quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Um Papa otimista e magnífico pregando sobre

uma Humanidade Magnífica!
Sim, o ser humano tem conserto!

Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

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O papa leão 14 começou a sua encíclica magnífica Humanitas dizendo:

“A magnífica humanidade criada por Deus encontra-se hoje perante uma escolha decisiva: erguer uma nova torre de Babel, ou construir a cidade onde Deus e a humanidade habitam juntos.

Cada geração recebe em herança a tarefa de dar forma ao seu tempo: de fazer amadurecer a História como um lugar, onde a dignidade de cada pessoa seja salvaguardada, a justiça promovida e a fraternidade possibilitada sobre cada época... porém paira o risco se construir um mundo desumano e mais injusto”

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Para escrever a sua encíclica o Papa consultou cerca de 40 outras encíclicas de outros papas desde Leão 13 até o Papa Francisco.

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Eis a sabedoria da nossa igreja e dos Papas e dos estudiosos de comportamento humano!

Seus ensinamentos fluem como um rio que vem de longe, desde a nascente, e continua em cada Papa, em cada carta para o povo de Deus, em cada reflexão sobre os novos tempos, em cada reflexão sobre as novas conquistas da humanidade,

mas também em cada alerta sobre os novos perigos de cada nova invenção.

O rio da humanidade muda a cada nova enchente. Às vezes corre manso, limpo, sereno. Mas este mesmo rio, às vezes tem corredeiras, saltos e cacheiras, enchentes, suas águas inundam regiões inteiras, afogam muita gente, e faz muitas vítimas.

Nenhum rio é sempre manso. Tem quer ser canalizado e controlado! O ser humano precisa de um bom porquê para ser mais humano.

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A tarefa dos sumos pontífices é construir pontes!

Bispos, padres, pastores, professores, especialistas, governantes, cientistas, gente de cultura, empreendedores e construtores é controlar este rio.

Quem não o controla perece, quem o controla traz luz, água para agricultura, alimentos, progresso e civilização. Políticos e religiosos descontrolados são um desastre para a humanidade!

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Estou amando a nova encíclica que é uma carta do Papa Leão XIV sobre os novos progressos da técnica e da ciência.

Eu a tinha lido através da internet, mas finalmente comprei o livro e, agora posso estudar e rabiscar e aprender com tudo que o Papa está dizendo na sua nova carta aos católicos do mundo inteiro.

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Você também, se tiver o preço de um bom lanche na esquina num shopping, seja curioso: compre esta carta do Papa e leia sobre a “humanidade magnífica” que o papa admira

O Papa elogia, mas não tem medo de corrigir nosso tempo :é a missão dele e também é nossa missão.

Amemos o nosso tempo. Não sejamos como aqueles pregadores que só veem pecado no mundo. São pessimistas e derrotistas!

O mundo está cheio de gente boa, pura e sincera, de crianças inteligentes e queridas, e de filhos e querendo ser alguém

O catolicismo é isso! Somos otimistas! Ninguém é ninguém; todos somos alguém; e somos todos um grande talvez.

Será meu próximo livro, inspirado nos últimos 150 anos da Igreja, desde Leão 13 até Leão 14.

E enquanto isso leiamos o que os Papas disseram nesses 150 anos sobre as “novas coisas que não deixam de ser magníficas” porque foi Deus quem nos criou.

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                         Fonte: facebook.com/padrezezinho,sjc    Imagem: (@Vatican Media)

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Paróquia São José - Paraisópolis - MG:

Horários de missa e outros eventos

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Dia 20 - Quinta-feira

19h - Terço dos homens na matriz

19h - Celebração nas comunidades dos Jacintos e Serra dos Pereiras

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Dia 21 - Sexta-feira

6h - Oração das Mil misericórdias na matriz

19h - Celebração nas comunidades de Áreas, dos Martins e de Nossa Senhora Aparecida (Bela Vista)

19h - Grupo de oração Maranathá na capela da Soledade

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Dia 22 - Sábado

19h -  Primeira missa do Pe. Lucas Lázaro na matriz

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Dia 23 - 21º Domingo do Tempo Comum

7h e 9h -  Missa na matriz

11h - Missa na igreja de Santa Edwiges

18h - Missa na igreja de Santo Antônio   19h - Missa na matriz

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Papa na catequese desta quarta-feira:

na liturgia,
música não é decoração, cantar e tocar significa rezar

Leão XIV dedicou a catequese da Audiência Geral à música sacra e à sua função na celebração litúrgica. O Pontífice recordou que o canto favorece a comunhão e destacou a importância de músicas e textos adequados à grandeza daquilo que se celebra. “Na liturgia, cantar e tocar significa rezar, sintonizando o próprio coração com o das irmãs e dos irmãos e com Deus.”

A música sacra foi o tema da reflexão do Papa Leão XIV na Audiência Geral desta quarta-feira, 19 de agosto, realizada pela terceira semana consecutiva na Basílica de São Pedro. O Santo Padre deu continuidade ao ciclo de catequeses dedicado à Constituição Sacrosanctum Concilium, do Concílio Vaticano II, detendo-se desta vez no sexto capítulo do documento, dedicado à música na liturgia.

Logo no início, Leão XIV recordou as palavras do Concílio, que define a tradição musical da Igreja como “um tesouro de inestimável valor” e o canto sagrado, quando intimamente unido ao texto, como parte necessária ou integrante da liturgia solene.

“Cantar é próprio de quem ama”

Ao aprofundar a função ministerial da música, o Papa ressaltou que ela não é um elemento meramente decorativo, mas faz parte da própria ação litúrgica.

“A música, de fato, faz parte da ação litúrgica e não é mera decoração da celebração. Na liturgia, cantar e tocar significa rezar, sintonizando o próprio coração com o das irmãs e dos irmãos e com Deus, na participação ativa no mistério celebrado. Em particular, a música expressa a dimensão afetiva da oração, como afirma Santo Agostinho: «Cantare amantis est», ou seja, «cantar é próprio de quem ama». Isto é muito importante, porque ajuda a abrir o coração à ação de Deus na graça e a deixar-se moldar por ela.”

O canto, prosseguiu Leão XIV, possui uma dimensão comunitária: “através da sinfonia das vozes, contribui para a união dos espíritos, superando as diferenças entre as pessoas e reunindo todos no louvor a Deus. Torna-se assim uma epifania da Igreja, uma manifestação tangível da comunhão que pertence à sua própria natureza.”

Para além das modas

A importância teológica do canto sacro, explicou o Pontífice, exige também atenção àquilo que é escolhido para cada celebração: “Para além das modas ou das sensibilidades particulares dos autores, este deve corresponder, a todos os níveis, ao que é mais adequado para o momento celebrativo. A forma, por sua vez, especialmente no seu aspecto melódico, deve ser simultaneamente nobre e simples, de elevada qualidade musical e de fácil execução, sobretudo quando se destina a ser cantada por toda a assembleia.” O mesmo cuidado deve ser dedicado aos textos:

“O Concílio recomenda que também os textos sejam adequados, profundos e, ao mesmo tempo, de fácil compreensão, inspirados principalmente na Sagrada Escritura, nos livros litúrgicos e na Tradição espiritual da Igreja. É necessário velar por isso, para que se mantenha viva e cresça a dinâmica expressa no antigo princípio «lex orandi lex credendi», ou seja, a lei da oração é também a lei da fé.”

Participação dos fiéis e silêncio sagrado

Leão XIV abordou ainda a participação ativa dos fiéis, recordando que ela nasce de uma maior consciência do mistério celebrado e de sua relação com a vida cotidiana. No âmbito da música sacra, a Sacrosanctum Concilium indica um equilíbrio entre as diferentes formas de participação e os momentos de silêncio, e completou: “promovam-se as aclamações dos fiéis, as respostas, a salmodia, as antífonas, os cânticos” e “um silêncio sagrado”.

O Papa recordou que o Concílio atribui grande valor ao canto gregoriano, sem excluir outros gêneros de música sacra, e dedica especial atenção ao órgão. Outros instrumentos também podem ser utilizados, desde que sejam adequados ao uso sacro, respeitem a dignidade do templo e favoreçam a edificação dos fiéis.

O patrimônio musical e as diferentes culturas

A catequese abordou também o tema da inculturação. Segundo o Concílio, as tradições musicais dos diferentes povos devem ser levadas em consideração como parte de sua vida religiosa e social, promovendo, quando possível, sua presença também nas escolas e nas celebrações. Leão XIV destacou ainda a missão dos compositores, chamados a preservar o patrimônio musical da Igreja e, ao mesmo tempo, criar novas composições a serviço da liturgia:

“O compositor de música sacra é chamado a conhecer e a preservar o património musical da Igreja, deixando-se inspirar por ele para dar vida a novas composições ao serviço da liturgia, no respeito pela sensibilidade contemporânea e pelas diversas tradições culturais.”

Promover uma formação adequada

O Papa ressaltou ainda a importância de promover a formação e a prática da música sacra nos seminários, noviciados, casas de formação religiosa, institutos e escolas católicas, além de assegurar uma sólida formação litúrgica aos músicos e cantores. Leão XIV encerrou a catequese recordando a importância atribuída pelos Padres da Igreja ao canto litúrgico como símbolo da comunhão eclesial e citando as palavras de Santo Inácio de Antioquia:

“Vós, um por um, tornai-vos um coro a fim de que, harmoniosos no acorde e assumindo a tonalidade de Deus na unidade, canteis em uníssono por meio de Jesus Cristo ao Pai, para que vos ouça e, pelas boas obras que realizais, reconheça que sois membros do seu Filho.”

Thulio Fonseca – Vatican News

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  Fonte: vaticanews.va     Vídeo e fotos: (@Vatican Media

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Nesta terça, às 20h, acompanhe a terceira live da série

“Diretrizes e Sínodo: três conversões”

Como fortalecer a comunhão entre pessoas, comunidades e Igrejas? Essa é a pergunta que irá iluminar as reflexões da terceira live da série “Diretrizes e Sínodo: três conversões”, que ocorrerá nesta terça-feira, 18 de agosto, às 20h, no Youtube da CNBB.

Promovida pela Equipe Nacional de Animação do Sínodo, a transmissão on-line será oportunidade de refletir sobre a “conversão dos vínculos”, proposta contida no Documento Final da Assembleia Sinodal sobre a Sinodalidade e no texto das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2026-2032)

Padre Marcus Barbosa será o mediador. Os convidados são Mariana Venâncio, membro da Equipe Nacional de Animação do Sínodo e a irmã Rose Bertoldo, da Rede um Grito pela Vida.

Série de lives

O objetivo da série de lives formativas é favorecer a recepção do Documento Final do Sínodo nas Igrejas particulares e nos diversos organismos do Povo de Deus no Brasil. Esse itinerário pretende ajudar a compreender, discernir e colocar em prática as três conversões propostas pelo Sínodo: a conversão das relações, a conversão dos processos e a conversão dos vínculos. 

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                                                                                             Fonte: cnbb.org.br

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Reflexão para este início de semana:

Consagrados para cuidar do povo de Deus!

Dom Antônio Carlos Altieri - Arcebispo Emérito de Passo Fundo (RS)

Mensalmente, a Igreja no Brasil dedica-se a refletir sobre temas pertinentes tanto em sentido ad intra como ad extra. Neste mês voltamo-nos para a dimensão vocacional e, ao meditarmos sobre a pluralidade de dons com que o Espírito Santo enriquece a Igreja, a reflexão sobre a Vida Religiosa Consagrada nos convida a contemplar uma presença tão discreta quanto revolucionária. Para além dos claustros, existe uma multidão de consagrados e consagradas que atuam no coração do mundo secular, de forma quase “invisível” aos olhos desatentos, mas profundamente transformadora: os missionários da Educação e da Saúde.

Distantes dos holofotes, estes homens e mulheres encarnam a emblemática metáfora evangélica do sal da terra e do fermento na massa. Eles não estão nos altares das grandes igrejas, revestidos de túnicas solenes, mas fazem de suas ações e de seus ambientes cotidianos o altar de sua consagração, o lugar teológico do exercício de seus “ministérios”, de seu sacerdócio existencial e batismal; revestidos do avental do serviço, do jaleco para o atendimento ou para a docência. Desde tal perspectiva, a atuação da Vida Consagrada nas ciências da saúde e nas ciências humanas não é fruto do improviso, mas de uma rigorosa e ampla formação integral.

Os consagrados compreendem que, para dialogar com a sociedade contemporânea e sanar as feridas mais profundas da humanidade, é preciso unir a fé à razão, a espiritualidade à técnica. Por isso, ao lado da densa bagagem filosófica e teológica, religiosos e religiosas dedicam anos de suas vidas ao domínio de disciplinas diversas: Ciências da Educação como Pedagogia, Licenciaturas, Psicologia do Desenvolvimento e Gestão Escolar; Ciências da Saúde como Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Bioética, Nutrição e Gestão Hospitalar; Ciências Humanas e Sociais como Serviço Social, Filosofia, História e Sociologia.

Ao ocuparem gabinetes de pesquisa, salas de aula do ensino básico às universidades, e consultórios ou leitos de UTI, esses missionários oferecem ao mundo uma competência técnica irretocável, mas impregnada de um “algo a mais”: a visão integral da pessoa humana criada à imagem e semelhança de Deus. Esta presença profissional e humanizadora no meio da sociedade ajuda a resgatar a imensa dignidade da vocação dos Irmãos Religiosos e das Irmãs Consagradas, agentes pastorais diversos que não pertencem ao ministério ordenado, mas que demonstram que no Corpo Místico de Cristo, a grandeza da vocação não se mede pelo grau hierárquico ou sacramental, mas pela radicalidade do amor doado.

O Irmão consagrado e a Irmã consagrada, o agente pastoral no seu ofício diário, recordam a toda a Igreja a fraternidade fundamental do Evangelho. Quando um irmão religioso leciona física em uma escola ou uma irmã médica realiza uma cirurgia complexa, eles proclamam que o mundo do trabalho e do conhecimento humano é lugar teológico, espaço sagrado de santificação e de encontro com Deus.

Nas escolas e universidades, os Consagrados e agentes pastorais se estabelecem pela primazia da formação do pensamento crítico, da educação em valores, da escuta de jovens em crise e da humanização do saber. Nos hospitais e consultórios, pela primazia da defesa

incondicional da vida desde a concepção até a morte natural, do consolo aos enfermos e da acolhida às famílias. Nos gabinetes e nas instâncias de gestão, pela primazia das decisões pautadas pela ética, pela justiça social e pela promoção do bem comum acima do lucro.

Aos jovens e leigos que sentem no coração a inquietação vocacional e a paixão pela Educação, pela Medicina, pela Enfermagem ou pelas Humanidades: não tenham medo de consagrar a sua profissão a Deus! Se você percebe que o seu desejo de cuidar, ensinar, pesquisar e educar transcende a busca por um simples salário ou carreira secular, escute a voz do Mestre. A Igreja e o mundo precisam urgentemente de profissionais que sejam, antes de tudo, apaixonados por Cristo e pela humanidade.

Colocar o seu diploma, a sua inteligência e as suas mãos nas esteiras da Saúde e da Educação como um consagrado é uma das formas mais belas de evangelização do nosso tempo. É ser o sal que dá sabor às realidades áridas da sociedade e o fermento silencioso que faz levedar a cultura da paz, do cuidado e da verdade. Que os santos educadores e cuidadores, como São João Bosco, São José de Calasanz, São Camilo de Lellis e Santa Dulce dos Pobres, intercedam por todos os que já doam suas vidas nesses campos e inspirem novas e generosas vocações!

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 Fonte: cnbb.org.br     Imagem: vaticanews.va

domingo, 16 de agosto de 2026

3ª Semana Vocacional:

Consagrados pelo Reino de Deus! 

Dom Diamantino Prata de Carvalho - Bispo Emérito da Campanha (MG)

Dando continuidade à celebração do mês vocacional, após refletirmos sobre os dons das vocações ordenadas e matrimoniais, uma partindo da comemoração pelo “Dia do Padre” e outra pelo “Dia dos Pais”, avançamos neste terceiro domingo com a reflexão em torno dos dons das vocações religiosas e à vida consagrada. A Vida Religiosa não nasce de uma simples escolha profissional ou de um projeto humano de filantropia; nasce de um encontro transformador com a pessoa de Jesus Cristo.

Em um mundo frequentemente marcado pelo individualismo, pelo consumo desenfreado e pelo imediatismo, os conselhos evangélicos professados pelos religiosos funcionam como uma profecia viva. A Pobreza nos lembra que o maior tesouro do coração humano é Deus e que a solidariedade e a partilha devem se sobrepor ao acúmulo material. A Castidade proclama a capacidade de amar a todos com coração livre, doando-se sem posse, espelhando o amor incondicional do Pai. A Obediência ensina a escuta atenta da vontade divina em comunhão com os irmãos, oposta à autossuficiência e ao egocentrismo.

Seja no silêncio dos mosteiros contemplativos, onde homens e mulheres sustentam a Igreja invisivelmente pela oração contínua, seja no dinamismo da vida ativa, presente nas escolas, hospitais, periferias e terras de missão, a vida consagrada manifesta a maternidade e o cuidado de Deus pela humanidade. A história da Igreja confunde-se com a atuação dos carismas religiosos. Onde há dor, abandono ou fome, tanto física quanto espiritual, há a presença de um religioso ou de uma religiosa. Eles são os braços estendidos da Igreja que chegam às geografias e às existências mais distantes. Como afirmava o Papa Francisco: “A vida consagrada é a história de um amor apaixonado pelo Senhor e pela humanidade. Onde estão os religiosos, há alegria e profecia.”

Pela vida contemplativa, a Igreja se faz presente e atuante na sociedade através da oração incessante, da intercessão e do testemunho da primazia de Deus no silêncio dos claustros. Pela vida missionária e ativa, a Igreja contribui significativamente com uma evangelização encarnada, no sentido de que esta supera os vãos discursos, concretizando-se por meio de obras em favor da justa educação, saúde, assistência aos marginalizados e defesa dos direitos humanos. Por fim, pelos Institutos Seculares e novas comunidades, a Igreja se põe em saída através de uma consagração no meio do mundo, santificando as realidades temporais no cotidiano.

De modo geral, contemplamos a partir dos Consagrados uma ampla e plural frente de atuação da Igreja. Tamanha riqueza, no tocante à Caridade, nos provoca a uma atenção particular ao testemunho de nossos irmãos religiosos e religiosas, aos quais precisamos constantemente dizer: A Igreja precisa do seu sim diário!

Neste ano de 2026, ao celebrarmos o Mês Vocacional, renovamos o nosso agradecimento pela doação silenciosa, pelas orações na madrugada, pelas mãos gotejantes de trabalho nas missões e pelo testemunho de fé que não esmorece diante das dificuldades do tempo presente. Vocês são a prova viva de que o Evangelho é viável, de que vale a pena entregar tudo por Cristo e de que a santidade é um caminho aberto e fascinante.

Que a Virgem Maria, Nossa Senhora da Assunção, modelo perfeitíssimo de consagração e resposta fiel ao Pai, cubra cada missionário e missionária com seu manto materno, sustentando a perseverança e renovando o ardor vocacional. E a toda a comunidade eclesial, fica o convite: rezemos pelas vocações à Vida Religiosa Consagrada, promovamos em nossas famílias e paróquias uma cultura vocacional onde os jovens sintam a coragem de responder ao chamado do Mestre e apoiemos com carinho e gratidão aqueles que já entregaram suas vidas por nós e pelo Reino.

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 Fonte: cnbb.org.br     Imagem: vaticanews.va

Padre Lucas Lázaro

preside sua primeira missa

Neste domingo da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, às 9h, na matriz de sua terra natal, Conceição dos Ouros, o padre Lucas Lázaro presidiu sua Primeira Missa.

O templo acolheu grande número de fiéis da cidade e de diversos outros municípios. Concelebram o pároco, cônego José Donizete Moreira, que acolheu a todos os participantes e ao novo padre, e o padrinho de ordenação no novo sacerdote, padre Reinaldo dos Santos. Assistiu a celebração no ofício de cerimoniário o padre Tainan Francisco de Paula.

A homilia foi proferida pelo padre Reinaldo, que, após algumas belas considerações sobre a Nossa Senhora, relembrou a caminhada vocacional do padre Lucas Lázaro e o saudou como seu novo irmão no ministério sacerdotal.

No final da Eucaristia, os pais e o irmão do sacerdote foram convidados ao presbitério e rezaram juntos com ele e com a assembleia a consagração a Nossa Senhora da Conceição.

Encerrada a missa, padre Lucas Lázaro acolheu os presentes para os cumprimentos e fotos.

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