domingo, 3 de janeiro de 2016

Movimento do Terço dos Homens

Inscrições abertas para a Romaria Nacional à Aparecida
Grupos e movimentos do Terço dos Homens já podem se inscrever para a VIII Romaria Nacional do Terço dos Homens, que será realizada nos dias 19 e 20 de fevereiro de 2016, no Santuário Nacional de Aparecida.
Fé, Oração e União
A programação inclui missas, uma procissão luminosa, meditação do Terço e Consagração dos Homens a Nossa Senhora Aparecida.
A romaria terá como tema ‘Terço dos Homens: Compromisso com o Evangelho – Ação e Fé!’ e as inscrições deverão ser feitas até o dia 15 de fevereiro de 2016. Os grupos inscritos participarão do sorteio da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida.
A Missa de abertura da Romaria do Terço dos Homens acontece no dia 19 de fevereiro, às 19h, no Santuário Nacional. Em seguida os grupos participam de uma procissão luminosa pela passarela até à Matriz Basílica.
No segundo e último dia de orações, os devotos participam da Missa Solene, às 11h, e a Solene Reza do Terço, às 13h45, e logo em seguida da Consagração dos Homens a Nossa Senhora.
A primeira romaria do Terço dos Homens ao Santuário Nacional ocorreu em maio de 2009. A proporção do crescimento ao longo dos anos é muito significativa.
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A cada ano cresce o número de homens devotos nessa romaria e em 2016, teremos novidades, começaremos na sexta-feira à noite com a Eucaristia e em seguida faremos uma bela procissão luminosa pela passarela até a Matriz Basílica (Basílica Velha). Você e seu grupo não podem faltar. De mãos postas, a Mãe Aparecida acolhe e abençoa cada filho que dobra o joelho a seus pés para pedir e para agradecer as bênçãos e graças recebidas. Ela continua nos apontando Jesus: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5). Na VIII Romaria, vamos refletir sobre o tema: 
Terço dos Homens:
Compromisso com o Evangelho - Ação e Fé
A programação proposta pela equipe de coordenação, é a seguinte:
Sexta Feira (19/02/2016):
19h: Missa de abertura da VIII Romaria Nacional do TH. ao Santuário com os grupos que tiverem chegado
20h: Procissão Luminosa pela passarela com os homens do terço e com os romeiros interessados até à Matriz Basílica. Encerramento na praça
Sábado: 20/02/2016
7h: Acolhida, Animação, Música...na Tribuna Papa Bento XVI  7h40: Oração inicial, Reflexão, Testemunho, música (possivelmente com transmissão pela TV Aparecida)
Maria, Mãe de Deus e nossa, abençoai-nos!
9h às 10h: Avisos, Orientações, Encaminhamentos, sorteios...(Neste período a TV estará transmitindo a tradicional missa de Aparecida)
10h: Intervalo... descanso
10h30: Preparação para a Santa Missa no altar central
11h às 12h15: Missa Solene do Terço dos Homens no Santuário, transmitida pela TV Aparecida
12h15: Intervalo para Almoço ou Lanche       13h30: Retorno para o Santuário (Preparação e ensaio)   13h45: Solene Reza do Terço no Santuário. (Transmitido pela TV)   15h: Consagração dos Homens a Nossa Senhora. (Transmitida pela TV, Rádio, A12.com)             15h20: Devolução e Sorteio da Imagem Peregrina          15h30: Encerramento da VIII Romaria do Terço dos Homens
Orientações
Para o bom andamento e organização da VIII Romaria Nacional do Terço dos Homens, pedimos:
- Inscrição: As Inscrições deverão ser feitas até o dia 15 de fevereiro de 2016. Os grupos inscritos participarão do Sorteio da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida. Não teremos Inscrições no dia da Romaria. Por isso, caros coordenadores, não deixem para a última hora, inscreva seu grupo com antecedência.
- Banner: O Banner atrapalha a visão dos participantes, por isso, pedimos a gentileza de não trazer Banner e Faixa. Se trouxer, favor deixar no ônibus;
- Chapéu: Em fevereiro, de modo geral, o sol é muito quente, por isso, sugerimos que tragam chapéu para se proteger;
- Hospedagem: Sugerimos que os coordenadores entrem em contato com os Hotéis o quanto antes para garantir hospedagem. Na última hora o preço é maior e corre-se o risco de não encontrar espaço. 
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                                                                                                                Fonte: a12.com

Festa da Epifania do Senhor

A manifestação de Jesus Cristo ao mundo



Papa Francisco:
Jesus nos defende do diabo, que está sempre à espreita

Cidade do Vaticano (RV) - A vocação e a alegria de todo batizado é indicar e dar Jesus aos outros, mas para fazer isso devemos conhecê-lo e tê-lo dentro de nós, como Senhor da nossa vida: foi o que disse o Papa Francisco na alocução que precedeu o Angelus deste primeiro domingo do novo ano.
Francisco destacou que a liturgia do segundo domingo depois do Natal nos apresenta o prólogo de São João, ressaltando que o Verbo que se fez carne veio habitar no meio de nós a fim de que escutássemos e pudéssemos conhecer e experimentar o amor do Pai. “O Verbo de Deus é seu próprio Filho Unigênito, feito homem, repleto de amor e de fidelidade”, acrescentou.
A Palavra é luz e, no entanto, os homens preferiram as trevas as trevas; a Palavra veio entre os seus, mas eles não acolheram, observou o Santo Padre referindo-se ao Evangelho dominical. “Fecharam a porta diante do Filho de Deus” acrescentou.
O Senhor é nossa misericórdia e nossa esperança
“É o mistério do mal que insidia também a nossa vida e que requer de nossa parte vigilância e atenção para que não prevaleça. O Livro do Gênesis diz uma bela frase que nos ajuda a entender isso: diz que o mal está à espreita diante da nossa porta (cfr. 4,7). Ai de nós se o deixamos entrar; seria então ele a fechar a nossa porta a qualquer outro. Ao invés, somos chamados a escancarar a porta do nosso coração à Palavra de Deus, a Jesus, para tornar-nos assim seus filhos.”
Em seguida, o Papa frisou que com a liturgia do segundo domingo depois do Natal a Igreja nos convida mais uma vez a acolher essa Palavra de salvação, esse mistério de luz. “Se o acolhemos, se acolhermos Jesus – acrescentou –, cresceremos no conhecimento e no amor do Senhor, aprenderemos a ser misericordiosos como Ele.
“Especialmente neste Ano Santo da Misericórdia, façamos de modo que o Evangelho se torne sempre mais carne também em nossa vida. Tomar o Evangelho, meditá-lo, encarná-lo em nossa vida cotidiana é o melhor modo para conhecer Jesus e levá-lo aos outros.”
“Jesus nos defende do mal, do diabo, que sempre está à espreita diante da nossa porta, diante do nosso coração, e quer entrar”, reiterou Francisco.
Após a oração mariana, o Santo Padre quis renovar a todos seus votos de paz e bem no Senhor. “Nos momentos alegres e nos momentos tristes, confiemo-nos a Ele, que é a nossa misericórdia e nossa esperança!” – foi a exortação do Papa.
Antes de concluir, o Pontífice recordou o compromisso assumido no Ano Novo, Dia Mundial da Paz: “Vence a indiferença e conquista a paz”; com a graça de Deus, poderemos colocá-lo em prática, acrescentou.
O Papa Francisco concluiu recordando um conselho por ele dado reiteradas vezes:
“Todos os dias ler um trecho do Evangelho, uma passagem do Evangelho para conhecer melhor Jesus, para escancarar o nosso coração a Ele, e assim poderemos fazer com que os outros o conheçam melhor. Carregar consigo um pequeno Evangelho no bolso, na bolsa, nos fará bem. Não se esqueçam: todos os dias leiamos uma passagem do Evangelho.”
Por fim, a todos desejando um bom domingo, Francisco pediu que não se esquecessem de rezar por ele. (RL)
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                                                                      Fonte: radiovaticana.va      Banner: news.va

sábado, 2 de janeiro de 2016

Leituras da

Festa da Epifania do Senhor


1ª Leitura: Is 60,1-6
Levanta-te, acende as luzes, Jerusalém, porque chegou a tua luz, apareceu sobre ti a glória do Senhor. Eis que está a terra envolvida em trevas, e nuvens escuras cobrem os povos; mas sobre ti apareceu o Senhor, e sua glória já se manifesta sobre ti. Os povos caminham à tua luz e os reis ao clarão de tua aurora. Levanta os olhos ao redor e vê: todos se reuniram e vieram a ti; teus filhos vêm chegando de longe com tuas filhas, carregadas nos braços. Ao vê-los, ficarás radiante, com o coração vibrando e batendo forte, pois com eles virão as riquezas de além-mar e mostrarão o poderio de suas nações; será uma inundação de camelos e dromedários de Madiã e Efa a te cobrir; virão todos os de Sabá, trazendo ouro e incenso e proclamando a glória do Senhor.
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Salmo: 71
As nações de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
 As nações de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
 Dai ao Rei vossos poderes, Senhor Deus,/ vossa justiça ao descendente da realeza!/ Com justiça ele governe o vosso povo,/ com equidade ele julgue os vossos pobres.
 Nos seus dias a justiça florirá/ e grande paz, até que a lua perca o brilho!/ De mar a mar estenderá o seu domínio,/ e desde o rio até os confins de toda a terra!
 Os reis de Társis e das ilhas hão de vir/ e oferecer-lhe seus presentes e seus dons;/ e também os reis de Seba e de Sabá/ hão de trazer-lhe oferendas e tributos./ Os reis de toda a terra hão de adorá-lo,/ e todas as nações hão de servi-lo.
 Libertará o indigente que suplica,/ e o pobre ao qual ninguém quer ajudar./ Terá pena do indigente e do infeliz,/ e a vida dos humildes salvará.
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2ª Leitura: Ef 2,2-3a.5-6
Se ao menos soubésseis da graça que Deus me concedeu para realizar o seu plano a vosso respeito, e como, por revelação, tive conhecimento do mistério. Este mistério Deus não o fez conhecer aos homens das gerações passadas, mas acaba de o revelar agora, pelo Espírito, aos seus santos apóstolos e profetas: os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo, são associados à mesma promessa em Jesus Cristo, por meio do Evangelho.
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Evangelho:  Mt 2,1-12
Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”. Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém. Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. Eles responderam: “Em Belém, na Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo”. Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. Depois os enviou a Belém, dizendo: “Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo”. Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.
Reflexão
Epifania do Senhor:
manifestação de Jesus a todos os povos
Celebramos, nesta festa, a abertura do Reino de Deus para todos os povos, para todos aqueles que possuem sentimentos de paz, que buscam fazer o bem e evitar o mal. Deus acolhe em sua casa todos os homens de boa vontade. É o redimensionamento da História da Salvação, ou melhor, é a plenificação de seus objetivos.
 No presépio eram os pastores judeus a adorarem o Menino Jesus, a verem cumpridas as profecias da vinda do Messias, agora, representando toda a Humanidade, temos os Magos adorando o Redentor de todos os homens.
A festa da Epifania mostra a saída dos judeus do protagonismo da Economia da Salvação e tomada de posse do novo povo de Deus, ou seja, de todos aqueles que aceitam o Menino Deus, o Príncipe da Paz, como o Cristo Redentor!
Na primeira leitura, extraída do Livro de Isaías, temos o anúncio da manifestação a glória do Senhor sobre Jerusalém e a conseqüente vinda para ela dos outros povos, para também serem iluminados pela luz divina.
Como segunda leitura, temos um trecho da Carta de Paulo aos Efésios. Lá ele nos diz que essa glória que ilumina Jerusalém e atrai para ela os demais povos, é Jesus Cristo. Através dele todos os povos “são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo, são associados à mesma promessa”.
De longe vieram os magos para homenagear o Rei dos reis
Já no Evangelho, São Mateus clarifica, com a vinda dos Magos, a atração dos povos pela luz que ilumina Jerusalém. E ela os conduz à casa da luz, à casa onde habita a Luz do Mundo, Jesus Cristo.
Paradoxalmente, São Mateus fala que os doutores da Lei, aqueles que deveriam possibilitar a Luz iluminar, não querem ser incomodados pela luz e preferem permanecer na escuridão.
Ao contrário, os magos, representando aqueles que não receberam a Revelação, como a receberam os judeus, usaram suas inteligências, cultura, todos os recursos que possuíam e intuíram o nascimento do Messias através do surgimento de uma estrela com um brilho extraordinário, a estrela guia. Por isso passaram a fazer parte do novo Povo de Deus, aceitando os ditames do Menino Deus, da aliança feita por ele através do derramamento de seu sangue, e vivendo o amor, o perdão, a simplicidade de vida, a generosidade, entre outros valores.
Nas festas de Natal demonstramos nosso poder aquisitivo na compra de presentes e no preparo de uma ceia faustosa, contudo a comida já foi para um lugar escuso e os presentes começaram a perder o seu valor e poderão ir parar nas mãos de quem não amamos. O tempo corrói! Mas as esmolas que demos, as visitas que fizemos, os moradores de rua que levamos para cear conosco, o tempo gasto com pessoas marginalizadas pela sociedade e também o tempo dedicado à oração foram contabilizados na economia da salvação, se transformaram em bens de eternidade, de acordo com os valores do grande rei, o menino que nasceu no presépio e morreu na cruz, após lavar os pés de seus discípulos.
Como foi o nosso Natal? Como encaramos as exigências da revelação? Se temos dificuldades, peçamos a intercessão da Virgem Maria e de São José para mudarmos o nosso modo de pensar e de agir. Sabemos que o velho e viciado modo de pensar e de agir fala mais alto na hora das decisões. A salvação não virá dos poderosos, nem do dinheiro, nem da sociedade consumista. Será de um coração despojado, fraterno, pobre, que confia em Deus e nele tem sua única riqueza que o Senhor se servirá para fazer o bem.
Como os Magos, desviemos nossa caminhada daquelas pessoas ou situações que nos afastam de Deus, que optam pelo Mal, que preferem o acomodamento à prática do bem.
A Igreja tem a missão de ser farol porque nela está a Luz Verdadeira. Como batizado faço parte da Igreja e a vela acesa que recebi logo após ter sido lavado no sangue de Jesus, me leva a manifestar a misericórdia de Deus a todos o homens, façam já parte da Igreja, ou ainda não.
Tenhamos a coragem de romper com os vícios do passado e vivamos a autenticidade do Evangelho.  Permitamos que o Senhor faça sua Epifania através de nós, como a fez através de Teresa de Calcutá e de tantos homens e mulheres de todos os tempos. É preciso coragem! Coragem! Ele venceu o mundo!
                                                                                        Padre Cesar Augusto dos Santos
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                       Reflexão: radiovaticana.va  Banner: cnbb.org.br   Ilustrações franciscanos.org.br          

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Início do Novo Ano em Roma

Papa Francisco:
Nada pode vencer
o oceano de misericórdia que inunda o mundo
Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco presidiu, na manhã desta sexta-feira (01/01), na Basílica Vaticana, à celebração Eucarística pela Solenidade de Maria Santíssima, Mãe de Deus.
Em sua homilia, o Santo Padre partiu das palavras do apóstolo São Paulo: “Quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher” e explicou o seu significado histórico:
Se o nosso olhar se fixar no momento histórico, poderíamos ficar decepcionados. Sobre grande parte do mundo daquela época, Roma dominava com suas forças militares. O imperador Augusto havia chegado ao poder depois de cinco guerras civis. Também Israel fora conquistado pelo Império Romano e o povo eleito estava privado da liberdade.
Logo, disse o Papa, aquele não era certamente o tempo melhor para os contemporâneos de Jesus. Neste sentido, foi necessário interpretar a “plenitude do tempo”, a partir de Deus, que estabeleceu o momento de cumprir a promessa à humanidade.
Por isso, continuou o Pontífice, não foi a história que decidiu a hora do nascimento de Cristo. Pelo contrário, a sua vinda ao mundo permitiu à história chegar à sua plenitude. É por este motivo que o cálculo de uma nova era começou com o nascimento do Filho de Deus ou o cumprimento da antiga promessa:
“Logo, a plenitude do tempo é a presença de Deus em primeira pessoa na nossa história. Agora, podemos ver a sua glória, que refulge na pobreza de uma estrebaria, e ser encorajados e sustentados pelo seu Verbo, que se fez ‘pequeno’ em uma criança. Graças a Ele, o nosso tempo encontra a sua plenitude”.
Porém, - frisou o Santo Padre - este mistério sempre contrasta com a dramática experiência histórica. Gostaríamos de ser sempre sustentados pelos sinais da presença de Deus. No entanto, a “plenitude do tempo” parece desmoronar perante as inúmeras formas de injustiça e violência, que ferem diariamente a humanidade. E o Papa se perguntou:
“Como é possível que perdure a prepotência do homem sobre o homem? Que a arrogância do mais forte continue a humilhar o mais fraco, relegando-o às margens mais esquálidas do nosso mundo? Até quando a maldade humana semeará violência e ódio na terra, causando vítimas inocentes? Como pode ser ‘tempo da plenitude’ quando, diante dos nossos olhos, multidões de homens, mulheres e crianças fogem da guerra, da fome, da perseguição, dispostos a arriscar a vida para que sejam respeitados os seus direitos fundamentais?”
Contudo, – disse Francisco – este rio de miséria, alimentado pelo pecado, parece contradizer a plenitude do tempo, realizada por Cristo. No entanto, este rio transbordante nada pode fazer diante do oceano de misericórdia, que inunda o nosso mundo. Todos nós somos chamados a mergulhar neste oceano, a deixar-nos regenerar, para vencer a indiferença que impede a solidariedade. A graça de Cristo, que realiza a expectativa da salvação, nos impele a sermos seus cooperadores na construção de um mundo mais justo e fraterno, onde as pessoas e as criaturas possam viver em paz, na harmonia da criação primordial de Deus. E o Papa ponderou:
“No início de um novo ano, a Igreja faz-nos contemplar, como ícone de paz, a maternidade divina de Maria. A antiga promessa realiza-se na sua pessoa, que acreditou nas palavras do Anjo; ela concebeu o Filho e tornou-se Mãe do Senhor. Através do ‘sim’ de Maria chegou a ‘plenitude do tempo’.”
Hoje, - concluiu o Pontífice, a ‘plenitude do tempo’ nos leva a individuar o sentido dos acontecimentos, que tocam a nós, às nossas famílias, os nossos países e o mundo inteiro. Aonde não pode chegar a razão dos filósofos, - frisou - nem as negociações políticas conseguem fazer o que a força da fé e da graça do Evangelho de Cristo faz, abrindo sempre novos caminhos à razão e às negociações. (MT)
Assista:
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Francisco:
A paz deve ser cultivada por nós, conquistada
Após presidir na Basílica a missa por ocasião da Solenidade da Mãe de Deus, o Papa Francisco rezou o Angelus da janela do apartamento pontifício, com os milhares de fieis reunidos na Praça São Pedro. Neste primeiro dia de 2016, Francisco quis desejar a todos um “augúrio amparado por uma esperança real”.
O Papa observou que a troca de felicitações na virada no ano é “um sinal da esperança que nos anima e nos convida a acreditar na vida”, de que aquilo que nos espera “seja um pouco melhor”. Recordando também que todos sabemos “que com o ano novo nem tudo mudará, e que tantos problemas de ontem permanecerão também amanhã”. Apesar desta constatação, a sua mensagem é de esperança.
Inspirado na Bênção Litúrgica em que “o Senhor mesmo quis abençoar o seu povo”, Francisco diz que também ele deseja isto: “que o Senhor volte o seu olhar sobre vocês e que possam se alegrar, sabendo que em cada dia o seu rosto misericordioso, mais radiante do que o sol, resplandece sobre vós e não se põe nunca!”:
“Descobrir o rosto de Deus renova a vida. Porque é um Pai enamorado do homem, que não se cansa nunca de recomeçar conosco do início, para nos renovar. Mas o Senhor tem uma paciência conosco! Não se cansa de recomeçar do início cada vez que nós caímos. Porém, o Senhor não promete mudanças mágicas. Ele não usa a varinha mágica. Ama mudar a realidade a partir de dentro, com paciência e amor; pede para entrar na nossa vida com delicadeza, como a chuva na terra, para dar fruto. E sempre nos espera e nos olha com ternura. A cada manhã, ao despertar, podemos dizer: 'Hoje o Senhor faz resplandecer a sua face sobre mim! Bonita oração, que é uma realidade'”.
O Papa recordou que a Igreja celebra hoje o Dia Mundial da Paz com o tema “Vence a indiferença e conquista a paz”. “A paz que Deus deseja semear no mundo – disse – deve ser cultivada por nós. E não somente, mas deve ser “conquistada””:
“Isto comporta uma verdadeira luta, um combate espiritual, que tem lugar em nosso coração. Porque inimiga da paz não é somente a guerra, mas também a indiferença, que faz pensar somente em si mesmo e cria barreiras, suspeitas, medos, fechamentos. E estas coisas são inimigas da paz. Temos, graças a Deus, tantas informações; mas às vezes somos tão bombardeados por notícias que nos distraímos distraídos da realidade, do irmão e da irmã que tem necessidade de nós. Comecemos neste ano a abrir o coração, despertando a atenção pelo próximo, a quem está mais perto. Este é o caminho para a conquista da paz”.
Ao concluir sua reflexão, o Santo Padre pediu que a Rainha da Paz, a Mãe de Deus, cuja Solenidade é celebrada neste 1º de janeiro, nos ajude neste intento, ela, que "guardava todas estas coisas, meditando-as em seu coração”:
“As esperanças e as preocupações, a gratidão e os problemas: tudo aquilo que acontecia na vida tornava-se, no coração de Maria, oração, diálogo com Deus. E ela faz isto também por nós: guarda as alegrias e desata os nós da nossa vida, entregando-os ao Senhor”.
Após recitar a oração do Angelus, o Papa dirigiu-se aos fieis manifestando o seu reconhecimento “pelas inúmeras iniciativas de oração e de ação pela paz organizadas e todas as partes do mundo por ocasião do Dia Mundial da Paz.
O Pontífice também saudou os “Cantores da Estrela” – “crianças e jovens que na Alemanha e na Áustria levam nas casas a bênção de Jesus e fazem uma coleta de ofertas para os pobres”.
Ao concluir, o Santo Padre desejou a todos um “ano de paz na graça do Senhor, rico de misericórdia, e com a proteção materna de Maria, a Santa Mãe de Deus”. (JE)
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Ao abrir a Porta Santa da Santa Maria Maior,
 o Papa destaca a força do perdão
O Santo Padre deixou o Vaticano na tarde desta sexta-feira (01/01), para se dirigir à Basílica de Santa Maria Maior, no centro de Roma. Lá, o Papa presidiu à celebração da Santa Missa no início da qual abriu a Porta Santa do primeiro templo dedicado a Nossa Senhora no Ocidente, no âmbito do Jubileu da Misericórdia.
Francisco iniciou a sua homilia com a saudação: “Salve Maria, Mãe de Misericórdia”. Trata-se de um hino antigo, de autor desconhecido, que chegou até nós como uma oração, que brota, espontaneamente, do coração dos fiéis: “Salve Mãe de misericórdia, Mãe de Deus e Mãe do perdão, Mãe da esperança e Mãe da graça, Mãe cheia de santa alegria”.
Nestas poucas palavras, - disse o Papa - está sintetizada a fé de gerações de pessoas, que, mantendo os olhos fixos no ícone da Virgem, pedem a sua intercessão e consolação:
Mãe da misericórdia
“É mais do que apropriado que, neste dia, invocamos a Virgem Maria, antes de tudo como a Mãe da misericórdia. A Porta Santa que acabamos de abrir é, realmente, uma Porta da Misericórdia. Todas as pessoas que cruzarem este limiar são chamadas a deixar-se mergulhar no amor misericordioso do Pai, com plena confiança e sem qualquer temor, na certeza de sair daqui na companhia de Maria, a Mãe da misericórdia”.
O Filho de Deus, - continuou o Papa - que se encarnou para a nossa salvação, deu-nos a sua Mãe, que se fez peregrina conosco, sem jamais nos deixar sozinhos no caminho da nossa vida, especialmente nos momentos de incerteza e sofrimento. Maria é Mãe que perdoa e, por isso, é a Mãe do perdão:
“Esta palavra ‘perdão’, tão incompreendida pela mentalidade mundana, indica precisamente o fruto próprio e original da fé cristã. Quem não sabe perdoar  não conheceu ainda a plenitude do amor. Só quem ama de verdade é capaz de chegar ao perdão e esquecer a ofensa recebida. Aos pés da cruz, Maria tornou-se a Mãe do perdão e o ícone do perdão para a Igreja. O Espírito Santo tornou os Apóstolos instrumentos eficazes de perdão”.
Santa alegria
A seguir, o Papa retomou o hino mariano antigo, que diz ainda: “Mãe da esperança! Mãe da graça! Mãe da santa alegria!”. A esperança, a graça e a santa alegria são irmãs – afirmou - são dons de Cristo. A graça abre o coração, para olhar o futuro com a alegria de quem espera.
Por outro lado, a força do perdão – frisou o Pontífice - é o verdadeiro antídoto para a tristeza, provocada pelo rancor e pela vingança. O perdão abre à alegria e à serenidade, porque liberta a alma dos pensamentos de morte, enquanto o rancor e a vingança se insinuam na mente e dilacerarem o coração, tirando-lhe o descanso e a paz. Coisas ruins são o rancor e a vingança. O Santo Padre concluiu sua homilia com a exortação:
Porta Santa
“Atravessemos a Porta Santa da Misericórdia na certeza da companhia da Virgem Mãe, a Santa Mãe de Deus, que intercede por nós. Deixemo-nos acompanhar por Ela para redescobrir a beleza do encontro com o seu Filho Jesus. Abramos o nosso coração à alegria do perdão, conscientes da esperança segura, que faz da nossa existência humana um instrumento humilde do amor de Deus”.
Por fim, o Papa convidou os presentes a aclamar Nossa Senhora, com amor filial, com o título de “Santa Mãe de Deus!”
Após a bênção final, o Santo Padre dirigiu-se à capela lateral  para venerar o ícone de Maria Salus Populi Romani, que lhe é tão cara. Francisco abriu as o portão de ferro da capela com o mesmo gesto com que se abre uma Porta Santa, para então deter-se em oração silenciosa. Então, depositou um buquê de flores no altar, rezou silenciosamente e  incensou o ícone mariano.
Ao deixar a capela em procissão, o Papa dirigiu-se ao adro da Basílica e, de improviso, falou aos fiéis presentes:
"Boa noite! E esta é uma boa noite, diante da casa de Maria, nossa Mãe, a Mãe de Deus. Ela nos trouxe a misericórdia de Deus, que é Jesus. Agradeçamos a nossa Mãe; agradeçamos a Mãe de Deus. E todos juntos, uma vez, digamos como os antigos fieis da cidade de Éfeso: "Santa Mãe de Deus!". Três vezes, todos juntos: "Santa Mãe de Deus! Santa Mãe de Deus! Santa Mãe de Deus!". Desejos a vocês um bom ano, pleno da misericórdia de Deus, que perdoa tudo. Tudo...! Abram o vosso coração a esta misericórdia, escancarem o vosso coração, para que exista a alegria, a alegria do perdão de Deus. Boa noite e rezem por mim. E Bom Ano!". (MT)
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                                                                           Fonte: radiovaticana.va     news.va

1º de janeiro de 2016

Dia Mundial da Paz
“Vence a diferença e conquista a paz” foi o tema escolhido pelo Papa Francisco para o 49º Dia Mundial da Paz, que será celebrado em 1º de janeiro de 2016
Missionário da Paz
O Vaticano destaca ainda que a paz deve ser conquistada, pois não é um bem que se obtém sem esforços. É preciso, então, sensibilizar e formar as pessoas sobre a responsabilidade com relação às graves questões que atingem a família humana, como fundamentalismos e perseguições por causa da fé e da etnia.
“A paz é possível ali onde o direito de cada ser humano é reconhecido e respeitado, segundo a liberdade e a justiça. A mensagem de 2016 quer ser um instrumento do qual partir para que todos os homens de boa vontade, em particular aqueles que trabalham na educação, na cultura e na mídia ajam segundo as próprias possibilidades e suas melhores aspirações para construir juntos um mundo mais consciente e misericordioso e, portanto, mais livre e justo.”
O Dia Mundial da Paz foi instituído pelo Papa Paulo VI e é celebrado todos os anos em 1º de janeiro. A mensagem do Papa é enviada às chancelarias de todo o mundo e traça também as linhas diplomáticas da Santa Sé para o ano que se inicia.
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Ano Novo
Estamos entrando em mais um “Ano Novo”. Marcamos o tempo transcorrido de nossa era cristã com o número 2016. Desde o evento histórico do nascimento de Jesus, passaram-se 2016 anos.
Passaram-se também vários anos de nossa vida. A espécie humana está presente sobre o planeta Terra há milhões de anos. Nosso próprio planeta possui milhardes de anos. Vemos, pois, que o tempo de nossa existência transcorre, porém ele é insignificante diante da idade da Terra. A imensidade se torna para nós inimaginável, e o efêmero, nossa possibilidade. 
O ser humano foi aprendendo a marcar o transcorrer do tempo, observando a efemeridade, o ritmo do nascer e do pôr do sol, a mudança das estações, o subir e o descer das marés, as fases da lua. 
Uma questão se impôs ao longo dos séculos: o que é o tempo? Santo Agostinho, refletindo sobre essa questão, observou: “Se estou só comigo mesmo, eu sei o que é o tempo, mas se me perguntam, não o sei”. Alguns antigos afirmavam que o tempo era um círculo eterno. Para os egípcios, ele era como uma serpente que morde a cauda; muda de pele e rejuvenesce cada vez, porém seu corpo envelhece. Ensinavam que o ser humano se encontra dentro deste ritmo, e que o tempo o vai consumindo. Para os hindus, o tempo é como uma linda mulher que tudo gera e produz, que tudo envolve e resgata para si. 
Iniciamos um novo ano! Novo significa inusitado, desconhecido, não experimentado; algo a respeito do qual não se pode oferecer resposta segundo esquemas preordenados.  Por isso, a partir da compreensão da fé, nos abrimos à possibilidade nova de um tempo que irrompe diante de nós com sentimentos de prosperidade, com votos de felicidade, confiantes de que o Senhor haverá de nos sustentar e inspirar, acompanhar e conservar. 
Temos consciência de sermos únicos. Por isso nos empenhamos em tornar cada instante que o tempo nos concede em algo precioso, com sabor de eternidade. 
Desejamos um feliz Ano Novo a quem encontramos, porque já trazemos em nós, como promessa, a felicidade do novo. O que é verdadeiramente novo acontece desde quando o buscamos intensamente. Assim, cada ano não consiste em uma repetição monótona, mas é compreendido como uma espiral ou uma escada situada entre a terra e o céu, que nos permite avançar!
No limiar de mais um “Novo Ano” podemos crer e desejar que nossa vida, durante todo o ano vindouro, seja sustentada pela audácia e pela alegria de poder avançar, convocada a percorrer sendas e vias ainda não plenamente conhecidas, buscando novos horizontes, alimentando sonhos de dias melhores para todos. Tudo isso, sem desconsiderar a própria condição de fragilidade. 
Urge cultivar atitudes novas, evitando a agressividade e o desejo de dominação. O novo do ano que começa será verdadeiramente novo se formos capazes de: descobrir e aprender meios para auxiliar quem verdadeiramente necessita de auxílio, a fim de que a vida, em suas diversas expressões, seja cuidada e promovida; ajudar a compreender que um índice maior de civilidade depende do grau de engajamento e disposição gratuita para favorecer o bem comum; perceber que precisamos de mais poesia nas relações interpessoais e com o meio ambiente; resgatar a originária força (dynamis) que permite a poetas, artistas, pensadores, místicos contemplarem tudo a partir do êxtase. 
Ousamos dizer que o modo melhor de sermos mais humanos consiste em adorar mais profundamente, em venerar com maior intensidade, em sermos mais sensíveis, gratos e devotos. Somos assim provocados a, durante o “Novo Ano”, cultivar com mais determinação nossa condição humana, marcada por sensibilidade, gratidão e devoção.
                                                        Dom Jaime Spengler - Arcebispo de Porto Alegre
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Editorial da Rádio Vaticano

Um ano de esperança
Entramos no novo ano, e certamente com novas esperanças, novos objetivos, novos sonhos. Deixamos para traz um ano certamente não fácil, seja para nós brasileiros, mas em geral para todo o mundo. Enfrentamos e continuamos a enfrentar crises, sejam elas, econômicas – como o caso do Brasil -, políticas e sociais; crises de valores e de imposição religiosa que levaram milhares de pessoas a abandonar suas casas e países para fugir da violência e da perseguição, de quem deseja sufocar a fé.
Que todos, com a graça de Deus, sejamos construtores da paz!
Sim, foi um ano difícil para a humanidade, sedenta de paz, mas cheia de esperança. Nós católicos tivemos tantos momentos felizes, com o nosso Papa Francisco, mas também preocupantes, com escândalos que atingiram a Igreja e o Vaticano. Tivemos e continuamos a ter uma dor no coração, com a perseguição de nossos irmãos cristãos, em várias partes do mundo. Pelo simples fato ser cristão, já que o ódio se sobrepõem à vida, muitos padecem o horror da violência, chegando inclusive à morte.
Tivemos também momentos importantes no Vaticano como as viagens internacionais do Papa, com a confirmação de nossos irmãos na fé: o Sínodo dos Bispos dedicado à Família e a Abertura do Ano Santo Extraordinário da Misericórdia.
A XIV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, que se realizou entre os dias 4 e 25 de outubro, teve com o tema: “A vocação e a missão da família na igreja e no mundo contemporâneo”. O tema “família” há muito tem sido aprofundado pela Igreja. Recordamos as palavras proféticas do Papa São João Paulo II: “o futuro da humanidade passa pela família”. Estamos em um momento histórico para o destino da humanidade e a grande questão tem sido a família. As discussões são enormes e apaixonadas. Mesmo no interior da Igreja se sente a tensão de ideias e ideologias.
O Sínodo deixou um grande fruto de uma renovada atenção em relação à família: não dá para deixar a família se perder. Ela é um bem precioso para a humanidade, para a pessoa, para a comunidade humana. Agora aguardamos a Exortação Pós-Sinodal do Papa Francisco sobre a família.
Depois a convocação do Jubileu, uma convocação que mexeu com a Igreja no mundo inteiro. Francisco ao anunciar ao mundo a realização do Ano Santo extraordinário, deu a demonstração da sua extraordinária sensibilidade para com o momento em que vive a humanidade. Ele está consciente de oferecer ao mundo uma possibilidade única: isto é, experimentar a Misericórdia de Deus. E as Portas Santas não foram abertas somente em Roma, mas em todas as dioceses do mundo, o que indica o desejo do Santo Padre de estender a todos - a todos! – a possibilidade de usufruir dos benefícios que o Ano Santo deve trazer. 
Como disse à Rádio Vaticano o Arcebispo Angelo Becciu, Substituto da Secretaria de Estado, Francisco não está preocupado pelas multidões oceânicas em Roma, mas está preocupado que cada um possa ter a maneira e a facilidade de experimentar a bondade, o amor misericordioso de Deus. Pudemos notar isso na abertura da primeira Porta Santa em Bangui, capital da República Centro-africana. Naquele gesto a predileção do Papa por aquele povo, e por tantos povos que sofrem os horrores de guerras fratricidas.
Uma porta simples em uma catedral também simples quis ser um grito, uma invocação a Deus Pai para que conceda a paz a este povo e outros povos que tem direito de viver em paz.
Agora toca a nós vivermos esse tempo de graça e esperança. Um Feliz Ano Novo para você. 
                                                                                                            Silvonei José
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