terça-feira, 18 de agosto de 2026

Paróquia São José - Paraisópolis - MG:

 Horários de missa e outros eventos

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Dia 19 - Quarta-feira

19h - Missa em louvor ao São José na matriz

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Dia 20 - Quinta-feira

19h - Terço dos homens na matriz

19h - Celebração nas comunidades dos Jacintos e Serra dos Pereiras

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Dia 21 - Sexta-feira

6h - Oração das Mil misericórdias na matriz

19h - Celebração nas comunidades de Áreas, dos Martins e de Nossa Senhora Aparecida (Bela Vista)

19h - Grupo de oração Maranathá na capela da Soledade

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Dia 22 - Sábado

19h -  Primeira missa do Pe. Lucas Lázaro na matriz

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Dia 23 - 21º Domingo do Tempo Comum

7h e 9h -  Missa na matriz

11h - Missa na igreja de Santa Edwiges

18h - Missa na igreja de Santo Antônio   19h - Missa na matriz

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Nesta terça, às 20h, acompanhe a terceira live da série

“Diretrizes e Sínodo: três conversões”

Como fortalecer a comunhão entre pessoas, comunidades e Igrejas? Essa é a pergunta que irá iluminar as reflexões da terceira live da série “Diretrizes e Sínodo: três conversões”, que ocorrerá nesta terça-feira, 18 de agosto, às 20h, no Youtube da CNBB.

Promovida pela Equipe Nacional de Animação do Sínodo, a transmissão on-line será oportunidade de refletir sobre a “conversão dos vínculos”, proposta contida no Documento Final da Assembleia Sinodal sobre a Sinodalidade e no texto das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2026-2032)

Padre Marcus Barbosa será o mediador. Os convidados são Mariana Venâncio, membro da Equipe Nacional de Animação do Sínodo e a irmã Rose Bertoldo, da Rede um Grito pela Vida.

Série de lives

O objetivo da série de lives formativas é favorecer a recepção do Documento Final do Sínodo nas Igrejas particulares e nos diversos organismos do Povo de Deus no Brasil. Esse itinerário pretende ajudar a compreender, discernir e colocar em prática as três conversões propostas pelo Sínodo: a conversão das relações, a conversão dos processos e a conversão dos vínculos. 

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                                                                                             Fonte: cnbb.org.br

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Reflexão para este início de semana:

Consagrados para cuidar do povo de Deus!

Dom Antônio Carlos Altieri - Arcebispo Emérito de Passo Fundo (RS)

Mensalmente, a Igreja no Brasil dedica-se a refletir sobre temas pertinentes tanto em sentido ad intra como ad extra. Neste mês voltamo-nos para a dimensão vocacional e, ao meditarmos sobre a pluralidade de dons com que o Espírito Santo enriquece a Igreja, a reflexão sobre a Vida Religiosa Consagrada nos convida a contemplar uma presença tão discreta quanto revolucionária. Para além dos claustros, existe uma multidão de consagrados e consagradas que atuam no coração do mundo secular, de forma quase “invisível” aos olhos desatentos, mas profundamente transformadora: os missionários da Educação e da Saúde.

Distantes dos holofotes, estes homens e mulheres encarnam a emblemática metáfora evangélica do sal da terra e do fermento na massa. Eles não estão nos altares das grandes igrejas, revestidos de túnicas solenes, mas fazem de suas ações e de seus ambientes cotidianos o altar de sua consagração, o lugar teológico do exercício de seus “ministérios”, de seu sacerdócio existencial e batismal; revestidos do avental do serviço, do jaleco para o atendimento ou para a docência. Desde tal perspectiva, a atuação da Vida Consagrada nas ciências da saúde e nas ciências humanas não é fruto do improviso, mas de uma rigorosa e ampla formação integral.

Os consagrados compreendem que, para dialogar com a sociedade contemporânea e sanar as feridas mais profundas da humanidade, é preciso unir a fé à razão, a espiritualidade à técnica. Por isso, ao lado da densa bagagem filosófica e teológica, religiosos e religiosas dedicam anos de suas vidas ao domínio de disciplinas diversas: Ciências da Educação como Pedagogia, Licenciaturas, Psicologia do Desenvolvimento e Gestão Escolar; Ciências da Saúde como Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Bioética, Nutrição e Gestão Hospitalar; Ciências Humanas e Sociais como Serviço Social, Filosofia, História e Sociologia.

Ao ocuparem gabinetes de pesquisa, salas de aula do ensino básico às universidades, e consultórios ou leitos de UTI, esses missionários oferecem ao mundo uma competência técnica irretocável, mas impregnada de um “algo a mais”: a visão integral da pessoa humana criada à imagem e semelhança de Deus. Esta presença profissional e humanizadora no meio da sociedade ajuda a resgatar a imensa dignidade da vocação dos Irmãos Religiosos e das Irmãs Consagradas, agentes pastorais diversos que não pertencem ao ministério ordenado, mas que demonstram que no Corpo Místico de Cristo, a grandeza da vocação não se mede pelo grau hierárquico ou sacramental, mas pela radicalidade do amor doado.

O Irmão consagrado e a Irmã consagrada, o agente pastoral no seu ofício diário, recordam a toda a Igreja a fraternidade fundamental do Evangelho. Quando um irmão religioso leciona física em uma escola ou uma irmã médica realiza uma cirurgia complexa, eles proclamam que o mundo do trabalho e do conhecimento humano é lugar teológico, espaço sagrado de santificação e de encontro com Deus.

Nas escolas e universidades, os Consagrados e agentes pastorais se estabelecem pela primazia da formação do pensamento crítico, da educação em valores, da escuta de jovens em crise e da humanização do saber. Nos hospitais e consultórios, pela primazia da defesa

incondicional da vida desde a concepção até a morte natural, do consolo aos enfermos e da acolhida às famílias. Nos gabinetes e nas instâncias de gestão, pela primazia das decisões pautadas pela ética, pela justiça social e pela promoção do bem comum acima do lucro.

Aos jovens e leigos que sentem no coração a inquietação vocacional e a paixão pela Educação, pela Medicina, pela Enfermagem ou pelas Humanidades: não tenham medo de consagrar a sua profissão a Deus! Se você percebe que o seu desejo de cuidar, ensinar, pesquisar e educar transcende a busca por um simples salário ou carreira secular, escute a voz do Mestre. A Igreja e o mundo precisam urgentemente de profissionais que sejam, antes de tudo, apaixonados por Cristo e pela humanidade.

Colocar o seu diploma, a sua inteligência e as suas mãos nas esteiras da Saúde e da Educação como um consagrado é uma das formas mais belas de evangelização do nosso tempo. É ser o sal que dá sabor às realidades áridas da sociedade e o fermento silencioso que faz levedar a cultura da paz, do cuidado e da verdade. Que os santos educadores e cuidadores, como São João Bosco, São José de Calasanz, São Camilo de Lellis e Santa Dulce dos Pobres, intercedam por todos os que já doam suas vidas nesses campos e inspirem novas e generosas vocações!

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 Fonte: cnbb.org.br     Imagem: vaticanews.va

domingo, 16 de agosto de 2026

3ª Semana Vocacional:

Consagrados pelo Reino de Deus! 

Dom Diamantino Prata de Carvalho - Bispo Emérito da Campanha (MG)

Dando continuidade à celebração do mês vocacional, após refletirmos sobre os dons das vocações ordenadas e matrimoniais, uma partindo da comemoração pelo “Dia do Padre” e outra pelo “Dia dos Pais”, avançamos neste terceiro domingo com a reflexão em torno dos dons das vocações religiosas e à vida consagrada. A Vida Religiosa não nasce de uma simples escolha profissional ou de um projeto humano de filantropia; nasce de um encontro transformador com a pessoa de Jesus Cristo.

Em um mundo frequentemente marcado pelo individualismo, pelo consumo desenfreado e pelo imediatismo, os conselhos evangélicos professados pelos religiosos funcionam como uma profecia viva. A Pobreza nos lembra que o maior tesouro do coração humano é Deus e que a solidariedade e a partilha devem se sobrepor ao acúmulo material. A Castidade proclama a capacidade de amar a todos com coração livre, doando-se sem posse, espelhando o amor incondicional do Pai. A Obediência ensina a escuta atenta da vontade divina em comunhão com os irmãos, oposta à autossuficiência e ao egocentrismo.

Seja no silêncio dos mosteiros contemplativos, onde homens e mulheres sustentam a Igreja invisivelmente pela oração contínua, seja no dinamismo da vida ativa, presente nas escolas, hospitais, periferias e terras de missão, a vida consagrada manifesta a maternidade e o cuidado de Deus pela humanidade. A história da Igreja confunde-se com a atuação dos carismas religiosos. Onde há dor, abandono ou fome, tanto física quanto espiritual, há a presença de um religioso ou de uma religiosa. Eles são os braços estendidos da Igreja que chegam às geografias e às existências mais distantes. Como afirmava o Papa Francisco: “A vida consagrada é a história de um amor apaixonado pelo Senhor e pela humanidade. Onde estão os religiosos, há alegria e profecia.”

Pela vida contemplativa, a Igreja se faz presente e atuante na sociedade através da oração incessante, da intercessão e do testemunho da primazia de Deus no silêncio dos claustros. Pela vida missionária e ativa, a Igreja contribui significativamente com uma evangelização encarnada, no sentido de que esta supera os vãos discursos, concretizando-se por meio de obras em favor da justa educação, saúde, assistência aos marginalizados e defesa dos direitos humanos. Por fim, pelos Institutos Seculares e novas comunidades, a Igreja se põe em saída através de uma consagração no meio do mundo, santificando as realidades temporais no cotidiano.

De modo geral, contemplamos a partir dos Consagrados uma ampla e plural frente de atuação da Igreja. Tamanha riqueza, no tocante à Caridade, nos provoca a uma atenção particular ao testemunho de nossos irmãos religiosos e religiosas, aos quais precisamos constantemente dizer: A Igreja precisa do seu sim diário!

Neste ano de 2026, ao celebrarmos o Mês Vocacional, renovamos o nosso agradecimento pela doação silenciosa, pelas orações na madrugada, pelas mãos gotejantes de trabalho nas missões e pelo testemunho de fé que não esmorece diante das dificuldades do tempo presente. Vocês são a prova viva de que o Evangelho é viável, de que vale a pena entregar tudo por Cristo e de que a santidade é um caminho aberto e fascinante.

Que a Virgem Maria, Nossa Senhora da Assunção, modelo perfeitíssimo de consagração e resposta fiel ao Pai, cubra cada missionário e missionária com seu manto materno, sustentando a perseverança e renovando o ardor vocacional. E a toda a comunidade eclesial, fica o convite: rezemos pelas vocações à Vida Religiosa Consagrada, promovamos em nossas famílias e paróquias uma cultura vocacional onde os jovens sintam a coragem de responder ao chamado do Mestre e apoiemos com carinho e gratidão aqueles que já entregaram suas vidas por nós e pelo Reino.

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 Fonte: cnbb.org.br     Imagem: vaticanews.va

Padre Lucas Lázaro

preside sua primeira missa

Neste domingo da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, às 9h, na matriz de sua terra natal, Conceição dos Ouros, o padre Lucas Lázaro presidiu sua Primeira Missa.

O templo acolheu grande número de fiéis da cidade e de diversos outros municípios. Concelebram o pároco, cônego José Donizete Moreira, que acolheu a todos os participantes e ao novo padre, e o padrinho de ordenação no novo sacerdote, padre Reinaldo dos Santos. Assistiu a celebração no ofício de cerimoniário o padre Tainan Francisco de Paula.

A homilia foi proferida pelo padre Reinaldo, que, após algumas belas considerações sobre a Nossa Senhora, relembrou a caminhada vocacional do padre Lucas Lázaro e o saudou como seu novo irmão no ministério sacerdotal.

No final da Eucaristia, os pais e o irmão do sacerdote foram convidados ao presbitério e rezaram juntos com ele e com a assembleia a consagração a Nossa Senhora da Conceição.

Encerrada a missa, padre Lucas Lázaro acolheu os presentes para os cumprimentos e fotos.

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Papa no Angelus em Castel Gandolfo neste domingo:

a mesa de Deus é para todos,
a ninguém estão reservadas só as migalhas

Aos fiéis reunidos na Praça da Liberdade em Castel Gandolfo, Leão XIV comentou a liturgia deste XX Domingo do Tempo Comum, que apresenta o episódio da mulher cananeia. "À luz desta fé, as desigualdades, as discriminações e as barreiras que pisam a dignidade de tantos filhos e filhas de Deus tornam-se insuportáveis", disse o Santo Padre.

O Angelus dominical do Papa Leão XIV foi em Castel Gandolfo, para onde se dirigiu por ocasião da Solenidade da Assunção da Virgem Maria, celebrada em 15 de agosto. Nesta festa, afirmou o Pontífice, contempla-se Nossa Senhora na sua inseparável relação com o Filho: nem mesmo a morte conseguiu interromper essa comunhão de alma e corpo, que é vida eterna. Assim, todos os domingos, Ela nos recorda que essa mesma plenitude está reservada a quem segue Jesus: a sua ressurreição não é um acontecimento do passado, mas uma vida nova que nos envolve.

Comunicar a paz de Cristo para além das fronteiras

Isso é demonstrado hoje pela mulher cananeia, protagonista do Evangelho proclamado na liturgia (Mt 15, 21-28). Apesar de não pertencer ao seu povo e de viver numa região estrangeira, ela procura insistentemente falar com Jesus, desejando a paz para a sua filha atormentada. Os discípulos veem-na como uma pessoa incômoda, e o próprio Jesus resiste aos seus pedidos. Em certo momento, porém, acontece algo inesperado, Jesus se deixa tocar pelo que vê e ouve. Por fim, diz: «Mulher, grande é a tua fé! Faça-se como desejas».

"Também hoje a Igreja pode deixar-se surpreender pela obra de Deus e comunicar a paz de Cristo para além das fronteiras já traçadas", disse Leão XIV. A sua missão é antecipada pela graça divina, que atua no segredo das consciências, de modo que, em cada encontro, mesmo naqueles que perturbam os nossos planos, "é preciso prestar atenção, abrir os olhos e abrir o coração ao que Deus nos quer dizer".

Desigualdades e discriminações são insuportáveis

Para o Santo Padre, da mulher cananeia devemos aprender a humildade e a determinação:

“Graças à sua fé, aprendemos que a mesa de Deus está preparada para todos e que a ninguém estão reservadas só as migalhas porque cada um, junto do Pai, tem o seu lugar. À luz desta fé, as desigualdades, as discriminações e as barreiras que pisam a dignidade de tantos filhos e filhas de Deus tornam-se insuportáveis.”

O Pontífice concluiu recordando aos fiéis que "somos a Igreja de Jesus Cristo num mundo atormentado, que procura a paz. A Maria, nossa Mãe, pedimos que interceda por nós".

Bianca Fraccalvieri - Vatican News

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  Fonte: vaticanews.va     Vídeo e fotos: (@Vatican Media

Reflexão para este domingo:

 Traços característicos de Maria

José Antonio Pagola

A visita de Maria a Isabel permite ao evangelista Lucas pôr em contato o Batista e Jesus, antes mesmo de nascer. A cena está carregada de uma atmosfera muito especial. As duas mulheres vão ser mães. As duas foram chamadas a colaborar no plano de Deus. Não há varões. Zacarias ficou mudo. José está surpreendentemente ausente. As duas mulheres ocupam toda a cena.

Maria, que veio apressadamente de Nazaré, transforma-se na figura central. Tudo gira em torno dela e de seu Filho. Sua imagem brilha com certos traços mais genuínos do que muitos outros que lhe foram acrescentados ao longo dos séculos, a partir de invocações e títulos alheios aos evangelhos.

Maria, “a mãe de meu Senhor”. Assim o proclama Isabel em alta voz e cheia do Espírito Santo. Isto é certo: para os seguidores de Jesus, Maria é, antes de tudo, a Mãe de nosso Senhor. Daí parte sua grandeza. Os primeiros cristãos nunca separam Maria de Jesus. Eles são inseparáveis. “Bendita por Deus entre todas as mulheres”, ela nos oferece Jesus, “fruto bendito de seu ventre”.

Maria, a crente. Isabel proclama Maria feliz porque ela “acreditou”. Maria é grande não simplesmente por sua maternidade biológica, mas por ter acolhido com fé o chamado de Deus para ser Mãe do Salvador. Ela soube ouvir a Deus; guardou sua Palavra dentro de seu coração; meditou-a; a pôs em prática cumprindo fielmente sua vocação. Maria é mãe crente.

Maria, a evangelizadora. Maria oferece a todos a salvação de Deus, que ela acolheu em seu próprio Filho. Essa é sua grande missão e seu serviço. De acordo com o relato, Maria evangeliza não só com seus gestos e palavras, mas porque traz consigo, para onde vai, a pessoa de Jesus e seu Espírito. Isto é o essencial do ato evangelizador.

Maria, portadora de alegria. A saudação de Maria comunica a alegria que brota de seu Filho Jesus. Ela foi a primeira a ouvir o convite de Deus: “Alegra-te…, o Senhor está contigo”. Agora, a partir de uma atitude de serviço e de ajuda a quem precisa, Maria irradia a Boa Notícia de Jesus, o Cristo, que ela sempre traz consigo. Ela é para a Igreja o melhor modelo de uma evangelização prazerosa.

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JOSÉ ANTONIO PAGOLA cursou Teologia e Ciências Bíblicas na Pontifícia Universidade Gregoriana, no Pontifício Instituto Bíblico de Roma e na Escola Bíblica e Arqueológica Francesa de Jerusalém. É autor de diversas obras de teologia, pastoral e cristologia. Atualmente é diretor do Instituto de Teologia e Pastoral de São Sebastião. Este comentário é do livro “O Caminho Aberto por Jesus”, da Editora Vozes.

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                                          Fonte: franciscanos.org.br   Banner: Frei Fábio M. Vasconcelos