terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Paróquia SãoJosé - Paraisópolis (MG):

Horários de missa e outros eventos

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

Dia 4 - Quarta-feira

19h - Missa votiva em louvor a São José na matriz

______________________________________________________________________________

Dia 5 - Quinta-feira

19h - Terço dos homens na matriz

______________________________________________________________________________

 Dia 6 - Primeira Sexta-feira

Não haverá missa às 15h

19h - Missa com o rito de Posse Canônica do novo pároco, padre João Bosco de Freitas, e apresentação do vigário, diácono Lucas Lázaro Carvalho, sob a presidência de dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R

______________________________________________________________________________

Dia 7 - Sábado

19h - Missa na matriz

______________________________________________________________________________

Dia 8 - 5º Domingo do Tempo Comum

7h - Missa na matriz          9h - Missa na matriz

11h - Missa na igreja de Santa Edwiges      16h - Missa na igreja de Santo Antônio

19h - Missa na matriz

______________________________________________________________________________

Interessante reflexão de dom Julio Endi Akamine::

Celulares ao Alto!

Uma das gerações mais talentosas dos Meninos Cantores de Viena resolveu dissolver o grupo com uma última apresentação. Os meninos estavam mudando de voz e não manteriam mais o mesmo timbre na adolescência. Para a despedida, escolheram a ária mais difícil e mais bela do repertório. Tudo foi preparado para que fosse uma apresentação memorável. Para que se fizesse dela um registro impecável, providenciaram a melhor aparelhagem de gravação, os técnicos mais competentes e um local com excelente ambiente acústico. No dia marcado, até as condições climáticas contribuíam favoravelmente para a gravação. 

Quando, porém, o grupo começou a cantar, a equipe de gravação desistiu de registrar a apresentação e preferiu desfrutar daquele momento único. Tinha se tornado evidente que, por melhores que fossem os recursos e as condições, não havia como reproduzir a experiência do evento. A equipe de gravação não tinha como captar a preciosidade originalíssima da apresentação musical; só quem estava presente podia testemunhar algo que, em si mesmo, não podia ser reproduzido artificialmente. Havia até uma certa vergonha por pensar que se poderia transformar a experiência do momento em um produto de consumo. Pareceu desrespeito e empobrecimento condenável querer se apropriar daquela apresentação. Os presentes experimentaram o temor de violar a beleza indefesa daquela ária se apoderando dela com meios virtuais extrínsecos. O único modo de respeitá-la era acolhê-la com atenção e alegria, recebê-la com admiração, fazer silêncio e desfrutá-la até sua última nota. 

Esse relato pode ajudar a entender por que não tem sentido participar da missa pela TV ou redes sociais através de gravação. Temos que distinguir entre o evento e o seu registro. Do evento nós podemos participar pessoalmente, ainda que seja transmitido pelos meios de comunicação. A gravação não nos põe diante do evento, somente de seu registro. 

Essa analogia indica também com que reverência devemos tomar parte da missa. Em uma de suas catequeses, o Papa Francisco se queixou de que na missa nós rezamos corações ao alto e não celulares ao alto. É um comportamento preocupante quando celebramos os sagrados mistérios tirando fotos e fazendo vídeos. 

O relato é também uma advertência. Às vezes a facilidade de registrar um acontecimento pode fazer com que se perca a oportunidade da experiência pessoal. Os acontecimentos são únicos, e os registros analógicos ou virtuais não podem reproduzi-los. Servem como recordação, mas não os atualizam. 

Há, porém, eventos do passado que se tornam presentes. Isso não por força de nossas recordações ou registros, mas porque são fatos realizados por Deus. Eles têm uma natureza diferente dos acontecimentos históricos, pois não permanecem sepultados no passado distante nem são invalidados pelo tempo. Permanecendo históricos, superam a história e são sempre atuais. A linguagem cristã designa esses eventos realizados por Deus com uma palavra conhecida em sua forma, mas não em seu conteúdo: mistérios. 

Os mistérios cristãos são a presença do eterno na nossa história, a presencialização do inefável no aqui e no agora da vida, a efusão do infinito de Deus na finitude caduca de nossa condição terrena. Toda vez que os cristãos celebram os sagrados mistérios se tornam expectadores e testemunhas da beleza sempre nova da morte e ressurreição de Jesus. Os ritos se repetem, as palavras são sempre as mesmas, mas, como uma sinfonia tantas vezes executada nunca é uma experiência insípida, com muito mais razão ainda os sagrados mistérios nos põem diante da Realidade de Deus.

Dom Julio Endi Akamine - Arcebispo de Belém do Pará (PA) 

____________________________________________________________________________
                                                                 Fonte: cnbb.org.br   Foto: (@Vatican Media

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Para refletir:

Só uma rota?

Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

_____________________________

Padre Zezinho

A importância da psicopedagogia na fé

__________________________

Anos atrás num gigantesco congestionamento na saída de São Paulo, fomos direcionados para a Via Airton Sena. Tínhamos nossa rota e era por ali que sempre íamos.

Mas os técnicos nos fizeram mudar de rota! Também ali havia congestionamento, mas ao menos aí o trânsito fluía. Numa viagem que usualmente durava duas horas levamos cinco horas para chegar em casa!

***

Na fé, os que só conhecem um caminho com Jesus para o Pai ou com Maria para Jesus, muitos adeptos de movimentos de oração fixam-se “numa só rota”, esquecidos que se há atalhos PERIGOSOS, também há atalhos SALVADORES. Depende das enchentes, das barreiras e das pedras que rolaram sobre rodovia.

***

Décadas atrás levei onze horas para chegar a São Paulo, porque em duas barreiras na montanha não havia outra alternativa. Em outra ocasião, vindo de Curitiba a São Paulo, alguém descobriu que era possível ladear a rodovia porque o riacho lá embaixo era apenas um filete de água. Então seguimos a rota com um desvio de 600 metros.

Há desvios úteis e há desvios perigosos!

***

Inflexibilidade na fé é sinal de poucos recursos espirituais. Facilmente há fanatismos de uma só solução, quando Deus nos aponta para outras soluções.

***

O próprio Jesus dava outras soluções para quem quisesse segui-lo. Deixava ir embora (Jo 6,64-68) ou aconselhava a que ficassem por lá mesmo, sem ir com ele (a samaritana, a Cananéia, o cidadão que Jesus aconselhou a ficar em casa e com os parentes).

Nunca fui ouvido quando aconselhei alguns católicos a seguir Efésios 3, 14-21: a alargar os horizontes da fé conhecendo outras experiências de catolicismo. Nunca aceitaram.

Não quiseram conhecer o caminho franciscano, beneditino, dehoniano, salvatoriano, vicentino, redentorista, paulino, salesiano e outros!

Tinham conhecido o caminho pentecostal e só queriam aquela rota!…

Ora o que é o CATOLICISMO? O que é Kat Holou? O que significa: “para todos e não só para seu único grupo? Não quiseram ouvir. Alguns até me ofenderam. E eu estava apenas mostrando o Catecismo Católico.

***

Na verdade, sou dehoniano, mas bebo das fontes franciscanas, beneditinas, paulinas, salesianos, Redentoristas, jesuítas e outras vertentes. Todas essas rotas levam ao Cristo na mesma Igreja.

***

Espiritualidade supõe aceitar as mesmas luzes, mas cada com suas janelas, vidraças e cortinas. Bastaria só abri-las para receber mais luz!…

________________________________________________________________________________
                                                                                  Fonte: facebook.com/padrezezinho,sjc

Celebração litúrgica desta segunda:

Festa da Apresentação do Senhor

A Igreja celebra a festa da Apresentação do Senhor após quarenta dias do Natal. Este acontecimento é narrado pelo evangelista Lucas no capítulo 2. No Oriente, a celebração desta festa remonta ao século IV e, desde o ano 450, é chamada "Festa do Encontro", porque Jesus “encontra” os sacerdotes do Templo, mas também Simeão e Ana, que representam o povo de Deus. Por volta de meados do século V, esta festa era celebrada também em Roma. Com o passar do tempo, foi acrescentada a esta festa a “bênção das velas”, recordando que Jesus é a "Luz dos Gentios".

«Concluídos os dias da sua purificação, segundo a Lei de Moisés, Maria e José levaram o Menino a Jerusalém, para apresentá-lo ao Senhor, conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito de sexo masculino será consagrado ao Senhor” (Ex 13,2); eles ofereceram um par de rolas ou dois pombinhos como sacrifício prescrito pela Lei do Senhor. Ora, em Jerusalém havia um homem chamado Simeão: um homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel, e o Espírito Santo estava nele. Movido pelo Espírito Santo, ele também foi ao Templo, porque não queria morrer sem primeiro ter visto o Cristo do Senhor. Tendo seus pais apresentado o Menino Jesus ao Templo, para cumprir os preceitos da Lei, ele o tomou em seus braços e louvou a Deus nestes termos: “Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em paz, segundo a vossa palavra. Porque os meus olhos viram a vossa salvação, que preparastes diante de todos os povos, luz para iluminar as nações e glória do vosso Povo de Israel”» (cf. Lc 2, 22-40).

Oferta

Segundo a Lei de Moisés, o primogênito de sexo masculino era propriedade do Senhor e destinado ao serviço do Templo. Mais tarde, quando os descendentes de Levi, os levitas, assumiram o serviço do Templo, esta prescrição caiu em desuso, mas o primogênito devia ser resgatado com uma oferta em dinheiro, para a manutenção do sacerdote.

Encontro com Simeão

“Movido pelo Espírito, foi ao Templo”. Deve-se evidenciar um detalhe: Simeão foi inspirado pelo Espírito Santo, que o levou também ao “reconhecimento” de Jesus, como o Esperado, a Luz dos Gentios. Devemos colocar-nos diante desta Luz: “A verdadeira luz veio ao mundo; a luz que ilumina cada homem... mas o mundo não o reconheceu" (Jo 1,9-10).

Maria guardava tudo em seu coração

Simeão abençoou os pais, mas suas palavras são dirigidas apenas à mãe: seu Filho será sinal de contradição. Jesus é a Luz do mundo, mas será rejeitado, admirado e amado, mas também crucificado, derrotado; morrerá e ressurgirá. Um caminho repleto de contradições, que ficou impresso no coração da Mãe.

Encontro com Ana

A profetisa Ana também foi ao Templo. Segundo os detalhes do evangelista, nota-se quanto ela também era uma mulher de Deus, muito idosa, viúva. Como "profetisa" conseguiu entender o que os outros tanto queriam ver: a presença de Deus! Ela soube ir para além das aparências e viu que aquele Menino era o “Esperado pelos Gentios”.

Esperança

Na época de Jesus, a idade média de vida era de aproximadamente 40 anos. Mas, o evangelista diz que Simeão e Ana eram “idosos".  Os idosos, geralmente, vivem de recordações, saudades dos tempos idos, enquanto os jovens vivem de esperança, olham para frente. Neste caso, estamos diante de dois idosos que, porém, ao ver o Menino, olham para frente, aguardam, se surpreendem, cantam de alegria e esperança. Tais detalhes demonstram quanto eram jovens de coração, repletos de Deus e de suas promessas: e Deus não decepciona!

Profetas

Todos nós também somos envolvidos por esta "visão", pois quem aceita viver o Evangelho torna-se sinal de contradição. Colocar-se diante do Senhor Jesus, Luz dos Gentios, requer muita coragem, mas, ainda mais e antes de tudo, ser "de Deus", como Simeão e Ana; requer também a consciência de nem sempre ver tudo claramente, como José e Maria, que ficaram “admirados” com o que diziam de seu Filho, mas, depois, sabemos que Maria “guardava e meditava” tudo em seu coração.

____________________________________________________________________________
                                                            Fonte: vaticannews.va  Foto: (@Vatican Media

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Papa no Angelus deste domingo:

as Bem-aventuranças
são a luz que ilumina a penumbra da história

No Angelus dominical, o Papa comentou o Evangelho deste IV Domingo do Tempo Comum, que apresenta a página das Bem-aventuranças. "É assim que Jesus ilumina o sentido da história: não aquela escrita pelos vencedores, mas a que Deus realiza salvando os oprimidos", afirmou o Pontífice.

O Papa se reuniu com milhares de fiéis e peregrinos na Praça São Pedro para a oração do Angelus neste primeiro domingo de fevereiro. Comentando o Evangelho das Bem-aventuranças (Mt 5, 1-12), proposto pela liturgia do dia, Leão XIV as definiu como "uma página esplêndida da Boa Nova que Jesus anuncia a toda a humanidade". Com efeito, "elas são luzes que o Senhor acende na penumbra da história, revelando o projeto de salvação que o Pai realiza por meio do Filho, com o poder do Espírito Santo".

No monte, Cristo entrega aos discípulos a nova lei, não aquela escrita em pedras, mas nos corações. É uma lei que renova a nossa vida, explicou o Papa, tornando-a boa, mesmo quando para o mundo parece fracassada e miserável. Na perseguição, Deus é fonte de redenção; na mentira, é âncora da verdade. Por isso, Jesus proclama: «Exultai e alegrai-vos».

A esperança a quem o mundo descarta

Estas bem-aventuranças, prosseguiu, permanecem um paradoxo apenas para aqueles que acreditam que Deus é diferente do modo como Cristo o revela. Quem espera que os prepotentes continuarão sempre senhores da terra, surpreende-se com as palavras do Senhor.

“Quem se acostuma a pensar que a felicidade pertence aos ricos, pode acreditar que Jesus é um iludido. Mas a ilusão está precisamente na falta de fé em Cristo: Ele é o pobre que com todos partilha a sua vida, o manso que persevera na dor, o construtor da paz perseguido até à morte na cruz.”

"É assim que Jesus ilumina o sentido da história: não aquela escrita pelos vencedores, mas a que Deus realiza salvando os oprimidos", disse ainda o Santo Padre. Ele doa esta esperança em primeiro lugar a quem o mundo descarta como caso perdido.

Não consolação distante, mas graça constante!

"Queridos irmãos e irmãs, as Bem-aventuranças tornam-se para nós então uma prova de felicidade, levando-nos a perguntar-nos se a consideramos como uma conquista que se compra ou um dom que se partilha; se a depositamos em objetos que se consomem ou em relações que nos acompanham. Na verdade, é 'por causa de Cristo' e graças a Ele que a amargura das provações se transforma na alegria dos redimidos: Jesus não fala de uma consolação distante, mas de uma graça constante que sempre nos sustenta, principalmente na hora da aflição."

As Bem-aventuranças exaltam os humildes e dispersam os soberbos, concluiu o Santo Padre, pedindo a intercessão da Virgem Maria.

____________________________________________________________________________________

Assista:

____________________________________________________________________________
                                             Fonte: vaticannews.va   Foto e vídeo: (@Vatican Media

sábado, 31 de janeiro de 2026

Papa a jovens líderes neste sábado:

“Só quem cuida
dos mais pequeninos pode fazer coisas grandes”

Ao se reunir com jovens de vários continentes numa, Leão XIV afirmou que a política desempenha uma função social insubstituível, recordando que não haverá paz sem acabar com a guerra que a humanidade faz a si mesma quando descarta quem é fraco, quando exclui quem é pobre, quando permanece indiferente diante do prófugo e do oprimido.

O Papa recebeu em audiência na manhã de sábado os cerca de 100 participantes da iniciativa “Uma Humanidade, Um Planeta: Liderança sinodal”. Trata-se de um programa bienal de formação para a ação política promovido pela ONG “New Humanity” do Movimento dos Focolares, em colaboração com a Pontifícia Comissão para a América Latina e com o apoio da Fundação Porticus.

O evento utiliza a metodologia do Hackathon e conta a participação de 100 jovens líderes dos cinco continentes, engajados em seus países na área política e social, de diferentes culturas e convicções políticas.

Após meses de intenso trabalho online, os jovens se reuniram em Roma de 26 de janeiro a 1º de fevereiro para traduzir o percurso de aprendizagem que compartilharam remotamente em propostas de impacto político.


Os "quatro sonhos" do Papa Francisco

Em seu discurso, o Pontífice enalteceu o método sinodal adotado, enquanto promove a escuta e o discernimento. De modo especial, o Santo Padre manifestou seu apreço pelo projeto “Quatro Sonhos” da Pontifícia Comissão para a América Latina, inspirado nos sonhos eclesial, ecológico, social e cultural do Papa Francisco contidos na Exortação Apostólica Querida Amazonia.

“Quão urgente é dedicar as melhores energias ao cuidado dessas áreas, especialmente em tempos marcados por muitas injustiças, violência e guerra! Hoje, o seu papel de líderes implica, portanto, uma responsabilidade crescente pela paz: não apenas entre as nações, mas também onde vocês moram, estudam e trabalham todos os dias”, afirmou, encorajando os jovens a buscarem, com coração puro e mente límpida, esta paz como dom, aliança e promessa.

“Sim, a paz é sobretudo um dom, porque a recebemos daqueles que nos precederam na história: é um bem pelo qual devemos agradecer. A paz é uma aliança, que nos incumbe de um compromisso comum: o de honrá-la, quando existe, e de realizá-la, quando falta. A paz, finalmente, é uma promessa, porque sustenta nossa esperança em um mundo melhor e, como tal, é buscada por todas as pessoas de boa vontade.”

O aborto, guerra da humanidade contra si mesma

Neste contexto, prosseguiu o Papa, a política desempenha uma função social insubstituível, recordando que não haverá paz sem acabar com a guerra que a humanidade faz a si mesma quando descarta quem é fraco, quando exclui quem é pobre, quando permanece indiferente diante do prófugo e do oprimido.

“Somente quem cuida dos mais pequeninos pode fazer coisas realmente grandes”, afirmou Leão XIV, citando Madre Teresa de Calcutá, quando afirmava que “o maior destruidor da paz é o aborto”.

“Sua voz continua profética: nenhuma política pode, de fato, colocar-se a serviço dos povos se exclui da vida aqueles que estão prestes a nascer, se não socorre aqueles que se encontram em situação de necessidade material e espiritual.”

O Papa exortou os jovens a terem coragem diante dos muitos desafios do presente, pois não estão sós nesta luta pela fraternidade universal. Deus está com eles. A propósito, afirmou que o título da iniciativa “Uma Humanidade, Um Planeta” mereceria ser completado com “Um Deus”:

“Reconhecendo n’Ele o bom criador, nossas religiões nos chamam a contribuir para o progresso social, buscando sempre o bem comum que tem como fundamento a justiça e a paz. Com essa certeza no coração, concedo a todos vocês, jovens, a todos aqueles que os acompanham e aos seus entes queridos, a bênção apostólica”.

Bianca Fraccalvieri - Vatican News



____________________________________________________________________________
                                                         Fonte: vaticannews.va   Fotos: (@Vatican Media

Arquidiocese ganha dois novos diáconos,

Leonardo Henrique e Lucas Lázaro

Na manhã deste sábado, 31 de janeiro, com a participação de um grande número de seminaristas, diáconos e sacerdotes, a catedral do Senhor Bom Jesus em Pouso Alegre ficou lotada de cristãos leigos e leigas e religiosos na missa em que foram ordenados diáconos pelo arcebispo de Pouso Alegre, dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., os seminaristas Leonardo Henrique Couto Tosta e Lucas Lázaro Carvalho Simões.

“Eu, porém, estou no meio de vós como quem está servindo” (Lc 22,27),esse o lema da ordenação dos novos clérigos.

Abrilhantou a celebração com belas músicas, entre as quais algumas do padre José Fernandes de Oliveira, scj, o conhecido padre Zezinho, o coral São Sebastião e São Roque da paróquia homônima da cidade de Bom Repouso.

Dom Majella, dadeado pelos diáconos
Lucas Lázaro (à direita)
e Leonardo Henrique (à direita
)

Na homilia, o pastor arquidiocesano, entre diversas considerações, dirigindo-se aos ordenandos e à assembleia, afirmou que a segunda leitura escolhida pelos dois seminaristas “revela a igreja como uma comunidade de serviço, fala-se na escolha de sete homens cheias do Espírito Santo, cuja missão é o serviço das mesas. Serviço! Essa foi a missão daqueles homens. Na verdade, esses sete aparecem em outros episódios mais ligados ao serviço da Palavra do que ao serviço das mesas. A comunidade cristã é uma realidade que tem no centro da sua dinâmica o serviço, seja o serviço da Palavra seja o serviço na assistência dos irmãos mais pobres. É impensável uma comunidade cristã em que não esteja bem viva essa dimensão diaconal.”

Destacou também que “Jesus é o diácono por excelência” e que a ordenação diaconal não se trata de um privilégio, que confere maior dignidade a quem dela é investido, e sim dons, que devem ser postos ao serviço da comunidade.

No final da celebração os novos diáconos agradeceram a Deus pelo chamado, a dom Majella pela confiança, ao clero, familiares e a todos os participantes da missa, que foram convidados a um almoço festivo na quadra do santuário Sagrado Coração de Maria.

Dom Majella com os novos diáconos e parte do clero arquidiocesano


A partir de fevereiro, o diácono Leonardo Henrique exercerá a diaconia na paróquia Senhor Bom Jesus de Bueno Brandão e o diácono Lucas Lázaro no ofício de vigário na paróquia São José de Paraisópolis.

Fotos: Pascom arquidiocesana

_____________________________________________________________________________________