domingo, 26 de janeiro de 2014

Reflexão para este

3º Domingo do Tempo Comum

Sabendo da morte de João Batista, Jesus foge. Sim, Ele tem consciência de que sua proximidade com o Batista é um risco contra a sua vida. A vida pública do Messias é iniciada por uma saída estratégica. E lá vai Jesus, um subversivo refugiado, anunciar uma sociedade alternativa que se opõe ao poder de Herodes.
"Convertei-vos porque o Reino dos céus está próximo"
Assim, cumprindo as profecias do Antigo Testamento, Deus vem para a Galileia dos pagãos. Jesus não começa por Jerusalém; também não é saduceu ou escriba, não pertence à casta sacerdotal. Jesus é um homem do povo e vem de um território desprezado, de um local sem relevância. Aqui vemos a gratuidade de Deus, evidenciada na predileção de Jesus pelos pequenos, pobres e pecadores, pela sua quebra de paradigmas, por suas atitudes desconcertantes. Ainda hoje, Deus vem onde menos esperamos. Esperamos encontrar Deus somente nas Igrejas, nas catedrais, e corremos o risco de não perceber que Ele vem em cada ser humano, sobretudo naquele que é mais insignificante para o mundo.
Qual o anúncio do Messias? “Convertei-vos, porque o Reino dos céus está próximo”. O Reino dos céus (reino de Deus para os outros evangelistas sinóticos) é o núcleo central da pregação de Jesus. De fato, Ele veio para nos dizer e mostrar que o Reino se aproxima, que um dia virá de modo definitivo e que está ao nosso alcance. Hoje, devemos reconhecer que o Reino está bem perto de cada um de nós, quando somos testemunhas dos gestos de amor e humildade; quando a prepotência herodiana é vencida pelos gestos de humildade e fraqueza, então há Reino.
“Convertei-vos!” Converter-se é uma tarefa para toda vida, não uma ação pontual. Um bom trabalho a ser feito, já nos diz Papa Francisco. Muitas estratégias não se demonstram muito eficazes para que esta tarefa seja executada. É comum enumerar os pecados de uma lista, culpabilizar-se em demasia, reprimir desejos, almejar um passo imediato para a perfeição. Rapidamente, quem segue este caminho vai cair na frustração, voltando-se aos mesmos erros. Outro caminho seria elencar propósitos. Estes também acabam sendo penosos e não são facilmente alcançados. O cristianismo não é um ascetismo, portanto, a conversão não depende em primeiro lugar de nossas forças, mas da ação gratuita de Deus.
A conversão não virá à custa de promessas a Deus, por atos piedosos, de assiduidade às celebrações, de rezas mais frequentes, de novenários. Isso pode ajudar, mas será em vão se não acolhermos que Deus nos ama. Compreender que Deus não se afasta de nós nunca, mesmo em nossas dificuldades, mesmo diante de nossos limites. Não precisamos ser “perfeitinhos” para que o Senhor esteja ao nosso lado. É preciso encarar a nossa realidade com franqueza e nos reconciliarmos com nossa raiva, com nossa afetividade, com nosso egoísmo... Se não nos aceitarmos como somos, colocando a nossa verdade diante de Deus, seremos escravos da ditadura da perfeição.
Converter-se implica em assumir o Reino como centro, e no centro do Reino está o amor. Para que haja conversão verdadeira, é preciso que os afetos pelo Senhor estejam alimentados. Por isso, Jesus, fitou com um olhar firme e terno cada um dos seus apóstolos. Do carinho do Mestre nasceu a resposta de seus discípulos. Hoje igualmente, nossa resposta ao Senhor deve ser calcada no amor, uma entrega do coração. O seguimento é afetivo, não é racional ou depende do puro esforço.
“O povo que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu” (Is 8, 23b). O texto de Isaías enunciado por Jesus é o cumprimento de uma promessa, ou seja, a luz para o povo dominado pelos assírios. A grande luz é o Cristo: luz para todos os povos. Todos os dias, de algum modo, Deus nos visita e nos traz uma grande luz ou nos dá oportunidade para que tiremos alguém das sombras das trevas. Sua luz dá cor, brilho e sentido a nossa existência. Brilhe a luz do Senhor sobre todos nós. Afetados por seu brilho de amor, esvaziados de esquemas preestabelecidos, seguiremos na alegria de sermos discípulos de Jesus.
                                                                                               Padre Roberto Nentwig
                                                                           Fonte: catequeseebiblia.blogspot.com.br
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sábado, 25 de janeiro de 2014


Papa Francisco: 

Cristo é princípio, causa e motor da unidade dos cristãos

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco presidiu às vésperas na tarde deste sábado, na Basílica de S. Paulo Fora dos Muros, por ocasião da festa da Conversão do Apóstolo e no encerramento da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.
Antes de iniciar a celebração, Francisco desceu ao túmulo do Apóstolo Paulo para rezar com o arcebispo metropolita ortodoxo e representante do Patriarcado ecumênico de Constantinopla, Gennadios Zervos, e o representante do arcebispo de Cantuária e chefe da Comunhão Anglicana em Roma, o Pastor David Moxon. 
Que o Senhor nos conserve sempre unidos!
A Basílica estava repleta de fiéis e nos bancos da frente destacavam-se alguns cardeais colaboradores e ex-colaboradores da Cúria Romana, como os dois ex-Secretários de Estado, Angelo Sodano, (atual decano do Colégio Cardinalício) e Tarcisio Bertone, camerlengo da Santa Romana Igreja. 
Na presença de representantes ortodoxos, anglicanos e de outras comunidades cristãs, em sua homilia o Papa comentou o tema escolhido para a edição deste ano da Semana: «Estará Cristo dividido?» (1 Cor 1, 13). 
Com grande tristeza, comentou o Pontífice, o Apóstolo soube que os cristãos de Corinto estavam divididos em várias facções. Uns afirmavam: «Eu sou de Paulo»; outros diziam: «Eu sou de Apolo»; e outros: «Eu sou de Cefas»; e há ainda quem sustentasse: «Eu sou de Cristo». Até mesmo quem apelava a Cristo o fazia para se distanciar dos irmãos. 
Diante desta divisão, Paulo exorta os cristãos de Corinto a serem todos unânimes, para que haja perfeita união de pensar e sentir. Mas a comunhão a que chama o Apóstolo, notou Francisco, não poderá ser fruto de estratégias humanas. 
“Nesta tarde, encontrando-nos aqui reunidos em oração, sentimos que Cristo – que não pode ser dividido – quer atrair-nos a Si, aos sentimentos do seu coração, ao seu abandono total e íntimo nas mãos do Pai, ao seu esvaziar-se radicalmente por amor da humanidade. Só Ele pode ser o princípio, a causa, o motor da nossa unidade.”
As divisões na Igreja – prosseguiu o Papa – não podem ser consideradas como um fenômeno natural ou inevitável. “As nossas divisões ferem o corpo de Cristo, ferem o testemunho que somos chamados a prestar-Lhe no mundo”, acrescentou.
A seguir, o Pontífice mencionou o Decreto do Concílio Vaticano II sobre o ecumenismo (Unitatis redintegratio), em que se afirma que Cristo “fundou uma só e única Igreja” e acrescentou: “Queridos amigos, Cristo não pode estar dividido! Esta certeza deve incentivar-nos e suster-nos a continuar, com humildade e confiança, o caminho para o restabelecimento da plena unidade visível entre todos os crentes em Cristo.”
Improvisando, o Papa acrescentou que “todos fomos prejudicados pelas divisões entre os cristãos; não queremos ser um escândalo!”, frisou. “Caminhemos fraternamente juntos no caminho da unidade, na unidade ‘reconciliada’, para a qual o Senhor nos acompanha”, exortou, explicando que “a unidade não vai cair do céu como um milagre, mas será o Espírito Santo a propiciá-la, em nosso caminho. Se não caminharmos juntos, uns para os outros, e não trabalharmos juntos, a unidade não virá. É o Espírito Santo que a faz, ao ver a nossa boa-vontade”. 
Francisco citou ainda seus predecessores, os Beatos João XXIII e João Paulo II e Paulo VI, para afirmar que a obra desses pontífices fez com que a dimensão do diálogo ecumênico se tornasse um aspecto “essencial do ministério do Bispo de Roma, que hoje não se compreenderia plenamente o serviço petrino sem incluir nele esta abertura ao diálogo com todos os crentes em Cristo”. 
Por fim, exortou: “Amados irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor Jesus que nos conserve profundamente unidos a Ele, nos ajude a superarmos os nossos conflitos, as nossas divisões, os nossos egoísmos e a vivermos unidos uns aos outros por uma única força, a do amor, que o Espírito Santo derrama nos nossos corações.”
O cardeal Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Kurt Koch, não pôde participar da cerimônia, devido a um resfriado, e sua saudação foi lida pelo secretário do dicastério, Dom Brian O'Farrell.  (BF/CM)
                                                              Fonte: radiovaticana.va                 Foto: news.va
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Paróquia São José - Paraisópolis (MG)


Horário das Missas
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 Dia 26 - Domingo
7h - Matriz - Côn. Braz            9h - Matriz - Pe. Vanir             17h - Bela Vista - Pe. Vanir     
     19h - Matriz - Pe. Sebastião           19h - Santo Antônio - Côn. Braz
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Pe. Lombardi:

Papa Francisco trabalha em possível Encíclica
 sobre 'ecologia do homem' 


Cidade do Vaticano (RV) – O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, fez uma declaração sobre um texto do Papa Francisco sobre ecologia.
Pela vida
“A propósito do que afirmou o Presidente francês Hollande após a audiência com o Santo Padre, posso confirmar que o Papa começou a trabalhar o projeto de um texto sobre temas da ecologia. A perspectiva é de uma Encíclica. Mas atualmente se trata de um projeto, em estado ainda inicial, de forma que é prematuro fazer previsões sobre tempos de uma possível publicação. Em todo o caso, é importante observar que o Papa Francisco pretende dar um particular destaque ao tema da “ecologia do homem”". 
Após a audiência privada com o Papa Francisco, que durou 35 minutos, o Presidente François Hollande participou de uma coletiva de imprensa, onde revelou o teor dos colóquios com o Pontífice. Em relação ao Tratado sobre o Meio-ambiente, Hollande comentou que o Papa Francisco sentenciou: “Deus perdoa sempre, o homem às vezes, a natureza nunca, se não é cuidada”. “Trabalhemos – acrescentou – para que a Conferência sobre o Clima de 2015 tenha um bom êxito”. 
Em novembro passado, o senador argentino Pino Solanas, após ser recebido pelo Santo Padre na Casa Santa Marta, declarou que “tivemos um diálogo muito amplo e profundo sobre os danos ambientais que estão se produzindo no nosso país e no mundo. Papa Francisco me revelou que está trabalhando em uma grande Encíclica sobre o ambiente”. (JE)
                                                                                                    Fonte: radiovaticana.va
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Leituras do 3º Domingo do Tempo Comum


1ª Leitura: Is 8, 23b-9,3              Salmo: 27(26)                2ª Leitura: 1Cor 1,10-13.17  
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Evangelho:  Mt 4,12-23
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Quando soube que João tinha sido preso, Jesus retirou-se para a Galileia. Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, às margens do mar da Galileia, no território de Zabulon e de Neftali, para cumprir-se o que foi dito pelo profeta Isaías: “Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região além do Jordão, Galileia, entregue às nações pagãs! O povo que estava nas trevas viu uma grande luz, para os habitantes da região sombria da morte uma luz surgiu”. A partir de então, Jesus começou a anunciar: “Convertei-vos, pois o Reino dos Céus está próximo”. Caminhando à beira do mar da Galileia, Jesus viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam jogando as redes ao mar, pois eram pescadores. Jesus disse-lhes: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. Eles, imediatamente, deixaram as redes e o seguiram. Prosseguindo adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam no barco, com seu pai Zebedeu, consertando as redes. Ele os chamou. Deixando imediatamente o barco e o pai, eles o seguiram. Jesus percorria toda a Galileia, ensinando nas sinagogas deles, anunciando a Boa-Nova do Reino e curando toda espécie de doença e enfermidade do povo.
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Reflexão
A cidade de Cafarnaum, e toda a Galileia do tempo de Jesus, era lugar de refugiados e estrangeiros marginais, chamada, por isso, não sem preconceito, de “Galileia das nações”: afinal as nações eram os pagãos e os não-judeus, os que não faziam parte do povo eleito. É neste cenário que Jesus inicia seu anúncio do reino e se encontra com Pedro e André, Tiago e João, pescadores. Um trabalho cheio de hostilidade, sem garantia de êxito. O chamado que Jesus faz a eles é categórico e a resposta é imediata e incondicional. É o início de uma comunidade de discípulos, onde se torna viável o caminho da conversão que eles devem indicar para outros. É uma comunidade de seguidores de Jesus que devem acompanhá-lo em sua itinerância e aprender com ele o ministério do ensino e da cura. Ela se torna o instrumento através do qual o povo das trevas torna-se o povo da luz.
Este evangelho nos coloca diante de uma proposta simples e, ao mesmo tempo, radical. O primeiro passo é deixar as redes, o segundo é aprender a viver em comunidade. O anúncio do reino supõe a vivência do discipulado numa comunidade concreta, o exercício cotidiano do serviço, da entrega nas pequenas coisas, na superação de nós mesmos na relação com os outros. Sem isso, o ensino fica vazio. O movimento de evangelização com as massas fica sem base, sem a experiência das pequenas comunidades. 
Ao mesmo tempo, a comunidade dos discípulos e discípulas não é uma comunidade com fim em si mesma, mas está permanentemente a serviço do reino. Como Jesus, ela tem a missão de apontar saída para o fatalismo, proclamando a boa notícia e exercendo o ministério da cura.
Na celebração litúrgica, esta palavra nos chama de novo para o caminho de conversão na comunidade concreta, a serviço do reino.
      Reflexão: revistadeliturgia.org.br      Banner: cnbb.org.br     Estampa: franciscanos.org.br
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Papa Francisco na missa desta sexta-feira:

Não podemos construir um "Muro de Berlim" 
no nosso coração 

Cidade do Vaticano (RV) – Dialogar com humildade e bondade: em síntese, este foi o conteúdo da homilia da Missa celebrada pelo Papa Francisco na manhã desta sexta-feira, na capela da Casa Santa Marta.
Assim como na missa do dia anterior, no centro da reflexão do Pontífice esteve o confronto entre o Rei Saul e Davi. A um certo ponto, Davi tem a possibilidade de matar o Rei, mas – observou Francisco – escolhe “outra estrada”: a estrada da aproximação, do esclarecimento, da explicação. Enfim, o caminho do diálogo para fazer as pazes:
Dialogar com humildade e bondade
Para dialogar, é preciso calma, sem gritar. É necessário pensar também que a outra pessoa tem algo a mais em relação a mim, e Davi pensava isso: ‘Ele é o ungido do Senhor, é mais importante do que eu’. A humildade, a tranquilidade… Para dialogar, é preciso fazer o que pedimos hoje na oração, no início da Missa: fazer-se tudo a todos. Humildade, tranquilidade, fazer-se tudo a todos e também – mas isso não está escrito na Bíblia – todos sabemos que para fazer essas coisas é preciso engolir muitos sapos. Mas é preciso fazê-lo, porque a paz se faz assim: com humildade, a humilhação, buscando sempre ver no outro a imagem de Deus.
“Dialogar é difícil”, reconheceu o Papa. Mas pior do que tentar construir uma ponte com o adversário é deixar crescer no coração o rancor por ele. Agindo desta maneira, afirmou o Pontífice, permanecemos “isolados na amargura do nosso ressentimento”. Um cristão, ao invés, tem Davi como modelo, que vence o ódio com “um ato de humildade”:
Humilhar-se, e sempre criar pontes, sempre. Sempre. E isso é ser cristão. Não é fácil. Jesus conseguiu: se humilhou até o fim, nos mostrou o caminho. E é necessário que não passe muito tempo: quando existir um problema, depois que a tempestade passar, o mais rápido possível, na primeira oportunidade deve-se recorrer ao diálogo, porque o tempo aumenta o muro, assim como aumenta a erva daninha que impede o crescimento do trigo. E quando os muros crescem, a reconciliação se torna mais difícil: é muito difícil!.
Que façamos pontes com os outros
Não é um problema se “algumas vezes voam pratos” – “na família, nas comunidades, nos bairros” – repetiu Francisco. O importante é “tentar fazer as pazes o mais rápido possível”, com uma palavra, um gesto. Uma ponte mais do que um muro, como aquele que por tantos anos dividiu Berlim. Porque “também no nosso coração podemos ter um Muro de Berlim com os outros”:
Eu tenho medo desses muros, desses muros que crescem a cada dia e favorecem os ressentimentos. Inclusive o ódio. Pensemos neste jovem Davi: poderia perfeitamente ter se vingado, expulsado o rei, mas ele escolheu o caminho do diálogo, com humildade, bondade e doçura. Hoje, peçamos a São Francisco de Sales, Doutor da doçura, que nos dê a todos a graça de fazer pontes com os outros, jamais muros.
                                                                                                Fonte: portalecclesia.com
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"Efeito Papa Francisco"

 aumenta turismo em Roma

Os responsáveis pelo turismo da província do Lácio, onde se encontra a cidade de Roma e o Vaticano atribuíram ao "efeito Papa Francisco", o crescimento do turismo na Cidade Eterna em 2013, que aumentou 5% em relação ao ano de 2012, uma diferença de 700 mil turistas. Em 2012 aproximadamente 11,9 milhões de pessoas visitaram Roma, e em 2013 aumentou para 12,6 milhões. O número de visitantes italianos aumentou 6% o que equivale a 5,2 milhões no total e os estrangeiros aumentaram a 7,3 milhões.
Pastor e ovelhas: perfeita sintonia
Desde o dia 13 de março, dia em que Francisco foi eleito, mais de 6,6 milhões de pessoas visitaram a cidade. Desde então, mais de 1 milhão e meio de turistas participaram das 30 audiências gerais do ano passado, 2,7 milhões da oração do Angelus e Regina Coeli, e outros tantos milhões participaram de outras audiências especiais, missas e celebrações litúrgicas.
Por outro lado, este aumento de turistas na cidade, também chegou aos museus vaticanos, que tiveram um crescimento de 30%, quer dizer, aproximadamente 5,5 milhões. O professor e diretor dos museus vaticanos, Antonio Paolucci, assinalou que este aumento de visitantes, é um motivo de preocupação no que se refere à conservação das obras de arte porque correm o perigo de danificarem-se pela umidade; por isso em maio será apresentado um plano de três anos para garantir o clima dentro dos ambientes dos museus.
Este controle se fará através de um sistema de níveis de temperatura e umidade e a eliminação de elementos que poluem o ar. Paolucci expressou também que mais turistas chegarão para a semana da Páscoa e para as "canonizações de João XXIII e João Paulo II que atrairão um imenso número de católicos de todo o mundo".
                                                                                                Fonte: portalecclesia.com
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