domingo, 18 de novembro de 2012

Reflexão para seu domingo


O fim do mundo

Muita gente está assustada com as previsões feitas para o dia 12/12/2012. Isto não passa de mais um momento de sensacionalismo, daquilo que é próprio de uma cultura cheia de vulnerabilidade e insegurança. Dizem ser o “dia galáctico”, até interpretado como “fim do mundo”. Apenas digo ser verdade que a profecia não é verdade.
O profeta Daniel descreve o fim dos tempos e a evidência da ressurreição (Dn 12, 1-3). Mas tal realidade só pode acontecer por uma intervenção decisiva de Deus, quando cada pessoa receberá o destino de acordo com o seu proceder na terra: uns para a vida eterna e outros para a ignomínia eterna.
Daniel cita a sabedoria como aquilo que constrói o destino das pessoas. Quem age com meios violentos não consegue fazer prevalecer o direito de Deus. É a partir daí que vai acontecer o julgamento divino, “que tarda, mas não falha”. O que vai ficar é a justiça divina e a glória para quem a faz acontecer.
A meta da história está centrada no fato de que é Deus quem a dirige, levando consigo a ideia de seu triunfo final sobre todo o mal. Isto significa que o mundo tem uma meta, a consumação do plano de Deus. Cabe às pessoas uma atitude de vigilância, porque há uma certeza de que o Senhor virá.
Na visão bíblica, parece não existir fim do mundo, mas fim dos tempos, que vai coincidir com o retorno de Jesus Cristo na glória de sua ressurreição. Ele virá para julgar o mundo e a história. O povo eleito, disperso por toda a terra, será reunido e os justos estarão definitivamente com o Senhor.
O cristão deve ter em mente que o fim é acontecimento presente, que influencia seu pensar, julgar e agir. Um presente que é passageiro, transitório, mas apoiado na firmeza da Palavra do Senhor. Só Deus pode determinar o que chamamos de fim dos tempos. O dia vai chegar, mas isto não está nas mãos dos homens, mas de Deus.
                                                             Dom Paulo Mendes Peixoto - Arcebispo de Uberaba (MG)
                                                                                                                         Fonte: Site da CNBB
                                                                                            Ilustração: http://www.anunciame.com.br

sábado, 17 de novembro de 2012

Leituras do Domingo - 18 de novembro de 2012


33º Domingo do Tempo Comum - Ano B

1ª Leitura: Dn 12,1-3                Salmo16(15)                    2ª LeituraHb 10,11-14.18

Evangelho Mc 13,24-32


Jesus disse a seus discípulos: “Naqueles dias, depois da grande tribulação, o sol vai se escurecer, e a lua não brilhará mais, as estrelas começarão a cair do céu e as forças do céu serão abaladas. Então vereis o Filho do Homem vindo nas nuvens com grande poder e glória. Ele enviará os anjos aos quatro cantos da terra e reunirá os eleitos de Deus, de uma extremidade à outra da terra.  Aprendei, pois, da figueira esta parábola: quando seus ramos ficam verdes e as folhas começam a brotar, sabeis que o verão está perto. Assim também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Filho do Homem está próximo, às portas. Em verdade vos digo, esta geração não passará até que tudo isto aconteça. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. Quanto àquele dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai”. 

Comentário

Quando ouvimos falar de guerra e violência, logo pensamos no futuro, em como será o amanhã das crianças que estão nascendo hoje e, às vezes, achamos que o fim do mundo se aproxima. Também os discípulos de Jesus, quando ouviram falar da destruição do templo de Jerusalém e dos sofrimentos que estavam para acontecer, ficaram apavorados... Jesus deu-lhes a garantia de que, depois dessas coisas, haveria o dia da sua manifestação. Os discípulos estavam curiosos para saber quando isto aconteceria.

A palavra que ouvimos neste domingo nos faz pensar na transitoriedade da vida e no julgamento de Deus. Não temos aqui habitação permanente. Peregrinamos em busca de uma morada definitiva e estável. Por isso, a pessoa que crê sente a urgência de viver intensamente a vida e de trabalhar para que se estabeleça, aqui e agora, os novos céus e a nova terra. A atitude básica é vigiar: viver como se cada dia fosse o dia do julgamento de Deus. A nova páscoa inaugura para os cristãos uma noite de vigília, até que amanheça o dia sem ocaso, mas já percebendo na escuridão da noite, a claridade de Jesus Cristo.

Enquanto aguardamos a plena manifestação de Deus no final glorioso da nossa história humana, cuidemos de viver intensamente cada momento da vida, procurando dar o melhor de nós, na missão que ele nos confia. Na celebração, o Espírito que opera em nós a santificação, nos confirma e nos sustenta neste caminho.
                                                                              Fonte do Comentário: Site da Revista de Liturgia
                                                    Ilustração: http://tercodoshomensmaerainhamossoro.blogspot.com.br

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Paróquia São José - Missas e outros eventos


18  a 23 de novembro


 Dia 18 - Domingo

7h - Matriz - Côn. Braz

9h - Matriz - Pe. Vanir

11h - Uruguaia - Pe. João Batista

16h - Consolação - Pe. João Batista

19h 30min - Matriz - Pe. Vanir

        19h 30min- Santo Antônio - Côn. Braz

Dia 19 - Segunda

19h 30min - Missa Votiva de São José - Côn. Braz

Dia 20 - Terça

                   15h - Matriz - Côn. Braz                  19h 30min - Caçador - Pe. João Batista               

Dia 21 - Quarta

19h 30 - Região Nossa Senhora Aparecida - Côn. Braz              19h 30min - Martins - Pe. Vanir     
                                               19h 30min - Ribeirão Vermelho - Pe. João Batista
                   
                                                                 Dia 22 - Quinta

15h - Capela do Hospital - Pe. Vanir                                        19h 30min - Lagoa - Pe. João Batista
                                        19h 30min - Região São Vicente- Côn. Braz 

Dia 23 - Sexta

19h 30min - Andorinhas - Côn. Braz    

Dia 24 - Sábado

8h 30 - CPSJ - Reunião do COSEPA      15h - Matriz - Confissões das crianças da 1ª Eucaristia
19h 30min - Matriz - Côn. Braz                19h 30min - Centro Pastoral São Geraldo - Pe. João    
                                   19h 30min - Região Nossa Senhora Aparecida - Pe. Vanir 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Refletindo com Padre Zezinho


Casais em crise

Conheci e conheço vários casais em crise. Cada caso é um caso, mas há um tipo de situação que se revela mais comum e mais frequente. A do casal que teria tudo para dar certo, que deu certo por muitos anos e agora um deles perdeu a paciência: chegou ao limite. Um não consegue e, às vezes, não aceita mudar e o outro não aguenta mais uma relação que não progride nem amadurece.
Ouço, vejo e percebo, com frequência, cansaço e dor oculta por detrás de um sorriso inconformado. O amor que havia foi varrido para debaixo do tapete pela incapacidade ou dele ou dela que não amadureceu. O parceiro que cresceu avisou por anos a fio que, como ia, não dava mais. Um dia, parou de avisar e deixou claro que chegara ao seu limite. Foi então que quem não aceitava mudar, resolveu querer. E já era tarde: a infantilidade se tornara vício.
A famosa frase: -“É assim que sou e ninguém vai me mudar”, se transformou num queixoso: -“Fiz tudo o que podia por você! Por que isso agora?”. Aí, os amigos, que não queriam se meter, não tiveram outra chance senão oferecer ouvidos e ombros. Mas, como o problema é de saturação, só os dois poderiam resolver. Acontece que um não quer mais e o outro não consegue mudar.
A Igreja sugere um pouco mais de paciência e de perdão. Mas a pessoa cansada não tem mais força para prosseguir. Sente que carrega um peso morto nas costas. Não espera mais nada da pessoa com quem se casou e viveu anos de felicidade. Mas aí veio a inércia. A outra parte achou que tinha feito o suficiente e decidiu que estava bom daquele jeito. Acabou a conquista. E foi ali que começou a derrota, porque enquanto uma pessoa crescia, a outra estacionara. Era uma só pessoa a remar na direção do sonho. A outra remava em sentido contrário ou simplesmente largou seu remo.
Dever demais e prazer de menos. Palavras duras, negócios mal feitos, jeito diferente de lidar com os filhos, ideais opostos, poucas graças sociais, perda de amigos, perda de perspectiva, mudança de fé, perda de libido, tudo mais alguma coisa trouxeram o cansaço a uma parte e a incapacidade à outra.
Casamento é experiência dinâmica. Se um cresce o outro precisa crescer. Se ambos crescem o amor sobrevive. Se apenas um cresce o amor entra em crise. Foi visível o que aconteceu naquele jardim. Dois pés de roseira, uma branca e a outra vermelha, enfeitavam a paisagem. A roseira vermelha cresceu viçosa. Não se sabe por que a branca parou de crescer e de dar rosas sadias. A vermelha atraiu elogios e atenção e a branca, críticas e indiferença. Roseiras são o que são, não escolhem. Mas quando se trata de humanos quem deixou de crescer fez a sua escolha. Acomodou-se. Sentimento é como água. Se se acomoda, estagna.
Sinto muito pelos casais em crise. Gostaria de poder ajudá-los, mas só os dois podem salvar seu casamento. Graça de Deus supõe esforço da pessoa. Foi o caso do náufrago que gritava pedindo ajuda com a tábua ao seu lado. O comandante gritou –“Agarre a taboa e mexa-se. Se não fizer isso a onda o levará”. Dá-se o mesmo com casamentos em crise. A tábua existe, mas é melhor que a agarrem enquanto é tempo e saiam da zona de perigo porque em pouco tempo baterão contra o rochedo. E bate, tão certo como dois e dois são quatro!
                                                                                                                       Padre Zezinho
                                                                                            Fonte: www.padrezezinhoscj.com

Secretário Geral comenta pedido de retirada da expressão “Deus seja louvado” das cédulas de reais


A expressão “Deus seja louvado” pode ser retirada das cédulas da moeda brasileira. Isto é o que pede uma ação da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), em São Paulo. O principal argumento utilizado é o de que o Brasil é um país laico e, portanto, não deve estar vinculado a qualquer manifestação religiosa. Os comentários do secretário foram feitos ao Jornal Folha de São Paulo.
De acordo com a assessoria de comunicação da PRDC, no ano passado, houve uma representação questionando a permanência da frase nas cédulas de reais. Durante a fase de inquérito, a Casa da Moeda informou que cabe privativamente ao Banco Central (Bacen) “não apenas a emissão propriamente dita, como também a definição das características técnicas e artísticas” das cédulas. Já o Bacen afirmou que o fundamento legal para a existência da expressão “Deus seja louvado” nas cédulas é o preâmbulo da Constituição, que afirma que ela foi promulgada “sob a proteção de Deus”.
“Deveríamos nos preocupar com coisas muito mais essenciais. Muitas pessoas dar-se-ão conta da frase somente depois desta ação. Não é novidade esse tipo de ação! A frase, agora, recordará a presença de Deus na vida do povo brasileiro”, afirma o secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner.
A ação também pede que seja concedido à União o prazo de 120 dias para que as cédulas comecem a ser impressas sem a frase, sob pena de multa diária de R$ 1,00 caso a União não cumpra a decisão de retirar a expressão religiosa das cédulas. A multa teria caráter simbólico.
O pedido da PDCR ainda alega que a expressão “constrange a liberdade de religião de todos os cidadãos que não cultuam Deus, como os ateus e os que professam a religião budista, muçulmana, hindu e as diversas religiões de origem africana”.
Para dom Leonardo, a expressão “não constrange, mas pode incomodar aos que afirmam não crer”. “As pessoas que vivem a sua fé, em suas diversas expressões, certamente não se sentem constrangidas, pois vivem da grandeza da transcendência. É que fé não é em primeiro lugar culto a um deus, mas relação. Se a frase lembra uma relação, poderia lembrar que o próprio dinheiro deve estar a serviço das pessoas, especialmente dos pobres, na partilha e na solidariedade. Se assim for, Deus seja louvado!”, afirma o bispo.
                                                                                                                     Fonte: Site da CNBB

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Filho de nossa Arquidiocese é nomeado Bispo


A Nunciatura Apostólica informa que o Santo Padre, o papa Bento XVI, atendendo ao pedido do arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno, em contar com um bispo auxiliar, nomeou o atual reitor do Santuário Nacional de Aparecida, padre Darci José Nicioli, bispo auxiliar de Aparecida.

Dados biográficos

Monsenhor Darci José Nicioli é filho de nossa Arquidiocese, tendo nascido em Jacutinga no dia 1º de maio de 1959. Foi coroinha do Monsenhor Sebastião Carvalho Vieira. Entrou para o Seminário Redentorista Santo Afonso de Aparecida em 1974, onde fez o Ensino Médio. Cursou Teologia no Instituto Teológico São Paulo (SP). Foi ordenado padre em sua cidade natal em 1986. Neste mesmo ano seguiu para Roma, onde estudou Teologia Dogmática no Pontifício Ateneo Sant’Anselmo di Roma, conquistando o título de mestre em teologia.Tem ainda, licenciatura em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (SP).
O novo bispo auxiliar de Aparecida já desempenhou as funções de reitor do Instituto Filosófico Redentorista; professor de Teologia no Instituto Teológico São Paulo e na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Foi ainda superior da Comunidade Religiosa de Campinas; Superior da Casa Geral dos Missionários Redentoristas, em Roma; Superior e Reitor do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (2009-2013) e vigário provincial da Província Redentorista de São Paulo, entre outros.
                                                              Com informações do Portal a12.com e do Site da CNBB

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Faculdade Católica abre inscrições para o Vestibular 2013


Estão abertas até o dia 5 de dezembro as inscrições para o Processo Seletivo 2013 dos cursos de Filosofia e Teologia da Faculdade Católica de Pouso Alegre. O Edital com todas as informações sobre o vestibular pode ser conhecido no site da instituição. 
O curso de Filosofia, com duração de seis semestres letivos, é oferecido no período noturno, enquanto o curso de Teologia, com duração de oito semestres, tem suas aulas no período diurno.
Os dois cursos, em escala de 1 a 5, foram avaliados com a nota 4 pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), o que os coloca em nível elevado de conceituação. 
Os interessados têm duas alternativas de inscrição, por meio da página eletrônica da entidade educacional ou na secretaria da FACAPA.
Mais informações na página http://facapa.blogspot.com.br/ou na própria Faculdade, na Avenida Monsenhor Mauro Tommasini, 75 - São Carlos - Pouso Alegre. Telefone: (35) 3421-1820.
                                                                                                                     Fonte: Site da FACAPA