terça-feira, 26 de abril de 2022

Apresentado em coletiva de imprensa,

projeto “Encantar a Política”
contribuirá para uma formação política permanente

Contribuir para a formação da consciência do eleitor brasileiro, por meio de um processo que o leve a uma leitura crítica e para uma cidadania ativa. É com este objetivo que o Conselho Nacional do Laicato no Brasil (CNLB), em parceria com outros organismos, preparou o caderno “Encantar a política”, apresentado na tarde desta segunda-feira (25), em coletiva de imprensa, pelo presidente da Comissão Episcopal para o Laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e bispo da diocese de Tocantinópolis (GO), dom Giovane Pereira de Melo.

De acordo com o prelado, a iniciativa vai para além das eleições 2022. “Este é um projeto de formação política permanente, que nós desejamos que contribua durante as próximas eleições”, disse dom Giovane, destacando que o processo tem ainda um longo caminho a ser percorrido, por se tratar de um amplo projeto de formação. Desenvolvido por muitas mãos, o texto do “Encantar a política” é inspirado nas encíclicas do Papa Francisco: “Evangelli Gaudium”, “Laudato Si” e Fratelli Tutti”.

“O projeto é um trabalho feito em mutirão. São muitos leigos e leigas, a partir de compromissos de engajamento em movimentos sociais, em organizações sociais da Igreja e em organismos de serviço, que se propõem, de modo muito qualificado, a apresentar e a contribuir com a cidadania. Há, também, uma presença muito forte e marcante dos nossos pastores através do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) e do Conselho Permanente, que contribuíram e aprovaram esse projeto”, afirmou dom Giovane.

Mandamento do amor

Além da elaboração do caderno, que servirá de subsídio para as dioceses, os regionais, as paróquias, os movimentos, as pastorais e os demais organismos da Igreja, o projeto visa a promoção de um curso sobre planejamento de campanha, já iniciado e com fila de espera; e a realização de um seminário nacional, de 13 a 15 de maio, em Brasília, com o objetivo de capacitar multiplicadores e parceiros, para que todos os estados brasileiros sejam atingidos. “O texto trata a política como decorrência da ética e do amor e procura atribuir o sentido mais profundo deste mandamento, que é o do amor”, asseverou dom Giovane.

Para que o caderno chegue a todas as regiões do país, inicialmente serão impressos 30 mil exemplares, privilegiando o Norte, o Nordeste e o Centro-oeste. Contudo, para que o alcance seja ainda maior, o subsídio ficará disponível no hotsite da CNLB [www.cnlb.org.br], onde também será possível ter acesso a vídeos, podcasts, cards para as redes sociais e outros materiais. “Queremos fazer com que esse projeto chegue a todas as paróquias””, afirmou dom Giovane.

Fazem parte da parceria para o desenvolvimento do caderno o Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (Cefep), a Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), o Núcleo de Estudos Sociopolíticos da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Sociotransformadora, o Movimento Nacional de Fé e Política, a Rede Brasileira de Fé e Política, a 6ª Semana Social Brasileira, a Pastoral da Juventude (PJ), a Pastoral da Juventude no Meio Popular (PJMP,) os Padres da Caminhada, a Rede Brasileira Justiça e Paz e outras organizações.

Saiba mais:

Com a colaboração de Sara Gomes, assessora de comunicação da arquidiocese de Salvador e do regional Nordeste 3

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segunda-feira, 25 de abril de 2022

Reflita com dom José Francisco:

O mistério da liberdade

A Páscoa insiste que sejamos livres. Para ser livre, foram feitas revoluções e guerras, e muito sangue já foi derramado.

Mas o que é ser livre?

Perguntei ao Evangelho, e Jesus me disse assim: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente, serão meus discípulos, conhecerão a verdade e a verdade os libertará” (João 8,31-32).

Liberdade do querer, do espírito, da razão. Por quais desses e outros tantos sentidos podemos caminhar para ser livres? Qualquer resposta supõe uma escolha, mas para escolher já é preciso ser livre.

A liberdade talvez seja um dos nossos maiores mistérios: esse mistério nos constitui e faz de cada um de nós um mistério para si mesmo. Consideramos o livre arbítrio um dom, mas sabemos que a liberdade é mais um processo e uma tarefa do que necessariamente um presente.

Não nascemos livres, tornamo-nos livres. A liberdade, enquanto construção, nunca é definitiva.

Não sei se fui claro! Já somos livres, mas o que está em causa é tornarmo-nos o mais livre possível. Sejamos livres ou não, sempre haverá mais a fazer, e isso nunca nos dispensa de ser o que somos. Mesmo que cada pessoa seja uma escolha absoluta de si, como afirmou Sartre, isso não a dispensa de conhecer ou querer sempre mais a liberdade.

A liberdade é um mistério, mas também um caminho e um ideal. Se o mistério nunca poderá ser atingido, isso não dispensa o ideal, pelo contrário, o requer ainda mais: no caminho, o ideal se demonstra, e no ideal, o mistério de mostra.

Até onde a vista alcança, tudo isso não é senão outro nome para a sabedoria. E é sempre atrás dela que andamos e é a ela que perseguimos.

O mistério da liberdade nos envolve no mistério da Páscoa: grande, grande demais, bem maior do que nossa vista alcança!

                           Dom José Francisco Rezende Dias - Arcebispo de Niterói (RJ)

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Aberta a 59ª Assembleia Geral da CNBB:

relevante experiência sinodal à luz de Aparecida

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) iniciou, nesta manhã, a primeira etapa de sua 59ª Assembleia Geral, de forma virtual. Mais de 300 bispos estão conectados via plataforma Zoom para o encontro. O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, abriu a assembleia situando o encontro no horizonte celebrativo dos 70 anos de criação da Conferência Episcopal e dos 15 anos da Conferência de Aparecida, além do processo sinodal vivido pela Igreja.

“Deus nos concede a graça de participar dessa relevante experiência sinodal que é a Assembleia Geral da CNBB”, afirmou dom Walmor.

O presidente da CNBB destacou em sua fala o tema central do encontro deste ano: “Igreja Sinodal – Comunhão, Participação e Missão”, para “resgatar aquilo de mais genuíno e forte que é a identidade missionária da nossa Igreja”. Tal reflexão será feita, segundo dom Walmor, “retomando sempre o horizonte inspirador e interpelante do documento de Aparecida nesses 15 anos da celebração da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e Caribenho”.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo


E destacou o número 13 do texto: “[…] encontramo-nos diante do desafio de revitalizarmos o nosso modo de ser católico e nossas opções pessoais pelo Senhor, para que a fé cristã se enraíze mais profundamente no coração das pessoas e dos povos latino-americanos“.

“A nossa pauta da etapa virtual da 59ª Assembleia Geral Ordinária da CNBB, portanto,  já emoldura bem o caminho evangelizador que estamos percorrendo como Igreja, esperançosamente pascal, com riquezas grandes e um corajoso enfrentamento dos desafios vividos neste tempo e da complexa realidade contemporânea”, disse dom Walmor Oliveira.

Para o presidente da CNBB, participar da Assembleia Geral é para o episcopado “uma experiência importante e bonita de reavivar o dom da graça recebido”.

Comunhão e discernimento fecundo

O núncio apostólico no Brasil, dom Giambatistta Diquattro, também transmitiu sua mensagem ao episcopado no início da assembleia. Ele comunicou, inicialmente, a saudação do Papa Francisco, e destacou o compromisso do episcopado e de toda a Igreja no Brasil com a evangelização e com a renovação “seguindo o convite do Papa”.

“Desejo, antes de tudo, transmitir a saudação do Santo Padre Francisco, sua oração e seu desejo de que essa 59ª sessão da Assembleia Geral da CNBB, com a graça do Senhor, seja um momento de comunhão e de discernimento fecundo para a vida da Igreja no Brasil e para a sociedade brasileira em seu conjunto”, disse o núncio apostólico, que renovou a “expressão do amor e da proximidade do Papa Francisco”.

O representante do Papa no país também recordou os compromissos da sociedade brasileira neste ano como “motivos de atenção nacional e internacional”. Falou ainda da retomada das atividades eclesiais e comunitárias com a redução dos números da pandemia, destacando as visitas Ad Limina dos bispos à Santa Sé, o Congresso Eucarístico Nacional e o Ano Vocacional.

Núncio apostólico no Brasil, dom Giambatistta Diquattro


Nesta etapa virtual da 59ª Assembleia Geral da CNBB serão tratados os assuntos que exigem dos bispos reflexão e discernimento. As votações e outras temáticas específicas serão tratadas na etapa presencial, em agosto. 

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                                                                                                                              Fonte: cnbb.org.br

domingo, 24 de abril de 2022

Pastoral Familiar promoveu neste domingo

 o 1º Encontro com Casais de 2022

O Domingo de Misericórdia revestiu-se de brilho especial neste ano para a equipe da Pastoral Familiar e treze casais, que viveram momentos de oração, reflexão e sadia descontração durante todo o dia.

Sob a coordenação do casal Mara e Anderson, diversos temas foram apresentados por agentes pastorais, que proporcionaram também aos participantes a  oportunidade de esclarecimento de dúvidas e troca de experiências.

O importante evento foi concluído junto à comunidade paroquial na missa das 19h na Matriz de São José.

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Momento de reflexão






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Papa na oração Regina Coeli deste domingo:

É melhor uma fé imperfeita,
mas humilde, do que uma fé forte, mas presunçosa

O Apóstolo Tomé foi o tema da alocução do Santo Padre que precedeu a oração do Regina Coeli neste II Domingo de Páscoa. Tomé representa todos nós, disse o Papa, e nos ensina que "é melhor uma fé imperfeita, mas humilde, que sempre volta a Jesus, do que uma fé forte, mas presunçosa, que nos torna orgulhosos e arrogantes.”

Após celebrar a missa na Basílica Vaticana neste Domingo da Misericórdia, o Papa Francisco rezou a oração do Regina Coeli.

Aos milhares de fiéis e peregrinos na Praça São Pedro, o Pontífice comentou o Evangelho deste último dia da Oitava de Páscoa, concentrando-se no Apóstolo Tomé, “que representa todos nós”.

Assim como ele, disse o Papa, também nós temos dificuldade em acreditar que Jesus ressuscitou. Mas não devemos nos envergonhar, pois Cristo não busca cristãos perfeitos, que ostentam uma fé segura sem jamais duvidar. "Tenho medo quando vejo cristãos ou associações de cristãos que se creem perfeitos."

A “aventura da fé”, como a definiu Francisco, é feita de luzes e sombras, alternando momentos de consolação e entusiasmo, com cansaços e perdições.

Mas não devemos temer as crises, "não são um pecado", afirma o Papa, pois ajudam a nos reconhecer necessitados, nos tornam humildes, reavivam a necessidade de Deus.

“É melhor uma fé imperfeita, mas humilde, que sempre regressa a Jesus, do que uma fé forte, mas presunçosa, que nos torna orgulhosos e arrogantes.”

Diante das incertezas de Tomé, observou Francisco, a atitude de Jesus é única: Ele “pôs-se no meio”.

“Jesus não se rende, não se cansa de nós, não se assusta com nossas crises e fraquezas. Ele sempre volta.”

Jesus volta quando as portas estão fechadas, quando duvidamos,  e o faz não com sinais poderosos, mas com as suas chagas.

Ele espera somente que O chamemos, o invoquemos ou, como fez Tomé, protestemos, apresentando nossas necessidades e incredulidades. Ele volta porque é paciente e misericordioso, vem para “abrir os cenáculos dos nossos medos”.

Francisco concluiu convidando os fiéis a lembrarem da última vez que viveram um momento de crise e se fecharam em seus problemas, deixando Jesus de fora. E a prometeram que, da próxima vez, irão em busca de Jesus.

“Assim, também nos tornaremos capazes de compaixão, de aproximar sem rigidez e sem preconceitos as chagas dos outros. Que Nossa Senhora, Mãe de misericórdia, nos acompanhe no caminho de fé e de amor.”

                                                                                                                          Bianca Fraccalvieri

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Assista:

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Papa renova apelo por trégua na Ucrânia:

som das armas prevale sobre os sinos da Ressurreição

“Renovo o apelo a uma trégua pascal, sinal mínimo e tangível de uma vontade de paz. Detenha-se o ataque para que se possa ir ao encontro dos sofrimentos da população exausta. Detenha-se, obedecendo às palavras do Ressuscitado, que no dia de Páscoa repete aos seus discípulos: «A paz esteja convosco!»”

Após a oração do Regina Coeli neste II Domingo de Páscoa, o Papa Francisco renovou seu apelo por uma trégua pascal na Ucrânia.

Ao saudar as várias Igrejas orientais, católicas e ortodoxas, que celebram hoje a Páscoa de acordo com o calendário juliano, o Pontífice afirmou:

“Seja Ele a doar a paz, ultrajada pela barbárie da guerra. Justamente hoje recorrem dois meses desde o início desta guerra: ao invés de parar, a guerra se agravou.”

Nesses dias que são os mais santos e solenes para todos os cristãos, prosseguiu o Papa, é triste que se sinta ainda mais o tilintar das armas, ao invés do som dos sinos que anunciam a ressurreição. E é triste que as armas estejam ocupando sempre mais o lugar da palavra.

“Renovo o apelo a uma trégua pascal, sinal mínimo e tangível de uma vontade de paz. Detenha-se o ataque para que se possa ir ao encontro dos sofrimentos da população exausta. Detenha-se, obedecendo às palavras do Ressuscitado, que no dia de Páscoa repete aos seus discípulos: «A paz esteja convosco!»”

Dirigindo-se aos fiéis, Francisco pediu que intensifiquem a oração pela paz e que tenha a coragem de dizer e manifestar que a paz é possível. Aos líderes políticos, exortou que ouçam a voz do povo, que quer a paz e não uma escalada do conflito.

Camarões

Outro pedido de paz foi dirigido a Camarões. Os bispos realizam este domingo uma peregrinação com seus fiéis ao  Santuário mariano de Marianberg, para consagrar novamente o país à Mãe de Deus e colocá-lo sob a sua proteção.

"Rezemos em particular pelo regresso da paz ao país, que há mais de cinco anos, em várias regiões, foi dilacerado pelas violências", suplicou o Papa.

"Elevemos também nós a nossa súplica, junto aos irmãos e irmãs de Camarões, para que Deus, por intercessão da Virgem Maria, conceda em breve uma paz verdadeira e duradoura a este amado país."

                                                                                                                           Bianca Fraccalvieri

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Papa na Festa da Divina Misericórdia:

Jesus nos quer "tecelões" de reconciliação

No ano 2000, na cerimônia de canonização de santa Faustina Kowalska, São João Paulo II dispôs que o segundo Domingo de Páscoa passasse a se chamar "Domingo da Divina Misericórdia". Em sua homilia, o Papa Francisco afirmou que Jesus procura em nós testemunhas para o mundo destas suas palavras: “A paz esteja convosco!”

Tecelões de reconciliação: é o que Jesus espera de nós, disse o Papa Francisco na homilia da missa celebrada na Basílica de São Pedro, no Domingo da Divina Misericórdia. A cerimônia foi presidida pelo presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Dom Rino Fisichella. 

O Pontífice comentou o Evangelho deste II Domingo da Páscoa, quando Jesus aparece aos discípulos e mostra as suas chagas. De modo especial, se deteve sobre a saudação “A paz esteja convosco!”, que aparece três vezes neste episódio. 

Trata-se da saudação do Ressuscitado que vem ao encontro de todas as fraquezas e erros humanos, explicou o Santo Padre. Cada exclamação de Jesus corresponde a uma ação da misericórdia divina: dá alegria; desperta o perdão; e consola durante o cansaço.

A alegria é fruto de se sentir gratuitamente perdoado

Na primeira vez, os discípulos estavam a portas fechadas, poderiam ter se sentido envergonhados por terem abandonado Jesus no momento crucial da sua vida. Em vez disso, se alegraram ao vê-Lo.

Eles são distraídos de si mesmos e de seus fracassos e atraídos pelo olhar do Senhor, onde não há severidade, mas misericórdia. Cristo não se queixa do passado, mas transmite-lhes a benevolência de sempre.

“Esta é a alegria de Jesus, a alegria que também nós sentimos ao experimentar o seu perdão”, disse ainda o Papa. A experiência dos discípulos pode ser também a nossa, a desolação após uma queda, um pecado ou um fracasso. Mas ali mesmo o Senhor tudo faz para nos dar a sua paz através de uma Confissão, das palavras de uma pessoa que se aproxima, de uma consolação interior do Espírito, de um acontecimento inesperado e surpreendente.

“Sim, a alegria de Deus é uma alegria que nasce do perdão e que traz paz, uma alegria que eleva sem humilhar. (...) Porque nada pode ser como antes para quem experimenta a alegria de Deus!”

Tecelão de reconciliação

Mas ao receber a misericórdia divina, todos os fiéis tornam-se por sua vez dispensadores da mesma misericórdia que receberam. Jesus diz: “A quem perdoardes os pecados, lhes serão perdoados”.

“E hoje e sempre na Igreja, o perdão deve chegar-nos assim, através da humilde bondade de um confessor misericordioso, que sabe que não é detentor de algum poder, mas canal de misericórdia, que derrama sobre os outros o perdão do qual ele primeiro se beneficiou.”

A este ponto, o Pontífice se dirigiu diretamente aos centenas de Missionários da Misericórdia, que participam em Roma de seu II Encontro, pedindo que não "torturem" os fiéis na Confissão. "Deus perdoa tudo: não se deve fechar as portas."

“Sintamo-nos chamados a isso”, exortou Francisco, convidando cada fiel a se perguntar se é um “tecelão de reconciliação” na comunidade, na família e no trabalho.

“Jesus procura em nós testemunhas para o mundo destas suas palavras: ‘A paz esteja convosco!’”

Meu Senhor e meu Deus!

Por fim, a misericórdia divina consola durante o cansaço. A este ponto, o Papa comentou a incredulidade de Tomé, que não escandaliza Jesus; pelo contrário, o trata com benevolência, que o leva a exclamar: “Meu Senhor e meu Deus!”.

“É uma bela invocação”, afirmou o Papa, que pode ser repetida ao longo do dia, especialmente quando experimentamos dúvidas e trevas. Aliás, em Tomé está presente a história de cada fiel quando vive momentos de crise.

Nessas situações, recordou o Papa, Jesus não vem triunfante e com provas contundentes, não realiza milagres prodigiosos, mas oferece as suas feridas.

E mais: também faz descobrir as feridas dos irmãos, porque há sempre quem esteja pior. Cuidando das feridas do próximo, renasce em nós uma nova esperança.

“Quando fazemos isso, encontramos Jesus que, com os olhos de quem é provado pela vida, nos olha com misericórdia e nos repete: ‘A paz esteja convosco!’”

                                                                                                                        Bianca Fraccalvieri

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Assista:

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sábado, 23 de abril de 2022

Arquidiocese de Pouso Alegre tem novo presbítero:

Padre Rafael Silveira Pires Xavier

Neste sábado, às 9h30, na igreja matriz de São Sebastião em Senador Amaral, pela imposição das mãos do arcebispo de Pouso Alegre, dom José Luiz Majella Delgado, o diácono Rafael Silveira Pires Xavier foi ordenado presbítero. É o quarto sacerdote que nossa arquidiocese ganha neste ano. Louvado seja Deus!

Tendo ao lado sua mãe, padre Rafael apresenta à Assembleia as suas mãos ungidas
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Dados biográficos:

Padre Rafael nasceu em Ipuiuna-MG no dia 10 de setembro de 1992. Filho de Maria de Fátima Silveira e Valdecir Pires Xavier. Ingressou no Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora Auxiliadora no ano de 2011. Exerceu seus trabalhos pastorais em algumas paróquias de nossa Arquidiocese: São Cristóvão em Pouso Alegre (2012); Sant'Ana em Silvianópolis (2013-2014); Imaculada Conceição em Cachoeira do Arari-Marajó (experiência missionária - 2015); Imaculada Conceição em Conceição dos Ouros (2016); Pastoral Vocacional Arquidiocesana (2017-2018); paróquia Nossa Senhora do Patrocínio em Caldas (2019). 

Após o período de formação no seminário, realizou seu estágio pastoral e as primícias do ministério diaconal na paróquia Sant'Ana em Sapucaí Mirim (2020-2021). Exercerá seu ministério presbiteral no ofício de vigário na paróquia Nossa Senhora do Carmo em Borda da Mata.

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Nossos cumprimentos ao padre Rafael!

Que Deus abençoe seu ministério presbiteral!

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Momentos:


Os quatros novos sacerdotes, padres Felipe, Julio Cesar, Rafael e Anderson com dom Majella



Dom Majella com sacerdotes participantes da cerimônia de ordenação
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              Fonte: facebook.com/arquidiocesepousoal       Fotos: facebook.com/coisasdointeriorminas