom do Espírito Santo
Do Brasil, uma numerosa delegação acompanha o Arcebispo de Rio de Janeiro, futuro Cardeal, Dom Orani João Tempesta.
Com os presentes, o Pontífice retomou suas catequeses sobre os Sacramentos, comentando desta vez o Sacramento da Reconciliação, também conhecido pelos nomes de Confissão e Penitência.
Este Sacramento provém diretamente do mistério pascal, quando disse aos discípulos: “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados”. Antes de tudo, disse Francisco, o perdão dos nossos pecados não é algo que podemos dar-nos a nós mesmos. 
Eu não posso dizer: ‘Eu me perdoo os pecados’. O perdão se pede, se pede a outro, e na Confissão pedimos perdão a Jesus. O perdão não é fruto dos nossos esforços, mas é dom do Espírito Santo, que derrama sobre nós a graça e a misericórdia do Pai.
Na verdade, embora a forma ordinária da Confissão seja pessoal e secreta, não se deve perder de vista a sua dimensão eclesial. Por isso, não basta pedir perdão a Deus no íntimo do próprio coração, mas é necessário confessar os pecados ao sacerdote. Este, no confessionário, não representa apenas Deus, mas toda a comunidade eclesial, a qual se reconhece na fragilidade dos seus membros, constata comovida o seu arrependimento, reconcilia-se com eles e encoraja-os no caminho de conversão e amadurecimento humano e cristão.
Pastor e rebanho
Para aqueles que dizem: ‘Eu me confesso somente com Deus’, o Papa recordou que os nossos pecados são também contra os irmãos e a Igreja e por isso é necessário pedir perdão a eles na pessoa do sacerdote. Aos que se envergonham, o Pontífice respondeu: 
Também a vergonha é boa, vergonhar-se é saudável. Porque quando uma pessoa não tem vergonha, no meu país dizemos “sem vergonha”, sin verguenza. (...) Mas a vergonha também faz bem, porque nos torna mais humildes. (...) Não tenham medo da Confissão, porque dela se sai mais “livre, grande, belo, perdoado e feliz”. 
O Papa se dirigiu aos presentes para que cada um se lembre qual foi a última vez que se confessou e sugeriu: Se passou muito tempo, não perca mais um dia: vá avante, que o sacerdote será bom. Jesus é quem está ali, eh?, e Jesus é o padre mais bondoso de todos, pois recebe com tanto amor. Seja corajoso e vá se confessar.
Cumprimentos a Dom Orani
Francisco concluiu sua catequese ressaltando que o Sacramento da Reconciliação significa deixar-se envolver no abraço da misericórdia infinita do Pai. E citou a parábola do filho pródigo, que ao voltar para casa sentindo tanta culpa e vergonha, ficou surpreso com o abraço que recebeu do Pai. Toda vez que nós nos confessamos, Deus nos abraça, Deus faz festa. Prossigamos nesta estrada.
Ao saudar os peregrinos na Praça, em português o Pontífice se dirigiu de modo especial aos fiéis do Rio de Janeiro que acompanham Dom Orani João Tempesta. (BF)
...............................................................................................................................................................
Francisco pede fim da violência na Ucrânia

No final da Audiência Gerald esta quarta-feira, o Papa Francisco pediu paz para a Ucrânia, que há meses registra protestos contra o presidente do país.
“Com o ânimo preocupado, acompanho o que está acontecendo nesses dias em Kiev. Garanto a minha proximidade ao povo ucraniano e rezo pelas vítimas da violência, por seus familiares e pelos feridos. Convido todas as partes a cessar toda ação violenta e a buscar a concórdia e a paz do país”, disse o Pontífice em seu apelo.
Só nesta terça-feira, pelo menos 19 pessoas morreram em confrontos entre a polícia e manifestantes que ocupam a Praça da Independência na capital, Kiev. Tratou-se do dia mais violento desde que os protestos contra o Presidente Viktor Yanukovich começaram, há 12 semanas.
Os confrontos prosseguem nesta quarta, e já fizeram novas vítimas.
Os protestos contra Yanukovich começaram em novembro depois que ele cedeu à pressão russa e desistiu de um tratado comercial com a União Europeia, preferindo a ajuda financeira de Moscou. (BF)
                                                                              Fonte: radiovaticana.va       news.va
.................................................................................................................................... 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Papa Francisco na missa desta terça-feira:

"As tentações nos levam a pecar. 
Somente a Palavra de Jesus nos salva" 

Cidade do Vaticano (RV) – Resistir às tentações é possível somente quando se ouve a Palavra de Jesus. Foi o que afirmou o Papa Francisco na homilia da Missa presidida esta manhã na Casa S. Marta. Apesar das nossas fraquezas, disse o Pontífice, Cristo nos dá sempre “confiança” e nos abre um horizonte mais amplo dos nossos limites. 
Na homilia, o Papa Francisco comentou um trecho da Carta de São Tiago, proposta pela liturgia. A tentação se manifesta como uma inócua atração e acaba por se transformar numa gaiola, da qual muitas vezes mais do que tentar fugir, se procura minimizar a escravidão, surdos à Palavra de Deus. A verdade é que Deus jamais tenta o homem, mas sim as suas paixões. Como diz o Apóstolo, “a concupiscência dá à luz o pecado. E o pecado, atingindo a maturidade, gera a morte”:
O Senhor confia em nós
De onde vem a tentação? Como ela age dentro de nós? O Apóstolo nos diz que não vem de Deus, mas das nossas paixões, das nossas fraquezas interiores, das feridas que o pecado original deixou em nós: dessas paixões, vêm as tentações. É curioso, a tentação tem três características: cresce, contagia e se justifica. Cresce: começa com um ar tranquilo, e cresce… O próprio Jesus dizia isso, quando falou da parábola do trigo e da discórdia: o trigo crescia, mas também a discórdia semeada pelo inimigo. E a tentação cresce: cresce, cresce… E se alguém não a detém, ela ocupa tudo”.
Além disso, prosseguiu o Papa, quando a tentação cresce e contagia, ela nos fecha numa situação de onde é difícil sair. É a mesma experiência dos Apóstolos narrada no Evangelho do dia, em que se culpam reciprocamente por não terem levado o pão a bordo do barco. “Eles estavam tão fechados no problema de quem tinha culpa, que não tinham espaço, tempo, nem luz para a Palavra de Deus”, observou Francisco:
E assim, quando estamos tentados, não ouvimos a Palavra de Deus: não ouvimos. Não entendemos. E Jesus teve que lembrar a multiplicação dos pães para que saíssem daquela situação, porque a tentação nos fecha, nos tira qualquer capacidade de visão, nos impede qualquer horizonte, e assim nos leva ao pecado. Quando estamos tentados, somente a Palavra de Deus, a Palavra de Jesus nos salva. Ouvir aquela Palavra que nos abre o horizonte… Ele está sempre disposto a nos ensinar como sair da tentação. E Jesus é grande porque não somente nos faz sair da tentação, mas nos dá mais confiança.
Esta confiança, afirmou o Papa, é “uma grande força quando estamos tentados: o Senhor nos espera”, “confia em nós, pecadores”, “abre sempre horizontes”. Ao contrário, repetiu Francisco, o diabo com “a tentação fecha” e faz “crescer” um ambiente parecido com o do barco dos Apóstolos. E não deixar-se “aprisionar” por este tipo de ambiente é possível somente quando se ouve a Palavra de Jesus”:
Peçamos ao Senhor que sempre, como fez com os discípulos, com a sua paciência, quando estivermos tentados, nos diga: ‘Pare, fique tranquilo. Lembre-se o que fiz com você naquele momento. Eleve o olhar, olhe para o horizonte, não se feche, prossiga’. E esta Palavra nos salvará do cair no pecado no momento da tentação”.
                                                                                                  Fonte: radiovaticana.va
....................................................................................................................................