sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Paróquia São José - Paraisópolis (MG)

Convite aos casais
que participaram do Encontro do dia 18 de agosto deste ano



Será realizado às 19h 30 deste sábado (26) no Centro Pastoral São José
o 2º "Reencontro de Casais". 
Venham viver momentos alegres de oração, reflexão e confraternização! 
A presença de vocês valerá a pena, pois em nosso meio 
e, nos fortalecendo na fé e no amor, estará o próprio Jesus Cristo!
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Homilia do Papa em Santa Marta:

 "Reconhecer-se pecador é uma graça" 

A confissão dos pecados feita com humildade é o que a Igreja pede a todos nós, declarou o Papa Francisco, na homilia realizada nesta sexta-feira, 25, na Casa Santa Marta, no Vaticano.
O Pontífice centrou o seu discurso no sacramento da reconciliação (confissão), encorajando a todos a não esconder os próprios pecados, mas confessá-los com sinceridade.
Senhor, sou pecador!
A partir da carta de São Paulo aos Romanos - liturgia de hoje - o Papa destaca a coragem do apóstolo em reconhecer publicamente que em sua carne "não habita o bem", e por isso não faz o bem que gostaria, mas o mal. Francisco ressalta que isso acontece na vida de todo o cristão, e por esse motivo o sacramento da reconciliação é um grande auxílio.
"E esta é a luta dos cristãos. É a nossa luta de todos os dias. E nós nem sempre temos a coragem de falar como Paulo sobre essa luta. Sempre procuramos uma via de justificação. Mas sim, somos todos pecadores", afirmou o Papa. Ele assegura que se não reconhecemos os nossos pecados, não poderemos alcançar o perdão de Deus.
"Alguns dizem: 'Ah, eu me confesso com Deus'. Mas assim é fácil é como confessar-se por e-mail. Deus está longe e não há um face a face", alertou o Papa ao falar sobre a indisposição que muitos católicos têm em procurar um confessor.
Por outro lado, destaca Francisco, alguns dizem confessar-se com facilidade, "mas ao falar de seus pecados o fazem de modo tão distante que seria melhor não ter se confessado".
Francisco alerta que confessar-se não significa ir a uma consulta com um psiquiatra, e nem ir a uma sala de tortura, é simplesmente dizer ao Senhor: "eu sou pecador". E a presença de um irmão (sacerdote), diz o Papa, é um modo de ser concreto na confissão.
"Os pequenos têm sabedoria. Quando uma criança se confessa, nunca diz uma coisa geral. ‘Padre, eu fiz isso, eu fiz aquilo à minha tia, para aquele eu disse essa palavra’, e dizem a palavra. São concretos, hein? Eles possuem aquela simplicidade da verdade", ressalta o Papa. Segundo o Pontífice, os adultos tem a tendência de esconder sempre os próprios pecados.
Ao concluir a homilia, o Papa Francisco destacou que ter vergonha dos próprios pecados diante de Deus é uma graça. "Pensemos em Pedro quando, depois do milagre de Jesus no lago, disse: 'Mas, Senhor, afasta-te de mim, eu sou pecador'. Ele se envergonha de seus pecados diante da santidade de Jesus Cristo", explicou o Papa.
                                                                                      Fonte: www.portalecclesia.com
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Papa na Audiência com Conselho da Plenária da Família:

“A família é o lugar onde se aprende a amar

Ainda de manhã, Papa Francisco recebeu na Sala Clementina, no Vaticano, cerca de 150 participantes na XXI Assembléia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, que se conclui, hoje, com a audiência pontifícia.
No discurso que pronunciou aos presentes, o Santo Padre se deteve sobre três pontos principais: “família, comunidade de vida, com consistência autônoma”; “família fundada no matrimônio” e “fases da vida familiar: infância e velhice”.
Família: centro natural da vida humana
Falando sobre o primeiro ponto “a família é uma comunidade de vida, que tem uma sua consistência autônoma”, o Papa recordou a exortação apostólica Familiaris Consortio de JPII: “A família não é a soma de pessoas que a constituem, mas uma comunidade de pessoas”. E definiu a família:
“A família è o lugar onde se aprende a amar; é o centro natural da vida humana. Ela é composta de rostos e de pessoas que amam, dialogam, se sacrificam e defendem a vida, sobretudo a mais frágil e fraca... a família é o motor do mundo e da história”.
Na família, esclareceu o Bispo de Roma, cada um constrói a própria personalidade, cresce, respira o calor da casa; é o lugar dos nossos afetos, da nossa intimidade, de aprendizagem; nela, a pessoa toma consciência da própria dignidade, da educação cristã e dos respeito aos outros, sobretudo os enfermos e marginalizados.
Depois, o Papa Francisco apresentou o segundo ponto da sua reflexão: “a família se funda no matrimônio”. Mediante um ato de amor livre e fiel, os esposos cristãos testemunham que o matrimônio, como Sacramento, é a base sobre a qual se funda a família e torna mais sólida a união dos cônjuges e a doação recíproca.
O amor esponsal e familiar revela claramente a vocação da pessoa a amar, de modo único e constante; as provações e os sacrifícios representam uma fase de crescimento no bem, na verdade e na beleza. E o Santo Padre completou:
“No matrimônio, os esposos fazem uma doação completa de si, sem cálculos e nem reservas, compartilhando tudo, dons e renúncias, confiando na Providência divina. Eis a experiência que os jovens devem aprender de seus pais e avós: experiência de fé em Deus, de confiança recíproca, de profunda liberdade e de santidade”.
Por fim, o Pontífice expôs seu terceiro ponto de vista sobre a família: as duas fases da vida familiar: “a infância e a velhice”. As crianças e os idosos representam os dois pólos da vida, os mais vulneráveis e até esquecidos. Uma sociedade que marginaliza as pessoas idosas renega as suas raízes e obscura o seu futuro.
De fato, explicou o Papa, todas as vezes que uma sociedade abandona uma criança e exclui um idoso, comete, não apenas um ato de injustiça, mas proclama a própria falência. E acrescentou:
“A Igreja que cuida das crianças e dos anciãos se torna a mãe das gerações de fiéis e, ao mesmo tempo, presta serviço à sociedade humana. Somente assim, mediante o espírito de amor, a familiaridade e a solidariedade, pode-se ajudar todos a redescobrir a paternidade e a maternidade de Deus”.
A família, concluiu o Santo Padre, é parte importante da evangelização: os cristãos comunicam a todos a Boa Nova através do testemunho da família. E seu segredo é a presença de Jesus no seio da família humana.
Papa Francisco exortou os participantes, que concluem a Plenária do Pontifício Conselho para a Família, dizendo: “Sejamos solidários, atenciosos e afetuosos, com as famílias em dificuldade e em crise; com as obrigadas a deixar suas terras, as que estão divididas, que não têm casa ou trabalho e as sofredoras.
Enfim, o Santo Padre fez votos de que os trabalhos da Assembléia, que hoje se concluem, no Vaticano, possam contribuir para a realização do próximo Sínodo extraordinário dos Bispos, que será dedicado precisamente às famílias. (Sedoc-MT)
                                                                                          Fonte: www.radiovaticana.va
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Homilias de Francisco na Santa Marta viram livro

Os leitores deste blog têm acompanhado quase que diariamente o resumo das homilias do Papa Francisco, que apresentam muita simplicidade, beleza e profundidade. Confiram esta interessante notícia da Rádio Vaticana.

Cidade do Vaticano (RV) – “Homilias da manhã” é o título da nova publicação da Livraria Editora Vaticana (LEV).
O volume publica as palavras pronunciadas pelo Papa Francisco durante as Missas celebradas todas as manhãs às 7h na capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, no período de 22 de março a 6 de julho. Há ainda o acréscimo das três homilias na residência do Sumaré, no Rio de Janeiro, durante a viagem apostólica ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude. 
O livro – que apresenta os textos publicados todos os dias pelo jornal L’Osservatore Romano – faz parte da coletânea “As palavras do Papa Francisco”, que compreende outras quatro obras.
Convite à reflexão
A introdução foi escrita pelo teólogo Inos Biffi, que destaca a originalidade do estilo de Francisco, com a sua linguagem “fácil”, mas ao mesmo tempo “vivaz”, rica de metáforas.
Biffi define essas homilias como “um precioso Diretório de vida espiritual”, em que o Papa deixa transparecer uma reflexão interior perspicaz a partir de situações humanas habituais, familiares – a partir de “uma convivência lúcida com os problemas, as reações e os sentimentos das comunidades e das pessoas em geral”.
As homilias tratam de inúmeros temas que dizem respeito à vida cristã, como o perdão, a salvação oferecida por Cristo, a rejeição ao carreirismo e a hipocrisia ao mistério de Cristo. 
“A obra, portanto, constitui um convite à reflexão, oferecendo ao leitor uma multiplicidade de ensinamentos, de conselhos e de orientações ascéticas”, lê-se no comunicado da LEV em que anuncia a publicação das “Homilias da manhã”.
                                                                                           Fonte: www.radiovaticana.va
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Papa na Missa em Santa Marta:

"Fomos re-criados em Cristo"

Cidade do Vaticano (RV) – Na homilia que pronunciou, na manhã desta quinta-feira, na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, durante a celebração da Eucaristia, Papa Francisco falou que “todos os cristãos batizados são chamados a caminhar rumo à santificação. De fato, disse, Cristo realizou em nós uma “segunda criação”, que devemos levar adiante na nossa vida:
"Tudo é novidade
em Cristo!"
Fomos re-feitos em Cristo! O que Cristo fez em nós foi uma re-criação! O sangue de Cristo nos regenerou. Trata-se de uma segunda criação. Antes, toda a nossa vida, o nosso corpo, a nossa alma, os nossos costumes estavam na estrada do pecado, da iniqüidade. Nesta nova criação, devemos esforçar-nos para caminhar em direção à justiça e à santificação”.
Viver como cristão, explicou o Pontífice, é continuar na fé em Cristo, na sua recriação. Com a fé realizamos a “obra de santificação”, que recebemos no Batismo. Na estrada da santificação, o sacramento da Penitência nos ajuda a sarar das nossas imperfeições e fraquezas. Não devemos apresentar-nos como cristãos, mas agir como pagãos. Não devemos ser cristãos insípidos. 
Por fim, o Papa exortou os presentes na Missa, dizendo: “É preciso deixar de lado tudo aquilo que nos distancia de Jesus Cristo e refazer tudo do início. Tudo é novidade em Cristo! Tantos outros cristãos fizeram a mesma coisa, tantos santos, até aqueles anônimos, que vivem o cristianismo seriamente. Todos nós fomos santificados pelo sangue de Cristo!”. (Sic-MT)
                                                                                        Fonte: www.radiovaticana.va
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Encerramento Setorial do Ano da Fé

Concentração, caminhada e Missa em Brazópolis

Os fiéis das paróquias do Setor Paraíso - Nossa Senhora da Consolação (Consolação), Nossa Senhora das Dores (Gonçalves), São Caetano (Brazópolis), Sant’Ana (Sapucaí Mirim) e São José  (Paraisópolis)  - são convidados a participarem dos eventos de Encerramento Setorial do Ano da Fé no próximo domingo, 27 de outubro, em Brazópolis.
Às 15 horas, ocorrerá a concentração dos participantes na praça da Matriz de São Caetano. Em seguida será feita uma caminhada até o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, onde será celebrada a Eucaristia, presidida pelo arcebispo de Pouso Alegre,  Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, e concelebrada pelos sacerdotes do Setor.
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Organize seu grupo e viva momentos alegres de confraternização, reflexão e oração!
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"Um testemunho sobre o poder da graça"

Acerca da indissolubilidade do matrimônio e do debate sobre os divorciados recasados e os sacramentos

Dom Gerhard Ludwig Müller
Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, dom Gerhard Ludwig Müller, em interessante artigo publicado no jornal da Santa Sé, L'Osservatore Romano, fala sobre matrimônio, família e cuidado pastoral com os divorciados.

Clique AQUI para ler o artigo na íntegra.

                                                                                        Fonte: www.portalecclesia.com
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quarta-feira, 23 de outubro de 2013



Papa Francisco:
"Maria imagem e modelo da Igreja" 

Cidade do Vaticano (RV) – O Santo Padre recebeu, na manhã desta quarta-feira, na Praça de São Pedro, no Vaticano, os peregrinos e fiéis de diversas partes do mundo, no âmbito da tradicional audiência geral.
Em sua catequese semanal, Papa Francisco continuou a refletir sobre a Igreja e, hoje, de modo particular, ressaltou a figura de Maria como imagem e modelo da Igreja. Seu ponto de partida foi o documento conciliar Lumen Gentium, que diz: “Como Santo Ambrósio ensinava, a Mãe de Deus é a figura da Igreja na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo”.
Assim, o Papa apresentou três aspectos de Nossa Senhora, em âmbito eclesial: Maria como “modelo de fé”, “modelo de caridade” e “modelo de união com Cristo”. Em relação ao primeiro aspecto, ele perguntou: “Em que sentido Maria representa um modelo de fé para a Igreja? E respondeu:
“A fé de Maria é o cumprimento da fé de Israel e, neste sentido, ela é modelo de fé da Igreja, que tem como centro Cristo, encarnação do amor infinito de Deus. A sua fé, porém, recebe uma luz nova quando o anjo Lhe anuncia: “Tu serás a Mãe do Redentor”. Nela se cumpre a fé de Israel”. 
"Maria:
modelo de união com Cristo"
Na verdade, a principal ajuda que Igreja é enviada a levar aos homens é Cristo e o seu Evangelho: ela não anuncia a si mesma, mas anuncia o amor de Cristo, que renova o mundo. A Igreja aprende isto, pelo exemplo do amor de Maria. 
A seguir, o Papa apresentou o segundo aspecto da vida de Maria, no seio da Igreja: “Maria, modelo de Caridade”. Em que modo a Virgem Maria é exemplo vivo de amor? Pensemos à sua disponibilidade na visita à sua prima Santa Isabel: ela levava em seio o Filho de Deus:
“Nossa Senhora quer levar, também a todos nós, o grande dom que é Jesus e, com ele, nos porta o seu amor, a sua paz, a sua alegria. Assim, também a Igreja é enviada a levar Cristo e o seu Evangelho a todos”.
Por fim, o Santo Padre falou sobre o terceiro aspecto de Maria: “modelo de união com Cristo”. Ela vive imersa no mistério de Deus feito homem, como sua primeira e perfeita discípula, meditando tudo no seu coração, à luz do Espírito Santo, para compreender e pôr em prática toda a vontade de Deus. 
Maria nos ensina a estar sempre unidos a Jesus! Ela sempre foi uma mulher comum no meio do seu povo: rezava, trabalhava, ia à sinagoga. Porém, toda a sua ação era realizada sempre em união perfeita com Jesus e com a vontade do Pai.
Ao término da sua catequese, o Santo Padre cumprimentou os presentes na Praça de São Pedro, em diversas línguas. Eis a sua saudação em língua portuguesa:
“Queridos peregrinos de língua portuguesa, dirijo uma cordial saudação a todos, particularmente aos grupos brasileiros de Belo Horizonte, Braço do Norte e Jundiaí. Este mês de Outubro encoraja-nos a perseverar na oração diária do terço, possivelmente em família, para que se reflita também na Igreja doméstica o modelo de Maria. O segredo da sua paz e confiança consiste nesta certeza: “A Deus, nada é impossível”. Desça, pois, sobre vocês e suas famílias a Bênção do Senhor". (Sedoc-MT)
                                             Fonte: www.radiovaticana.va       Banner: www.news.va
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