quinta-feira, 9 de abril de 2026

“Reze por um bispo na 62ª AG CNBB”:

Saiba como sortear e rezar
por um dos 373 bispos que se encontrarão em Aparecida (SP)

A Assessoria de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disponibilizou no hot site da 62ª Assembleia Geral da CNBB uma ferramenta de sorteio incluindo o nome e diocese de todos os 373 bispos que vão participar do encontro do episcopado brasileiro.

O recurso visa criar uma maior conexão e permitir que fiéis de todo o Brasil sorteiem e rezem por um bispo na véspera e durantes os 10 dias da62ª Assembleia da CNBB que se realiza em Aparecida (SP) de 15 a 24 de abril.

De acordo com o Assessor de Comunicação da CNBB, padre Arnaldo Rodrigues, trata-se de uma possibilidade que a Assessoria de Comunicação de gerar maior humanização na comunicação e proximidade entre os fiéis e os bispos do Brasil durante a 62ª AG CNBB, momento tão importante para toda a Igreja no Brasil.”

“Reze por nós”

No vídeo, abaixo, o secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, pede a oração dos fiéis como uma forma de fortalecer os bispos em sua missão evangelizadora no Brasil e nas decisões na que tomarão durante a Assembleia.

“No hot site da Assembleia você pode sortear o nome de um bispo para quem pedimos que reze e peçam bênçãos e luzes do Espírito Santo nestes dias que estaremos no Santuário Nacional acolhidos por nossa mãe e padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. Esteja conosco e reze por nós”, disse dom Ricardo.

Entenda a assembleia e veja o convite do secretário-geral:

Como sortear?

Para sortear o nome de um bispo basta entrar no hot site da 62º Assembleia Geral da CNBB e ir na sessão “Reze por um bispo”. Depois, basta clicar em “sortear” e ver o nome do bispo pelo qual que você é convidado a rezar durante os 10 dias da Assembleia. Caso queira compartilhar uma foto ou imagem rezando basta usar a hashtag #eurezopelosbipo.. Sorteie o nome do bispo para o qual rezará (aqui).



Por Willian Bonfim
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   Fonte: cnbb.org.br

Papa Leão XIV convida para uma Vigília de Oração pela paz

  no próximo sábado, 11 de abril 

O Papa Leão XIV convidou toda a Igreja a participar de uma Vigília de Oração pela paz, no próximo sábado, 11 de abril, às 18h locais (13h de Brasília). O momento será realizado na Basílica de São Pedro. Durante a audiência geral de hoje, ele renovou o convite para os fiéis o acompanharem nas preces.

No último domingo, durante a Bênção Urbi et Orbi, o Papa Leão afirmou que a paz que Jesus “nos entrega não é aquela que se limita a silenciar as armas, mas aquela que toca e transforma o coração de cada um de nós!”.

E convidou: “Convertamo-nos à paz de Cristo! Façamos ouvir o grito de paz que brota do coração!”

Na manhã desta quarta-feira, ao final da Audiência Geral, o Papa manifestou satisfação com o anúncio de uma trégua de duas semanas nos conflitos do Oriente Médio entre EUA e Irã. Para ele, “sinal de profunda esperança”. 

Leão destacou que “só através do regresso às negociações se poderá chegar ao fim da guerra” e exortou a todos para “acompanhar este momento de delicado trabalho diplomático com a oração, desejando que a disponibilidade para o diálogo possa tornar-se o instrumento para resolver as outras situações de conflito no mundo”.

Luiz Lopes Jr | Foto de capa: Vatican Media

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Fonte: vaticanews.va

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Paróquia São José - Paraisópolis (MG):

Oitava da Páscoa

Horários de missa e outros eventos

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Dia 9 - Quinta-feira

  19h - Terço dos homens na matriz

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Dia 10 - Sexta-feira

6h - Oração das Mil misericórdias na matriz

  19h - Grupo de oração Maranathá na capela da Soledade

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Dia 11 - Sábado

19h -  Missa na Matriz      19h - Celebração na  igreja de São Geraldo

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Dia 12 - 2º Domingo de Páscoa

7h e 9h -  Missa na matriz

11h - Missa na igreja de Santa Edwiges

18h - Celebração na igreja de Santo Antônio

  19h - Missa na matriz

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Leão XIV na catequese desta quarta-feira:

até o sofrimento,
vivido em união com Jesus, é caminho para a santidade

Na Audiência Geral desta quarta-feira (08/04), Leão XIV abordou o tema da vocação dos fiéis à santidade, proposto no quinto capítulo da Constituição Lumen Gentium do Concílio Vaticano II. Ela não é um privilégio de poucos, disse o Papa, mas um dom que compromete os batizados ao seguir o modelo de Cristo através da caridade, do amor a Deus e ao próximo: "até o sofrimento, vivido em união com a paixão do Senhor, se torna um caminho para a santidade".

O Papa Leão XIV, em continuidade à reflexão da Constituição Lumen Gentium do Concílio Vaticano II, dedicou a catequese da Audiência Geral desta quarta-feira (08/04) ao quinto capítulo do documento sobre a vocação de todos à santidade, da qual o modelo é Cristo. Cada um de nós é chamado a viver na graça de Deus, disse o Pontífice, "praticando as virtudes e conformando-se com Cristo. A santidade, segundo a Constituição Conciliar, não é um privilégio para poucos, mas um dom que compromete cada batizado a procurar a perfeição da caridade, isto é, a plenitude do amor a Deus e ao próximo. A caridade é, com efeito, o cerne da santidade a que todos os fiéis são chamados".

Essa disponibilidade de testemunho, continuou Leão, se concretiza através "de sinais de fé e de amor na sociedade, comprometendo-se com a justiça", até estar pronto a confessar Cristo com o martírio. Mas todos os sacramentos, sobretudo a Eucaristia, "são alimento que promove uma vida santa", tomando Cristo como modelo que torna a Igreja santa, mas não necessariamente "plena e perfeitamente santa": "a triste realidade do pecado, isto é, em todos nós", exige-lhe a conversão, que faz parte da essência da vida cristã e não se reduz a um mero empenho ético. O convite é para que cada um possa "empreender uma séria mudança de vida, confiando-se ao Senhor, que nos renova na caridade".

Cerca de 30 mil pessoas ouviram a catequese do Papa na Praça São Pedro











As virtudes dos consagrados para a santidade

Nesta perspectiva, continuou a refletir Leão XIV, a Vida Consagrada desempenha um papel decisivo. O tema é abordado no sexto capítulo da Constituição Conciliar, ao explorar a união com Jesus realizada de modo radical através da pobreza, da castidade e da obediência:

"Estas três virtudes não são prescrições que aprisionam a liberdade, mas dons libertadores do Espírito Santo, pelos quais alguns fiéis se consagram totalmente a Deus. A pobreza exprime a plena confiança na Providência, libertando do cálculo e do interesse próprio; a obediência toma como modelo o dom de si que Cristo fez ao Pai, libertando da suspeita e da dominação; a castidade é a doação de um coração íntegro e puro de amor, ao serviço de Deus e da Igreja."

O caminho de santidade da Vida Consagrada

Ao acolher esses conselhos evangélicos como estilo de vida, disse o Papa, os consagrados "testemunham a vocação universal à santidade de toda a Igreja", manifestando plena participação na vida de Cristo até a cruz, sendo sinal profético de um mundo novo:

"É precisamente pelo sacrifício do Crucificado que todos somos redimidos e santificados! Contemplando este acontecimento, sabemos que não há experiência humana que Deus não redima: até o sofrimento, vivido em união com a paixão do Senhor, se torna um caminho para a santidade. A graça que converte e transforma a vida fortalece-nos, assim, em cada provação, apontando-nos não para um ideal longínquo como meta, mas para o encontro com Deus, que se fez homem por amor."

Andressa Collet - Vatican News

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Assista:

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                                       Fonte: vaticannews.va  Fotos e vídeo: (@Vatican Media

Bela reflexão:

Amar sem ser amado!

Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

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Por não serem correspondidos muitos homens ou mulheres desistiram de amar ou de cuidar! Queriam retribuição!

Padre Zezinho

Jesus amou e foi amado, mas também amou apesar de não ser amado nem correspondido. Nunca desistiu de amar!

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-Ser capaz de não responder a uma ofensa com outra ofensa,

- ser gentil para com a pessoa que vc percebe que está usando você,

- continuar caridoso e amigo mesmo percebendo que a pessoa está fingindo que tem afeto por você

- ajudar e promover alguém que não é capaz de lhe dizer obrigado

- continuar, ainda assim, conversando com a pessoa que não presta atenção ao que você está dizendo

- enfim, amar quem não ama você…

Eis aí um possível caminho de santificação!

Pensam que você não percebe o desamor, mas a pedagogia do bom cristão, catequista ou pregador da fé, mostra que aprendeu com os santos e em particular com São Francisco de Assis:

- Que eu procure mais compreender do que ser compreendido,

- Mais amar do que ser amado,

- Pois é dando que se recebe.

Muitas vezes o ingrato ou desatento não sabe retribuir. Não adianta mendigar amor ou retribuição! A pessoa não aprendeu a retribuir!

Mas Deus vê tudo. Ele sabe recompensar, premiar e valorizar!… No devido tempo o coração ferido se compõe e deixa de mendigar afeto. Descobriu a graça da gratuidade!

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                                                                                  Fonte: facebook.com/padrezezinho,sjc

terça-feira, 7 de abril de 2026

Leão XIV nesta terça-feira:

a ameaça contra o povo iraniano é inaceitável

Em uma breve declaração em Castel Gandolfo, Leão XIV lança um apelo à paz, convida a entrar em contato com os membros do Congresso para pedir o fim da guerra, pensando nas tantas vítimas inocentes. “Todos os ataques à infraestrutura civil — afirma — são contra o direito internacional, mas são também um sinal do ódio, da divisão, da destruição de que o ser humano é capaz.

“Hoje, como todos sabemos, houve também esta ameaça contra todo o povo do Irã, e isso verdadeiramente não é aceitável.”

Claras e diretas foram as palavras do Papa Leão do lado de fora de sua residência em Castel Gandolfo. Em uma breve declaração aos jornalistas, em italiano e depois em inglês, na noite desta terça-feira, 7 de abril, o Pontífice reafirma a urgência da paz, pensando na grave situação que está sendo vivida, olhando para o ultimato lançado pelo presidente americano Donald Trump ao Irã, com a ameaça de destruir tudo em uma noite se não forem aceitas as condições apresentadas anteriormente e rejeitadas por Teerã a respeito do Estreito de Ormuz.

O Papa retoma as palavras sobre a paz expressas no Domingo de Páscoa, na mensagem Urbi et Orbi, quando havia feito um apelo para depor as armas “a quem tem o poder de desencadear guerras”, escolhendo o caminho do diálogo e não o da força. Leão XIV sublinha que estão em jogo “questões de direito internacional”, mas, muito mais do que isso, existe “uma questão moral”, na qual é preciso ter presente o bem do povo. O pensamento se volta sobretudo aos mais frágeis, vítimas de uma escalada.

“Gostaria de convidar todos a pensar, no coração, verdadeiramente, nos tantos inocentes, nas tantas crianças, nos tantos idosos, totalmente inocentes.”

Rezar pela paz

O Pontífice recorda que se fez um apelo ao diálogo desde os primeiros dias do conflito, buscando soluções por meio da negociação, para resolver os problemas “sem chegar a este ponto — afirma —, em vez disso, estamos aqui”.

“Gostaria de convidar todos a rezar — prossegue —, mas também a procurar formas de se comunicar — talvez com os ‘congressistas’ (membros do Congresso), com as autoridades — para dizer que não queremos a guerra, queremos a paz! Somos um povo que ama a paz. Há tanta necessidade de paz no mundo!”

Uma guerra definida como injusta

Também em inglês, o Papa repete os mesmos conceitos, convida “todas as pessoas de boa vontade a buscar sempre a paz e não a violência, a rejeitar a guerra, especialmente uma guerra que muitos definiram como injusta, que continua a se intensificar e que não resolve nada”.

O Santo Padre se detém, então, nas crises que atravessam o mundo: a econômica, a energética, e olha para “a grande instabilidade no Oriente Médio, que está apenas provocando mais ódio em todo o mundo”. Repetidas vezes, reforça seu convite ao diálogo, a pensar nas vítimas inocentes e que “todos os ataques à infraestrutura civil são contra o direito internacional, mas são também um sinal do ódio, da divisão, da destruição de que o ser humano é capaz”. E dirige-se aos cidadãos de todos os países envolvidos para que façam ouvir a sua voz de paz.

“As pessoas querem a paz.”

Papa ao deixar Castel Gandolfo

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                                                Fonte: vaticannews.va  Video foto: (@Vatican Media

Importante catequese:

Fé com equilíbrio!

Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

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Há milhares de cristãos piedosos, equilibrados e no rumo certo! Eles são razão de alegria na nossa igreja. Era isso que Jesus queria!

Padre Zezinho

Mas há também há milhares que escolheram o atalho e se negam a voltar ao rumo certo! São os piedosos teimosos! Não aceitam correções, ofendem quem ousa mostrar os documentos oficiais sobre liturgia e teologia!

Acham que acharam Jesus, e que Jesus lhes fala aos ouvidos. Há os que garantem que ele lhes manda recados diários. Posam de profetas na internet. “Jesus me disse isso” “Deus quer” “Maria quer” …

Insistem que eles estão no rumo certo e que quem perdeu o rumo foram esses Papas e esses bispos comunistas da CNBB e esses padres da TL que são o câncer atual da nossa Igreja.

Você já ouviu isso em púlpitos, em blogs e plataformas e páginas de padres e leigos radicais. Alguns gritam até estourar os pulmões.

Acontece que gente pia não posa de piedosa: dialoga, ouve o Papa, os Bispos, a Hierarquia, porque nossa igreja tem rumo e tem líderes. E os seus líderes não são padre X ou leigo Y ou padre W. Aceitam as autoridades constituídas.

Sem normas não há normalidade. Quem se acha acima do Papa e dos bispos da CNBB já está com um pé fora da Igreja. Até poderiam discordar com respeito, mas muitos dos que invadem a Internet são católicos revoltados e malcriados!

Os líderes são o Papa e os Bispos. Nós auxiliamos, mas as mudanças até podem começar aqui, mas quem chancela e aprova está em Roma.

O bispo que recentemente disse que vai ordenar homens casados na sua diocese, com ou sem a permissão do Papa, piedoso é que ele não é!

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                                                                                  Fonte: facebook.com/padrezezinho,sjc