terça-feira, 27 de outubro de 2026

Paróquia São José - Paraisópolis - MG:

Horários de missa e outros eventos
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Dia 28 - Quarta-feira

19h - Missa em louvor a São José na matriz

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Dia 29 - Quinta-feira

7h - Missa na matriz

19h - Terço dos homens na matriz

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Dia 30 - Sexta-feira

6h - Oração das Mil misericórdias na matriz

19h - Grupo de oração Maranathá na igreja da Soledade

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Dia 31 - Sábado

19h - Missa na matriz

19h - Missa na comunidade São Francisco

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Dia 1º de novembro - Solenidade de Todos os Santos

7h e 9h -  Missa na matriz

9h - Missa da festa na comunidade São Geraldo

11h - Missa na igreja de Santa Edwiges

15h30 - Concentração na Praça Centenário, caminhada até a frente da matriz, onde, às 17h, haverá Missa Campal

18h - Missa na igreja de Santo Antônio

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Catequese com o padre Zezinho:

Medo de divulgar a verdade?

Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

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A minha e a sua verdade podem não ser a verdade verdadeira!!! O diálogo fraterno e sereno pode nos fazer mais cristãos!

Se você tem medo de ser odiado e atacado por ensinar o catecismo católico e as orientações dos Papas, não entre na internet. Vai ser ofendido! Em alguns casos gravemente.

Se entrar e tiver que sair por um tempo, volte com a mesma coragem.

Haverá milhares tentando calar sua voz, mas haverá milhares querendo ouvir suas catequeses.

Jesus e os apóstolos também foram agredidos pelo que ensinavam.

Mas nenhum deles teve medo e nenhum deles se calou. Um deles o traiu, um deles viveu até a uma santa velhice e dez deles mais Paulo morreram porque eram catequistas …

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                                                                                  Fonte: facebook.com/padrezezinho,sjc

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Papa nesta segunda-feira:

numa sociedade como a nossa,
a dimensão da caridade é fundamental

Na audiência com as Irmãs da Caridade, Leão XIV destacou o legado da fundadora, Santa Joana Antida Thouret, que colocou Cristo no centro de sua vida, dedicando-se aos pobres, aos enfermos e aos mais necessitados. Um ensinamento que hoje deve nos levar a cultivar e difundir a atenção ao próximo, "ao bem integral, espiritual e temporal, do próximo".

O Papa Leão XIV recebeu em audiência, nesta segunda-feira (26/10), na Sala do Consistório, no Vaticano, as participantes do Capítulo Geral eletivo das Irmãs da Caridade de Santa Joana Antida Thouret, religiosa francesa, fundadora da Congregação das Irmãs da Caridade.

“O Capítulo Geral de uma família religiosa é sempre um contexto privilegiado para a ação do Espírito Santo em favor do Povo de Deus. Nos dias de graça que vocês vivenciaram, em atitude de docilidade às suas inspirações, vocês exerceram o discernimento comunitário, que é em si mesmo uma experiência edificante.”

Colocar Cristo no centro de nossa existência e de nossos pensamentos

Leão XIV prosseguiu o seu discurso, ressaltando que "Santa Joana Antida Thouret compreendeu muito bem a importância dessa 'doação conjunta' na Igreja, demonstrando, ao longo de sua vida, grande amor e respeito pelo Sucessor de Pedro, mesmo ao custo de enfrentar dolorosos mal-entendidos e sacrifícios pelo bem e pela unidade das pessoas que lhe foram confiadas".

A seguir, recordou o tema escolhido pelas Irmãs da Caridade de Santa Joana Antida Thouret para os trabalhos do capítulo, "Raízes em Cristo, missão no mundo", afirmando que "ele descreve com muita propriedade a essência de sua consagração e do seu apostolado".

“Ter raízes em Cristo significa, de fato, seguindo o exemplo de Santa Joana Antida, colocar somente Ele no centro de nossa existência e de nossos pensamentos, acostumando-nos a sentir e celebrar Sua presença a cada instante, confiantes de que, unidos a Ele, estaremos cada vez mais próximos uns dos outros e mais capazes de ajudar os outros de acordo com seus desígnios.”

Valorizar a dimensão da caridade

O Papa recordou um aspecto importante do legado carismático que a santa fundadora deixou para as suas religiosas: "Prestar atenção ao bem integral, espiritual e temporal dos outros".

“Recordo isso porque, numa sociedade como a nossa, que tende a fragmentar o ser humano, dividindo as pessoas não apenas entre si, mas também — e de forma mais grave — dentro de si mesmas, essa dimensão da caridade é fundamental para a recuperação, a promoção e o autêntico respeito pela dignidade de cada um, especialmente dos mais pobres e necessitados. Valorizem-na, cultivem-na e difundam-na.”

Leão XIV disse ainda que "neste ano do bicentenário do nascimento para o Céu da Santa Madre Thouret, é reconfortante notar o quanto o Senhor abençoou e acompanhou a sua caminhada ao longo do tempo". "Isso é testemunhado na riqueza e diversidade de sua expansão apostólica, agora presente em trinta e dois países, onde vocês mantêm vivo o 'carisma da Caridade' graças ao trabalho de religiosas, leigos, jovens, voluntários e colaboradores de todas as idades e origens", sublinhou.

O Papa concluiu, incentivando as religiosas a continuarem "seu trabalho generosamente", pois "ele é precioso aos olhos de Deus e da Igreja. Obrigado por tudo o que vocês fazem". 

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                                                                    Fonte: vaticanews.va Foto: (@Vatican Media

CNBB publica

“Mensagem aos eleitos e eleitas nas Eleições de 2026”

Após a conclusão do processo para eleições gerais no Brasil, no domingo, (25), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou, nesta segunda-feira (26), a “Mensagem aos eleitos e eleitas nas Eleições de 2026”, com a qual dirige sua saudação aos cidadãos e cidadãs escolhidos pelo povo brasileiro para o exercício de responsabilidades públicas na Presidência da República, nos governos estaduais e do Distrito Federal, no Senado Federal, na Câmara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Ao cumprimentar os eleitos e eleitas, a CNBB reconhece, na mensagem, a importância da participação popular e das instituições democráticas para a vida da nação e reforça que o voto expressa a confiança depositada pelos cidadãos naqueles que recebem  a missão de representá-los e de servir ao interesse público.

Por outro lado, a  eleição, para a CNBB, não constitui apenas uma conquista política. “Representa, sobretudo, a assunção de uma responsabilidade diante de todo o povo brasileiro, inclusive daqueles que fizeram escolhas diferentes nas urnas”, afirma.

A Conferência dos Bispos do país afirma na mensagem que o “Brasil continua diante de desafios que exigem responsabilidade compartilhada: a superação da pobreza e da fome, a redução das desigualdades, a promoção do trabalho digno, o acesso à saúde, à educação e à moradia, a proteção das famílias, a segurança pública, o cuidado com a Casa Comum e a defesa incondicional da vida e da dignidade humana, desde a concepção até seu fim natural”.

A CNBB aponta ainda que “a pluralidade de ideias, própria da democracia, não deve impedir a busca de convergências em torno daquilo que é essencial para a vida e a dignidade do povo brasileira”. Essas responsabilidades, aponta a CNBB, exigem políticas públicas consistentes, diálogo entre os poderes e compromisso com a correta utilização dos recursos destinados à população.

Na mensagem, a CNBB reafirma sua disposição de continuar contribuindo para o diálogo e a construção de caminhos que promovam a justiça, a paz, a fraternidade e a solidariedade.  “Nossa contribuição nasce do compromisso com o Evangelho de Jesus Cristo, especialmente com os pobres, os pequenos e os que sofrem. Não se confunde com adesão partidária, mas expressa a responsabilidade da Igreja de colaborar para uma sociedade na qual ninguém seja privado das condições necessárias a uma vida digna”. Veja, abaixo, a íntegra da nota.

Mensagem aos eleitos e eleitas nas Eleições de 2026

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“Mensagem ao Presidente e Vice-presidente reeleitos”

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de sua Presidência, enviou nesta segunda-feira, (26), uma mensagem ao Presidente e Vice-presidente reeleitos. Na mensagem, a Conferência expressa suas congratulações pela reeleição à Presidência da República, no segundo turno das eleições nacionais realizado em 25 de outubro de 2026.

Segundo a mensagem, o resultado das urnas expressa a decisão democrática do povo brasileiro e renova a responsabilidade confiada aos dois de conduzir os destinos da nação. A CNBB expressa seus desejos de que “o novo mandato seja marcado pela sabedoria, pelo espírito de serviço e pelo compromisso com o bem comum, fundamento de toda autêntica responsabilidade política”.

A CNBB destaca, na mensagem, que as eleições se encerraram, “mas permanece diante de todos nós uma tarefa que ultrapassa os resultados eleitorais: cuidar da unidade do país e reconstruir os caminhos do diálogo, da confiança e da convivência fraterna entre os brasileiros”.

Na mensagem, a CNBB aponta que polarização, que atravessou a sociedade brasileira, não pode determinar o horizonte do próximo período de governo. “O Brasil necessita de gestos concretos de pacificação, de respeito às diferenças e de valorização das instituições democráticas”, afirma a instituição.

No texto, a CNBB aponta que desenvolvimento de uma nação não pode ser avaliado apenas por seus indicadores econômicos, mas também pela capacidade de assegurar condições dignas de existência àqueles que permanecem à margem das oportunidades e dos direitos fundamentais.

A Conferência reafirma ainda a importância do fortalecimento das instituições, do respeito à Constituição Federal, da promoção da paz social e do combate à corrupção e a toda forma de violência. “O país precisa de políticas públicas que enfrentem seus problemas estruturais com seriedade, continuidade e responsabilidade, preservando as conquistas democráticas e promovendo a participação da sociedade na construção de soluções”.

Por fim, a CNBB, respeitando a legítima autonomia entre a Igreja e o Estado, reafirma sua disposição de manter um diálogo institucional construtivo e de colaborar em iniciativas voltadas à defesa da vida e da dignidade do ser humano, ao bem comum, especialmente na promoção da justiça, da fraternidade, da solidariedade e da paz. Essa disposição nasce da fidelidade à missão da Igreja e de sua responsabilidade de contribuir, com liberdade e espírito de serviço, para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Veja, abaixo, o texto da mensagem na íntegra.

Mensagem ao Presidente e ao Vice-presidente eleitos

Foto da capa: Pedro França - Agência Senad

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                                                                                                                     Fonte: cnbb.org.br

Catequese com dom Lindomar Rocha Mota

A justiça evangélica e política 

Dom Lindomar

A grandeza de uma sociedade pode ser medida pela maneira como vivem aqueles que menos possuem. Para conhecer um país, é preciso observar a vida dos pobres, as oportunidades oferecidas às crianças, a condição dos trabalhadores e a segurança daqueles que, depois de uma existência inteira de esforços, envelheceram. É nesses lugares, afastados dos centros de decisão, que uma sociedade revela o seu caráter moral. 

Jesus Cristo introduziu na história humana uma compreensão extraordinária da dignidade das pessoas. Sua atenção aos últimos, aos enfermos e aos excluídos manifestava uma nova maneira de compreender as relações. Quando anunciou, na sinagoga de Nazaré, que havia sido enviado para levar a Boa-Nova aos pobres e libertar os oprimidos (Lc 4,18), colocou no centro de sua missão aqueles que a organização social marginalizava, e declarou que cada pessoa possui um valor anterior ao mérito. 

No capítulo 25 de Mateus, o destino moral da humanidade é considerado a partir do tratamento dispensado aos mais pequeninos. A relação com Deus é uma expressão concreta da responsabilidade pelo outro, sobretudo quando ele se encontra ameaçado. 

Na parábola do bom samaritano (Lc 10,25-37), a proximidade humana nasce da disposição de reconhecer o sofrimento alheio como uma responsabilidade própria. O samaritano percebe o homem ferido, aproxima-se, cuida de suas necessidades e providencia meios para sua recuperação. Seu gesto ultrapassa as fronteiras sociais e religiosas que poderiam justificar a indiferença. 

No encontro entre essa perspectiva e a perspectiva política, a compaixão pessoal puxa sua necessária continuidade em instituições capazes de proteger as pessoas. Uma sociedade solidária precisa cultivar virtudes humanas e organizar estruturas justas. A generosidade que alimenta uma família faminta constitui um gesto precioso e, nela, a caridade alcança sua expressão pública. 

É precisamente nesse horizonte que a Doutrina Social da Igreja faz afirmações muito relevantes. A destinação universal dos bens, a dignidade do trabalho, o bem comum e a opção preferencial pelos pobres recordam que a economia possui uma finalidade humana. Os recursos materiais são instrumentos destinados a sustentar a vida e favorecer seu desenvolvimento. A propriedade, a iniciativa econômica e a capacidade produtiva encontram sua legitimidade social no serviço que prestam à comunidade. Uma ordem econômica que multiplica riquezas, mas conserva multidões privadas das condições elementares de existência precisa ser reavaliada. 

A sociedade brasileira, bastante precária, oferece um campo largo para essa reflexão. Vivemos num país de grande capacidade produtiva, riqueza natural e criatividade humana. Ao mesmo tempo, permanecem grandes distâncias entre as condições de vida de seus habitantes. O lugar de nascimento, a renda familiar e o acesso desigual aos serviços públicos continuam exercendo influência considerável sobre o futuro das pessoas. A superação dessas circunstâncias exige políticas capazes de ampliar oportunidades, valorizar o trabalho e proteger os idosos, assegurar educação de qualidade e, não apenas implementar projetos econômicos liberais que não funcionam nem para quem os inventou. 

A pobreza é uma questão que alcança a própria consciência moral de uma civilização. A necessidade de organizar instituições capazes de preservar a liberdade e a igualdade dos cidadãos, dando atenção especial à condição dos menos favorecidos, é uma exigência evangélica do amor e abre o horizonte de responsabilidade que interpela governos e instituições da humanidade.

Dom Lindomar Rocha Mota - Bispo de São Luís de Montes Belos (GO) 

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                                                                                                                     Fonte: cnbb.org.br

domingo, 25 de outubro de 2026

Catequese com o padre Zezinho:

Católicos até onde e até quando?

Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

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Há cristãos, católicos, evangélicos, pentecostais ou de todas as denominações, que creem em Jesus, mas escolheram não caminhar com ele! Não deu e não dá! É muito difícil ser discípulo dele!

Não temos o direito de condená-los. Nós também raramente vamos até aonde Jesus nos convidou!

Há cristãos e talvez estejamos incluídos que lembram o jovem rico do Evangelho. (Mt 19,20-23) O rapaz quis seguir Jesus, mas só até um certo ponto! Ir tão longe, isto não!

Provavelmente o rapaz se salvou, mas nunca conseguiu ser discípulo de Jesus. Morreu admirando, mas não seguindo.

Há muitos de nós que gostam de Jesus, mas não o amam a ponto de segui-lo aonde ele propõe que o sigamos!

Não chegamos ao ponto de levar a cruz com ele. Nem mesmo aceitamos ajudar a levá-la. Pegamos um aspecto da fé e isto nos basta.

Entre a FÉ a ESPERANÇA e a CARIDADE, muitos ficam só com a fé, porque a esperança e a caridade são virtudes muito mais trabalhosas de se viver.

Ir só até um certo trecho da caminhada e, dali por diante dar meia volta ou pegar um viés, isto não é ir com Jesus.

Com Moisés aconteceu o mesmo. Datan, Coré e Abiram (Nm capítulo 16) saíram do Egito com Moisés. Cheios de sonhos de liberdade e atravessaram o Mar Vermelho.

Mas, no deserto, quando vieram a fome, as picadas de serpente e a falta de água, deram meia volta e abandonaram Moisés.

Abandonaram o sonho e não quiseram prosseguir. Foram hebreus até certo ponto …

Diz o salmo 106 que eles e seus seguidores que retrocederam, nunca chegaram de volta ao Egito. Uma tempestade de areia os sepultou.

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Paulo, no capítulo 3 da epístola aos Efésios fala das várias dimensões da fé em Jesus. Altura, profundidade, largura e comprimento.

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Muitos “convertidos pela metade a Jesus” preferem viver olhando para cima e, ao invés do COMPRIMENTO vivem buscando muito mais os CUMPRIMENTOS, E OS ELOGIOS. Preferem os aplausos mais do que as consequências da cruz!

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Todos nós passamos por estas tentações: ir só até onde nos convém ir. A fé, ao invés de jornada exigente acaba num piquenique barulhento e festivo.

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É por isso que há milhares de devotos lotando estádios e praças e praias e pouquíssimos pregando doutrina social e indo coletar ajudas para levar aos pobres.

É ou não é?

Rezar por três horas é muito bom e até necessário, mas se não conseguirmos dar ao menos 20 minutos para colocar numa caixa o que nos sobrou

e levar a caixa a um lugar onde se faz algo pelos pobres, então faremos parte dos que caminham com Jesus, mas até certo ponto. Dali não se passa!

Talvez nos salvemos. Mas certamente haverá um julgamento. Jesus disse que prestaremos conta da caridade que não fizemos ...

Vale para mim que cheguei aos 85 e para você que conseguiu chegar ao fim dessa catequese!...  Mt 25,31-46.

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                                                                                  Fonte: facebook.com/padrezezinho,sjc

Papa no Angelus deste domingo:

não se pode amar a Deus
sem que esse amor transborde ao nosso irmão

"A dimensão do amor como o ponto fundamental da relação com Deus" foi analisada por Leão XIV neste domingo (25/10), antes da oração mariana do Angelus, na Praça São Pedro. Através dos dois primeiros mandamentos, o Papa afirmou: "não podemos amar a Deus de verdade sem que esse amor transborde em amor pelos nossos irmãos e irmãs". Duas regras de vida que surgem da mesma fonte e nos tornam "capazes de olhar para nós próprios e para o próximo com o mesmo olhar de Cristo".

O Papa Leão XIV, através do Evangelho (Mt 22, 34-40) deste domingo (25/10), reflete sobre "a dimensão do amor como o ponto fundamental da relação com Deus" e através da resposta de Cristo ao questionamento de um doutor da lei sobre o maior mandamento: «Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças» (Dt 6, 5). Antes da oração mariana do Angelus, o Pontífice explica, afirmando que "não basta saber que Deus existe, que é único ou que é o Todo-Poderoso; o Senhor espera de nós uma relação pessoal". E, no "encontro com Ele, o mandamento do amor não é uma obrigação nem uma imposição":

"O nosso amor só pode ser autêntico quando é uma resposta ao seu amor, que sempre nos precede. Daí a necessidade de uma totalidade que envolva integralmente a pessoa: coração, alma e mente."

Leia aqui a íntegra das palavras do Papa Leão XIV

O amor a Deus reflete em nós e nos outros

Ao primeiro mandamento, continua o Papa, o mestre acrescenta o segundo mandamento: «Amarás ao teu próximo como a ti mesmo» (Mt 22, 39). Mais uma regra de vida que surge da mesma fonte, "a partir da relação íntima com Deus". Assim, explica Leão XIV, "tornamo-nos capazes de olhar para nós próprios e para o próximo com o mesmo olhar de Cristo", sem egoísmo e "até o amor a si mesmo se transforma em caridade", porque "a nossa existência volta-se para o outro".

O Papa, então, citando Santa Teresa do Menino Jesus que compreendeu e verbalizou que "só o amor impele os membros da Igreja à ação", falou da importância do anúncio do Evangelho a partir do amor de Deus: 

“Sem o amor, a nossa fé ficaria desprovida do seu conteúdo, as nossas boas obras iriam se reduzir a moralismo e a nossa esperança seria vã. Caríssimos, não podemos amar a Deus de verdade sem que esse amor transborde em amor pelos nossos irmãos e irmãs. E não podemos amar verdadeiramente o nosso próximo senão como filhos do mesmo Pai, que em seu Filho Jesus nos amou primeiro.”

Andressa Collet - Vatican News

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