quinta-feira, 4 de julho de 2024

A Ética no uso

e desenvolvimento da inteligência artificial

A inteligência artificial já faz parte da vida das pessoas. A todo momento estamos em contato com processos inteligentes para sobreviver nesta quarta revolução industrial com tantas tecnologias.

Atualmente, podemos perceber como a inteligência artificial está impactando os diversos setores no dia a dia das pessoas.  No mercado das ações, ela é usada para analisar as tendências do mercado e realizar operações. A inteligência artificial produz artigos, homilias, palestras, cria arte, dirige carros, escreve e corrige editoriais de notícias e recomenda medicamentos. Ela vem proliferando decisões automatizadas em várias esferas da sociedade, incluindo diagnósticos médicos e até mesmo processos jurídicos.

Assim sendo, a inteligência artificial já faz parte da vida das pessoas. A todo momento estamos em contato com processos inteligentes para sobreviver nesta quarta revolução industrial com tantas tecnologias. Mas é bom lembrar que o historiador israelense Yuval Harari, em seu livro Homo Deus: uma breve história do amanhã, impõe um limite ao progresso da inteligência artificial, quando afirma que “as máquinas inteligentes, ao não serem dotadas de consciência, nunca vão competir com a inteligência humana”.

No entanto, a inteligência artificial, ao imitar ações, tomar decisões e vislumbrar horizontes como a inteligência humana, que possui consciência, vontade, liberdade e razão, não assume responsabilidade por seus atos.  Ela não trabalha com consciência. Não pode ser responsabilizada pelas consequências dos seus atos. Ela apenas atribui aos humanos a responsabilidade sobre as decisões automatizadas, ou meras previsões daquilo que foi solicitado. É um enorme desafio para os que carecem de uma consciência crítica e pretendem fazer história nesse mundo com tantos avanços científicos e tecnológicos.

O prelado dom Odilo Pedro Scherer, cardeal-arcebispo de São Paulo, no artigo “Inteligência Artificial e Paz”, em 13 de janeiro de 2024, destacou com grande discernimento e profundidade intelectual que “a dimensão ética está presente em toda a atividade humana, ligada intimamente às decisões e intenções de quem produz e de quem aplica e usa os conhecimentos conquistados”, acrescentando não ser “diferente com as diferentes formas e usos da inteligência artificial, capaz de imitar, de reproduzir e até criar ações típicas do homem”.

Com os avanços da inteligência artificial as questões éticas entram na pauta. O tema da ética permeia a sociedade humana mas sempre mostrando como o humano é dotado da capacidade de pensar criticamente sobre valores morais e dirigir ações em torno de tais valores. Assim, o prelado apresenta em suas sábias palavras três pontos de capital importância sobre o tema da ética, no avanço recente das tecnologias de inteligência artificial.

a) A ética é um componente essencial em todas as atividades humanas. Com o avanço recente das tecnologias de inteligência artificial, as questões éticas estão em destaque, influenciando diretamente as decisões, intenções e ações de quem produz e aplica conhecimentos.

b) A relação ética e inteligência artificial. Temos ciência das inúmeras áreas do conhecimento e da tecnologia que sempre estão sujeitas a considerações e implicações éticas. A inteligência artificial também deve ser desenvolvida e utilizada com as implicações éticas.

c) Responsabilidade ética pelas potencialidades da inteligência artificial. É sabido que a inteligência artificial tem a capacidade de imitar, reproduzir e até criar ações humanas, o que torna essencial a responsabilidade ética em seu desenvolvimento e aplicação para garantir que suas utilizações sejam benéficas e justas.

A inteligência artificial não possui uma ética própria. Cabe a nós desenvolver um conjunto de melhores práticas que possam ser replicadas em diversas configurações. Deve haver transparência nas decisões tomadas por sistemas de inteligência artificial, garantindo que os processos sejam compreensíveis por especialistas e usuários. Também é preciso criar comitês que possam ter representantes de todos os setores da sociedade com especialistas em ética e recursos humanos para orientar o desenvolvimento e a implementação de políticas de inteligência artificial.

 É essencial buscar um equilíbrio entre os benefícios e os avanços da inteligência artificial e as questões éticas envolvidas. O termo “artificial” revela os limites dessa inteligência, não que seja um mal, mas por depender de mecanismos construídos pelo ser humano e controlados por alguns, segundo interesses econômicos. O aspecto de desenvolvimento humano não está em primeiro lugar. A dependência excessiva da inteligência artificial pode levar à redução da criatividade, inventividade, capacidade crítica, e até mesmo da inteligência em si, devido ao desuso de estruturas cerebrais fundamentais à condição humana como hipocampo, córtex e sistema límbico.

Finalmente, a inteligência humana deve atuar e ser parceira da inteligência artificial na definição de regras morais e éticas, oferecendo suporte regulatório e sistemas que permitam à sociedade usufruir dessas tecnologias de forma a promover o crescimento e a dignidade humana. Ela não faz juízo de valores nem estabelece hierarquia do mais e do menos importantes, a não ser que isso já conste nos dados por ela utilizados. Em última análise, a colaboração entre a inteligência humana e a inteligência artificial deve ser mútua, beneficiando a evolução de ambas.

Dom Edson José Oriolo dos Santos - Bispo da Igreja Particular de Leopoldina MG

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quarta-feira, 3 de julho de 2024

Catequese com o padre Zezinho:

Fundadores de novas igrejas e de novos movimentos!...

Há os serenos e há os fanáticos.

 Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

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Provavelmente você conhece novas igrejas e novos movimentos de Igreja.

Todos os fiéis e seguidores veneram quem os e as fundador. Criaram algo que, para os fiéis, era obra do Céu. Deus queria!

No caso de Jesus, bilhões de almas nestes 21 séculos o adoravam e adoram.

No caso de outras igrejas ou movimentos, há uma fortíssima veneração pelo padre, bispo, pastor, homem ou mulher que criou este tipo de seguimento de Cristo.

Muitos de fato eram pessoas dignas e santas.

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Seus parentes, amigos ou companheiros de fé, um dia resolveram trocar de Igreja ou de novo movimento e nova mística.

Sentiram que era um ganho, um UP, um salto de vida para eles. Acharam algo de novo para sua fé. Hoje seguem este ou esta pessoa e esta nova maneira de orar e seguir Jesus.

Vão desde a admiração pelos outros fiéis e fundadores de outra Igreja ou movimento, até à rejeição de quem ousou corrigir algum exagero no seu novo jeito de anunciar Jesus. Alguns tornaram-se inimigos da antiga maneira de crer. São Paulo agradecia ao judaísmo do qual veio. Mas tinha ganhado algo mais ao conhecer Jesus a quem perseguira!

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Como em tudo, existe amor e ódio diante destas mudanças. Chegam a ir contra o Papa, contra os bispos ou catequistas que propõem atualização ou correção de rumo da nova catequese.

Quem nunca estudou História das Igrejas, Eclesiologia e Pastoral e psicologia, tem a tendência de aceitar de imediato e canonizar tudo do grupo que mudou sua vida, e passam a agredir quem não aderiu ao novo!

Mas não existem crentes ou movimentos ou igrejas perfeitas. Jesus era perfeito, mas ele mesmo viveu contestado e morreu numa cruz. Ousou corrigir o judaísmo!

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Porém, há igrejas e movimentos, congregações e ordens e comunidades de fé que aceitam correções de rumo. Sabem que seu fundador não criou tudo perfeito! Seu fundador sabia isto! Muitos fundadores eram e são humildes. Perfeito, só Deus!

Os Papas e Bispos e sacerdotes líderes, versados em comportamento humano têm este dever: apoiar e incentivar, mas, se preciso, corrigir o que virou desvio.

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Conheço muitos convertidos que não veem nada de errado no seu grupo de fé, mas são os mesmos que abrem a boca, atacam abertamente e vivem apontando o dedo contra a fé ou a igreja do outro.

Humildes é que eles não são. Poderiam corrigir, sem perder o respeito e o afeto pelos outros.

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Um bom diálogo entre gente serena mudaria em muito o clima de animosidade entre igrejas e movimentos de fé.

Até porque sempre haverá o seguidor fanatizado e o evangelizado. O evangelizado aceita correções. O fanatizado ataca, calunia e, se puder, derrubará o outro. Acha que foi chamado a consertar os outros. Ele acha que não precisa: já se converteu!

É o que vemos todos os dias na internet: padres, pastores, pastoras, leigos e leigas e até bispos jogando um grupo contra grupo.

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Recentemente, um arcebispo europeu, que foi núncio nos Estados Unidos, rompeu com o Papa e, usando a mídia internacional, propôs a deposição do Papa Católico.

O triste e trágico é que ele e seus seguidores garantem que os verdadeiros católicos são eles. Para eles, o resto dos católicos está errado! Chama-se Carlo Maria Viganó.

Nossa Igreja tentou dialogar com eles por muitos anos. Mas quem não quis foram eles ….

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Há milhares de pseudo-santos que odeiam quem ousa dizer que precisam ser mais humildes. Se tivessem aprendido, de fato seriam santos. Como não aprenderam, pregam a conversão dos outros. No caso deles, juram que já os santos e os certos são eles! Mas os livros que escreveram mostram que tinham ódio no coração!

Releiam as pregações da internet!… Falta fraternidade e diálogo naquelas páginas!

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                                                                                                   Fonte: facebook.com/padrezezinhoscj

Paróquia São José - Paraisópolis (MG):

  Horários de missa e outros eventos

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Dia 6 - Sábado

8h - Terço comunitário na Matriz

19h - Missa na Matriz     19h - Missa no Centro Pastoral São Francisco

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Dia 7 - 14º Domingo do Tempo Comum 

7h - Missa na Matriz      9h - Missa na Matriz

    11h - Missa da igreja de Santa Edwiges

19h - Missa na Matriz      19h - Missa na igreja da Santo Antônio 

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terça-feira, 2 de julho de 2024

Papa Francisco na intenção de oração de julho:

a Unção dos Enfermos
não é só para quem está "prestes a morrer"

Francisco, no vídeo de intenção de oração para julho, pede que rezemos "para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança". O Papa ainda insiste que "não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer", explicando que é "um dos 'sacramentos da cura', que cura o espírito".

“Este mês tenhamos na nossa oração o cuidado pastoral dos enfermos.”

Assim inicia Francisco a mensagem em vídeo de julho com a intenção de oração que o Pontífice confia à Igreja Católica através da Rede Mundial de Oração do Papa. O Pontífice se detém a explicar mais precisamente sobre a Unção dos Enfermos, um sacramento administrado pelo sacerdote que proporciona consolo aos que sofrem alguma doença e aos seus mais próximos. Os sacramentos da Igreja são dons, são as formas de Jesus se fazer presente para abençoar, animar e acompanhar. O Papa faz um alerta:

"A Unção dos Enfermos não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer. Não. É importante deixar isto claro. Quando o sacerdote se aproxima de uma pessoa para lhe dar a Unção dos Enfermos, não está necessariamente a ajudá-la a despedir-se da vida. Pensar assim é desistir de toda a esperança. É dar por adquirido que depois do padre vem o coveiro."

Um sacramento com dimensão comunitária

O convite do Papa Francisco à oração de toda a Igreja é uma forma de tornar visível que a Unção dos Enfermos é um sacramento de natureza comunitária e relacional. Em Audiência Geral de fevereiro de 2014, dedicada à Unção dos Enfermos, o Pontífice recordou que "no momento da dor e da doença não estamos sós: o sacerdote e quantos estão presentes durante a Unção dos Enfermos representam toda a comunidade cristã que, como um único corpo se estreita em volta de quem sofre e dos familiares, alimentando neles a fé e a esperança, e apoiando-os com a oração e com o calor fraterno".

A proximidade de Jesus

Esse sacramento assegura a proximidade de Jesus à dor de quem está doente ou já idoso, o alívio do sofrimento e o perdão dos seus pecados, mas não é sinônimo de uma morte iminente. A Unção dos Enfermos é, frequentemente, um sacramento esquecido ou menos reconhecido, continuou o Papa. No entanto, "é o próprio Jesus que chega para aliviar o doente, para lhe dar força, para lhe dar esperança, para o ajudar; também para lhe perdoar os pecados". E, no vídeo para o mês de julho, Francisco acrescenta:

"Lembremos que a Unção dos Enfermos é um dos 'sacramentos da cura', da 'cura', que cura o espírito. E quando uma pessoa está muito doente, é aconselhável dar-lhe a Unção dos Enfermos. E quando uma pessoa já é idosa, é apropriado que receba a Unção dos Enfermos."

As imagens que acompanham as palavras de Francisco no vídeo – gravadas por profissionais da Arquidiocese de Los Angeles em duas dioceses dos Estados Unidos: Allentown (Pensilvânia) e Los Angeles (Califórnia) – põem em destaque precisamente os diferentes contextos em que o sacramento pode ser administrado. São retratadas duas histórias aparentemente diferentes em idade e situação clínica, mas unidas pela graça da Unção dos Enfermos e pelo grande afeto daqueles que se reúnem em volta de quem recebe o sacramento.

“Rezemos para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança.”

A Unção dos Enfermos à luz dos Evangelhos

O Padre Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, salienta que, embora já haja muitas pessoas que redescobriram a profundidade da Unção dos Enfermos, esse sacramento ainda é visto, frequentemente, como uma forma de preparar os doentes para a morte: "é isso que o Papa Francisco diz, quando recorda que, quando alguém está gravemente doente, queremos sempre adiar o sacramento da Unção dos Enfermos, pois persiste a ideia de que o coveiro chega depois do sacerdote (Audiência Geral de 26 de fevereiro de 2014). Por isso, o Pontífice deseja que este mês possamos redescobrir toda a profundidade e o verdadeiro sentido deste sacramento, não apenas como preparação para a morte, mas como um sacramento que consola os doentes em alturas de enfermidade grave, bem como os que lhe são queridos, e dá força a quem os cuida".

"A pessoa doente não está sozinha", conclui então o Pe. Fornso: "com os sacerdotes e as pessoas presentes, é toda a comunidade cristã que a apoia com as suas orações, alimentando a fé e a esperança, e assegurando-lhe, bem como à família, que não estão sós no sofrimento. Todos conhecemos pessoas doentes, rezamos por elas e, se entendemos que padecem de uma doença grave, bem como os idosos cujas forças declinam, não tenhamos dúvidas em propor-lhes que vivam esse sacramento de consolação e esperança".

Andressa Collet - Vatican News

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                                                                                                                     Fonte: vaticannews.va

Missa em ação de graças pelos 58 anos de sacedócio do Pe. Rudy

e 99 do nascimento da Ir. Maria

A missa pelas vocações e pelos enfermos, teve, na tarde desta terça-feira, duas outras intenções especiais, louvar a Deus pelos 58 anos de ordenação presbiteral do padre Rudy Antônio Mildner e pela vida da irmã Maria Mildner.

O sacerdote aniversariante presidiu a Eucaristia, que teve a participação de centenas de fiéis. Na homilia, padre Rudy, além de bela catequese a partir do evangelho proclamado, fez significativas referências à vida de doação de sua irmã especialmente aos pobres e enfermos de Paraisópolis e região.

Elevou também a Deus, seus agradecimentos pelo seu sacerdócio, exercido em diversas paróquias e, durante aproximadamente no ofício de capelão em hospitais, em especial no Dante Pazzanese na capital paulista.

No final da missa, recebeu homenagens da assembleia. Mais uma vez agradeceu a todos pela participação na Eucaristia e abençoou os presentes.

Que Deus continue abençoando imensamente a vida e o ministério do benemérito sacerdote, que dedica grande carinho pela nossa paróquia e por Paraíso!

Que receba nossa profunda gratidão!

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Momentos da celebração








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Reflexão esclarecedora:

Nem tudo é real, mas nem tudo é fictício.

 Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

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Catequese sobre o real e o fictício

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Virou moda dizer que algo é fake. Vejo isso na minha página. Atuo como catequista e pregador há quase 60 anos. Escrevi mais de 600 obras entre livros, canções e catequeses. Tudo foi real, mas ainda existem católicos que acham que minha página é fake (fictícia). Que não sou eu que a escrevo!

Frequentemente vejo muitos católicos que, não aceitando o que escrevo, perguntam se aquilo não é fake (fictício) (falso) e garantem que não fui eu que escrevi. Dizem que o Padre Zezinho não falaria deste jeito. Na verdade, eu estava citando o Concílio e o Catecismo que eles nunca leram, mas opinam!…

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Em outras situações há católicos e evangélicos que garantem a obra é minha e que fui eu que escrevi aquilo, só que tem que não fui eu. Atribuem a mim o que eu não disse e atribuem a outros o que eu realmente disse e cantei.

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Vejo o mesmo com atores, cantores, cantoras, políticos, pregadores e gente de mídia. Garantem que foi fake (inventado; fictício) e que o fato não aconteceu, mas, depende da cabeça do leitor ou ouvinte, quando o fato realmente aconteceu, um amigo ou fã divulga que é fake. E não é!

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Há instrumentos para consultar para saber se foi fake ou não foi. Mas estes mesmos instrumentos nem sempre acertam.

Com relação à religião, igrejas, partidos, ou gente famosa ou odiada, a tendência, é sem pestanejar, classificar como fake o que não queremos que tenha acontecido, mas aconteceu!

E existe a fofoca e a calúnia na política e na religião. Muitas carreiras foram danificadas por uma grande mentira política ou religiosa! Fizeram isto contra Jesus e fazem isto com os Papas de agora desde as atualizações dos últimos 60 anos. Não aceitam e então recorrem à fofoca. E muitos políticos desistiram de concorrer, porque algum político sujo e canalha espalhou contra ele uma grande mentira.

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Em tempos de internet, quando praticamente todo mundo pode opinar acontece que a opinião pública muitas vezes é filtrada pelo indivíduo “e aquilo será sempre aquilo porque o sujeito decidiu que será aquilo e nada mais do que aquilo!”

Quando não havia a NET, a WEB, a INTERNET, as notícias levavam anos ou décadas para atingir outras ilhas ou continentes. A aconteceu com Abraão, Moisés, com o Faraó, com Isaias, Jeremias, com Jesus e assim por diante.

“Quem conta um conto sempre aumenta um ponto”.

Quem não quer saber se foi assim ou não foi, acredita no que mais lhe convém. A história aconteceu, mas não do jeito que lhe contaram. E, quando chegou até você, você mesmo não estudou, não leu e não acredita passa a garantir que foi desse jeito. Nunca estudou o fato, mas garante que sempre foi assim!

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Infelizmente somos assim! Compramos os ingredientes para fazer sabão e, mas depois acrescentamos coco, maracujá ou laranja: misturamos tudo, picotamos, empacotamos e distribuímos.

Quem compra o sabão ou sabonete mal sabe quantas manipulações sofreu.

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Verificar é mais do que consultar um site de verdades incontestáveis.

Isto não existe. Tudo pode ser contestado. E é isto que milhões de crédulos ou incrédulos fazem. “Não aceito e não acredito, porque já decidi seguir este grupo, não importa o que fazem! “

E aí entra o fanatismo que sempre uma deturpação da verdade!

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Verificar, porém, é consultar várias fontes, e não apenas uma, se é que queremos ensinar verdades. Os fariseus não aceitaram as informações de Jesus, porque já haviam decidido Ele era parceiro de Belzebu! Não aceitam a nova catequese vinda e os “doravantes” de Jesus.

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Sem estudar o mínimo necessário para saber o básico, acabaremos sendo manipulador por quem tem mais poder de mídia política ou religiosa. Quantas emissoras religiosas há no Brasil? E o que cada emissora ensina?…

É tudo verificável? Quantos partidos temos? É tudo verificável? Você verifica? “Verificar” é tentar a verdade de um fato!

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O mundo de hoje é uma algaravia; um trevo intrincado de cruzamentos. Quem não aprendeu a ler as placas, acaba entrando na estrada errado e chegando ao destino errado!

Ler e estudar ajuda a ter mais critérios na hora de opinar!

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                                                                                                   Fonte: facebook.com/padrezezinhoscj

segunda-feira, 1 de julho de 2024

No dia 20 de outubro

canonização de novos Santos da Igreja Católica

Nesta segunda-feira foi realizado o Consistório Público Ordinário para a Canonização de alguns Beatos da Igreja Católica. O Beato Carlo Acutis provavelmente será proclamado santo durante o Jubileu em concomitância com outras canonizações.

Consistório Público Ordinário para a Canonização de alguns Beatos da Igreja Católica. (Vatican Media)

Na manhã desta segunda-feira, às 9h, na Sala do Consistório do Palácio Apostólico Vaticano, o Santo Padre Francisco presidiu a celebração da Hora Terça e do Consistório Ordinário Público para a Canonização dos Beatos:

- Manuel Ruiz López e sete companheiros, da Ordem dos Frades Menores, e Francisco, Mooti e Rafael Massabki, fiéis leigos, mártires;

- Giuseppe Allamano, sacerdote, fundador dos Institutos dos Missionários da Consolata e das Irmãs Missionárias da Consolata;

- Marie-Léonie Paradis (ao século Virginie Alodie), fundadora da Congregação das Pequenas Irmãs da Sagrada Família;

- Elena Guerra, fundadora da Congregação das Oblatas do Espírito Santo, conhecidas como as "Irmãs de Santa Zita";

- Carlo Acutis, fiel leigo.

Durante o Consistório, o Papa decretou que os Beatos Manuel Ruiz López e sete companheiros e Francisco, Mooti e Rafael Massabki, Giuseppe Allamano, Marie-Léonie Paradis e Elena Guerra sejam inscritos no Álbum dos Santos no domingo, 20 de outubro de 2024, enquanto o Beato Carlo Acutis provavelmente será proclamado santo durante o Jubileu em concomitância com outras canonizações.

Em seguida a Optatio de três cardeais da Ordem dos Diáconos para a Ordem dos Presbíteros:

- a pedido do card. James Michael Harvey, a Diaconia de São Pio V em Villa Carpegna foi elevada pro hac vice ao Título presbiteral;

- a pedido do card. Lorenzo Baldisseri, a Diaconia de S. Anselmo no Aventino foi elevada pro hac vice ao Título presbiteral;

- a pedido do card. Gerhard Ludwig Müller, a Diaconia de S. Inês em Agone foi elevada pro hac vice ao Título presbiteral.

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                                                                                                                     Fonte: vaticannews.va