sexta-feira, 13 de março de 2026

Renunciar por algum tempo ou renunciar até o fim da vida?

Pe. Zezinho, scj |||||||||||||||||||||||||||||||

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Este é o desafia de quem fez seus votos no matrimônio ou no celibato.

Estive a lembrar os casamentos e os juramentos que vi. Lembrei os casais ajoelhados e as trocas de alianças e o que aconteceu 5 ou 15 anos depois.

Lembrei também os padres e as freiras que se deitaram no chão de um convento ou catedral jurando que aquilo seria para sempre. Mas não deu. Dez ou vinte anos depois pediram dispensa daqueles votos.

Muitas vezes a solidão dói demais no casal ou nos religiosos!

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O que seria viver pelo povo e para sempre? O que é viver por um outro alguém? O que é viver pelo país ou pela Igreja?

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Há uma dor chamada PERSEVERANÇA que nem todos conseguem suportar por toda a vida! A Igreja pede para não julgarmos quem mudou de rumo e de propósito de vida.

Não se julga quem interrompeu a caminhada ou mudou de afeto!

Mateus registra isso no capítulo 7,1-6. Jesus deixou claro que este é um assunto para Deus e não para nós, até porque nenhum de nós tem certeza de que não vai se cansar mais adiante …

Penso nos pregadores severos e radicais demais, ou nos bonzinhos e radicais demais: quase sempre erram na dose!…

Dores de alma não se resolvem no púlpito ou diante de um microfone ou de uma câmera. A direção espiritual, o aconselhamento e a psicologia existem para quem assumiu o dom da escuta!

O ditado assim reza: “Deus nos deu dois ouvidos e apenas uma boca. Ouçamos muito e falemos menos”.

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                                                                                  Fonte: facebook.com/padrezezinho,sjc

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