segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Catequese com o padre Zezinho:

Até os ateus os admiravam

Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

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Santa Dulce dos Pobres
Há alguns anos estive na beatificação da, hoje, Santa Dulce dos Pobres.

Havia lá católicos, evangélicos, ateus, gente sem religião, mas todos reconheciam o amor que ela devotava aos pobres.

Segui a cerimônias de beatificação do arcebispo Fulton Sheen. Eu o seguia pela televisão quando estudei nos Estados Unidos. Era um fenômeno de comunicação católica. Foi um dos pioneiros da televisão e do rádio católico.

Agora, segui a missa de beatificação de três padres martirizados pelos alemães nos anos 1930. Um deles era o dehoniano padre Martino.

Beato Fulton Sheen

Ele sabia que seria morto, mostrou-se pronto para o martírio. Gostava de pobres, era a favor da democracia, e não aceitava nenhuma invasão do seu país. Foi lá consolar as famílias massacradas pelo invasor! Foi preso por ir consolar os enlutados. Foi assassinado dois dias depois.

E fez isto sem nenhum ódio.

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Qual a conclusão dessas canonizações beatificações? É que a igreja considera heroico quem viveu pelos pobres, viveu pela comunicação, e viveu pelo seu povo. E, tudo isso, sem ódio nenhum por quem os odiava. É possível discordar sem odiar e defender-se sem ofender.

Quem amou desse jeito está no céu e merece ser admirado e venerado. Não os adoramos, mas prestamos homenagem a quem viveu pelos outros e pelo seu povo!

É tão difícil entender essas coisas? …

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                                                                                  Fonte: facebook.com/padrezezinho,sjc

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