domingo, 26 de abril de 2015

Cristo Bom Pastor, modelo mais alto de amor ao rebanho

Cidade do Vaticano (RV) – Neste IV Domingo de Páscoa, após ordenar 19 sacerdotes na Basílica vaticana, o Papa Francisco assomou à janela do apartamento Pontifício para recitar a Oração do Regina Coeli na presença dos milhares de peregrinos presentes na Praça São Pedro. Em sua reflexão, que precede a oração, o Santo Padre falou de Jesus como o ‘Bom Pastor’, como recorda a liturgia deste domingo.
Cristo é pastor verdadeiro, disse o Papa, pois ao oferecer livremente a própria vida, “realiza o modelo mais alto de amor pelo rebanho”. Em contraposição ao verdadeiro, Francisco explica que o falso pastor “pensa em si mesmo e explora as ovelhas”. O bom pastor, pelo contrário, “pensa nas ovelhas e doa a si mesmo”:
“Diferentemente do mercenário, Cristo pastor é um guia atento que participa da vida de seu rebanho, não busca outro interesse, não tem outra ambição do que guiar, nutrir, proteger as suas ovelhas. E tudo isto ao preço mais alto, o do sacrifício de sua própria vida”.
O Papa explicou, que na figura de Jesus, pastor bom, podemos “contemplar a Providência de Deus, a sua solicitude paterna por cada um de nós”:
“É realmente um amor surpreendente e misterioso, porque dando-nos Jesus como Pastor que dá a vida por nós, o Pai nos deu tudo aquilo que de maior e precioso poderia nos dar! É o amor mais alto e mais puro, porque não é motivado por nenhuma necessidade, não é condicionado por nenhum cálculo, não é motivado por nenhum interessado desejo de troca. Diante deste amor de Deus, nós experimentamos uma alegria imensa e nos abrimos ao reconhecimento por aquilo que recebemos gratuitamente”.
Mas somente contemplar e agradecer não basta – advertiu Francisco, “é necessário seguir o Bom Pastor”, especialmente aqueles que têm a missão de guia na Igreja, como sacerdotes, Bispos, Papas:
“São chamados a assumir, não a mentalidade do administrador, mas a de servo, à imitação de Jesus que, despojando-se de si mesmo, nos salvou com a sua misericórdia. A este estilo pastoral, de Bom Pastor, são chamados também os novos sacerdotes da Diocese de Roma, que tive a alegria de ordenar esta manhã na Basílica de São Pedro”.
O Santo Padre conclui, pedindo a Maria Santíssima que conceda para ele, para os bispos e para os sacerdotes de todo o mundo a graça de servir o povo santo de Deus, mediante a “gloriosa pregação do Evangelho, a celebração dos Sacramentos e a paciente e humilde guia pastoral”.
Após recitar a Oração do Regina Coeli, o Papa Francisco expressou sua proximidade às vítimas do terremoto que abalou o Nepal. Em solidariedade, um grande aplauso ecoou na Praça São Pedro:
“Desejo assegurar a minha proximidade às populações atingidas por um forte terremoto no Nepal e nos países vizinhos. Rezo pelas vítimas, pelos feridos e por todos aqueles que sofrem por causa desta calamidade. Que tenham o apoio da solidariedade fraterna. E rezemos a Nossa Senhora para que lhes seja próxima". 
Após, o Pontífice recordou que neste domingo, no Canadá, é proclamada Beata a Irmã Maria Elisa Turgeon, fundadora das Irmãs de Nossa Senhora do Rosário de São Germano, “uma religiosa exemplar, dedicada à oração, ao ensinamento nos pequenos centros de sua diocese e às obras de caridade. Demos graças ao Senhor por esta mulher, modelo de vida consagrada a Deus e de generoso empenho a serviço do próximo”.
Por fim, saudou os numerosos grupos presentes na Praça, em especial os poloneses, vindos por ocasião do primeiro aniversário da canonização de João Paulo II. (JE)
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                                                                Fonte: radiovaticana.va      news.va
Francisco aos novos sacerdotes:
Vocês estarão no confessionário para perdoar, e não condenar

Cidade do Vaticano (RV) – Na manhã deste IV Domingo da Páscoa, Domingo do Bom Pastor e 52º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o Papa Francisco ordenou 19 novos sacerdotes. A celebração na Basílica de São Pedro teve início às 9h30 e foi concelebrada, entre outros, pelo Cardeal Vigário de Roma Agostino Vallini.
Treze dos ordenados foram formados nos seminários diocesanos de Roma. Nove no Colégio Diocesano “Redemptoris Mater”, três no Pontifício Seminário Romano Maior e um no Seminário de Nossa Senhora do Divino Amor. Dos outros seis, quatro pertencem à Congregação da Família dos Discípulos, um à Ordem Franciscana dos Frades Menores Conventuais e um é de rito malabarense, da Diocese de Thamarassery, Índia. Os novos sacerdotes, assim, são provenientes do Peru, Colômbia, Chile, Coreia do Sul, Croácia, Madagascar,  Índia e Itália. Todos tem menos de 40 anos. O mais jovem, completará 28 anos em 2 de junho.
O Papa recordou inicialmente que todo o povo santo de Deus foi constituído povo sacerdotal, “todos nós!”. No entanto, “o Senhor Jesus quis escolher alguns em particular, para que, exercendo publicamente na Igreja em seu nome o exercício sacerdotal em favor de todos os homens, continuassem a sua pessoal missão de mestre, sacerdote e pastor”. O bispo – observou o Santo Padre – arrisca ao refletir sobre um vocacionado e ao escolhê-lo, “assim como o Pai arriscou com cada um de nós”.
Dirigindo-se àqueles que em poucos instantes “seriam promovidos à ordem dos presbíteros”, o Santo Padre recordou que “seriam partícipes da missão de Cristo, único Mestre". "Deem a todos - disse ele - a palavra de Deus que vós mesmos recebestes com alegria. Leiam e meditem assiduamente a Palavra do Senhor para acreditar naquilo que leram, ensinar aquilo que aprenderam na fé e viver aquilo que ensinaram”. E acrescentou:
“E isto seja alimento para o Povo de Deus; que as vossas homilias não sejam monótonas, que as vossas homilias cheguem justamente ao coração das pessoas porque saem do coração de vocês, para que aquilo que vocês dizem a eles seja aquilo que vocês tenham no coração. Assim se dá a Palavra de Deus e a vossa doutrina será alegria e apoio aos fiéis de Cristo, o perfume de vossa vida será o testemunho, para que o exemplo edifique, mas as palavras sem exemplo são palavras vazias, são ideias e não chegam nunca ao coração, e até mesmo fazem mal, não fazem bem!”.
O Papa recordou aos futuros sacerdotes, que quando celebrarem a Missa, devem “reconhecer aquilo que fazem. Não fazer com pressa!”:
“Imitem aquilo que celebram – não é um rito artificial, um ritual artificial – pois assim participando ao mistério da morte e ressurreição do Senhor, levareis a morte de Cristo nos vossos membros e caminhais com Ele na novidade da vida”.
“Nunca recusem o Batismo a quem o  pedir!”, advertiu o Santo Padre. “E com o Sacramento da Penitência, perdoai os pecados em nome de Cristo e da Igreja”:
“E eu, em nome de Jesus Cristo, o Senhor, e da sua Esposa, a Santa Igreja, vos peço para não vos cansarem de serem misericordiosos. No confessionário vocês estarão para perdoar, não para condenar! Imitem o Pai que nunca se cansa de perdoar”.
Ao continuar a traçar o perfil de um verdadeiro sacerdote, Francisco advertiu:
“Conscientes de terem sido escolhidos entre os homens e constituídos a seu favor para esperar as coisas de Deus, exerçam na alegria e na caridade sincera a obra sacerdotal de Cristo, unicamente com a intenção de agradar a Deus e não vós próprios. É feio um sacerdote que vive para agradar a si mesmo....É um pavão!”.
Por fim, o Papa exorta a serem “ministros da unidade na Igreja, na família”, para conduzi-la a Deus Pai por meio de Cristo no Espírito Santo”, tendo sempre diante dos olhos “o exemplo do Bom Pastor, que não veio para ser servido, mas para servir; não para permanecer nas suas comodidades, mas para sair e buscar e salvar aquilo que estava perdido”. (JE)
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                                                             Fonte: radiovaticana.va         news.va

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

Nova presidência 
toma posse e concede entrevista coletiva


A nova presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tomou posse na manhã desta sexta-feira, dia 24, durante a sessão de encerramento da 53ª Assembleia Geral (AG) da entidade, iniciada no dia 15, em Aparecida (SP). Também tomaram posse os doze presidentes da Comissões Episcopais.
Dom Damasceno preside a Cerimônia de posse
O arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, na condição de presidente da Conferência, fez uma série de agradecimentos aos participantes, parceiros e colaboradores pela realização da 53ª AG. Também agradeceu pelos “frutos” do trabalho. “A oração, a convivência fraterna, os temas que pudemos aprofundar, sobre os quais pudemos dialogar, os documentos que aprovamos são alguns dos frutos do nosso trabalho que nos fizeram crescer na corresponsabilidade colegial pela Igreja no Brasil”, disse o cardeal.
Dom Damasceno ainda expressou a gratidão ao episcopado pela confiança do mandato iniciado em 2011, o qual os permitiu “servir com limitações, mas com grande amor, à Igreja no Brasil”.
No final de sua fala, dom Raymundo desejou “votos de boas realizações” na condução dos trabalhos da Conferência Episcopal.
O secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, reconduzido ao cargo, tomou a palavra para saudar o cardeal Damasceno Assis e o arcebispo de São Luís (MA), dom José Belisário, que ocupou a vice-presidência no último quadriênio.
Com Damasceno, Dom Sérgio e Dom Leonardo
“Dom Raymundo e dom Belisário, creio que todos nós que estamos aqui gostaríamos de expressar uma palavra de profunda gratidão. São dois homens extraordinários. Simples, argutos, perspicazes, um amor profundo à Igreja, um amor profundo à CNBB. São dois homens extraordinários porque têm o senso do Evangelho, o bom humor, a alegria, a simplicidade”, disse dom Leonardo.
O bispo auxiliar de Brasília (DF) ainda testemunhou o amor pela CNBB presente nos ex-membros da presidência. “Se todos nós tivermos o amor pela CNBB como esses dois homens, nós continuaremos na comunhão, na colegialidade e no serviço à nossa Igreja no Brasil”, sugeriu.
Voltando-se para dom Damasceno, ressaltou a capacidade de ponderação do cardeal. “O senhor sempre procurou ver todos os lados, todas as perspectivas para podermos assim tomar decisões e encaminhamentos que nos ajudaram muito durante esses quatro anos”, avaliou.
Após momento de oração, foram chamados os presidentes das doze Comissões Episcopais de Pastoral que cumpriram mandato até a 53ª AG e os escolhidos durante esta semana. Com um aperto de mão, simbolizaram a passagem e continuidade do trabalho à frente das respectivas comissões.
Entrevista coletiva
Após a cerimônia de posse e encerramento da 53ª AG da CNBB, o presidente e o secretário geral da Conferência atenderam a imprensa em entrevista coletiva. Na ocasião, foram divulgadas notas e mensagens aprovadas durante a reunião. As mensagens foram dirigidas às pessoas da Vida Consagrada, por ocasião do Ano da Vida Consagrada; aos cristãos perseguidos e ao povo armênio, por ocasião do centenário do genocídio que ceifou a vida de 1,5 milhão de cristãos, canonizados simbolicamente pelo líder da Igreja Armênia.
Bispos cumprimentam-se fraternalmente
A nota divulgada trata do momento nacional. Uma reflexão que partiu da análise apreensiva do episcopado diante da realidade brasileira “marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça as conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País”.
“Desta avaliação nasce nossa palavra de pastores convictos de que ‘ninguém pode exigir de nós que releguemos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos’”, afirmaram citando a Exortação Apostólica do papa Francisco, Evangelii Gaudium.
Respostas aos jornalistas
Após a leituras das notas, os jornalistas puderam fazer perguntas ao presidente e secretário geral da CNBB. Confira trechos de algumas respostas:
Acusações de atitudes favoráveis ao partido do governo
Dom Sérgio da Rocha 
“Nós deixamos muito claro que a CNBB, na sua história e no momento presente tem sempre se pautado por aquilo que é a Doutrina Social da Igreja. Nós temos sim o dever de nos pronunciar sobre as questões sociais e fazemos isso sempre na fidelidade a Cristo, iluminados pela palavra dele”
“A palavra da Igreja é profética, é de anúncio é de denúncia, sempre fundamentada na palavra de Deus. É a palavra de Deus que está sendo proclamada nas condições concretas do nosso tempo, do nosso país. De nossa parte, nós não temos adotado e não queremos adotar nenhuma posição que seja político-partidária. E no caso da Reforma Política, até mesmo existem outros projetos diversos daquele que a Coalizão, da qual a CNBB participa, está propondo. Então não é justo, às vezes as pessoas não estão muito atentas aos detalhes, às vezes vão misturando as coisas. Por exemplo, o fato da Igreja falar da reforma política, mostrar a importância da palavra política não quer dizer que esteja adotando uma posição que seja do governo que aí está ou então de um partido ou outro. Nós fazemos isso [falar da reforma política], com sentimento de corresponsabilidade e de responsabilidade na vida social.
“Eu deixo muito claro que se há equívocos, a gente respeita, até mesmo pessoas que possam ter uma postura mais crítica, mas, de nossa parte, aquilo que tem sido e que continuará a ser é uma postura de autonomia, de independência diante daquilo que é posição político-partidária. Lamentavelmente, às vezes, acaba-se confundindo as coisas dependendo daquilo que se fala”.
Continuidade de posicionamentos sobre questões sociais e políticas com a nova presidência
Dom Sérgio da Rocha
Nova Presidência da CNBB e das Comissões Episcopais
“A eleição de uma nova presidência não significa uma mudança radical nos rumos da Conferência Episcopal. A presidência não age sozinha. Nós estamos, em primeiro lugar, procurando dar sequência àquilo que tem sido o papel da CNBB na Igreja no Brasil nesses anos todos”.
“Essa postura profética que sempre acompanhou a vida da Igreja, a vida da CNBB, vai continuar”.
Na elaboração de notas e nos Conselhos Episcopais “não se reflete aquilo que é o sentir da presidência, mas do episcopado”.
“Não podemos renunciar a esse aspecto que é próprio da missão da Igreja e da CNBB na Igreja no Brasil, que é o profetismo, uma postura de anúncio da Palavra de Deus nas condições concretas do mundo de hoje, principalmente denunciando aquilo que vai contra a palavra de Deus, contra o Reino de Deus, independente da matéria que esteja em pauta”.
Vistas ao papa e à presidência da República
Dom Leonardo Steiner
Dom Leonardo explicou que a presidência da CNBB apresenta a cada ano o resultado das Assembleias Gerais. Um momento de diálogo e para “ouvir as orientações”. Ele ressaltou sua experiência com o “jeito afável e próximo” de Bento XVI e a “expansividade” do papa Francisco, o qual tem sempre a curiosidade de saber como está o trabalho da Conferência.
“É praxe da nova presidência fazer uma visita ao presidente, no nosso caso, a presidente, até no período da ditadura. A CNBB coloca suas preocupações. Também estabelece contato com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e com o procurador geral da República”.
“Às vezes a gente sente que alguns pensam que a visita no caso da presidente é para reforçar o Partido dos Trabalhadores (PT). Não! É uma visita de relação de entidades. Nós não visitamos, portanto, partidos. Nós sempre vamos com pontos para discutir, para propor. E sempre com uma preocupação muito importante. Não para a igreja se impor, mas a questão realmente dos pobres”.
Nos ministérios, é comum dom Leonardo acompanhar integrantes de comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas, em nome da CNBB para que sejam expostas suas necessidades às autoridades. 
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                             Fonte: cnbb.org.br      Fotos: 12.com (Thiago Leon e Ivan Simas)

Bispos encerram no Altar de Aparecida a

53ª Assembleia Geral da CNBB

Nesta sexta-feira, 24, os bispos do Brasil, reunidos em assembleia desde o último dia 15, encerraram no Altar da Basílica de Aparecida as atividades da 53ª Assembleia Geral da CNBB. O encontro que discutiu e aprovou as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para os anos de 2015 a 2019 também propôs olhares sobre diversas realidades importantes para a vida da Igreja, como também alguns dos problemas que afetam a vida dos brasileiros.
Presidiu a Celebração Eucarística de encerramento da assembleia o presidente eleito para o próximo quadriênio, arcebispo de Brasília (DF), dom Sérgio da Rocha. Na palavra do novo presidente da CNBB, o agradecimento pelas resoluções deste encontro, a aprovação das diretrizes, as eleições diversas e o estudo de realidades relevantes para o Brasil.
Nessa Eucaristia nós expressamos a nossa grande ação de graças a Deus pela assembleia concluída pela CNBB, por cada bispo, pela Igreja do Brasil”, assinalou dom Sérgio. O arcebispo destacou também a frutuosa convivência entre os bispos e o “diálogo respeitoso” nesses dias. 
Ao final dessa assembleia podemos dizer, de coração, bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo, que nos reúne em seu amor”, acrescentou. 
Dom Sérgio manifestou ainda um agradecimento especial à presidência da CNBB, ao cardeal arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno Assis, ao vice-presidente da CNBB, dom José Belisário as Silva, e ao secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. A dom Raymundo Damasceno, o novo presidente lembrou o seu “amor pela Igreja” e a “dedicação generosa para a CNBB” ao longo dos últimos anos.
Tríplice olhar sobre a vida e a missão da Igreja
Ao refletir sobre a liturgia do dia, o arcebispo enfatizou três aspectos que delineiam a vida e a missão da Igreja, que como discípulos e missionários todos são convidados a um “tríplice olhar”: um olhar para Cristo, para a Igreja e para o povo.
Dom Sérgio explicou que a “Igreja vive do encontro com o Senhor ressuscitado”, de um encontro pessoal e comunitário com Cristo, especialmente na Eucaristia; que o “olhar para Cristo se completa com o olhar para a Igreja”, pois os discípulos necessitam da Igreja para poder discernir os "apelos de Cristo Ressuscitado", e por fim, o arcebispo destacou que o “olhar para Cristo e para a Igreja” deve levar os discípulos a “olhar com responsabilidade para nossa missão, a missão ao nosso povo”.
O novo presidente continuou sua reflexão, apresentando a busca atual da Igreja para ser “cada vez mais uma Igreja missionaria” e “em saída”.
O mandato missionário de Jesus continua a ecoar pela Igreja hoje, ‘ide e fazei discípulos’. E Deus continua a repetir a nós a palavra dirigida a Ananias, chamando pelo nome e dizendo ‘levanta-te e vai’. A cada um de nós, a cada bispo, o Senhor nos diz ‘levanta-te e vai’. A cada membro da Igreja, o Senhor diz ‘levanta-te e vai’. Não podemos ficar acomodados e em espera passiva; é preciso sair da comodidade das nossas casas”, enfatizou.
“Assim, irmãos, possamos sempre caminhar com os olhos fixos nos Senhor, cheios de fé e esperança. Com o olhar para a nossa Igreja cheios de gratidão. Com o olhar para o nosso povo com compaixão e responsabilidade. Jesus prometeu estar sempre com aqueles que Ele envia em missão. A Ele entregamos a vida e a missão da Igreja no Brasil e em especial a nossa Conferência Episcopal”, finalizou.
Participaram de forma especial da celebração, cerca de 300 diáconos permanentes e suas respectivas esposas que desde ontem, 23, estão reunidos em Aparecida, no Seminário Santo Afonso, para a 10ª Assembleia Geral da Comissão Nacional dos Diáconos (CND). O encontro celebra o cinquentenário da restauração do diaconado na Igreja pelo Concílio Vaticano II.
Ao final da celebração, ao redor do Altar de Aparecida, os bispos de todo o Brasil pediram a bênção da Mãe Aparecida para que ela os acompanhe em seu ministério, em suas respectivas dioceses. No encontro anual do episcopado brasileiro participaram mais de 450 bispos de todo o país. 
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Momentos







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Papa Francisco nesta sexta-feira:

"Encontro com Deus é como o primeiro amor"

Cidade do Vaticano (RV) – Jesus jamais se esquece do dia em que nos encontrou pela primeira vez; peçamos a Deus também “a graça da memória”, para nos lembrarmos sempre. Este foi o centro da homilia do Papa Francisco na missa celebrada na manhã de sexta-feira, 24, na Capela da Casa Santa Marta.    
Um encontro: foi o modo escolhido por Jesus para mudar a vida dos outros. Aquele com Paulo de Tarso, perseguidor anticristão que quando chegou a Damasco já era um Apóstolo, foi emblemático. O Papa se deteve neste conhecido episódio da liturgia do dia, mas citou a variedade de encontros contidos nas narrações do Evangelho.  

O primeiro encontro
"A nossa fé é um encontro com Jesus"
Francisco considera o primeiro encontro com Jesus como aquele que ‘muda a vida’ de quem está à sua frente. João e André, que passam ‘toda a noite’ com o Mestre, Simão que logo se torna a ‘pedra’ da nova comunidade; depois, a Samaritana, o leproso que volta para agradecer por ter sido curado, a mulher doente que se recupera depois de tocar a túnica de Cristo. Foram encontros decisivos, que devem induzir um cristão – afirma o Papa – a nunca se esquecer do seu primeiro contato com Jesus: 
Ele nunca se esquece, mas nós nos esquecemos do encontro com Jesus. Seria um bom dever de casa pensar nisso: Quando senti realmente a necessidade de ter o Senhor perto de mim? Quando notei que tinha que mudar de vida, ser melhor, ou perdoar uma pessoa? Quando ouvi o Senhor me pedir alguma coisa? Quando encontrei o Senhor?”. “A nossa fé – prosseguiu Francisco – é um encontro com Jesus. Este é o fundamento da fé: encontrei Jesus como Saulo hoje”. 
A memória de todo dia 
O Papa pediu aos presentes: “Questionemo-nos sinceramente: Quando me disse algo que mudou a minha vida ou me convidou a dar um passo à frente, na vida?”. 
Esta é uma bela oração e recomendo que a façam todos os dias. E quando lembrar, alegre-se, é uma recordação de amor. Outra sugestão bonita seria ler as estórias do Evangelho e ver como Jesus se encontrava com as pessoas, como escolheu os Apóstolos...”. 
Não nos esqueçamos do primeiro amor
Também não devemos nos esquecer – conclui Francisco – que Cristo vê “o relacionamento conosco” como uma predileção, uma relação de amor “face a face”: “Rezar e pedir a graça da memória: Quando, Senhor, tivemos o primeiro encontro, quando foi o primeiro amor? Para não ouvir a repreensão que o Senhor fez no Apocalipse: Tenho isso contra você, que se esqueceu do primeiro amor”. (CM)
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                                                                                  Fonte: radiovaticana.va

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Coletiva da CNBB aborda

Ecumenismo, Ano da paz e 
os 50 anos dos Diáconos Permanentes no Brasil

Bispos atendem a imprensa
Bispos que participam da 53ª Assembleia Geral da CNBB concederam coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 23, sobre os temas: Ano da Paz, Ecumenismo e Cristãos Perseguidos e mensagem pelos 50 anos do Diaconato Permanente.
Atendeu aos jornalistas o bispo de Campos (RJ), dom Roberto Francisco Ferrería Paz, o bispo de Barra do Piraí – Volta Redonda (RJ), dom Francisco Biasin, e o bispo auxiliar de São Luís (MA), dom Esmeraldo Barreto de Farias.
Dom Francisco Biasin falou do Ecumenismo e Cristãos Perseguidos, ressaltou a importância de celebrar os 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano Segundo que trata da unidade cristã.
Dom Francisco Biasin
Ressaltou a necessidade de cultivar um diálogo com outras igrejas para a abertura de novos caminhos e horizontes. Comentou sobre a realidade dos cristãos perseguidos enfatizando: “eles dão a vida por professarem a fé cristã e vivem numa contínua ameaça por conta da política de extermínio.” Citou o genocídio do povo armênio, fato ocorrido na Turquia no século passado. Destacou a importância dos organismos internacionais deterem a violência e não somente atacar. “Temos de orar pelos perseguidores e nunca cultivar o ódio”.
Ao concluir dom Francisco Biasin falou do livro Caminhos de diálogo, editado pela Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso. O material é voltado para universidades, seminários, faculdades de teologia e tem o objetivo de plantar a semente do diálogo e da tolerância para a construção da paz
Dom Esmeraldo Barreto de Farias
Dom Esmeraldo Barreto de Farias apresentou aos jornalistas a mensagem pelos 50 anos do Diaconato Permanente.
Ao comentar a mensagem, dom Esmeraldo falou da marca fundamental de Jesus que é o 'servir', tema deste ano da Campanha da Fraternidade.
Agradeceu a todos os homens que fazem parte do diaconato permanente, cerca de três mil diáconos, que recebem a graça de serem sinal de cristo. Informou que nesta noite de quinta-feira, 23 de abril, uma grande assembleia comemorativa vai celebrar os 50 anos da restauração do Diaconato Permanente e na mesma ocasião haverá a eleição da nova presidência diaconal.
Dom Roberto Francisco Ferrería Paz
O bispo dom Roberto Francisco Ferrería Paz, iniciou seu pronunciamento dizendo que “A paz a gente faz”. Ao falar sobre o Ano da Paz, celebrado neste ano de 2015, colocou que estamos vivendo um momento de Paz Agredida, que é a falta da paz e o desejo da paz; a paz anunciada, que é a paz que vem de cristo e a paz restaurada, que é a vocação de sermos operadores da paz.
Dom Roberto destacou: “A paz é um processo, um caminho. A missão da igreja é anunciar a paz e realizar o nascimento de Cristo em cada coração.”
Explicou a necessidade de refletirmos a falta da paz, situação que acontece nas escolas e nas famílias.  Reforçou a necessidade de uma aliança entre igreja, escola e família para que a paz seja trabalhada.
Concluiu dizendo que é importante comunicar a paz, seja nas palavras, no pensamento e no cotidiano.
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53ª Assembleia da CNBB

Escolhidos delegados ao Sínodo dos Bispos e junto ao Celam

Foram escolhidos nesta quinta-feira, penúltimo dia da Assembleia, os delegados da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) ao Sínodo dos Bispos sobre a Família, que será realizado em outubro próximo no Vaticano e os delegados junto ao Conselho Episcopal Latino-americano (Celam). O Sínodo convocado pelo papa Francisco, ocorrerá de 4 a 25 de outubro, no Vaticano, e terá como tema “A Vocação e a Missão da Família na Igreja e no mundo contemporâneo”.
Delegados ao Sínodo
Dom Sérgio da Rocha
O arcebispo de Brasília (DF), dom Sérgio da Rocha, foi eleito 1º membro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para a 14ª Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Família, em segundo escrutínio realizado na manhã de hoje, 23, durante a 53ª Assembleia Geral, em Aparecida (SP). Ele recebeu 184 votos do total de 265, superando os 133 votos requeridos para a maioria absoluta.
Dom Sérgio foi eleito presidente da CNBB e tomará posse nesta sexta-feira, 24, para o mandato no quadriênio 2015-2019.
Currículo
O arcebispo de Brasília e novo presidente da CNBB nasceu em Dobrada, no estado de São Paulo, em 1959 e foi ordenado presbítero na Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão (SP) em 1984.
Foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II em 2001, como auxiliar de Fortaleza (CE). Em janeiro de 2007 o papa Bento XVI o nomeou como arcebispo coadjutor da arquidiocese de Teresina (PI). Também pelo papa Bento XVI, em 2011, foi nomeado para arcebispo metropolitano de Brasília. No período 2002 e 2007, foi membro da Comissão para Doutrina da Fé da CNBB, secretário do Regional Nordeste 1, e bispo referencial para a Pastoral da Juventude e Pastoral Vocacional do Regional Nordeste 1.
Já entre 2007 e 2011 dom Sérgio foi bispo referencial para o Ensino Religioso e para os Presbíteros no Regional Nordeste 4, presidente da Comissão para o Seminário do Regional Nordeste 4, membro da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, além de representante do Departamento de Vocações e Ministérios do CELAM. O bispo foi representante da CNBB na XIII Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização em 2012 e atualmente é presidente da Comissão para a Doutrina da Fé da CNBB e membro do Conselho de Pastoral (CONSEP) e do Conselho Permanente da CNBB.
Dom Sérgio tem como lema episcopal “Omnia in Caritate” – “Tudo na caridade
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Dom João Carlos Petrini
O bispo de Camaçari (BA), dom João Carlos Petrini, foi eleito 2º membro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para a 14ª Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Família, em primeiro escrutínio realizado na manhã de hoje, 23, durante a 53ª Assembleia Geral, em Aparecida (SP). Ele recebeu 170 votos do total de 252, superando os 133 votos requeridos para a maioria absoluta.
Dom Petrini presidiu a Comissão para a Vida e a Família da CNBB no período de 2011 a 2015. É doutor em Ciências Políticas pela Pontifícia Universidade Católica (SP) e coordena o programa de Pós-Graduação em Família na Sociedade Contemporânea da Universidade Católica de Salvador (UCSal). Atualmente é diretor do Pontifício do João Paulo II para estudos sobre Matrimônio e Família – Salvador (BA).
Currículo
Dom João Carlos Petrini nasceu em 1945, na cidade de Fermo, na Itália. Formou-se em Ciências Políticas na cidade de Perugia. Em 1970 foi enviado como missionário ao Brasil pelo Movimento Comunhão e Libertação e atuou na arquidiocese de São Paulo. Ainda na capital, estudou Teologia e ordenou-se sacerdote em 1975. Cursou Mestrado e Doutorado em Ciências Sociais na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).
Em 1989, mudou-se para Salvador, onde foi reitor do Seminário Propedêutico entre 1990 e 1998 e diretor do Instituto de Teologia da UCSal (Universidade Católica do Salvador) de 2005 a 2009. É diretor da Seção Brasileira do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família.
Dom Petrini é professor-pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Família na Sociedade Contemporânea da UCSal e coordenador do grupo de pesquisa Família em Mudança. É também autor de diversos livros e artigos científicos publicados em revistas.
Foi nomeado em 2005, pelo papa João Paulo II, bispo auxiliar de Salvador. Em fevereiro de 2011, tomou posse na diocese de Camaçari (BA).
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Dom Geraldo Lyrio Rocha
Com 134 de 238 votos válidos, o  arcebispo de Mariana (MG), dom Geraldo Lyrio Rocha, foi eleito 3º membro para a 14ª  Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos. 
Currículo
Dom Lyrio é natural de Fundão (ES). Foi bispo auxiliar de Vitória (ES); bispo de Colatina (ES), arcebispo de Vitória da Conquista (BA). Desde 2007, é arcebispo de Mariana.
Dom Geraldo foi  presidente da CNBB, de 2007 a 2011;i segundo-vice presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam); i delegado da CNBB ao Celam, de 2011 a 2015, e à Conferência de Santo Domingo, em 1992.
Também foi eleito para os Sínodos para a América, em 1997; sobre a Eucaristia, em 2005; sobre a Palavra de Deus, 2008; e sobre a Nova Evangelização, 2012. 
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Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer
O arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, foi eleito em primeiro escrutínio para 4º membro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para a 14ª Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Família. Ele recebeu 166 votos do total de 244, superando os 123 votos requeridos para a maioria absoluta.
Entre os vários cargos e funções ocupados por dom Odilo estão o de secretário geral da CNBB no período 2003-2007; Delegado da V Conferência Geral do Episcopado da América-latina e do Caribe, em 2007; cardeal Presbítero da Santa Igreja Romana, do título de San' Andrea al Quirinale, no Consistório de 24 de novembro de 2007. Além disso, é membro da Congregação para o Clero; membro do Conselho do Sínodo dos Bispos; membro da Comissão de Cardeais para o estudo dos problemas organizativos e econômicos da Santa Sé; membro do Pontifício Conselho para a Família; membro da Pontifícia Comissão para a América Latina; membro da Pontifícia Comissão Cardinalícia para a Supervisão do Instituo para as Obras de Religião; e membro do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.
Currículo
Nascido em Cerro Largo (RS) em 1949, foi ordenado presbítero em 1976. Ele estudou Filosofia no Seminário Maior Rainha dos Apóstolos, em Curitiba, e na Faculdade de Educação da Universidade de Passo Fundo; Teologia na Studium Theologicum, e Pontifícia Universidade Católica do Paraná. O cardeal também é mestre em Filosofia e doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.
Em novembro de 2001 foi nomeado bispo auxiliar de São Paulo pelo papa João Paulo II. Em março de 2007, papa Bento XVI o elevou ao cardinalato no Consistório deste ano, concedendo-lhe o título de cardeal-presbítero de Santo André no Quirinal.
O cardeal possui como lema episcopal “Fazei isto em memória de mim”.
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Dom João Bosco Barbosa
O bispo de Osasco (SP), dom João Bosco Barbosa de Sousa, recém eleito presidente da Comissão para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi escolhido como 1º suplente para a 14ª Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Família. Ele foi eleito em primeiro escrutínio realizado na tarde de hoje, 23, durante a 53ª Assembleia Geral, em Aparecida (SP), recebendo 174 votos do total de 241, superando os 122 votos requeridos para a maioria absoluta.
Currículo
Natural de Guaratinguetá (SP), dom João Bosco Barbosa nasceu em 1952 e foi ordenado presbítero em 1978. Ele estudou Filosofia e Teologia no Instituto Filosófico e Teológico de Petrópolis (RJ). Ele também é graduado em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e cursou Comunicação Social na União Católica Internacional de Imprensa, dos países do leste europeu.
Foi nomeado pelo papa Bento XVI bispo da diocese de União da Vitória (PR) em 2007. Em 2014, o papa Francisco nomeou dom João Bosco bispo de Osasco.
Seu lema episcopal é "Cristo nossa vitória".
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Dom Leonardo Steiner
O bispo auxiliar de Brasília (DF), dom Leonardo Steiner, reeleito secretário geral da CNBB, foi escolhido como 2º suplente para a 14ª Assembleia do Sínododos Bispos sobre a Família. Ele foi eleito em primeiro escrutínio realizado na tarde de hoje, 23, durante a 53ª Assembleia Geral, em Aparecida (SP), recebendo 132 votos do total de 243, superando os 123 votos requeridos para a maioria absoluta.
Vida e Missão
Com o lema “Verbo feito carne”, dom Leonardo foi nomeado bispo em 02 de fevereiro de 2005, pelo papa João Paulo II. Natural de Forquilhinha (SC), nasceu em 06 de novembro de 1950, filho de Leonardo Steiner e Carlota Arns Steiner.
Dom Leonardo possui mestrado e doutorado em Filosofia, ambos concluídos na Pontifícia Universidade Autonianum, em Roma. É formado em diversos cursos de licenciatura como em Filosofia, Letras, Administração Escolar, Orientação Educacional, Supervisão Escolar e Magistério, e bacharel em Pedagogia.
Trajetória no episcopado
Dom Leonardo foi bispo de São Félix (MT), de 2005 a 2011; vice-presidente do regional Oeste 2 da CNBB, de 2008 a 2011; membro da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, de 2008 a 2011; bispo referencial para os Presbíteros, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a Juventude, também no regional Oeste 2. Em 2011, dom Leonardo Steiner foi eleito secretário geral da CNBB. 
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Delegados junto ao Celam
Dom José Belisário
O arcebispo de São Luís (MA), dom José Belisário, foi eleito delegado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) junto ao Conselho Episcopal Latino-americano (Celam) em segundo escrutínio realizado ainda na noite de quarta-feira, 22. Ele recebeu 189 votos do total de 268, superando os 135 votos requeridos para a maioria absoluta.
Dom Belisário nasceu em 1945, em Carmópolis (MG), e foi ordenado sacerdote em 1969. 
Ele estudou Filosofia no Convento São Boaventura, em Dalto Filho (RS) e Teologia, no Instituto Central de Filosofia e Teologia da Universidade Católica de Minas Gerais.
O papa João Paulo II o nomeou bispo da diocese de Bacabal (MA) em dezembro de 1999 e sua ordenação episcopal ocorreu em fevereiro do ano seguinte. Em 2005, o papa Bento XVI o elevou a arcebispo para a sede de São Luís, no Maranhão. Atualmente é vice-presidente da CNBB.
Seu lema episcopal é “Invisibilem Tamquam Videns” – “Como se visse o invisível
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Dom Anuar Battisti
O arcebispo de Maringá (PR), dom Anuar Battisti, foi eleito para suplente de delegado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) junto ao Conselho Episcopal Latino-americano (Celam) em segundo escrutínio realizado nesta quinta-feira, 23. Ele recebeu 150 votos do total de 258, e assim superou os 130 votos requeridos para a maioria absoluta.
Dom Anuar substituirá dom Luiz Demétrio Valentini no cargo de suplente do delegado junto ao Celam.
Currículo
Nascido em Lajeado (RS) em 1953, dom Anuar foi ordenado presbítero em 1980. Estudou Filosofia no Seminário Rainha dos Apóstolos, em Curitiba (PR), e Teologia na Studium Teologicum de Curitiba e na Faculdade Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo.
Em 1996 foi nomeado administrador diocesano de Toledo (PR) e exerceu o cargo por dois anos, até que o papa João Paulo II o nomeou bispo diocesano de Toledo, em 1998. Em setembro de 2004, foi nomeado arcebispo de Maringá (PR) pelo papa João Paulo II.
Em maio de 2007 participou como membro delegado pela CNBB da 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e Caribenho, em Aparecida (SP).
Seu lema episcopal  é “Caminhai no Senhor”.
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                                                                                                Fonte: cnbb.org.br