sábado, 2 de novembro de 2013

Reflexão para a




Hoje a Igreja nos convida a orarmos pelos que já partiram. Por que oramos pelos mortos? Nós, católicos, acreditamos que a morte não nos priva de uma comunicação com os irmãos e irmãs. Ou seja, podemos rezar pelos que já partiram. Quando fazemos isso, unimo-nos aos falecidos em Deus, amamos os falecidos no amor de Deus, pois toda oração é um gesto de amor; se esta é eficaz para ajudar os vivos, será também útil para dar forças para aqueles que precisam completar o seu caminho. A fundamentação bíblica mais clara a este respeito está em 2Mac 12,38s.: Judas Macabeus percebe que os soldados mortos de seu exército tinham cometido idolatria; diante da prática dos idólatras, o exército fez súplicas para que Deus perdoasse o pecado cometido.
Rezamos pelos mortos para que eles completem o que ainda falta para serem plenos, pois apenas desfrutaremos da glória quando estivermos plenamente convertidos, santificados. O Céu não é um lugar em que se entra, mas a participação do amor de Deus de acordo com a mudança de coração de cada pessoa. Quem não muda o coração aqui, terá a mesma dificuldade para fazê-lo depois da morte, antes de participar das alegrias eternas; por isso, é melhor começar aqui. O que chamamos de Purgatório não é um lugar de tormentos, mas uma última oportunidade de conversão para Deus, de total empobrecimento de si, uma graça que Deus nos concede para que sejamos plenos à estatura do Cristo Jesus (Ef 4,13). A nossa oração dá forças para que os falecidos façam o seu caminho.
Algumas reflexões importantes:
1. O Céu não é somente uma conquista, mas um dom de Deus, que deseja que todos participem de sua morada, que nenhum de seus filhos e filhas se percam (Jo 6,39). Não podemos acreditar em um Deus que quer a nossa condenação, nem achar que vamos sozinhos, somente pelos nossos esforços, para o céu.
2. Não acreditamos em um mundo totalmente espiritualizado, mas na ressurreição dos mortos. Oficialmente, a Igreja ensina que aguardamos (mesmo aqueles que já veem Deus face a face) o dia da plenitude do Reino definitivo. Então acontecerá a ressurreição dos mortos. Deus nos dará um corpo imperecível e renovará toda a criação – o mundo visível, material. Portanto, este mundo não deve ser desprezado, pois será renovado para a glória de Deus. Na morada do Céu seremos nós mesmos, com nossa consciência, e teremos a lembrança de nossa história e das pessoas que conviveram conosco.
3. A vida é efêmera. Presenciamos mortes de idosos, de jovens, mortes previsíveis e repentinas. Não sabemos quando será o fim de nossa vida terrena. Lembrar-se dos que morreram é uma boa oportunidade para pensar sobre a nossa vida. A existência terrena tem consequências eternas. O que cada um de nós está fazendo de sua vida? Estamos preparados para fazer a nossa páscoa para a vida totalmente renovada e prometida pelo Senhor?
Vivemos movidos pela esperança da eternidade. Nossa fé vive unida à esperança. Hoje a saudade não deve ser maior do que a certeza da vitória “escrita e gravada com ponteiro de ferro e com chumbo, cravada na rocha para sempre”. Um dia esperamos nos encontrar todos no banquete do Céu. Lembremos de que a Eucaristia já é a antecipação desta vida nova. O Céu começa em nós, em você.
                                                                                       Padre Roberto Nentwig
                                                           Fonte: www.catequeseebiblia.blogspot.com.br
...............................................................................................................................

Lançado na Itália livro de Bento XVI

sobre a ecologia em relação ao ser humano

O secretário pessoal do bispo Emérito de Roma, Bento XVI, apresentou faz uns dias uma antologia de textos reunidos em um novo livro sobre a profunda preocupação e os ensinamentos de Joseph Ratzinger sobre a natureza e a ecologia. 
Palavras para serem meditadas
Dom Alfred Xuereb disse à Rádio Vaticano que no livro titulado "Por uma ecologia do homem" se vê que "Bento XVI escreve que o homem, se deseja ter o coração em paz, deve ser consciente da conexão entre a ecologia natural e a ecologia humana". "Dali surge um elo inseparável entre a paz na criação e a paz entre os homens", adicionou. 
O livro, publicado em italiano pela Libreria Editrice Vaticano, busca "fazer uma contribuição, embora pequena, para conhecer melhor a verdadeira identidade do Papa Bento. Sofro quando escuto comentários que estão muito longe do que ele realmente é", disse Dom Xuereb e adicionou que as palavras do Bispo Emérito de Roma neste livro "estão para ser meditadas". 
"Nestes textos reunidos na antologia, Bento menciona a palavra responsabilidade 39 vezes. Isto significa que o homem não é suficientemente responsável ainda, e tampouco se deu conta da importância da pessoa humana". 
Segundo a opinião do secretário do bispo Emérito de Roma "este livro será uma contribuição à humanidade, que pode ser cada vez mais responsável por este dom que o Senhor nos deu, não como patrões, mas sim como custódios". 
Depois de destacar a continuidade que observa entre o bispo Emérito de Roma e seu sucessor, o Papa Francisco, dom Xuereb recordou também o gosto de Bento XVI pela natureza. 
"Não tem sentido cuidar a natureza, as plantas e desprezar o homem. O respeito pelo homem, como consequência, leva a respeitar a natureza", concluiu.
                                                                                      Fonte: www.portalecclesia.com
...................................................................................................................................... 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Homilia do Papa nesta quinta-feira:

São Paulo, exemplo de amor a Cristo

Cidade do Vaticano (RV) – Papa Francisco celebrou uma Santa Missa, na manhã desta quinta-feira, na Capela São Sebastião, no interior da Basílica Vaticana, onde está sepultado o bem-aventurado João Paulo II.
Todas as quintas-feiras, um grupo de fiéis poloneses participa da celebração Eucarística, na Capela São Sebastião, onde descansam os restos mortais de seu compatriota Karol Wojtyla. Mas, hoje, a celebração foi presidida pelo Papa Francisco, que pronunciou uma homilia, partindo das leituras da Liturgia do dia.
Amor a Cristo: centro da vida de São Paulo
Em sua reflexão, o Santo Padre destacou dois aspectos principais: a “segurança de São Paulo”, em relação ao amor a Cristo, e a “tristeza de Jesus” em relação a Jerusalém.
A respeito da “segurança de Paulo”, o Bispo de Roma citou as palavras do próprio Apóstolo: “Ninguém poderá me separar do amor de Cristo”, Com efeito, Paulo amava tanto o Senhor, porque o havia visto, encontrado e mudado a sua vida por ele, a ponto de declarar este seu amor inseparável a Cristo. 
Por causa deste amor, o Senhor tornou-se o centro da sua vida; nada o separou do amor a Cristo: nem as perseguições, as enfermidades, as traições, todas as vicissitudes da sua vida. O amor a Cristo era seu ponto de referência. E o Papa acrescentou:
“Sem o amor de Cristo, sem viver este amor, sem reconhecê-lo, nutrir-nos deste amor, não podemos ser cristãos. O cristão é aquele que se sente atraído pelo olhar do Senhor, se sente amado e salvo pelo Senhor até o fim”.
Depois desta relação de amor de Paulo com Cristo, o Pontífice citou um segundo aspecto, extraído da Liturgia da Palavra de hoje: a “tristeza de Jesus” ao olhar Jerusalém e ao chorar por ela. Jerusalém não havia entendido o amor e a ternura de Deus. Ela não soube ser fiel a Jesus, não se deixou amar e tampouco amou o Senhor. Aliás, o rejeitou. E o Papa explicou:
“Estes dois ícones de hoje: por um lado, Paulo, que permaneceu fiel ao amor de Jesus, até o fim, suportando tudo por amor. Não obstante, sentia-se pecador, mas, ao mesmo tempo amado pelo Senhor. Por outro, a cidade e o povo infiel, que não aceita o amor de Jesus ou o aceita à metade, segundo a própria conveniência”.
Por isso, o Bispo de Roma exortou os fiéis presentes na celebração Eucarística, a imitarem a figura de São Paulo, a sua coragem, que vem do amor a Jesus; a contemplarem a fidelidade do Apóstolo e a infidelidade de Jerusalém. E concluiu: que o bem-aventurado João Paulo II nos ajude a imitar o amor que o Apóstolo Paulo nutria por Jesus. (Sedoc-MT)
                                                                                          Fonte: www.radiovaticana.va 
...................................................................................................................................... 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013



"Comunhão dos santos"

Cidade do Vaticano (RV) – O Santo Padre encontrou-se, esta manhã, na Praça São Pedro, com os peregrinos e fiéis, de várias partes do mundo, para a habitual Audiência Geral de quarta-feira.
Entre os presentes encontrava-se uma delegação de superintendência do Iraque, com representantes de diversos grupos religiosos, que constituem a riqueza daquele país. A delegação estava acompanhada pelo Cardeal Jean Louis Tauran, Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso. A propósito o Papa fez um apelo:
“Convido todos a rezar pela nação iraquiana, infelizmente atingida, diariamente, pelos trágicos episódios de violência, para que encontre o caminho da reconciliação, da paz, da unidade e da estabilidade”.
A seguir, o Santo Padre passou a refletir, em sua catequese semanal, sobre uma das realidades mais bonitas da nossa fé: a “comunhão dos Santos”. O Catecismo da Igreja Católica nos recorda que, com esta expressão, se entendem duas realidades: a comunhão com as coisas santas e a comunhão entre as pessoas santas.
Comunhão com Deus e comunhão fraterna
Hoje, o Bispo de Roma deteve-se, de modo particular, sobre a segunda realidade. Trata-se de uma verdade entre as mais consoladoras da nossa fé, porque nos recorda que não estamos sozinhos, mas que há uma comunhão de vida entre todos aqueles que pertencem a Cristo. Esta é uma comunhão que nasce da fé.
Mas, quem são os santos? O termo “santo” refere-se aos que acreditam no Senhor Jesus e são incorporados a Ele, na Igreja, mediante o Batismo.
O evangelho de João, explicou o Papa, atesta que, antes da Paixão, Jesus rezou ao Pai pela comunhão entre os discípulos, da seguinte maneira: “Para que todos sejam um como tu, Pai, estás em mim e eu em ti e para que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste”. E acrescentou:
“A Igreja, na sua verdade mais profunda, é comunhão com Deus, comunhão de amor com Cristo e com o Pai no Espírito Santo, que se prolonga em uma comunhão fraterna. Esta relação entre Jesus e o Pai é a ‘matriz’ do elo de união entre os cristãos: se estivermos intimamente inseridos nesta ‘matriz’, nesta fornalha ardente de amor, que é a Trindade”.
Somente assim, disse o Santo Padre, podemos tornar-nos um só coração e uma só alma entre nós, porque o amor de Deus consome os nossos egoísmos, os nossos preconceitos, as nossas divisões interiores e exteriores.
Logo, se existe este enraizamento na fonte do amor, que é Deus, então se verifica um movimento recíproco dos irmãos a Deus: a experiência da comunhão fraterna nos conduz à comunhão com Deus. Eis o segundo aspecto da comunhão dos santos que o Papa quis evidenciar, sobretudo nos momentos difíceis.
Com efeito, quanto é belo ajudar-nos uns aos outros na aventura maravilhosa da fé! No entanto, nos momentos difíceis, precisamos confiar na ajuda de Deus, por meio da oração filial e da humildade em abrir-se aos outros. Na comunhão dos santos, somos uma grande família, onde todos os componentes de ajudam e se sustentam uns aos outros. Aqui, o Pontífice passou a outro aspecto:
“A comunhão do santos vai além da vida terrena, vai além da morte e dura para sempre. A comunhão espiritual, que nasce do Batismo, não é interrompida pela morte, mas, graças à Ressurreição de Cristo, encontra a sua plenitude na vida eterna”.
Há uma união profunda e indissolúvel entre os vivos e os mortos. Esta ligação entre o céu e a terra se realiza especialmente na oração de intercessão, uma das mais altas formas de solidariedade; é também a base da celebração de Todos os Santos e dos fiéis Defuntos, que se realiza nos próximos dias.
O Santo Padre concluiu sua catequese semanal exortando os fiéis a redescobrirem a beleza da fé na Comunhão dos Santos! Trata-se de uma realidade que envolve os peregrinos na terra, na qual, com a graça de Deus, viveremos para sempre.
Ao término da audiência geral, o Papa cumprimentou os numerosos grupos presentes na Praça São Pedro, cerca de 50 mil pessoas, entre os quais de língua portuguesa. Eis a sua saudação, acompanhada de sua Bênção Apostólica:
“Queridos peregrinos de Portugal, de Timor Leste e do Brasil: sejam bem-vindos! Daqui a alguns dias, celebraremos a solenidade de Todos os Santos e a comemoração dos Fiéis Defuntos. Possa a fé na comunhão dos santos lhes animar a encomendar a Deus, sobretudo na Eucaristia, seus familiares, amigos e conhecidos falecidos, sentindo a proximidade deles na grande companhia espiritual da Igreja. Que Deus os abençoe!”. (Sedoc-MT)
                                                               Fonte: www.radiovaticana.va     www.news.va
...................................................................................................................................... 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Pedido do Papa na missa desta terça-feira:

 Libertemo-nos de cômodos clericalismos 


Cidade do Vaticano (RV) - A esperança não é otimismo, mas uma “ardente expectativa” em direção à revelação do Filho de Deus. Esta a mensagem principal do Papa Francisco na Missa desta terça-feira na Casa de Santa Marta.
Capela Santa Marta
Tomando como estímulo as palavras de São Paulo na 1ª Leitura do dia, o Papa Francisco interroga-se: O que é a esperança para um cristão? Não é fácil compreender o que é realmente a esperança – disse o Santo Padre – mas podemos, desde logo, saber aquilo que não é. Seguramente não é otimismo:
A esperança não é otimismo, não é aquela capacidade de olhar para as coisas com bom ânimo e andar para a frente. Não, aquilo é otimismo, não é esperança. Nem a esperança é uma atitude positiva perante as coisas. Aquelas pessoas luminosas, positivas... Isto é bom, mas não é esperança. Não é fácil perceber bem o que é a esperança. Diz-se que é a mais humilde das três virtudes, porque se esconde na vida. A fé vê-se, sente-se, sabe-se o que é. A caridade faz-se e sabe-se o que é. Mas o que é a esperança? Para nos aproximarmos um pouco, podemos dizer, em primeiro lugar, que a esperança é um risco, é uma virtude arriscada, é uma virtude, como diz São Paulo ‘de uma ardente expectativa em direção à revelação do Filho de Deus’. Não é uma ilusão.
A esperança é, portanto, mais do que otimismo, mais do que bom ânimo... Os primeiros cristãos – recordou o Santo Padre – consideravam a esperança como uma âncora na margem do Além. E a nossa vida é, precisamente, caminhar em direção a esta âncora – sublinhou o Papa Francisco:
Viver na esperança ativa
Vem-me à mente a pergunta: onde estamos nós ancorados, cada um de nós? Estamos ancorados precisamente na margem daquele oceano tão distante ou estamos ancorados num lago artificial que nós construímos com as nossas regras, os nossos comportamentos, os nossos horários, os nossos clericalismos, as nossas atitudes eclesiásticas e não eclesiais? Estamos ancorados ali? Tudo cômodo, tudo seguro? Aquilo não é a esperança.
“Uma coisa é viver na esperança, porque na esperança somos salvos, e outra coisa é viver como bons cristãos, nada mais que isso. Penso em Maria, uma moça jovem, que depois que ela sentiu que era mãe mudou a sua atitude e vai, ajuda e canta aquele hino de louvor. Quando uma mulher engravida é mulher, mas já não é só mulher, é mãe. E a esperança é qualquer coisa como isto.” (RS/BF
                                                                                          Fonte: www.radiovaticana.va
......................................................................................................................................

Intenções de oração do Papa para novembro:

 Ajuda aos sacerdotes e envio missionário 

Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco pede ao Apostolado da Oração para que reze, em novembro próximo, pelos sacerdotes e missionários. 
Rezemos pelo Papa e pelas suas intenções!
O Santo Padre propõe como intenção geral: "Para que os sacerdotes que experimentam dificuldades sejam consolados em seus sofrimentos, ajudados em suas dúvidas e confirmados em sua fidelidade."
Já a intenção missionária é "Para que as Igrejas na América Latina, como fruto da missão continental, enviem missionários a outras Igrejas". (MJ)
Todos somos chamados a rezar nessas intenções tão importantes para a nossa Igreja em sua missão evangelizadora.
....................................................................................................................................
                                                                                        Fonte: www.radiovaticana.va

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Francisco na homilia matutina desta segunda-feira:

 Jesus continua intercedendo por nós, 
mostrando ao Pai as suas chagas 

Cidade do Vaticano (RV) – Jesus continua a rezar e a interceder por nós, mostrando ao Pai o preço da nossa salvação, ou seja, as suas chagas. Foi o que disse o Papa Francisco na homilia da Missa que ele celebra todas as manhãs na sua residência.
Jesus intercede por nós
O centro da homilia foi o trecho em que Jesus passa toda a noite rezando ao Pai antes de escolher os doze Apóstolos. “Jesus organiza o seu time – destacou o Papa – e logo depois é cercado por uma grande multidão que veio para ouvi-lo e ser curada. São as três relações de Jesus, observa o Pontífice: com o Pai, com os seus Apóstolos e com as pessoas. E Cristo reza ainda hoje: 
Ele é o intercessor, aquele que reza e pede a Deus conosco e diante de nós. Jesus nos salvou, somos justos graças a Ele. Agora Ele se foi, mas reza. Jesus não é um espírito! Jesus é uma pessoa, é um homem, com carne como a nossa, mas na glória. Jesus tem suas chagas nas mãos, nos pés, e quando reza mostra ao Pai o preço da salvação. 
Num primeiro momento, explicou Francisco, Cristo fez a redenção, nos salvou. Agora, Jesus intercede e reza por nós. “Penso no que Pedro sentiu quando o renegou e depois Jesus olhou para ele e chorou. Ele sentiu que Jesus tinha rezado por ele e por isso se arrependeu. “Nós, irmãos, devemos rezar uns pelos outros”, disse o Papa, exortando todos nós a pedirmos a intercessão de Cristo:
Ele reza por mim; Ele reza por todos nós e reza corajosamente porque mostra ao Pai o preço da nossa salvação: as suas chagas. Pensemos nisso e agradeçamos ao Senhor. Agradeçamos por ter um irmão que reza conosco, por nós, que intercede por nós. E falemos com Jesus, dizendo: ‘Senhor, Tu és o intercessor, me salvastes, me justificastes. Mas agora, reza por mim’. E confiemos os nossos problemas, a nossa vida, tantas coisas, para que Ele os leve ao Pai. (BF)
                                                                                          Fonte: www.radiovaticana.va
......................................................................................................................................