sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Paróquia São José - Paraisópolis (MG)


Missas e outros eventos - 4 e 5 de janeiro
............................................................................................................
Dia 4 - Sábado
19h - Matriz - Côn. Braz      CP São Francisco Pe.Vanir     CP São Geraldo Pe. Sebastião  
...........................................................................................................................................................
 Dia 5 - Domingo
7h - Matriz Pe. Sebastião                  9h - Matriz - Pe. Vanir 
 19h - Matriz - Pe. Sebastião                                                   19h - Santo Antônio - Pe. Vanir 
............................................................................................................................................................

Papa Francisco nesta sexta na "Igreja de Jesus" (Roma):

"Como São Fabro, jesuítas devem despojar-se 
e preencher-se de Deus" 


Roma (RV) – “O Evangelho deve ser anunciado com doçura e não à força”. Foi o que recordou Francisco nesta sexta-feira, 03, a seus irmãos jesuítas, na homilia da missa celebrada na Igreja de Jesus, no centro de Roma. Da cerimônia participaram 350 membros da Ordem, a quem o Papa convidou a seguir o exemplo de São Pedro Fabro, um dos primeiros companheiros de Santo Inácio e fundador da Companhia de Jesus. 
Deixemos agir em nós
o fascínio de Jesus
Uma multidão recebeu Francisco em sua chegada à igreja. Descendo do carro, o Pontífice cumprimentou os fiéis retidos atrás de barreiras e entrou no templo. No dia em que a Igreja recorda o Santíssimo nome de Jesus, a celebração teve caráter de ação de graças pela inscrição no catálogo dos Santos, no dia 17 de dezembro passado, de Pedro Fabro, primeiro sacerdote jesuíta. 
“Pedro Fabro era completamente centrado em Deus e por isso, podia ir, em espírito de obediência e muitas vezes a pé, a qualquer lugar da Europa e dialogar com todos com doçura, anunciando o Evangelho”. 
“Um dos maiores desejos de Fabro era ser ‘dilatado’ em Deus, ele tinha queria dedicar o centro de seu coração a Jesus, era devorado pelo anseio de comunicar o Senhor”. “E nós também – acrescentou Francisco – devemos deixar agir em nós o fascínio de Jesus”.
Ainda na homilia, o Pontífice lembrou os dizeres de São Paulo: “Tenham os mesmos sentimentos de Jesus Cristo, que mesmo estando na mesma situação de Deus, não viu isto como um privilégio, mas despojou-se de tudo e assumiu a condição de servo”. 
Devemos ter a santa e bela inquietude,
que dá frutos
“Nós jesuítas – frisou forte o Papa – queremos atuar sob a sua insígnia, e isto significa ter os mesmos sentimentos de Cristo. Significa pensar como Ele, querer bem como Ele, ver como Ele, caminhar como Ele. Significar fazer tudo o que Ele fez, com os sentimentos de seu coração”. 
Continuando, o Papa disse que “se o Deus das surpresas não estiver no centro, a Companhia se desorienta”:
“Por isso, ser jesuíta significa ser uma pessoa de pensamento incompleto, aberto, porque pensa sempre mirando no horizonte que é a glória de Deus, que nos surpreende sempre. É esta a inquietude de nossa profunda voragem. A santa e bela inquietude”, completou. 
Francisco observou que é necessário “procurar Deus para encontrá-lo, e encontrá-lo para procurá-lo e achá-lo ainda e sempre”:
“É esta inquietude que dá paz ao coração de um jesuíta, uma inquietude apostólica, que não nos deixa jamais cansar de anunciar o querigma, de evangelizar com coragem. Sem inquietude, somos estéreis”, concluiu. (CM)
                                                                             Fonte: radiovaticana.va     news.va
.................................................................................................................................

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014



Como celebrar em Cristo um novo ano?

Na oitava de Natal junto com a Solenidade de Maria Mãe de Deus a humanidade inicia um novo ano civil. O Natal marca e registra a irrupção do eterno e do infinito na história humana. Deus decidiu morar definitivamente conosco, dando também um sentido de transcendência ao calendário, o Cronos ( tempo profano ) se torna Kairós ( tempo da graça ).
Superamos a visão dos antigos romanos que deviam no começo do ano cultuar ao deus Jano, a divindade das portas, que tinha duas faces voltadas para dois lados, era ele quem abria o ano.   No entanto no réveillon e na passagem do ano, constatamos ainda resquícios de um pensamento mágico: simpatias respeito a cores, alimentos, vestimentas, pretensas adivinhações e presságios sobre o ano novo, desejos genéricos de paz e de mudanças para a nossa vida.
Esta forma de perceber o ano novo é perpassada pela necessidade de conjurar o tempo e o destino, como se fossemos reféns de forças ocultas. Para os cristãos a perspectiva é diferente pois foi para a liberdade que Cristo nos libertou. O ano será novo se nós o tornarmos novo, se formos de fato construtores da fraternidade e da justiça.
O tempo para os que têm fé é oportunidade para fazer acontecer o Reino, para ir ao encontro do Deus Salvador. Por isso, desde o ano 1967 o Papa oferece a todos os povos e nações, uma mensagem de como trabalhar a paz no ano que inicia. Para o ano 2014 o tema focalizado pelo Papa Francisco é: "Fraternidade, fundamento e caminho para a Paz".
Deveras começar o ano buscando o irmão, para trilhar um caminho juntos de perdão, reconciliação e justiça, leva as pessoas nos vários círculos de convivência, família, comunidade, sociedade, nação a vencer a pobreza, edificar uma economia mais solidaria, extinguir e resolver as guerras e guardar e cultivar a natureza.
Devemos passar da indiferença e hostilidade para a coexistência e a convivência, chegando a fraternidade entre todas as pessoas, povos e criaturas. "Que Maria a Mãe de Jesus, nos ajude a compreender e a viver todos os dias a fraternidade que jorra do coração do seu Filho, para levar a paz a todo o homem que vive nesta nossa amada terra", (Papa, Francisco, 08 de dezembro de 2013 ). Deus seja louvado!
            Dom Roberto Francisco Ferreria Paz - Bispo Diocesano de Campos (RJ)
                                                                                    Fonte: cnbb.org.br      news.va
.................................................................................................................................

Profundo amor à Maria

No primeiro dia do ano, o Papa Francisco rezou
 diante do ícone da 'Salus populi romani'  

Cidade do Vaticano (RV) – Na tarde do primeiro dia do ano o Papa Francisco dirigiu-se à Basílica Santa Maria Maior, centro de Roma, para um momento de oração, diante do ícone da Mãe de Deus, venerada sob o título Salus populi romani (Salvação do povo romano).
Maria:
salvação do povo romano
Na homilia da Missa por ocasião da Solenidade da Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz celebrada na parte da manhã, ao falar da maternidade divina, o Santo Padre referiu-se à Basílica Santa Maria Maior e a esta imagem mariana a quem tem grande devoção: “Esta verdade da maternidade divina de Maria ecoou em Roma, onde, pouco depois, se construiu a Basílica de Santa Maria Maior, o primeiro santuário mariano de Roma e de todo o Ocidente, onde se venera a imagem da Mãe de Deus, sob o título de ‘Salus populi romani’”.
No momento da visita, muitos fiéis, especialmente jovens, visitavam a Basílica. Mesmo com a surpresa da inesperada visita, todos respeitaram o recolhimento do Santo Padre na Capela de Nossa Senhora, que durou cerca de 20 minutos.
Esta é a 7ª vez que o Papa Francisco visita a Basílica Santa Maria Maior para rezar a ‘Salus populi romani’. (JE) 
                                                                               Fonte: radiovaticana.va      news.va
...................................................................................................................................

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014







Papa Francisco no "Angelus" deste 1º dia do ano:
"Construir uma sociedade mais justa e solidária"! 

Cidade do Vaticano (RV) – Após a celebração da Eucaristia da Solenidade da Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz, na Basílica Vaticana, o Papa Francisco subiu à terceira loggia do Palácio Apostólico para rezar a oração mariana do Angelus com os milhares de fiéis presentes na Praça São Pedro e adjacências.
Em sua alocução, a primeira de 2014, o Santo Padre dirigiu a todos as suas felicitações mais cordiais de paz e de bem. Os seus augúrios são os da Igreja! São augúrios cristãos para que reine a paz, a justiça, a liberdade e o amor entre os povos. Assim, o Papa recordou o tema do Dia Mundial da Paz: “Fraternidade, fundamento e caminho para a paz”:
Ano Novo de paz a todos!
“Na sua base há a convicção de que nós todos somos filhos do único Pai, fazemos parte da família humana e partilhamos o mesmo destino. Disso deriva a responsabilidade de cada um de atuar, para que o mundo se torne uma verdadeira comunidade de irmãos, que se respeitam e aceitam as diversidades e cuidam uns dos outros. Somos chamados a dar-nos conta das violências e injustiças em muitas partes do mundo, que não nos podem deixar indiferentes e imóveis. Todos nós devemos construir uma sociedade mais justa e solidária”.
A seguir, o Santo Padre disse que, hoje, em todas as partes do mundo, os cristãos elevam suas orações para pedir ao Senhor o dom da paz e a força para levá-la a todos os ambientes. Mas, a paz requer também a força da mansidão, da não-violência, da verdade e do amor. Por fim, o Papa exortou:
“Nas mãos de Maria, Mãe do Redentor, coloquemos, com confiança filial, as nossas esperanças. Confiemos a ela o grito de paz das populações oprimidas pelas guerras e as violências, para que a coragem do diálogo e da reconciliação prevaleça sobre as tentações de vingança, de prepotência, de corrupção. Peçamos a Nossa Senhora que o Evangelho da fraternidade, anunciado e testemunhado pela Igreja, possa falar às consciências e abater os muros, que impedem aos inimigos de se reconhecer cristãos”.
Após a oração mariana do Angelus, o Papa Francisco passou a fazer seus agradecimentos, de modo especial ao Presidente da Itália, pelos seus augúrios de fim de ano, e invocar de Deus a bênção papa o povo italiano, para que, com a contribuição responsável e solidária de todos, possa olhar o futuro com confiança e esperança.
Depois, o Pontífice expressou sua gratidão também pelas tantas iniciativas de oração e de compromisso pela paz, em todas as partes do mundo, por ocasião do Dia Mundial da Paz. Assim, o Bispo de Roma desejou a todos um “Ano Novo de Paz”, na graça do Senhor e sob a proteção de Nossa Senhora. (MT)
                                                                                Fonte: radiovaticana.va      news.va
....................................................................................................................................








Papa Francisco na Missa, em São Pedro:


O nosso caminho de fé é ligado ao de Maria,
"Mãe de Deus" e nossa Mãe 


A iniciar o novo ano, a Igreja latina celebra desde tempos imemorais a grande solenidade de Santa Maria Mãe de Deus. Seguindo a tradição, o Papa Francisco preside, na basílica de São Pedro, à celebração eucarística, a partir das 10 horas, que pode ser seguida em direto, neste site, também com comentários em português. A missa é com celebrada por grande número de padres e um certo número de bispos e cardeais presentes em Roma.
Este primeiro de Janeiro é também o quadragésimo sétimo Dia Mundial da Paz, instituído pelo Papa Paulo VI. Tema proposto desta vez: Fraternidade, fundamento e caminho para a paz.
A homilia da Missa foi toda ela centrada na figura de Maria, Mãe de Deus, partindo das leituras proclamadas, a começar pela primeira, do Livro dos Números, com a bênção que Deus sugerira a Moisés, para que fosse invocada sobre todo o povo. “É significativo ouvir estas palavras de bênção no início de um novo ano - observou o Papa:
Amemos Maria com imensa ternura
“São palavras que dão força, coragem e esperança; não uma esperança ilusória, assente em frágeis promessas humanas, nem uma esperança ingênua que imagina melhor o futuro, simplesmente porque é futuro.”
É uma esperança que tem a sua razão de ser precisamente na bênção de Deus; uma bênção que contém… os votos da Igreja para cada um de nós, repletos da proteção amorosa do Senhor, da sua ajuda providente.Ora – prosseguiu Papa Francisco – os votos contidos nesta bênção realizaram-se plenamente numa mulher, Maria, enquanto destinada a tornar-Se a Mãe de Deus, e realizaram-se n’Ela antes de qualquer outra criatura.
“Mãe de Deus! Este é o título principal e essencial de Nossa Senhora. Trata-se duma qualidade, duma função que a fé do povo cristão, na sua terna e genuína devoção à Mãe celeste, desde sempre Lhe reconheceu.”
O nosso itinerário de fé é igual ao de Maria
Papa Francisco evocou, a este propósito, aquele momento importante da história da Igreja Antiga que foi o Concílio de Éfeso, no qual se definiu com autoridade a maternidade divina da Virgem. Esta verdade da maternidade divina de Maria – recordou – ecoou em Roma, onde, pouco depois, se construiu a Basílica de Santa Maria Maior, o primeiro santuário mariano de Roma e de todo o Ocidente, no qual se venera a imagem da Mãe de Deus – a Theotokos – sob o título de Salus populi romani. Diz-se que os habitantes de Éfeso, durante o Concílio, se teriam congregado aos lados da porta da basílica onde estavam reunidos os Bispos e gritavam: «Mãe de Deus!» Os fiéis, pedindo que se definisse oficialmente este título de Nossa Senhora, demonstravam reconhecer a sua maternidade divina.
“É a atitude espontânea e sincera dos filhos, que conhecem bem a sua Mãe, porque A amam com imensa ternura.”
Mas é também o exercício do sensus fidei unânime do santo e fiel povo de Deus, que , na unidade, nunca se engana – acrescentou o Papa, logo prosseguindo:
“Desde sempre Maria está presente no coração, na devoção e sobretudo no caminho de fé do povo cristão.”
O nosso itinerário de fé é igual ao de Maria; por isso, A sentimos particularmente próxima de nós! – sublinhou o Papa. O nosso caminho de fé está indissoluvelmente ligado a Maria, desde o momento em que Jesus, quando estava para morrer na cruz, no-La deu como Mãe, dizendo: «Eis a tua mãe!»
“Estas palavras têm o valor dum testamento, e dão ao mundo uma Mãe. Desde então, a Mãe de Deus tornou-Se também nossa Mãe! Na hora em que a fé dos discípulos se ia quebrantando com tantas dificuldades e incertezas, Jesus confiava-lhes Aquela que fora a primeira a acreditar e cuja fé não desfaleceria jamais. E a «mulher» torna-Se nossa Mãe, no momento em que perde o Filho divino. O seu coração ferido dilata-se para dar espaço a todos os homens, bons e maus; e ama-os como os amava Jesus.”
A Mãe do Redentor caminha diante de nós e sempre nos confirma na fé, na vocação e na missão. Com o seu exemplo de humildade e disponibilidade à vontade de Deus, ajuda-nos a traduzir a nossa fé num anúncio, jubiloso e sem fronteiras, do Evangelho – observou ainda o Papa Francisco, quase a concluir.
“A Ela confiamos o nosso itinerário de fé, os desejos do nosso coração, as nossas necessidades, as carências do mundo inteiro, especialmente a sua fome e sede de justiça e de paz; e invocamo-La todos juntos: Santa Mãe de Deus! Santa Mãe de Deus! Santa Mãe de Deus”
                                                                                                              Fonte: news.va
.....................................................................................................................................







Dia Mundial da Paz: 
A fraternidade como caminho para a paz

Neste primeiro dia de 2014, a Igreja celebra o Dia Mundial da Paz e a festa de Maria Mãe de Deus, e tradicionalmente, o Papa emite uma mensagem direcionada para a comemoração desta data. O Papa Francisco divulgou sua primeira mensagem para o Dia Mundial da Paz no último dia 12 de dezembro.
Com o tema ‘Fraternidade, fundamento e caminho para a paz’ o Pontífice quis refletir a fraternidade como uma dimensão essencial na vida do homem, e enfatizou que a vivência da paz tem seu fundamento no seio familiar.
A paz nasce da fraternidade
“A família é a fonte de toda a fraternidade, sendo por isso mesmo também o fundamento e o caminho primário para a paz, já que, por vocação, deveria contagiar o mundo com o seu amor”.
Em um apelo oportuno, o Papa frisou a necessidade da “redescoberta da fraternidade” na economia e a mudança dos “estilos de vida”.
“As sucessivas crises econômicas devem levar a repensar adequadamente os modelos de desenvolvimento econômico e a mudar os estilos de vida”, destacou.
Francisco considera que as atuais e graves “crises financeiras e econômicas” tem origem no “progressivo afastamento do homem de Deus e do próximo, com a ambição desmedida pelos bens materiais”. Realidade que conduziu muitas pessoas “a buscar o bem-estar, a felicidade e a segurança no consumo e no lucro fora de toda a lógica de uma economia saudável”.
O grave aumento da desigualdade entre pessoas, segundo o Papa, necessita encontrar políticas eficazes que “promovam o princípio da fraternidade, garantindo às pessoas – iguais na sua dignidade e nos seus direitos fundamentais – acesso aos ‘capitais’, aos serviços, aos recursos educativos, sanitários e tecnológicos, para que cada uma delas tenha oportunidade de exprimir e realizar o seu projeto de vida”, observou.
O Papa acredita ainda que a ”crise atual, com pesadas consequências na vida das pessoas, pode ser também uma ocasião propícia para recuperar as virtudes da prudência, temperança, justiça e fortaleza”, e ajudar na superação dos momentos difíceis e a “redescobrir os laços fraternos que nos unem uns aos outros”.
Por fim, o Papa frisou que a fraternidade precisa ser “descoberta, amada, experimentada, anunciada e testemunhada” e que somente o amor de Deus é que permite o acolhimento e a vivência plena da fraternidade.
                                                                                           Fonte: a12.com      news.va
..................................................................................................................................................
Leia AQUI  a íntegra da Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial da Paz
..................................................................................................................................................